{"id":226569,"date":"2026-01-13T07:08:20","date_gmt":"2026-01-13T07:08:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226569\/"},"modified":"2026-01-13T07:08:20","modified_gmt":"2026-01-13T07:08:20","slug":"esta-parte-da-pescada-deve-ser-retirada-devido-a-parasitas-alerta-especialista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226569\/","title":{"rendered":"Esta parte da pescada deve ser retirada devido a parasitas, alerta especialista"},"content":{"rendered":"<p>A presen\u00e7a de parasitas no peixe voltou a estar no centro da discuss\u00e3o, em particular em esp\u00e9cies de consumo frequente como a pescada. O tema ganhou nova aten\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as declara\u00e7\u00f5es de Luis, pescador e vendedor de peixe em Sant Cugat del Vall\u00e9s, que alertou para a exist\u00eancia de parasitas em muitas das pescadas comercializadas.<\/p>\n<p>Num v\u00eddeo divulgado nas redes sociais, Luis explicou que \u201cmuitas das pescadas que s\u00e3o vendidas t\u00eam parasitas\u201d, sublinhando, no entanto, que o problema n\u00e3o afeta toda a pe\u00e7a de forma uniforme.<\/p>\n<p>Segundo o pescador, os parasitas concentram-se sobretudo numa parte espec\u00edfica do peixe. \u201cPara ser seguro com\u00ea-la, \u00e0 pescada tem de se retirar esta parte porque est\u00e1 cheia de parasitas\u201d, afirmou, referindo-se \u00e0 ventresca, a zona abdominal do peixe.<\/p>\n<p>Depois de removida essa \u00e1rea, acrescenta, o restante peixe pode ser aproveitado sem riscos. \u201cComo fica limpa de parasitas, pode ser consumida normalmente\u201d, explicou, salientando a import\u00e2ncia de uma limpeza cuidada antes da confe\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As explica\u00e7\u00f5es dadas por Luis ajudam a esclarecer uma ideia comum entre os consumidores: a presen\u00e7a de parasitas como o anisakis n\u00e3o significa que o peixe esteja estragado ou que tenha de ser totalmente descartado.<\/p>\n<p>No caso da pescada, o parasita encontra-se habitualmente na regi\u00e3o abdominal e junto \u00e0s v\u00edsceras. Por esse motivo, uma prepara\u00e7\u00e3o adequada \u2014 com a remo\u00e7\u00e3o dessa zona \u2014 reduz significativamente o risco associado ao consumo.<\/p>\n<p>As autoridades sanit\u00e1rias recordam que o consumo de peixe \u00e9 seguro desde que sejam cumpridas as medidas habituais de preven\u00e7\u00e3o. Entre as recomenda\u00e7\u00f5es est\u00e3o a congela\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do peixe durante, pelo menos, cinco dias, ou a sua confe\u00e7\u00e3o completa a temperaturas superiores a 60 graus.<\/p>\n<p>Estes procedimentos permitem eliminar o anisakis e evitar problemas de sa\u00fade, garantindo que o peixe pode ser consumido de forma segura.<\/p>\n<p>O alerta deixado pelo pescador refor\u00e7a a import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o na escolha e prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos. Saber identificar as zonas mais suscet\u00edveis \u00e0 presen\u00e7a de parasitas e aplicar corretamente as pr\u00e1ticas de higiene e confe\u00e7\u00e3o permite continuar a consumir peixe com confian\u00e7a, sem abdicar de um alimento essencial na dieta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A presen\u00e7a de parasitas no peixe voltou a estar no centro da discuss\u00e3o, em particular em esp\u00e9cies de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":226570,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,14,25,26,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-226569","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-headlines","13":"tag-latest-news","14":"tag-latestnews","15":"tag-main-news","16":"tag-mainnews","17":"tag-news","18":"tag-noticias","19":"tag-noticias-principais","20":"tag-noticiasprincipais","21":"tag-portugal","22":"tag-principais-noticias","23":"tag-principaisnoticias","24":"tag-pt","25":"tag-top-stories","26":"tag-topstories","27":"tag-ultimas","28":"tag-ultimas-noticias","29":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115886535681088179","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=226569"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226569\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/226570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=226569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=226569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=226569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}