{"id":226581,"date":"2026-01-13T08:27:09","date_gmt":"2026-01-13T08:27:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226581\/"},"modified":"2026-01-13T08:27:09","modified_gmt":"2026-01-13T08:27:09","slug":"menos-sono-profundo-pode-elevar-risco-de-alzheimer-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226581\/","title":{"rendered":"Menos sono profundo pode elevar risco de Alzheimer, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Dormir menos nas fases profundas do sono pode estar associado a altera\u00e7\u00f5es estruturais no c\u00e9rebro que aumentam o risco de doen\u00e7a de Alzheimer. A conclus\u00e3o \u00e9 de um estudo da Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine. Segundo os autores, caso pesquisas futuras confirmem a descoberta, h\u00e1 &#8220;oportunidades potenciais&#8221; para reduzir o risco desse mal neurodegenerativo, que afeta 55 milh\u00f5es de pessoas no mundo, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">A pesquisa acompanhou 270 adultos de meia-idade e idosos participantes do estudo norte-americano Atherosclerosis Risk in the Communities. Os resultados indicaram uma associa\u00e7\u00e3o entre menor propor\u00e7\u00e3o de sono de ondas lentas \u2014 o profundo \u2014 e de sono REM, a fase ligada aos sonhos, com a redu\u00e7\u00e3o do volume de regi\u00f5es cerebrais consideradas vulner\u00e1veis ao Alzheimer.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores analisaram dados de polissonografias realizadas entre 1996 e 1998, quando os participantes tinham em m\u00e9dia 61 anos, e compararam esses resultados com exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica feitos de 13 a 17 anos depois. O objetivo era avaliar \u00e1reas do c\u00e9rebro que costumam apresentar atrofia precoce na doen\u00e7a de Alzheimer, como o hipocampo, o pr\u00e9-c\u00faneo, o c\u00faneo e, especialmente, a regi\u00e3o parietal inferior.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Volume<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">As imagens mostraram que as pessoas que passaram menos tempo em sono profundo tinham volumes menores da regi\u00e3o parietal inferior e do c\u00faneo. J\u00e1 a menor propor\u00e7\u00e3o de sono REM estava relacionada a volumes reduzidos da regi\u00e3o parietal inferior e do pr\u00e9-c\u00faneo. Todas essas \u00e1reas do c\u00e9rebro exercem importantes fun\u00e7\u00f5es na mem\u00f3ria e no processamento de informa\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Ap\u00f3s ajustes estat\u00edsticos para idade, sexo, escolaridade, fatores cardiovasculares, apneia do sono e desempenho cognitivo, a associa\u00e7\u00e3o mais consistente permaneceu na regi\u00e3o parietal inferior, envolvida em fun\u00e7\u00f5es cognitivas complexas e frequentemente afetada nas fases iniciais do Alzheimer. Segundo os autores, estudos anteriores apontam que essa regi\u00e3o \u00e9 sens\u00edvel \u00e0 priva\u00e7\u00e3o do repouso e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da atividade cerebral associada ao descanso inadequado.<\/p>\n<p class=\"texto\">O trabalho tamb\u00e9m investigou a rela\u00e7\u00e3o entre a arquitetura do sono \u2014 estrutura e sequ\u00eancia dos diferentes est\u00e1gios \u2014 e a presen\u00e7a de micro-hemorragias cerebrais, pequenas les\u00f5es vasculares que podem ocorrer em fases iniciais de dem\u00eancias. Nesse caso, n\u00e3o foi encontrada associa\u00e7\u00e3o, sugerindo que os efeitos de dormir mal observados na pesquisa t\u00eam maior rela\u00e7\u00e3o com a atrofia do c\u00e9rebro do que com altera\u00e7\u00f5es no sistema circulat\u00f3rio.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Modific\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Embora os resultados n\u00e3o permitam afirmar uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito, os autores observam que o sono \u00e9 um fator potencialmente modific\u00e1vel, sugerindo estrat\u00e9gias preventivas. &#8220;Nossos resultados fornecem evid\u00eancias preliminares de que a redu\u00e7\u00e3o da neuroatividade durante o sono pode contribuir para a atrofia cerebral, aumentando potencialmente o risco de doen\u00e7a de Alzheimer&#8221;, disse o autor principal, Gawon Cho, doutor em sa\u00fade p\u00fablica. &#8220;Esses resultados s\u00e3o particularmente significativos porque ajudam a caracterizar como a priva\u00e7\u00e3o de sono, um dist\u00farbio prevalente entre adultos de meia-idade e idosos, pode estar relacionada \u00e0 patog\u00eanese de Alzheimer e ao comprometimento cognitivo.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Mesmo que por apenas uma noite, a priva\u00e7\u00e3o do sono tem efeitos imediatos sobre a aten\u00e7\u00e3o, a concentra\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria. Qualquer tarefa cognitiva passa a ser mais dif\u00edcil&#8221;, lembra o psiquiatra Ricardo Assm\u00e9, de Curitiba (PR). &#8220;Quando o sono \u00e9 interrompido v\u00e1rias vezes, o corpo n\u00e3o consegue fazer reparos importantes, nem organizar a mem\u00f3ria ou equilibrar os horm\u00f4nios. Com o tempo, isso abre espa\u00e7o para problemas mais s\u00e9rios&#8221;, complementa o otorrinolaringologista de Goi\u00e2nia (GO) Paulo Reis, especialista em medicina do sono.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Toxinas<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Diversos estudos sugerem que dormir mal tem impactos negativos para a sa\u00fade do c\u00e9rebro ao longo prazo, com doen\u00e7as neurodegenerativas. Uma pesquisa recente publicada na revista Neurology, da Academia Norte-Americana de Neurologia, encontrou evid\u00eancias de que a dificuldade de dormir ou de permanecer dormindo est\u00e1 associada ao envelhecimento acelerado do c\u00e9rebro. &#8220;O sono n\u00e3o \u00e9 um descanso qualquer&#8221;, destaca Danielle de Lara, neurocirurgi\u00e3 de Blumenau (SC). &#8220;Ele \u00e9 o momento em que o c\u00e9rebro organiza aprendizados, remove toxinas e se regenera. Por isso, os estudos mostram que dormir mal aumenta o risco de decl\u00ednio cognitivo.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo Larissa Hermann, cl\u00ednica m\u00e9dica no Hospital S\u00e3o Marcelino Champagnat, de Curitiba, pessoas que t\u00eam dificuldade para dormir precisam investir na chamada higiene do sono. Ela explica que as pr\u00e1ticas associadas a esse conceito incluem desde uma rotina regular do repouso a criar um ambiente prop\u00edcio, como um quarto escuro e silencioso.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O que se pode fazer \u00e9 adotar medidas de higiene, como dormir e acordar no mesmo hor\u00e1rio sempre que poss\u00edvel, evitar bebidas estimulantes que tenham cafe\u00edna ou \u00e1lcool pr\u00f3ximo do hor\u00e1rio de dormir, al\u00e9m de reduzir o uso de telas e ilumina\u00e7\u00e3o no per\u00edodo noturno&#8221;, diz. Hermann tamb\u00e9m recomenda que, no per\u00edodo da manh\u00e3, logo ap\u00f3s o despertar, haja exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar. &#8220;Isso ajuda o corpo a entender que amanheceu e regular o ciclo circadiano, que melhora a qualidade do sono, resultando em um organismo mais funcional e saud\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Import\u00e2ncia da microbiota na neurodegenera\u00e7\u00e3o <\/p>\n<p class=\"texto\">Considerado o &#8220;segundo c\u00e9rebro&#8221;, o microbioma intestinal desempenha um importante papel em doen\u00e7as neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson e esclerose m\u00faltipla. Um artigo de revis\u00e3o publicado no Journal of Translational Gastroenterology por pesquisadores da \u00cdndia refor\u00e7a que a intera\u00e7\u00e3o entre o intestino, a imunidade e o sistema nervoso central pode ser a chave para compreender como essas enfermidades se desenvolvem e progridem.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;N\u00f3s entendemos que o c\u00e9rebro n\u00e3o funciona isoladamente&#8221;, explicam os autores do artigo, do Centro de Pesquisa HP Ghosh, em Calcut\u00e1. &#8220;H\u00e1 uma comunica\u00e7\u00e3o cont\u00ednua entre microbiota intestinal, sistema imunol\u00f3gico e o sistema nervoso central, e essa rede pode influenciar a inflama\u00e7\u00e3o cerebral e a morte neuronal&#8221;, escreveram.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os pesquisadores, com a integra\u00e7\u00e3o do chamado eixo intestino-c\u00e9rebro-imunidade, qualquer desequil\u00edbrio nessa tr\u00edade tem potencial de afetar o conjunto. No Alzheimer, a revis\u00e3o aponta que desequil\u00edbrios na microbiota que reduzem a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos graxos de cadeia curta \u2014 subst\u00e2ncias que ajudam a regular a inflama\u00e7\u00e3o \u2014 parecem estar associados \u00e0 maior ativa\u00e7\u00e3o de respostas pr\u00f3-inflamat\u00f3rias e pior fun\u00e7\u00e3o da barreira que protege o c\u00e9rebro.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Nervo vago<\/p>\n<p class=\"texto\">Para a doen\u00e7a de Parkinson, a hip\u00f3tese de que a origem est\u00e1 no intestino \u2014 muito antes de os sintomas motores caracter\u00edsticos surgirem \u2014 ganhou evid\u00eancias adicionais. Estudos mostram que prote\u00ednas anormais associadas \u00e0 neurodegenera\u00e7\u00e3o acumulam-se no sistema digestivo e podem viajar at\u00e9 o c\u00e9rebro pelo nervo vago.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Embora a revis\u00e3o destaque que ainda n\u00e3o se pode afirmar que altera\u00e7\u00f5es intestinais causam doen\u00e7as neurodegenerativas, pois muitas evid\u00eancias v\u00eam de modelos animais ou associa\u00e7\u00f5es em humanos, o novo paradigma abre caminhos promissores, acreditam os autores. Entre poss\u00edveis abordagens terap\u00eauticas, eles citam dietas ricas em fibras, probi\u00f3ticos capazes de modular respostas imunes e terapias para reduzir a inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O intestino \u00e9 um sistema nervoso que tem a impressionante quantia de mais de 100 milh\u00f5es de neur\u00f4nios, com 70% das c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico, produzindo mais de 30 neurotransmissores&#8221;, descreve Luiz Ant\u00f4nio da Silva S\u00e1,\u00a0 especialista em cl\u00ednica m\u00e9dica, geriatria, gerontologia e professor da Faculdade Evang\u00e9lica Mackenzie do Paran\u00e1 (Fempar). Ele lembra que o \u00f3rg\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por 50% da produ\u00e7\u00e3o e do armazenamento da dopamina, um neurotransmissor respons\u00e1vel por humor, aprendizado e mem\u00f3ria.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">O percentual sobe para 95% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 serotonina, associada a sono, apetite, digest\u00e3o e fun\u00e7\u00e3o cognitiva. &#8220;Portanto, quando h\u00e1 queda no n\u00edvel dos neurotransmissores, a sa\u00fade f\u00edsica, mental e as emo\u00e7\u00f5es ficam comprometidas, al\u00e9m de ocorrer maior vulnerabilidade a doen\u00e7as imunol\u00f3gicas e mentais&#8221;, esclarece o m\u00e9dico.\u00a0<\/p>\n<p>Arquitetura<\/p>\n<p class=\"texto\">Um ciclo completo de sono (NREM para REM) dura de 90 a 120 minutos, repetindo-se v\u00e1rias vezes por noite. O NREM domina a primeira metade da noite.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Sono NREM (N\u00e3o REM):<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb N1: transi\u00e7\u00e3o da vig\u00edlia para o sono, sono leve, com &#8220;trancos&#8221;.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb N2:\u00a0sono mais leve, com queda da temperatura corporal, relaxamento muscular e diminui\u00e7\u00e3o do batimento card\u00edaco\/respira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb N3\/N4 (sono de ondas lentas\/profundo): sono mais profundo, restaura\u00e7\u00e3o f\u00edsica, atividade cerebral mais lenta<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb Sono REM (Rapid Eye Movement): atividade cerebral r\u00e1pida, movimentos oculares r\u00e1pidos, paralisia muscular (hipotonia), aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca\/respirat\u00f3ria.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb Fase onde ocorrem os sonhos mais v\u00edvidos, crucial para consolida\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e regula\u00e7\u00e3o emocional.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Fatores que afetam <\/p>\n<p class=\"texto\">o ciclo do sono:<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb Luz e telas (luz azul): Interrompem o ciclo circadiano, reduzindo a qualidade do sono.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb Cafe\u00edna e \u00e1lcool: o \u00e1lcool facilita o in\u00edcio do sono, mas rouba o sono REM e profundo, prejudicando a restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00bb Estresse, drogas, tabagismo: tamb\u00e9m alteram a arquitetura, diminuindo o sono profundo e REM.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Fonte:\u00a0Lower slow wave sleep and rapid eye movement sleep are associated with<\/p>\n<p class=\"texto\">brain atrophy of Alzheimer&#8217;s disease-vulnerable regions,\u00a0Gawon Cho et. al,<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Menos+sono+profundo+pode+elevar+risco+de+Alzheimer%2C+aponta+pesquisa%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2026\/01\/7331315-menos-sono-profundo-pode-elevar-risco-de-alzheimer-aponta-pesquisa.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F01%2F7331315-menos-sono-profundo-pode-elevar-risco-de-alzheimer-aponta-pesquisa.html&amp;text=Menos+sono+profundo+pode+elevar+risco+de+Alzheimer%2C+aponta+pesquisa\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F01%2F7331315-menos-sono-profundo-pode-elevar-risco-de-alzheimer-aponta-pesquisa.html&amp;text=Menos+sono+profundo+pode+elevar+risco+de+Alzheimer%2C+aponta+pesquisa\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dormir menos nas fases profundas do sono pode estar associado a altera\u00e7\u00f5es estruturais no c\u00e9rebro que aumentam o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":226582,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[314,4288,116,43583,32,33,117,536],"class_list":{"0":"post-226581","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alzheimer","9":"tag-cerebro","10":"tag-health","11":"tag-neurodegeneracao","12":"tag-portugal","13":"tag-pt","14":"tag-saude","15":"tag-sono"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115886846318445933","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226581","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=226581"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226581\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/226582"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=226581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=226581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=226581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}