{"id":228095,"date":"2026-01-14T10:32:07","date_gmt":"2026-01-14T10:32:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/228095\/"},"modified":"2026-01-14T10:32:07","modified_gmt":"2026-01-14T10:32:07","slug":"novo-medicamento-contra-hiv-auxilia-nas-alternativas-para-prevencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/228095\/","title":{"rendered":"novo medicamento contra HIV auxilia nas alternativas para preven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O<strong> novo medicamento para preven\u00e7\u00e3o do HIV-1<\/strong>, aprovado pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/noticias-anvisa\/2026\/anvisa-aprova-nova-indicacao-para-prevencao-do-hiv-1\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><strong>(Anvisa) nesta segunda-feira<\/strong><\/a>, \u00e9 considerado um avan\u00e7o e dever\u00e1 auxiliar ainda mais nas alternativas para a <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/aids\/pt-br\/assuntos\/prevencao-combinada\/prep-profilaxia-pre-exposicao\/prep-profilaxia-pre-exposicao\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><strong>profilaxia pr\u00e9-exposi\u00e7\u00e3o (PrEP)<\/strong><\/a>. O f\u00e1rmaco chamado Sunlenca (lenacapavir) impede a replica\u00e7\u00e3o do v\u00edrus e estar\u00e1 dispon\u00edvel em forma de comprimido oral ou por inje\u00e7\u00e3o subcut\u00e2nea. Ele tem uma a\u00e7\u00e3o diferente, agindo na c\u00e1psula do v\u00edrus, fazendo com que n\u00e3o consiga se duplicar.<\/p>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o do rem\u00e9dio \u00e9 para adultos e adolescentes a partir de 12 anos que estejam sob risco de contrair o v\u00edrus. Os estudos cl\u00ednicos apresentados pela Anvisa, PURPOSE 2, demonstraram 100% de efic\u00e1cia do Sunlenca na redu\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de HIV-1 em mulheres cisg\u00eanero, 96% de efic\u00e1cia em compara\u00e7\u00e3o com a incid\u00eancia de HIV de base e 89% superios \u00e0 PrEP oral di\u00e1ria. O lenacapavir j\u00e1 \u00e9 indicado como op\u00e7\u00e3o adicional para PrEP desde julho de 2025, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<p>Por enquanto, sem previs\u00e3o para incorpora\u00e7\u00e3o ao SUS <\/p>\n<p><strong>O medicamento ainda n\u00e3o est\u00e1 incorporado no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS)<\/strong>. Em nota, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade informou que, para que que isso aconte\u00e7a, precisa, al\u00e9m do registro na Anvisa, de um pre\u00e7o m\u00e1ximo estabelecido pela C\u00e2mara de Regula\u00e7\u00e3o do Mercado de Medicamentos (CMED) e a aprova\u00e7\u00e3o na Comiss\u00e3o Nacional de Incorpora\u00e7\u00e3o de Tecnologias no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (Conitec), que analisa crit\u00e9rios como efic\u00e1cia, seguran\u00e7a e an\u00e1lises de custo-efetividade. <strong>Esses passos seguintes ainda est\u00e3o sendo executados.<\/strong><\/p>\n<p>A pasta informou, no entanto, que n\u00e3o h\u00e1, at\u00e9 o momento, <strong>nenhum pedido de an\u00e1lise para incorpora\u00e7\u00e3o<\/strong> do lenacapavir. Qualquer pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, incluindo pacientes, profissionais de sa\u00fade, sociedades m\u00e9dicas e fabricantes, pode demandar a incorpora\u00e7\u00e3o ou altera\u00e7\u00e3o de tecnologias na Conitec.<\/p>\n<p>\u201cAvan\u00e7o imenso\u201d <\/p>\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o tem sido vista de forma positiva e com esperan\u00e7a em grupos voltados aos direitos das pessoas que convivem com o HIV, mas tamb\u00e9m com exig\u00eancias. \u201cA aprova\u00e7\u00e3o do lenacapavir pela Anvisa \u00e9 um <strong>avan\u00e7o imenso nas possibilidades de preven\u00e7\u00e3o<\/strong>, mas agora o que a gente precisa \u00e9 que ela seja incorporada no SUS\u201d, afirma a coordenadora executiva do F\u00f3rum Ong Aids RS, que re\u00fane 48 organiza\u00e7\u00f5es ga\u00fachas voltadas \u00e0 preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o acerca da epidemia de HIV\/AIDS, M\u00e1rcia Le\u00e3o. Por\u00e9m, ela salienta que, mais do que a aprova\u00e7\u00e3o para que a medica\u00e7\u00e3o possa ser comercializada no Brasil, \u00e9 necess\u00e1rio que ela esteja dispon\u00edvel enquanto <strong>estrat\u00e9gia de preven\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o foi recebida com expectativa e esperan\u00e7a entre os participantes do f\u00f3rum, afirma. \u201cRepresenta mais autonomia, mais ades\u00e3o e com isso tamb\u00e9m mais possibilidades reais de se reduzir novas infec\u00e7\u00f5es&#8221;, diz M\u00e1rcia. E completa: \u201cSe trata de uma tecnologia que ela \u00e9 inovadora, por ser de longa dura\u00e7\u00e3o e que amplia s\u00f3 de forma significativa as op\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o, especialmente para as pessoas que enfrentam dificuldades no uso di\u00e1rio da PrEP oral, porque n\u00e3o \u00e9 todo mundo que consegue fazer o uso di\u00e1rio. Como ele vai ser de longa dura\u00e7\u00e3o, facilitaria isso\u201d.<\/p>\n<p>Carla Almeida, presidente do Grupo de Apoio \u00e0 preven\u00e7\u00e3o da AIDS (GAPA-RS), afirma que a concess\u00e3o de registro \u00e9 importante, mas que ainda h\u00e1 uma<strong> longa jornada para sua disponibilidade<\/strong>. &#8220;As perspectivas n\u00e3o s\u00e3o muito promissoras, especialmente pelos custo abusivos praticados pela ind\u00fastria farmac\u00eautica. N\u00f3s temos reafirmado que o acesso a novas estrat\u00e9gias e tecnologias de preven\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito e, neste sentido, o governo tem que garantir o acesso a PrEP de longa dura\u00e7\u00e3o&#8221;, diz.<\/p>\n<p>O que \u00e9 a PrEP <\/p>\n<p>A profilaxia pr\u00e9-exposi\u00e7\u00e3o (PrEP) faz parte da chamada<strong> \u201cpreven\u00e7\u00e3o combinada\u201d<\/strong>, que inclui outras medidas como testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral (TARV), profilaxia p\u00f3s-exposi\u00e7\u00e3o (PEP) e cuidados espec\u00edficos para gestantes soropositivas. \u00c9 a <strong>principal forma de prote\u00e7\u00e3o ao v\u00edrus do HIV,<\/strong> podendo ser tomada diariamente ou quando a pessoa tiver uma poss\u00edvel exposi\u00e7\u00e3o de risco.<\/p>\n<p>&#8220;A grande import\u00e2ncia \u00e9 evitar a infec\u00e7\u00e3o pelo HIV em pessoas que n\u00e3o vivem com HIV&#8221;, resume o coordenador da Infectologia do Hospital Concei\u00e7\u00e3o, Andr\u00e9 Machado. O medicamento \u00e9 indicado para pessoas sexualmente ativas, tanto homens que fazem sexo com homens, como bissexuais e heterossexuais. Se usada de maneira adequada, ela previne em at\u00e9 98% o risco de infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico tamb\u00e9m salienta que<strong> o medicamento n\u00e3o substitui o uso de preservativo<\/strong>. Ela ocorre em um contexto de proteger aquele indiv\u00edduo que se p\u00f5e sexualmente desde que ocorra um acidente com preservativo. &#8220;A gente v\u00ea hoje, cada vez mais frequente, as pessoas procurarem a PrEP para n\u00e3o usarem o preservativo. Isso \u00e9 um equ\u00edvoco, porque o preservativo continua protegendo contra outras ISTs&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>\u00c9 recomendada, ainda, a avalia\u00e7\u00e3o com exames sorol\u00f3gicos, idealmente a cada 4 meses, para avaliar o status ou caso se apresente qualquer sintoma sugestivo de infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Efic\u00e1cia \u00e9 superior \u00e0 medica\u00e7\u00e3o di\u00e1ria <\/p>\n<p>Os dados apontam o <strong>medicamento aprovado pela Anvisa com uma efic\u00e1cia superior ao da dose di\u00e1ria<\/strong>, principalmente, porque n\u00e3o obriga as pessoas a tomarem o rem\u00e9dio todos os dias, aponta o infectologista do Concei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o que o Truvada [medicamento oral da PrEP] seja ruim: ele tem uma excelente efic\u00e1cia e em termos de preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o pelo HIV, mas desde que o indiv\u00edduo que se disp\u00f5e a usar essa estrat\u00e9gia, tome rem\u00e9dio todos os dias&#8221;, explica. A efic\u00e1cia do uso oral diminui proporcionalmente \u00e0 quantidade de vezes que o rem\u00e9dio \u00e9 consumido. &#8220;Quando tu tens a op\u00e7\u00e3o de uma medica\u00e7\u00e3o injetada de dep\u00f3sito que te obriga a fazer duas inje\u00e7\u00f5es por ano, mantendo uma a\u00e7\u00e3o da medica\u00e7\u00e3o que protege, \u00e9 evidente que ela \u00e9 superior em termos de efic\u00e1cia&#8221;.<\/p>\n<p>Para o infectologista, o fato da Anvisa ter se manifestado quanto \u00e0 padroniza\u00e7\u00e3o dessa medica\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 um grande passo. &#8220;Reconhece a import\u00e2ncia dessa estrat\u00e9gia terap\u00eautica, \u00e9 uma medica\u00e7\u00e3o j\u00e1 ent\u00e3o consolidada em termos de preven\u00e7\u00e3o, \u00e9 segura. Agora, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 come\u00e7ar a elaborar estrat\u00e9gias que permitam a aplicabilidade dessa preven\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o do Brasil&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Epidemia silenciosa no RS <\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul vive uma <strong>epidemia silenciosa do v\u00edrus do HIV<\/strong>.<strong> A macrorregi\u00e3o metropolitana de sa\u00fade do Estado tem 1 a cada 50 pessoas convivendo com o v\u00edrus<\/strong>. \u00c9 o que aponta um <a href=\"https:\/\/www.correiodopovo.com.br\/not%C3%ADcias\/sa%C3%BAde\/uma-a-cada-50-pessoas-tem-hiv-na-regi%C3%A3o-metropolitana-do-rs-diz-estudo-1.1634879\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><strong>estudo recente conduzido pelo Hospital Moinhos de Vento e publicado em 2025<\/strong><\/a>. A preval\u00eancia do HIV foi de 1,64%, encaixando-se em uma epidemia generalizada do v\u00edrus.<\/p>\n<p>&#8220;O que a gente observa \u00e9 que existem grandes desigualdades regionais, como no Rio Grande do Sul. A gente tem uma preval\u00eancia de HIV maior que os outros lugares do Brasil. \u00c9 uma infec\u00e7\u00e3o generalizada, mas a gente tem que entender tamb\u00e9m que o HIV, hoje em dia, \u00e9 um agravo de desigualdade&#8221;, afirma a epidemiologista Eliana Wendland, coordenadora de estudos no Hospital Moinhos de Vento sobre a preval\u00eancia do HIV. Certos grupos populacionais, como pessoas negras e socialmente vulner\u00e1veis apresentam maior risco de adquirir HIV.<\/p>\n<p>De acordo com o boletim epidemiol\u00f3gico da Secretaria de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade e Ambiente, do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, no Rio Grande do Sul, em 2025, foram registradas 3024 pessoas vivendo com HIV ou Aids, por regi\u00e3o e Unidade Federativa (UF) de resid\u00eancia. Entre os munic\u00edpios com 100 mil habitantes ou mais, observa-se que, entre os 20 primeiros colocados no ranking, cinco pertencem aos estados do Rio Grande do Sul e do Par\u00e1. At\u00e9 outubro de 2025, havia cerca de 1.770 casos de HIV notificados, segundo a Secretaria Estadual da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Em 2024, foram notificados 6.819 casos de crian\u00e7as expostas ao HIV. O Rio Grande do Sul tamb\u00e9m est\u00e1 em terceiro lugar entre as UF que mais notificaram casos no mesmo ano (11,4%). De acordo com a Secretaria da Sa\u00fade de Porto Alegre, a Capital apresentou 1.321 casos novos de infec\u00e7\u00e3o pelo HIV em 2024, representando 43% dos casos do Rio Grande do Sul, sendo 590 casos de HIV e 731 de Aids.<\/p>\n<p>No \u00faltimo boletim epidemiol\u00f3gico do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, publicado nesta segunda-feira, a capital ga\u00facha apresentou redu\u00e7\u00e3o nas taxas de detec\u00e7\u00e3o de HIV, de gestante HIV e de mortalidade por Aids em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Entretanto, Porto Alegre permanece como a capital brasileira com a maior taxa de detec\u00e7\u00e3o de gestante HIV (14,9 casos\/mil nascidos vivos &#8211; correspondendo a 4,7 vezes a taxa nacional e o dobro da taxa estadual) e maior taxa de mortalidade por Aids (12 \u00f3bitos\/100 mil habitantes).<\/p>\n<p>No entanto, o chefe da se\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as de condi\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas transmiss\u00edveis da Secretaria Estadual da Sa\u00fade, Jonatan Pereira, lembra que tamb\u00e9m houve grandes progressos no enfrentamento \u00e0 epidemia. A taxa de detec\u00e7\u00e3o de HIV para o ano de 2024 (22,4 casos para cada 100.000 habitantes) foi 25% menor comparada \u00e0 taxa de 2014, uma redu\u00e7\u00e3o muito expressiva. O coeficiente de mortalidade padronizado, que foi de 12 \u00f3bitos para cada 100.000 habitantes, foi 44% menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 2014.<\/p>\n<p>Veja Tamb\u00e9m<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00e3o e campanhas de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o o caminho <\/p>\n<p>Apesar de eficaz,<strong> o uso da PrEP ainda \u00e9 baixo<\/strong>. A epidemiologista Eliana Wendland lembra que os principais fatores envolvem a forma de administra\u00e7\u00e3o, com o uso di\u00e1rio, mas principalmente o estigma. <strong>&#8220;Existe todo um estigma<\/strong>, n\u00e3o s\u00f3 com HIV, mas com todas as ISTs, pela sua forma de transmiss\u00e3o, que \u00e9 transmiss\u00e3o sexual, e as pessoas t\u00eam dificuldade de se expor dessa forma&#8221;.<\/p>\n<p>M\u00e1rcia, do F\u00f3rum Ong Aids RS, tamb\u00e9m salienta que a<strong> desinforma\u00e7\u00e3o \u00e9 um fator de estigma da doen\u00e7a<\/strong>. O preconceito e o estigma \u00e9 o que afasta as pessoas, tanto das estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o, como da busca pelo diagn\u00f3stico e at\u00e9 do tratamento. Investir em informa\u00e7\u00e3o, que seja de qualidade, em educa\u00e7\u00e3o sexual, em comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica que seja respons\u00e1vel, \u00e9 fundamental\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m pontua que a qualidade das informa\u00e7\u00f5es sobre o v\u00edrus passadas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pequena, com poucos investimentos em campanhas de preven\u00e7\u00e3o. &#8220;Prevenir \u00e9 garantir acesso para essas diferentes estrat\u00e9gias tamb\u00e9m, n\u00e9, como uso de preservativo, gel, testagem, a quest\u00e3o da PEP, da PREP e agora mais essa nova tecnologia do lenacapavir, mas tamb\u00e9m tem que se respeitar as realidades e as escolhas das pessoas&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O novo medicamento para preven\u00e7\u00e3o do HIV-1, aprovado pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) nesta segunda-feira, \u00e9&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":228096,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[5671,116,1175,43589,5059,32,13963,1461,33,117],"class_list":{"0":"post-228095","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-anvisa","9":"tag-health","10":"tag-hiv","11":"tag-lenacapavir","12":"tag-medicamento","13":"tag-portugal","14":"tag-prep","15":"tag-prevencao","16":"tag-pt","17":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115893000199711263","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=228095"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228095\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/228096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=228095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=228095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=228095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}