{"id":228766,"date":"2026-01-14T18:54:11","date_gmt":"2026-01-14T18:54:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/228766\/"},"modified":"2026-01-14T18:54:11","modified_gmt":"2026-01-14T18:54:11","slug":"alerta-vermelho-ucrania-nao-sabe-onde-estao-200-mil-soldados-e-outros-dois-milhoes-fugiram-ao-servico-militar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/228766\/","title":{"rendered":"Alerta vermelho: Ucr\u00e2nia n\u00e3o sabe onde est\u00e3o 200 mil soldados e outros dois milh\u00f5es fugiram ao servi\u00e7o militar"},"content":{"rendered":"<p>\t                Novo ministro da Defesa encontrou umas For\u00e7as Armadas sob press\u00e3o e com pouca capacidade para continuar a alimentar a linha da frente. Estes dois fatores podem ajudar a explic\u00e1-lo<\/p>\n<p>A Ucr\u00e2nia estima que 200 mil dos seus soldados est\u00e3o ausentes sem licen\u00e7a oficial (AWOL), o que significa que abandonaram os seus postos sem permiss\u00e3o para tal, revelou esta quarta-feira o novo ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov.<\/p>\n<p>Falando no Parlamento ucraniano antes da vota\u00e7\u00e3o que o confirmou como novo chefe da Defesa, Fedorov disse tamb\u00e9m que cerca de dois milh\u00f5es de ucranianos s\u00e3o &#8220;procurados&#8221; por evitarem o servi\u00e7o militar.<\/p>\n<p>As For\u00e7as Armadas ucranianas est\u00e3o sob press\u00e3o h\u00e1 anos, enquanto tentam defender o pa\u00eds contra um inimigo muito maior e mais forte. As condi\u00e7\u00f5es na linha de frente t\u00eam sido brutais, com as tropas de Kiev a tentarem frequentemente manter posi\u00e7\u00f5es-chave, mesmo quando se encontram em desvantagem num\u00e9rica e armamentista.<\/p>\n<p>H\u00e1 muito tempo que circulam rumores sobre o baixo moral e as elevadas taxas de deser\u00e7\u00e3o, mas os coment\u00e1rios de Fedorov marcam a primeira vez que um respons\u00e1vel ucraniano revela a dimens\u00e3o do problema.<\/p>\n<p>De acordo com a lei ucraniana, todos os homens entre os 18 e os 60 anos s\u00e3o obrigados a registar-se no ex\u00e9rcito e a ter sempre consigo os seus documentos, embora apenas os que t\u00eam entre 25 e 60 anos estejam sujeitos a mobiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A lei marcial da Ucr\u00e2nia pro\u00edbe todos os homens entre 23 e 60 anos, eleg\u00edveis para o servi\u00e7o militar, de deixar o pa\u00eds, mas dezenas de milhares fugiram ilegalmente.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s se reunir com Fedorov esta quarta-feira, o presidente da Ucr\u00e2nia, Volodymyr Zelensky, disse que eram necess\u00e1rias &#8220;mudan\u00e7as mais amplas&#8221; no processo de mobiliza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fedorov \u00e9 a pessoa mais jovem a ocupar o cargo de ministro da Defesa da Ucr\u00e2nia &#8211; completar\u00e1 35 anos na pr\u00f3xima semana, tendo entrado para substituir Denys Shmyhal, que por sua vez se tornou o primeiro vice-primeiro-ministro e ministro da Energia da Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Fedorov atuou anteriormente como vice-primeiro-ministro e ministro da Transforma\u00e7\u00e3o Digital da Ucr\u00e2nia, fun\u00e7\u00e3o na qual supervisionou, entre outros, o bem-sucedido projeto de guerra com drones da Ucr\u00e2nia. Em declara\u00e7\u00f5es esta quarta-feira, disse que os problemas de m\u00e3o de obra da Ucr\u00e2nia tornaram os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos ainda mais importantes.<\/p>\n<p>\u201cMais rob\u00f4s significam menos perdas, mais tecnologia significa menos mortes. As vidas dos her\u00f3is ucranianos t\u00eam o maior valor\u201d, reiterou.<\/p>\n<p>O ministro acrescentou que agora existem 500 empresas ucranianas a produzir drones, 200 empresas a fabricar equipamentos de interfer\u00eancia e mais de 20 fabricantes privados de m\u00edsseis.<\/p>\n<p>O refor\u00e7o da componente tecnol\u00f3gica das for\u00e7as armadas ser\u00e1 uma das prioridades de Fedorov no seu novo cargo, afirmou Zelensky.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Novo ministro da Defesa encontrou umas For\u00e7as Armadas sob press\u00e3o e com pouca capacidade para continuar a alimentar&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":228767,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[609,836,611,27,28,607,608,333,832,604,135,610,476,15,16,301,830,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,839,6943,17,18,840,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-228766","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-breakingnews","13":"tag-cnn","14":"tag-cnn-portugal","15":"tag-comentadores","16":"tag-costa","17":"tag-crime","18":"tag-desporto","19":"tag-direto","20":"tag-economia","21":"tag-featured-news","22":"tag-featurednews","23":"tag-governo","24":"tag-guerra","25":"tag-headlines","26":"tag-justica","27":"tag-latest-news","28":"tag-latestnews","29":"tag-live","30":"tag-main-news","31":"tag-mainnews","32":"tag-mais-vistas","33":"tag-marcelo","34":"tag-mundo","35":"tag-negocios","36":"tag-news","37":"tag-noticias","38":"tag-noticias-principais","39":"tag-noticiasprincipais","40":"tag-opiniao","41":"tag-pais","42":"tag-politica","43":"tag-portugal","44":"tag-principais-noticias","45":"tag-principaisnoticias","46":"tag-russia","47":"tag-soldados","48":"tag-top-stories","49":"tag-topstories","50":"tag-ucrania","51":"tag-ultimas","52":"tag-ultimas-noticias","53":"tag-ultimasnoticias","54":"tag-world","55":"tag-world-news","56":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228766","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=228766"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228766\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/228767"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=228766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=228766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=228766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}