{"id":229788,"date":"2026-01-15T11:05:21","date_gmt":"2026-01-15T11:05:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/229788\/"},"modified":"2026-01-15T11:05:21","modified_gmt":"2026-01-15T11:05:21","slug":"portugal-conta-com-2-100-empresas-gazela-que-empregam-mais-de-71-mil-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/229788\/","title":{"rendered":"Portugal conta com 2.100 empresas gazela que empregam mais de 71 mil pessoas"},"content":{"rendered":"<p>        Estas empresas s\u00e3o definidas por possu\u00edrem menos de cinco anos de exist\u00eancia, terem gerado pelo menos dez empregos e alcan\u00e7ado um crescimento m\u00e9dio anual superior a 20%, seja em volume de neg\u00f3cios ou no n\u00famero de empregados, nos \u00faltimos tr\u00eas anos.    <\/p>\n<p>A Iberinform, filial da Cr\u00e9dito y Cauci\u00f3n, divulgou o Insight View onde d\u00e1 conta que existem atualmente 2.100 empresas gazela em Portugal.<\/p>\n<p>As empresas gazela s\u00e3o empresas jovens que apresentam ritmos de crescimento muito elevados e sustentados num curto per\u00edodo de tempo. Devem ter at\u00e9 cinco anos de atividade, registar um crescimento anual do volume de neg\u00f3cios (fatura\u00e7\u00e3o) igual ou superior a 20% durante tr\u00eas anos consecutivos e devem ter um n\u00famero m\u00ednimo de trabalhadores (pelo menos 10 pessoas).<\/p>\n<p>Juntas, as 2.100 empresas gazela empregam mais de 71 mil pessoas. No \u00faltimo exerc\u00edcio de 2024, alcan\u00e7aram um volume de neg\u00f3cios total de 5.597 milh\u00f5es de euros, o que representa um aumento de 37,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>Assistimos, ainda, a um crescimento no n\u00famero total de empresas Gazela, mais 871 empresas que em 2024, onde o total foi de 1.229.<\/p>\n<p>\u201cEmbora representem uma parcela reduzida do tecido empresarial, as empresas gazela s\u00e3o fundamentais para a economia. Elas criam postos de trabalho, fomentam a inova\u00e7\u00e3o e contribuem para o desenvolvimento econ\u00f3mico das regi\u00f5es onde est\u00e3o inseridas\u201d, defende o estudo.<\/p>\n<p>No entanto, ainda segundo a Iberinform, 25% das empresas gazela apresentam um risco elevado de incumprimento, 29% t\u00eam um risco m\u00e9dio e apenas 46% s\u00e3o classificadas como baixo risco.<\/p>\n<p>O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentra\u00e7\u00e3o, Constru\u00e7\u00e3o e Imobili\u00e1rio (25%), Hotelaria e Restaura\u00e7\u00e3o (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.<\/p>\n<p>As atividades destas empresas est\u00e3o distribu\u00eddas por 339 categorias distintas da Classifica\u00e7\u00e3o das Atividades Econ\u00f3micas (CAE). Entre as mais relevantes, destacam-se constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios e restaurantes tradicionais, que representam 15% e 10% das empresas gazela, respetivamente. Outras atividades significativas incluem atividades de consultoria para os neg\u00f3cios (3%) atividades de programa\u00e7\u00e3o inform\u00e1tica (3%).<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, destacam-se Lisboa (32%), Porto (18%), Braga (9%), Set\u00fabal (7%), Faro (6%).<\/p>\n<p>Este ano, 53% das empresas gazela optaram por constituir-se como sociedades por quotas, demonstrando a prefer\u00eancia por formas jur\u00eddicas que exigem menor capital inicial, refere a Iberinform que acrescenta que apesar do crescimento, menos de 1% destas empresas atingiram a dimens\u00e3o de grandes empresas. A maior parte mant\u00e9m-se no grupo das pequenas empresas (60%), enquanto 5% s\u00e3o classificadas como m\u00e9dias empresas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Estas empresas s\u00e3o definidas por possu\u00edrem menos de cinco anos de exist\u00eancia, terem gerado pelo menos dez empregos&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":229789,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,44084,44085,32,33],"class_list":{"0":"post-229788","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-iberinform","12":"tag-iberinform-credito-y-caucion","13":"tag-portugal","14":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115898792211609472","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/229788","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=229788"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/229788\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/229789"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=229788"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=229788"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=229788"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}