{"id":230677,"date":"2026-01-15T22:36:22","date_gmt":"2026-01-15T22:36:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/230677\/"},"modified":"2026-01-15T22:36:22","modified_gmt":"2026-01-15T22:36:22","slug":"quem-tem-os-dentes-em-mau-estado-tem-um-risco-maior-de-morrer-mais-cedo-noticias-de-coimbra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/230677\/","title":{"rendered":"Quem tem os dentes em mau estado tem um risco maior de morrer mais cedo \u2013 Not\u00edcias de Coimbra"},"content":{"rendered":"<p><strong>Novas evid\u00eancias sugerem que a quantidade e a condi\u00e7\u00e3o dos dentes de uma pessoa podem influenciar o risco de morte prematura. Uma investiga\u00e7\u00e3o liderada pela Universidade de Osaka, no Jap\u00e3o, analisou os registos de sa\u00fade e dent\u00e1rios de 190.282 adultos com 75 anos ou mais.<\/strong><\/p>\n<p>PUBLICIDADE<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\t<a class=\"publicidade-imagem d-flex justify-content-center\" href=\"https:\/\/www.recenseamento.pt\/?utm_source=noticiasdecoimbrapt&amp;utm_medium=display&amp;utm_content=mrec&amp;utm_campaign=presidenciais26_primeiravolta\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t  <img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"250\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/MOP-6seg-300x250_1.gif\" alt=\"publicidade\" class=\"img-fluid\"\/><br \/>\n\t\t\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p> Cada dente foi classificado como ausente, h\u00edgido (saud\u00e1vel), restaurado (reparado) ou cariado.<\/p>\n<p>Os resultados mostraram que dentes saud\u00e1veis e restaurados estavam associados, de forma semelhante, a um menor risco de mortalidade, enquanto um maior n\u00famero de dentes ausentes ou cariados aumentava o risco. Segundo os investigadores, o n\u00famero total de dentes saud\u00e1veis e restaurados previu a mortalidade por todas as causas com mais precis\u00e3o do que apenas o n\u00famero de dentes saud\u00e1veis ou a combina\u00e7\u00e3o de dentes saud\u00e1veis, restaurados e cariados.<\/p>\n<p>A mortalidade por todas as causas mede a probabilidade de uma pessoa morrer antes do esperado, por qualquer motivo. A equipa sugere que a sa\u00fade oral est\u00e1 intimamente ligada \u00e0 sa\u00fade geral, atrav\u00e9s de fatores como inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f3nica. A perda de dentes ou a presen\u00e7a de c\u00e1ries pode provocar inflama\u00e7\u00f5es que se espalham pelo corpo, al\u00e9m de dificultar a mastiga\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o de uma dieta saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cO estudo destaca a import\u00e2ncia de reparar e conservar os dentes, n\u00e3o apenas para manter a boca saud\u00e1vel, mas tamb\u00e9m para reduzir o risco de morte prematura\u201d, escrevem os investigadores, cujos resultados foram publicados na revista BMC Oral Health.<\/p>\n<p>Estudos anteriores tamb\u00e9m associaram a fragilidade oral \u2013 que inclui aus\u00eancia de dentes, dificuldade em mastigar ou engolir, boca seca e problemas na fala \u2013 a uma maior necessidade de cuidados de longo prazo e a uma maior mortalidade. Uma investiga\u00e7\u00e3o com 11.080 idosos indicou que pessoas com tr\u00eas ou mais destes sintomas apresentaram 1,34 vezes mais hip\u00f3teses de morrer durante o per\u00edodo do estudo.<\/p>\n<p>Os autores sublinham que estudos futuros devem considerar n\u00e3o apenas quantos dentes as pessoas t\u00eam, mas tamb\u00e9m a condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica de cada dente, para compreender melhor por que idosos com menos dentes apresentam maior risco de morte prematura.<\/p>\n<p>\u201cO mecanismo que liga dentes cariados ou restaurados \u00e0 mortalidade por todas as causas deve ser cuidadosamente investigado em estudos de coorte bem delineados\u201d, concluem os investigadores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Novas evid\u00eancias sugerem que a quantidade e a condi\u00e7\u00e3o dos dentes de uma pessoa podem influenciar o risco&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":230678,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,117],"class_list":{"0":"post-230677","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115901509361020912","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/230677","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=230677"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/230677\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/230678"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=230677"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=230677"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=230677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}