{"id":236360,"date":"2026-01-20T09:07:10","date_gmt":"2026-01-20T09:07:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/236360\/"},"modified":"2026-01-20T09:07:10","modified_gmt":"2026-01-20T09:07:10","slug":"biopsia-liquida-avalia-eficacia-de-tratamento-em-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/236360\/","title":{"rendered":"Bi\u00f3psia l\u00edquida avalia efic\u00e1cia de tratamento em c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Um exame de sangue que analisa fragmentos de DNA tumoral poder\u00e1 antecipar a efic\u00e1cia da terapia em pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado, mesmo antes do in\u00edcio do tratamento. Segundo os autores do estudo, a descoberta, publicada na revista Clinical Cancer Research, mostra que \u00e9 poss\u00edvel monitorar a resposta aos medicamentos com uma t\u00e9cnica n\u00e3o invasiva, identificando rapidamente quem n\u00e3o est\u00e1 se beneficiando do protocolo cl\u00ednico.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">No estudo, cientistas do Instituto de Pesquisa do C\u00e2ncer de Londres, no Reino Unido, analisaram amostras de sangue de 167 pessoas com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado. A bi\u00f3psia l\u00edquida, feita no in\u00edcio do tratamento e quatro semanas depois, detectou a presen\u00e7a de quantidades m\u00ednimas do DNA do tumor. Os pesquisadores compararam os n\u00edveis do material com informa\u00e7\u00f5es sobre a resposta \u00e0 terapia, incluindo o tempo de crescimento da doen\u00e7a. Eles observaram uma forte associa\u00e7\u00e3o entre baixos n\u00edveis do chamado DNA tumoral circulante (ctDNA) e a efic\u00e1cia dos medicamentos.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">O ctDNA refere-se a fragmentos de DNA liberados no sangue por c\u00e9lulas tumorais que passam por morte celular ou liberam material gen\u00e9tico ativamente. &#8220;Quando um tumor est\u00e1 em desenvolvimento, fragmentos do material gen\u00e9tico ou c\u00e9lulas se desprendem da les\u00e3o prim\u00e1ria e entram na corrente sangu\u00ednea. O exame \u00e9 capaz de identificar essas part\u00edculas antes mesmo que les\u00f5es sejam detectadas por exames de imagem, como tomografia ou mamografia&#8221;, explica Ramon Andrade de Mello, do Centro M\u00e9dico Paulista High Clinic Brazil, em S\u00e3o Paulo, e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia.<\/p>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m do potencial diagn\u00f3stico, o ctDNA oferece uma janela n\u00e3o invasiva para a\u00a0 resposta do c\u00e2ncer \u00e0 terapia. &#8220;Essa tecnologia ajuda a monitorar a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, identificar muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e orientar ajustes no tratamento, especialmente em terapias-alvo e imunoterapia&#8221;, destaca Andrade de Mello. O m\u00e9dico afirma que a taxa de efic\u00e1cia demonstrada em estudos fica em torno de 92%.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias do dia no seu celular<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Variantes<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">No estudo brit\u00e2nico, as pacientes participaram do ensaio cl\u00ednico plasmaMATCH. Elas foram agrupadas com base no tipo de c\u00e2ncer de mama e na caracter\u00edstica do tumor. O primeiro grupo incluiu mulheres com variantes nos genes ESR1, HER2, AKT1, AKT ou PTEN que receberam tratamentos direcionados para as altera\u00e7\u00f5es. O segundo era composto por pessoas com c\u00e2ncer de mama triplo negativo e sem muta\u00e7\u00e3o alvo. Elas foram tratadas com uma combina\u00e7\u00e3o dos medicamentos olaparib e ceralasertib.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Para pacientes do segundo grupo, baixos n\u00edveis de ctDNA antes do in\u00edcio do tratamento foram associados a uma sobrevida livre de progress\u00e3o mais longa &#8211; 10,2 meses, em compara\u00e7\u00e3o com 4,4 meses. A porcentagem de mulheres que responderam ao tratamento \u2014 com redu\u00e7\u00e3o ou desaparecimento do tumor \u2014 foi de 40% para aquelas com quantidades reduzidas dos fragmentos do c\u00e2ncer, em compara\u00e7\u00e3o a 9,7% para aquelas com taxas mais altas.<\/p>\n<p class=\"texto\">No primeiro grupo, a associa\u00e7\u00e3o foi semelhante, por\u00e9m mais fraca. Nas pacientes com ctDNA indetect\u00e1vel, a doen\u00e7a permaneceu sob controle por 10,6 meses (contra 3,5 meses). A resposta ao tratamento entre as mulheres com n\u00edveis baixos dos fragmentos foi 46,2%, comparado a 7,9% verificado naquelas cujas taxas continuaram altas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Correla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">No segundo grupo, o exame de sangue ap\u00f3s quatro semanas de tratamento tamb\u00e9m mostrou uma forte correla\u00e7\u00e3o entre os n\u00edveis de ctDNA e os resultados. Pacientes cujo DNA tumoral n\u00e3o era mais detect\u00e1vel tiveram o c\u00e2ncer controlado por 12 meses, em compara\u00e7\u00e3o com 4,3 meses naqueles que ainda tinham material gen\u00e9tico circulando no sangue. A resposta ao tratamento tamb\u00e9m foi significativamente maior para aqueles com ctDNA indetect\u00e1vel: 85,7% responderam \u00e0 terapia, contra 11,4%.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Iseult Browne, pesquisadora cl\u00ednica do Instituto de Pesquisa do C\u00e2ncer de Londres e primeira autora do estudo, conta que os resultados complementam descobertas anteriores da mesma equipe. Em 2020, os cientistas constataram que as bi\u00f3psias l\u00edquidas podem detectar com precis\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas que impulsionam o c\u00e2ncer, ajudando a direcionar melhor as terapias. &#8220;Nossas descobertas corroboram o uso do ctDNA como um biomarcador n\u00e3o invasivo para prever resultados e monitorar a resposta ao tratamento&#8221;, afirma.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Personalizadas<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Ao rastrear as altera\u00e7\u00f5es no DNA tumoral no sangue apenas algumas semanas ap\u00f3s o in\u00edcio do tratamento, podemos come\u00e7ar a identificar quem provavelmente se beneficiar\u00e1 e quem pode precisar de uma abordagem diferente mais cedo&#8221;, disse, em nota, Nicholas Turner, pesquisador de Oncologia Molecular no Instituto de Pesquisa do C\u00e2ncer de Londres e l\u00edder do estudo. &#8220;Isso tem o potencial de tornar as decis\u00f5es de tratamento mais r\u00e1pidas, mais personalizadas e, em \u00faltima an\u00e1lise, mais eficazes para pessoas que vivem com c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico.&#8221; Turner destacou que as descobertas precisam ser validadas em estudos maiores.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Embora ainda restrita a alguns centros m\u00e9dicos brasileiros \u2014 todos da rede privada \u2014, Ramon Andrade de Mello explica que a bi\u00f3psia l\u00edquida j\u00e1 pode ser incorporada na pr\u00e1tica cl\u00ednica, quando h\u00e1 suspeita de recorr\u00eancia da doen\u00e7a, para avaliar a resposta ao tratamento ou quando os sintomas s\u00e3o claros, apesar de um exame de imagem negativo. &#8220;Outra indica\u00e7\u00e3o importante \u00e9 quando uma bi\u00f3psia convencional traz risco elevado ao paciente&#8221;, diz.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia, a t\u00e9cnica dever\u00e1 se tornar cada vez mais relevante para diagnosticar e monitorar a resposta ao tratamento. &#8220;Esse teste vai complementar os exames de imagem. Ele n\u00e3o substitui, mas agrega agilidade e seguran\u00e7a para acelerar os diagn\u00f3sticos e proporcionar desfechos positivos contra o c\u00e2ncer.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Gabrielle Scattolin, oncologista e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica (SBOC)&#13;<\/p>\n<p class=\"texto\">Por que o ctDNA vem sendo considerado um term\u00f4metro da resposta ao tratamento em pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado?<\/p>\n<p class=\"texto\">O ctDNA \u00e9 a carga de DNA tumoral liberada na corrente sangu\u00ednea a partir da morte ou renova\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas sangu\u00edneas. Ele carrega as informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas do tumor e reflete diretamente a carga tumoral ativa, muitas vezes antes que qualquer altera\u00e7\u00e3o seja identific\u00e1vel nos exames de imagem. Assim, a medida de DNA circulante tumoral serve para acompanhamento din\u00e2mico e seriado da resposta ou da resist\u00eancia do tumor aos tratamentos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Como o ctDNA pode ajudar no acompanhamento do tratamento oncol\u00f3gico?<\/p>\n<p class=\"texto\">A queda precoce do ctDNA sugere uma supress\u00e3o eficaz da doen\u00e7a mesmo quando os exames de imagem ainda mostram doen\u00e7a residual vis\u00edvel. Ou seja, funcionaria como um marcador precoce de efic\u00e1cia terap\u00eautica, antecipando informa\u00e7\u00f5es cruciais sobre resposta ou falha terap\u00eautica e permitindo moldar o tratamento oncol\u00f3gico de forma mais eficaz.<\/p>\n<p class=\"texto\">Esse exame de sangue poderia, no futuro, ajudar o m\u00e9dico a trocar mais cedo um tratamento que n\u00e3o est\u00e1 funcionando?<\/p>\n<p class=\"texto\">Sim. Esse \u00e9 um dos principais potenciais cl\u00ednicos do ctDNA segundo o estudo: a identifica\u00e7\u00e3o precoce da resist\u00eancia ao tratamento, permitindo a troca antecipada de terapias ineficazes. Dessa forma, se evitariam toxicidades cumulativas secund\u00e1rias a tratamentos que n\u00e3o estavam funcionando mais, al\u00e9m de possibilitar tamb\u00e9m a escolha mais r\u00e1pida de terapias alvo com base em muta\u00e7\u00f5es emergentes detectadas no ctDNA. Saliento, por\u00e9m, que o pr\u00f3prio estudo ressalta que esta estrat\u00e9gia ainda precisa de valida\u00e7\u00e3o em estudos cl\u00ednicos prospectivos e randomizados antes de ser adotada como padr\u00e3o de conduta.<\/p>\n<p class=\"texto\">Quais s\u00e3o hoje os principais limites do uso do ctDNA na rotina do Sistema \u00danico de Sa\u00fade e da medicina privada?<\/p>\n<p class=\"texto\">H\u00e1 v\u00e1rias limita\u00e7\u00f5es a serem superadas antes que o ctDNA se torne uma realidade vi\u00e1vel para o manejo das neoplasias malignas. Em rela\u00e7\u00e3o ao custo, sabemos que os testes de ctDNA s\u00e3o caros, especialmente os pain\u00e9is gen\u00f4micos mais amplos, o que \u00e9 uma barreira tanto no SUS como em servi\u00e7os privados brasileiros. Al\u00e9m disso, servi\u00e7os desta complexidade precisariam ser concentrados em grandes centros e laborat\u00f3rios especializados, o que, pelas dimens\u00f5es continentais do Brasil, tamb\u00e9m seria um fator limitante. Sobre a valida\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, faltam muitas respostas, qual o melhor momento para coletar o ctDNA, quais pontes de corte devem ser usados para definir resposta ou falha e como integrar os resultados \u00e0 pr\u00e1tica cl\u00ednica. Assim, embora promissor pelo racional cient\u00edfico envolvido, ainda h\u00e1 um longo caminho para que o ctDNA seja incorporado nas tomadas de decis\u00f5es em oncologia. (PO)<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Bi%C3%B3psia+l%C3%ADquida+avalia+efic%C3%A1cia+de+tratamento+em+c%C3%A2ncer+de+mama%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2026\/01\/7336127-biopsia-liquida-avalia-eficacia-de-tratamento-em-cancer-de-mama.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F01%2F7336127-biopsia-liquida-avalia-eficacia-de-tratamento-em-cancer-de-mama.html&amp;text=Bi%C3%B3psia+l%C3%ADquida+avalia+efic%C3%A1cia+de+tratamento+em+c%C3%A2ncer+de+mama\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F01%2F7336127-biopsia-liquida-avalia-eficacia-de-tratamento-em-cancer-de-mama.html&amp;text=Bi%C3%B3psia+l%C3%ADquida+avalia+efic%C3%A1cia+de+tratamento+em+c%C3%A2ncer+de+mama\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um exame de sangue que analisa fragmentos de DNA tumoral poder\u00e1 antecipar a efic\u00e1cia da terapia em pacientes&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":236361,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[1776,5960,109,116,20068,3968,32,33,117],"class_list":["post-236360","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-cancer","tag-cancer-de-mama","tag-ciencia","tag-health","tag-mama","tag-mulher","tag-portugal","tag-pt","tag-saude"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115926639800027731","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/236360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=236360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/236360\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/236361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=236360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=236360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=236360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}