{"id":23683,"date":"2025-08-10T15:48:17","date_gmt":"2025-08-10T15:48:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/23683\/"},"modified":"2025-08-10T15:48:17","modified_gmt":"2025-08-10T15:48:17","slug":"boom-supersonic-quer-ressuscitar-aviacao-supersonica-mas-sera-apenas-uma-resposta-americana-tardia-atualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/23683\/","title":{"rendered":"Boom Supersonic quer ressuscitar avia\u00e7\u00e3o supers\u00f3nica, mas ser\u00e1 apenas uma \u201cresposta americana tardia\u201d? &#8211; Atualidade"},"content":{"rendered":"<p data-start=\"562\" data-end=\"1050\"><strong>Acompanhe toda a atualidade informativa em\u00a0<a href=\"https:\/\/24noticias.sapo.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">24noticias.sapo.pt<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Nos anos 1960 e 1970, quando a ind\u00fastria aeron\u00e1utica acreditava que a velocidade supers\u00f3nica seria \u201co pr\u00f3ximo grande passo\u201d da avia\u00e7\u00e3o comercial, tr\u00eas pot\u00eancias entraram numa corrida tecnol\u00f3gica. A Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica desenvolveu o Tupolev Tu-144, os Estados Unidos apostaram no Boeing 2707, e a alian\u00e7a europeia franco-brit\u00e2nica criou o Concorde.<\/p>\n<p>Duas d\u00e9cadas depois,\u00a0apenas os europeus tinham conseguido transformar a ambi\u00e7\u00e3o em realidade comercial. O projeto sovi\u00e9tico foi \u201cum desastre total\u201d, o americano foi cancelado antes de levantar voo, e o Concorde voou durante 27 anos, tornando-se um \u00edcone da engenharia europeia.<\/p>\n<p>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais \u00fatil<\/p>\n<p>Com o lan\u00e7amento da nova marca de informa\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>24not\u00edcias<\/strong>, estamos\u00a0a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para refor\u00e7ar a informa\u00e7\u00e3o que os leitores mais valorizam:\u00a0<strong>a que lhes \u00e9 \u00fatil, ajuda a tomar decis\u00f5es e a entender o mundo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assine a nova newsletter do 24not\u00edcias\u00a0<a href=\"https:\/\/sapo.us1.list-manage.com\/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">aqui<\/a>.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Agora, mais de 20 anos ap\u00f3s o \u00faltimo voo do Concorde, empresas norte-americanas como a Boom Supersonic voltaram \u00e0 carga. Em janeiro, conseguiram quebrar a barreira do som com um avi\u00e3o de teste, com a promessa de revolucionar novamente as viagens a\u00e9reas. Ser\u00e1 que \u00e9 mesmo assim?<\/p>\n<p>Para Pedro Castro, consultor em avia\u00e7\u00e3o, aeroportos e turismo, este ressurgimento n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3rio: \u201cParece quase como uma esp\u00e9cie de resposta americana tardia. Um ajuste de contas hist\u00f3rico.\u201d O especialista v\u00ea no projeto uma tentativa dos Estados Unidos de recuperar terreno perdido numa corrida que a Europa venceu h\u00e1 d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>  <a href=\"https:\/\/mb.web.sapo.io\/9eedf57ccc1e374923a974612e9910c80a43261e.png\" title=\"Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0,\" data-ps-trigger=\"\" data-index=\"1\" data-ps-single-photo=\"true\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">  Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0,<\/p>\n<p>cr\u00e9ditos: via Wikimedia Commons<\/p>\n<p>&#8221; data-title=&#8221;Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0, &#8211; Boom Supersonic quer ressuscitar avia\u00e7\u00e3o supers\u00f3nica, mas ser\u00e1 apenas uma \u201cresposta americana tardia\u201d? &#8211; 24 Not\u00edcias&#8221;&gt;                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/+a6WeaN0i9TKMTq8urO7djFkkFuO9WIXRzFozCerXj3uD9i9c6PYSQeFUenNSbk=.png\" alt=\"Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0,\" title=\"Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0,\"\/>   <\/a>     Tupolev Tu-144, arquivo RIA Novosti, imagem #566221 \/ Lev Polikashin \/ CC-BY-SA 3.0, CC BY-SA 3.0,    cr\u00e9ditos: via Wikimedia Commons     <\/p>\n<blockquote><p>Os Estados Unidos nunca engoliram muito bem o facto desta supremacia tecnol\u00f3gica ter sido dos europeus e n\u00e3o deles.<\/p><\/blockquote>\n<p>O Concorde n\u00e3o nasceu por acaso. Era contempor\u00e2neo dos Boeing 747, avi\u00f5es que come\u00e7aram a massificar o transporte a\u00e9reo, mas seguiu o caminho oposto. \u201cO Concorde foi uma esp\u00e9cie de culminar de grandes avan\u00e7os que foram feitos na avia\u00e7\u00e3o militar\u201d, explica Pedro Castro, referindo-se \u00e0s inova\u00e7\u00f5es da Segunda Guerra Mundial que inspiraram o projeto anglo-franc\u00eas,\u00a0como os motores a jato e as cabines pressurizadas.<\/p>\n<p>Mas o triunfo t\u00e9cnico europeu enfrentou logo obst\u00e1culos pol\u00edticos. Quando o Concorde come\u00e7ou a voar comercialmente em 1976, os Estados Unidos proibiram-no de aterrar no seu territ\u00f3rio. \u201cJ\u00e1 na altura quando o Concorde nasce, j\u00e1 se sabe que a rota vi\u00e1vel para este avi\u00e3o tem a ver com Nova Iorque\u201d, nota Pedro Castro. A autoriza\u00e7\u00e3o s\u00f3 chegou quase um ano e meio depois. \u201cOs Estados Unidos nunca engoliram muito bem o facto desta supremacia tecnol\u00f3gica ter sido dos europeus e n\u00e3o deles\u201d, acrescenta o consultor.<\/p>\n<p>O sucesso t\u00e9cnico, por\u00e9m, n\u00e3o se traduziu em viabilidade comercial. O Concorde\u00a0transportava apenas cerca de 100 passageiros e queimava cerca de 20 toneladas de combust\u00edvel por hora, numa \u00e9poca em que o choque petrol\u00edfero de 1973 tornava a efici\u00eancia energ\u00e9tica crucial. \u201cAcabou por ser um Rolex com asas\u201d, resume Pedro Castro. \u201cUm produto de luxo simb\u00f3lico, com muito\u00a0status, mas que teve muito impacto negativo nas contas das companhias.\u201d<\/p>\n<p>Quantas rotas do mundo precisam de um avi\u00e3o supers\u00f3nico?<\/p>\n<p>A quest\u00e3o central mant\u00e9m-se inalterada desde os anos 1970: existe mercado suficiente para justificar a avia\u00e7\u00e3o supers\u00f3nica comercial? Pedro Castro mostra-se c\u00e9tico: \u201cQuantas rotas no mundo, precisam e aguentam um avi\u00e3o supers\u00f3nico? Estes avi\u00f5es t\u00eam uma l\u00f3gica operacional completamente diferente dos avi\u00f5es convencionais.\u201d<\/p>\n<p>A Boom promete colocar o Overture ao servi\u00e7o em 2029, com encomendas de 130 avi\u00f5es de companhias como American Airlines, United e Japan Airlines. Mas estas, segundo a\u00a0<a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2025\/06\/05\/travel\/supersonic-travel-american-skies-still-big-problem\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">CNN<\/a>, s\u00e3o \u201cencomendas n\u00e3o-vinculativas\u201d que o especialista v\u00ea com desconfian\u00e7a, comparando-as ao caso do Airbus A380.<\/p>\n<p>\u201cQuando o A380 saiu, eles diziam que iam vender mais de 2 mil avi\u00f5es. No final, nem 300\u201d, recorda Pedro Castro. \u201cClaro que, se for ver \u00e0 folha Excel, eu consigo justificar tudo. Consigo inventar dados que n\u00e3o existem, porque est\u00e3o a trabalhar em cen\u00e1rios hipot\u00e9ticos.\u201d Al\u00e9m disso, o prazo \u00e9 considerado \u201cirrealisticamente otimista\u201d, dados os desafios de certifica\u00e7\u00e3o e a complexidade geopol\u00edtica atual.<\/p>\n<p>A Boom estima tarifas de cerca de 5 mil d\u00f3lares para uma viagem transatl\u00e2ntica, equivalente ao pre\u00e7o atual da classe executiva. Mas o consultor questiona se haver\u00e1 procura suficiente. Para se ter uma ideia, no final da sua vida \u00fatil, o\u00a0Concorde s\u00f3 conseguia vender cerca de metade dos lugares dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>  <a href=\"https:\/\/mb.web.sapo.io\/0f08d2e2dc5d61e21a0abc56932e1ff33d89ba97.png\" title=\"Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2,\" data-ps-trigger=\"\" data-index=\"1\" data-ps-single-photo=\"true\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">  Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2,<\/p>\n<p>cr\u00e9ditos: via Wikimedia Commons<\/p>\n<p>&#8221; data-title=&#8221;Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2, &#8211; Boom Supersonic quer ressuscitar avia\u00e7\u00e3o supers\u00f3nica, mas ser\u00e1 apenas uma \u201cresposta americana tardia\u201d? &#8211; 24 Not\u00edcias&#8221;&gt;                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/t89ocZvPZ3nFSt6vfRw6iggfRQXPm9XaroOtCSZls05XoOKOn6QILDAGr2FtdqgNNNynwvee4zrxKEM=.png\" alt=\"Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2,\" title=\"Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2,\"\/>   <\/a>     Concorde G-BOAC da British Airways, Eduard Marmet, CC BY-SA 3.0 GFDL 1.2,    cr\u00e9ditos: via Wikimedia Commons<br \/>\n<strong>A tecnologia e as limita\u00e7\u00f5es estruturais<\/strong><\/p>\n<p>Muito mudou desde os anos 1970. Os materiais comp\u00f3sitos evolu\u00edram drasticamente, os motores tornaram-se mais eficientes e aumentou a autonomia dos avi\u00f5es. O conforto tamb\u00e9m melhorou significativamente face ao ambiente \u201cclaustrof\u00f3bico\u201d do Concorde, recorda o acad\u00e9mico.<\/p>\n<p>O Overture da Boom n\u00e3o ter\u00e1 o sistema de combust\u00e3o extra que o Concorde usava para atingir velocidades supers\u00f3nicas, o que deve reduzir significativamente o consumo de combust\u00edvel e o ru\u00eddo. Al\u00e9m disso, foi concebido para funcionar com \u201ccombust\u00edvel de avia\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel\u201d, segundo a startup dos EUA.<\/p>\n<p>Contudo, os problemas estruturais persistem.\u00a0O ru\u00eddo continua a limitar os voos supers\u00f3nicos sobre terra, restringindo as rotas vi\u00e1veis. Nos Estados Unidos, por\u00e9m, a situa\u00e7\u00e3o mudou bastante: em junho deste ano, o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.whitehouse.gov\/presidential-actions\/2025\/06\/leading-the-world-in-supersonic-flight\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Presidente Donald Trump emitiu uma ordem executiva<\/a>\u00a0que levanta efetivamente a proibi\u00e7\u00e3o de 52 anos sobre voos supers\u00f3nicos civis, desde que n\u00e3o produzam boom aud\u00edvel no solo.\u00a0Esta decis\u00e3o pode abrir rotas transcontinentais dom\u00e9sticas para a Boom.<\/p>\n<p><strong>O mercado \u201cn\u00e3o est\u00e1 a pedir\u201d mais velocidade<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 um outro fator que distingue a \u00e9poca atual da d\u00e9cada de 1970: a evolu\u00e7\u00e3o do digital.\u00a0\u201cO mercado corporativo n\u00e3o recuperou os n\u00edveis pr\u00e9-Covid\u201d, nota Pedro Castro, explicando que as videoconfer\u00eancias e o trabalho remoto reduziram drasticamente a necessidade de viagens de neg\u00f3cios urgentes.<\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1 cerca de um ter\u00e7o abaixo\u201d, quantifica o especialista, referindo-se \u00e0s viagens corporativas nos Estados Unidos. \u201cN\u00e3o \u00e9 porque n\u00e3o haja neg\u00f3cio, \u00e9 porque as pessoas hoje utilizam outros mecanismos para se reunir.\u201d<\/p>\n<p>Esta mudan\u00e7a comportamental afeta precisamente o segmento de mercado mais promissor para a avia\u00e7\u00e3o supers\u00f3nica: executivos dispostos a pagar valores elevados por viagens mais r\u00e1pidas. \u201cSe eu pagar do meu bolso, eu at\u00e9 fa\u00e7o escala\u201d, brinca o docente.<\/p>\n<p>Paralelamente, a avia\u00e7\u00e3o convencional evoluiu noutra dire\u00e7\u00e3o. J\u00e1 existem voos sem escala entre Perth e Londres, com 20 horas de dura\u00e7\u00e3o, e o objetivo \u00e9 conseguir Sydney-Londres sem escala.\u00a0\u201cO mercado n\u00e3o est\u00e1 a pedir \u2018fa\u00e7a isto em 3 horas\u2019. O mercado est\u00e1 a pedir \u2018fa\u00e7a avi\u00f5es que tenham autonomia para fazer Sydney-Londres sem escala&#8217;\u201d, observa.<\/p>\n<blockquote><p>A pr\u00f3xima revolu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a proximidade, n\u00e3o a velocidade.<\/p><\/blockquote>\n<p>Pedro Castro v\u00ea o futuro da avia\u00e7\u00e3o noutra dire\u00e7\u00e3o completamente diferente:\u00a0a mobiliza\u00e7\u00e3o individual atrav\u00e9s de drones aut\u00f3nomos.\u00a0\u201cA verdadeira revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma individualiza\u00e7\u00e3o extrema da mobilidade a\u00e9rea\u201d, prev\u00ea.<\/p>\n<p>O especialista imagina um cen\u00e1rio em que qualquer pessoa pode \u201cpedir um drone\u201d que aterrasse ao seu lado e a levasse diretamente ao destino, \u201csem filas, sem seguran\u00e7a, sem escalas\u201d. Esta vis\u00e3o inspira-se na evolu\u00e7\u00e3o dos t\u00e1xis para os Uber: de pontos fixos de recolha para servi\u00e7os porta-a-porta.<\/p>\n<p>\u201cAcho que a pr\u00f3xima grande inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 ligada \u00e0 velocidade, mas sim \u00e0 proximidade. N\u00e3o ao ru\u00eddo, mas sim ao sil\u00eancio. N\u00e3o ao luxo, mas a uma acessibilidade extrema que n\u00e3o conhecemos hoje.\u201d<\/p>\n<p>Como resume o consultor em avia\u00e7\u00e3o, aeroportos e turismo: \u201cRepetir algo do passado com materiais modernos, eu n\u00e3o acho que isso seja inovar.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Acompanhe toda a atualidade informativa em\u00a024noticias.sapo.pt Nos anos 1960 e 1970, quando a ind\u00fastria aeron\u00e1utica acreditava que a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":23684,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-23683","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23683","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23683"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23683\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23683"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23683"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23683"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}