{"id":247050,"date":"2026-01-27T21:35:12","date_gmt":"2026-01-27T21:35:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/247050\/"},"modified":"2026-01-27T21:35:12","modified_gmt":"2026-01-27T21:35:12","slug":"dez-portos-de-que-gostamos-muito-nos-ultimos-tempos-critica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/247050\/","title":{"rendered":"Dez Portos de que gost\u00e1mos muito nos \u00faltimos tempos | Cr\u00edtica"},"content":{"rendered":"<p>De uma forma geral, o sector celebra a 10 de Setembro como sendo \u201co\u201d dia do vinho do Porto, por ter sido naquela data que o Marqu\u00eas de Pombal decretou a demarca\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o vitivin\u00edcola do Douro, nos idos de 1756. J\u00e1 o International Port Wine Day \u00e9 mais recente e celebra-se a 27 de Janeiro desde 2012. Nasceu depois de uma ac\u00e7\u00e3o de promo\u00e7\u00e3o do fortificado duriense nos EUA. Talvez por ser uma \u201csegunda\u201d comemora\u00e7\u00e3o, haja poucos produtores a assinalar o dia \u2014 a esse prop\u00f3sito, ainda valer\u00e1 a pena espreitar <a href=\"https:\/\/www.fonseca.pt\/en\/visit-fonseca\/port-cellars\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">a masterclass exclusiva que a Fonseca promove<\/a> nesta ter\u00e7a-feira com o en\u00f3logo David Guimaraens (das 17h \u00e0s 18h30; 50\u20ac, ainda h\u00e1 vagas) e que ser\u00e1 uma oportunidade rara de provar o Fonseca Vintage 1994.<\/p>\n<p>No fundo, uma data e outra convidam os apreciadores de vinho do Porto em todo o mundo a celebrar um vinho \u00fanico, com ber\u00e7o na regi\u00e3o demarcada do Douro. Recuper\u00e1mos alguns dos Portos que mais nos entusiasmaram nos \u00faltimos tempos (e que pontu\u00e1mos como sendo muito bons) e outros que se destacaram pela boa rela\u00e7\u00e3o qualidade\/pre\u00e7o, entre vintages, tawnies e colheitas brancos.<\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2051995.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Dalva Porto Colheita Branco 2015<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Granvinhos;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>Vinhas Velhas, com predomin\u00e2ncia de Viosinho, Gouveio, Rabigato e Malvasia Fina<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>33<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>92<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Ana Isabel Pereira<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>A gra\u00e7a dos Portos brancos est\u00e1 na sua frescura, desde logo arom\u00e1tica, e na prova mais equilibrada que, n\u00e3o raras vezes, oferecem. Parecem-nos menos doces e d\u00e3o-nos mais citrinos e menos fruto seco ou madeiras ex\u00f3ticas, embora esses descritores tamb\u00e9m se apliquem a esta categoria de Porto que, tal como os tawnies, \u201ccresce\u201d longos anos em madeira. Neste Dalva, sentimos a laranja desidratada do bolo-rei \u2014 ou do panettone (j\u00e1 agora, o vinho cair\u00e1 bem com qualquer um dos dois, ou com os doces finos do Algarve) \u2014, alperce maduro e um lado especiado. Na boca, embrulhados numa imensa frescura, temos o tal lado c\u00edtrico, mas tamb\u00e9m rebu\u00e7ado de caf\u00e9 e mela\u00e7o. Uma bel\u00edssima proposta, sobretudo atentando ao pre\u00e7o. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2051990.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Taylor\u2019s Sentinel 2023<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>The Fladgate Partnership;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>V\u00e1rias castas<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>39<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>95<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Manuel Carvalho<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>A marca presta homenagem aos marcos pombalinos que faziam a \u201cguarda\u201d das fronteiras da demarca\u00e7\u00e3o e o conceito pretende ir ao encontro das tend\u00eancias dos nossos dias, nas quais h\u00e1 cada vez menos tempo e espa\u00e7o para esperar d\u00e9cadas pelos Vintage. O que destaca por isso este vinho \u00e9 a capacidade de nos proporcionar os prazeres de um Vintage jovem sem as cargas de taninos e intensidade de fruta que por regra caracterizam a categoria nos primeiros anos de vida. O resultado \u00e9 muito interessante e irresist\u00edvel. N\u00e3o \u00e9 que este vinho n\u00e3o tenha caminho para andar na garrafeira, mas est\u00e1 j\u00e1 numa fase em que a harmonia e a subtileza se imp\u00f5em \u00e0 garra e ao poder juvenil dos seus concorrentes. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2051982.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Dow\u2019s Quinta do Bonfim 2023<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Symington Family Estates;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>V\u00e1rias castas<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>95 (1,5l)<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>96<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Manuel Carvalho<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Mais um daqueles casos em que a estrat\u00e9gia comercial das empresas as leva a declarar Porto Vintage como \u201csingle Quinta\u201d, reservados para anos considerados \u201cnormais\u201d, em vez de declararem Vintage Cl\u00e1ssico. Porque este Dow\u2019s Quinta do Bonfim tem todas as condi\u00e7\u00f5es para esse estatuto. Poderoso, rico de aromas de fruta preta, notas de chocolate preto, especiaria e sugest\u00f5es florais, causa nesta sua primeira inf\u00e2ncia grande impacte na prova. Intenso sem perder delicadeza, taninos vivos, mas muito finos, um belo balan\u00e7o e um grande final, com sugest\u00f5es de iodo e um frescor vibrante, \u00e9 um Vintage muito rico com um enorme potencial para o futuro. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2047958.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Quevedo Colheita Branco 2012 <\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Quevedo Wines;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>Viosinho, Rabigato, Gouveio, Malvasia Fina e Moscatel Galego <\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>19,3% <\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>48<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>93<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Ana Isabel Pereira<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>\u00c9 um dos \u00faltimos lan\u00e7amentos da fam\u00edlia Quevedo, que tem um interessante portf\u00f3lio de Portos brancos, incluindo um 50 Anos lan\u00e7ado h\u00e1 relativamente pouco tempo. Este 2012 cheira a marmelo, passas e a laranja desidratada, tem notas especiadas e, no seu conjunto, um aroma fresco, que bate certo com a acidez elevada que sentimos depois em boca. Essa frescura \u00e9 marcante, equilibra a do\u00e7ura do vinho e surge em harmonia com a sua estrutura, o volume e a textura aveludada deste colheita que nos d\u00e1 em boca a mesma fruta, assim como notas de mel. Mostra um lado mais fresco, porventura, tamb\u00e9m mais actual do vinho do Porto e s\u00f3 custa uma nota (de 50 euros). Para quem gosta de Portonas suas v\u00e1rias facetas. Os generosos, por serem mais alco\u00f3licos e doces, podem parecer que est\u00e3o out, mas nunca foram vinhos para beber todos os dias. S\u00e3o prazer indulgente. De vez em quando, podemos dar-nos a esse luxo. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2052008.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Krohn Colheita 2001<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>WineStone;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>V\u00e1rias<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>50<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>95<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Jos\u00e9 Augusto Moreira<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Fundada em 1865, a Krohn depressa se tornou reconhecida pela qualidade e identidade marcada dos seus vinhos do Porto Vintage e Colheita, mas nas \u00faltimas d\u00e9cadas remetidos para a penumbra com a integra\u00e7\u00e3o na Fladgate Partenership (grupo Taylor\u2019s). A marca foi recentemente comprada pelo WineStone Group, e com ela resgatado tamb\u00e9m todo o esp\u00f3lio de vinhos antigos, o que permitiu o seu imediato relan\u00e7amento. \u00c9 dessa linha de Portos de grande qualidade e vincada identidade que est\u00e1 agora no mercado o Colheita 2001. Vinhos que permanecem o seu virtuoso envelhecimento em cave e s\u00e3o engarrafados \u00e0 medida que saem para o mercado. Ou seja, cada vez mais ricos e melhores. Vivo, fresco, denso e sedoso, e com pre\u00e7o bem acess\u00edvel, este 2001 \u00e9 uma bela forma de regressar ao contacto com os hist\u00f3ricos Krohn \u2013 h\u00e1 tamb\u00e9m um extraordin\u00e1rio Colheita 1983, mas custa j\u00e1 150\u20ac &#8211; e de celebrar em grande o per\u00edodo de festas natal\u00edcias. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2052015.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Alves de Sousa Vintage 2023<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Alves de Sousa;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>V\u00e1rias<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>19,5%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>70<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>96<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Jos\u00e9 Augusto Moreira<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Para al\u00e9m de um Vintage de enorme qualidade &#8211; pela riqueza e concentra\u00e7\u00e3o, equil\u00edbrio &#8211; e potencial de evolu\u00e7\u00e3o, \u00e9 tamb\u00e9m um Porto de nova gera\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 agora a ser lan\u00e7ado no mercado, o que torna a sua prova obrigat\u00f3ria para os apreciadores. \u00c9 que, em vez dos tradicionais cascos de carvalho, foi estagiado em ovos de cimento, acreditando a fam\u00edlia Alves de Sousa que \u201ca sua porosidade natural refina a estrutura e preserva a pureza da fruta\u201d. Seja ou n\u00e3o por isso, \u00e9 um Vintage j\u00e1 muito pronto e afinado, que proporciona enorme prazer. Fruta muito pura, taninos polidos, sabor intenso e envolvente, \u00e9 not\u00e1vel no equil\u00edbrio e riqueza como conjuga concentra\u00e7\u00e3o, maturidade e frescura. Bom mesmo, \u00e9 saborear j\u00e1 e poder guardar tamb\u00e9m umas garrafas para poder confirmar a evolu\u00e7\u00e3o. Bom proveito! <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2051985.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Quinta do Passadouro Vintage 2023<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Quinta do Noval;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>V\u00e1rias castas<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>19,5%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>80<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>95<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Manuel Carvalho<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Desde que a Quinta do Passadouro passou para a \u00f3rbita do Noval, aconteceu uma esp\u00e9cie de milagre na transforma\u00e7\u00e3o dos seus Porto Vintage. A Passadouro funciona como uma esp\u00e9cie de segunda marca do gigante (em termos de qualidade) do sector, mas os seus vinhos merecem aten\u00e7\u00e3o e apre\u00e7o. Aroma muito atraente, com notas de bosque, fruta vermelha, muita finesse, tanino redondo, mas ainda assim criador de uma estrutura poderosa, mas sem grande rugosidade no palato. Amplo e muito harmonioso, oferece sensa\u00e7\u00f5es quentes e deliciosas na prova. J\u00e1 se bebe com prazer, mas ter\u00e1 ainda muito caminho pela frente at\u00e9 mostrar todo o seu potencial. <\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2035259.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Quinta das Carvalhas Porto Tawny 50 Anos Edition 225<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Real Companhia Velha;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>Mistura de castas<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>325<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>98<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Edgardo Pacheco<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>O que n\u00e3o deixa de impressionar neste 50 ou no 80 anos \u00e9 que s\u00e3o feitos a partir de vinhos de uma \u00fanica quinta, a Quinta das Carvalhas. \u00c9 certo que \u00e9 uma das maiores do Douro e que faz vinhos do Porto h\u00e1 s\u00e9culos, mas fascina-nos a paci\u00eancia necess\u00e1ria para se guardar em boas condi\u00e7\u00f5es vinhos t\u00e3o antigos (e ainda dizem que o vinho do Porto \u00e9 caro). Por outro lado, provar os vinhos base que d\u00e3o origem a estes tawnies \u00e9 um exerc\u00edcio interessante para se perceber de onde v\u00eam as notas c\u00edtricas dos tawnies destes vinhos. Mais antigos ou mais novos est\u00e3o todos marcados por notas de tangerina e laranja. Esta segunda edi\u00e7\u00e3o (1250 garrafas) tem esse lado c\u00edtrico, mas tamb\u00e9m algumas notas de iodo, chocolate e fruta passa. Na boca est\u00e1 sedoso, ligeiramente mais doce e potente do que o vinho da primeira edi\u00e7\u00e3o, com notas mais evidentes dos cascos. Temos alguma prefer\u00eancia? N\u00e3o, dois vinhos \u00e9 uma prova comparativa curta. Vamos esperar pela terceira edi\u00e7\u00e3o.<\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2002159.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Quinta do Crasto Porto Tawny 50 Anos <\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Quinta do Crasto;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>Mistura de castas<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>21%<\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>390<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>97<\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Ana Isabel Pereira<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Com um perfume intenso a iodo, nozes, mel de cana e casca de laranja cristalizada, encanta pelo seu equil\u00edbrio entre do\u00e7ura e frescura. Na boca, sentimos-lhe primeiro a sua acidez vibrante e depois ent\u00e3o uma textura aveludada e toda a complexidade de um vinho feito de ingredientes muito antigos, e por isso tamb\u00e9m muito concentrado, mas sofisticado. Este Quinta do Crasto Porto Tawny 50 Anos \u00e9 harmonioso, fresco e verdadeiramente um vinho fino. Especial, para ocasi\u00f5es igualmente especiais.<\/b><\/p>\n<p>                                    <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/2042907.jpeg\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>Nome <b>Vieira de Sousa Porto Tawny 20 anos<\/b><\/p>\n<p>Produtor <b>Vieira de Sousa;<\/b><\/p>\n<p>Castas <b>Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, entre outras<\/b><\/p>\n<p>Regi\u00e3o <b>Douro<\/b><\/p>\n<p>Grau alco\u00f3lico <b>20%   <\/b><\/p>\n<p>Pre\u00e7o (euros) <b>248 (garraf\u00e3o de 2 litros)<\/b><\/p>\n<p>Pontua\u00e7\u00e3o <b>96 <\/b><\/p>\n<p>Autor <b>Edgardo Pacheco<\/b><\/p>\n<p>Notas de prova <b>Depois de lan\u00e7ar um garraf\u00e3o de 5 litros de um vinho DOC Douro, a Vieira de Sousa coloca agora no mercado dois Portos Tawny (este e o seu Tawny 10 Anos) em originais e exclusivos garraf\u00f5es de dois litros. Apesar da idade, temos um vinho bastante mais jovem, elegante e fresco, com notas de chocolate, madeiras ex\u00f3ticas (cedro) e zimbro. Na boca, muitos frutos secos e grande equil\u00edbrio entre do\u00e7ura, acidez e \u00e1lcool. Um excelente exerc\u00edcio de liga\u00e7\u00e3o (blend) entre Portos com diferentes idades e um 20 anos cheio de juventude, que \u00e9 capaz de dar jeito nas festas entre o Natal e a Passagem do Ano. <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De uma forma geral, o sector celebra a 10 de Setembro como sendo \u201co\u201d dia do vinho do&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":247051,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[10],"tags":[27,28,955,15,16,287,14,25,26,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,5689,17,18,29,30,31,46443,5690],"class_list":["post-247050","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-portugal","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-critica","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-fugas","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-pt","tag-terroir","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-vinho-do-porto","tag-vinhos"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115969217338443003","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/247050","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=247050"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/247050\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/247051"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=247050"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=247050"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=247050"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}