{"id":25149,"date":"2025-08-11T17:17:16","date_gmt":"2025-08-11T17:17:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/25149\/"},"modified":"2025-08-11T17:17:16","modified_gmt":"2025-08-11T17:17:16","slug":"8-territorios-que-nao-sao-reconhecidos-em-todo-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/25149\/","title":{"rendered":"8 territ\u00f3rios que n\u00e3o s\u00e3o reconhecidos em todo o mundo"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\">Marta Perez \/ EFE \/ EPA<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-430881\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/f1290186a5d0b1ceab27f4e77c0c5d68-1-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p><strong>Na tentativa de serem reconhecidos como Estados independentes, muitas na\u00e7\u00f5es e territ\u00f3rios envolveram-se em intensas tens\u00f5es geopol\u00edticas. Eis 8 territ\u00f3rios que n\u00e3o s\u00e3o reconhecidos em todo o mundo<br \/><\/strong><\/p>\n<p>O conflito entre Israel e a Palestina \u00e9 uma das disputas mais antigas do mundo, com origem em 1948. Desde o in\u00edcio do conflito, perderam-se dezenas de milhares de vidas e milh\u00f5es de pessoas foram deslocadas naquilo a que a ONU chama atualmente uma \u201ccat\u00e1strofe humanit\u00e1ria de propor\u00e7\u00f5es \u00e9picas\u201d.<\/p>\n<p>Noutros locais do planeta, outros conflitos surgiram devido a regi\u00f5es que procuram a independ\u00eancia. No Sara Ocidental, um cessar-fogo de 29 anos caiu em novembro de 2020, com as hostilidades a recome\u00e7arem ao longo de uma barreira que separa as \u00e1reas controladas por Marrocos e pela Frente Polis\u00e1rio.<\/p>\n<p>Entretanto, na Somalil\u00e2ndia, ocorreram confrontos em grande escala entre as for\u00e7as armadas da regi\u00e3o e as mil\u00edcias da oposi\u00e7\u00e3o ao longo de 2024, com mais de 150.000 mortos.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 mais exemplos. A <a href=\"https:\/\/geographical.co.uk\/news\/the-countries-that-are-not-recognised-around-the-world\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">Geographical<\/a> fez uma lista de 8 territ\u00f3rios que ainda n\u00e3o foram totalmente reconhecidos por todas as na\u00e7\u00f5es do mundo.<\/p>\n<p>Catalunha<\/p>\n<p>Aqui ao lado. A Catalunha \u00e9 uma das regi\u00f5es mais industrializadas do pa\u00eds, sendo <strong>respons\u00e1vel por quase 19% do PIB espanhol<\/strong>.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o tem uma popula\u00e7\u00e3o de <strong>7,7 milh\u00f5es de pessoas<\/strong> \u2013 o que representa 16% da popula\u00e7\u00e3o espanhola. A comunidade \u00e9 constitu\u00edda por quatro prov\u00edncias: Barcelona, Girona, L\u00e9rida e Tarragona.<\/p>\n<p>Os movimentos independentistas modernos remontam ao s\u00e9culo XIX, mas a press\u00e3o crescente intensificou-se ap\u00f3s a crise financeira de 2008.<\/p>\n<p><strong>Em 2017, culminou com um referendo ilegal e a crise constitucional espanhola<\/strong> que se seguiu. Embora o apoio \u00e0 independ\u00eancia tenha atingido um pico de quase 50%, os cidad\u00e3os exigiram um referendo legal.<\/p>\n<p>Curdist\u00e3o<\/p>\n<p>Abrangendo partes do leste da <strong>Turquia<\/strong>, do norte da <strong>S\u00edria<\/strong>, do norte do <strong>Iraque<\/strong> e do noroeste do <strong>Ir\u00e3o<\/strong>, o Curdist\u00e3o \u00e9 um territ\u00f3rio montanhoso com uma popula\u00e7\u00e3o estimada em <strong>cerca de 25 a 30 milh\u00f5es de pessoas<\/strong>.<\/p>\n<p>Desde a antiguidade, o territ\u00f3rio tem sido o lar dos curdos, cuja l\u00edngua, cultura e identidade constituem um dos <strong>maiores grupos \u00e9tnicos do mundo<\/strong>, embora sem Estado.<\/p>\n<p>Liberl\u00e2ndia<\/p>\n<p>A <strong>Liberl\u00e2ndia \u00e9 um Estado soberano situado entre a Cro\u00e1cia e a S\u00e9rvia<\/strong>, na margem ocidental do rio Dan\u00fabio. A regi\u00e3o foi criada devido a um conflito fronteiri\u00e7o entre a Cro\u00e1cia e a S\u00e9rvia. A \u00e1rea n\u00e3o \u00e9 reivindicada por nenhum dos dois pa\u00edses e <strong>continua\u00a0por reclamar desde a dissolu\u00e7\u00e3o da Jugosl\u00e1via em 1991<\/strong>.<\/p>\n<p>Durante muitas d\u00e9cadas, a Liberl\u00e2ndia (tamb\u00e9m conhecida como Liberland) permaneceu desocupada, ou seja, at\u00e9 <strong>2015<\/strong>, altura em que se tornou oficialmente a <strong>Rep\u00fablica Livre da Liberl\u00e2ndia<\/strong>.<\/p>\n<p>A sua \u00e1rea total \u00e9 min\u00fascula, com apenas sete quil\u00f3metros quadrados, o que a torna o <strong>terceiro Estado soberano mais pequeno<\/strong>, a seguir ao Vaticano e ao M\u00f3naco.<\/p>\n<p>Cerca de <strong>1000 habitantes<\/strong> vivem na Liberl\u00e2ndia, cujo or\u00e7amento governamental se situa num pequeno montante de um milh\u00e3o de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Palestina<\/p>\n<p>A <strong>Palestina<\/strong> tem um grau de reconhecimento internacional cada vez maior \u2013 uma vez que muitos pa\u00edses, incluindo o Reino Unido, o Canad\u00e1 e a Fran\u00e7a, anunciaram recentemente que a reconhecer\u00e3o como Estado em setembro, a menos que Israel cumpra determinadas condi\u00e7\u00f5es \u2013 com miss\u00f5es diplom\u00e1ticas no estrangeiro e equipas que participam em competi\u00e7\u00f5es desportivas.<\/p>\n<p>No entanto, devido ao atual conflito com Israel, a Palestina<strong> n\u00e3o tem fronteiras<\/strong> acordadas internacionalmente, <strong>nem capital, nem ex\u00e9rcito<\/strong>.<\/p>\n<p>O Estado da Palestina \u00e9 atualmente r<strong>econhecido por 147 dos 193<\/strong> Estados membros da <strong>ONU<\/strong>. Na ONU, o seu estatuto de \u201cEstado observador permanente\u201d permite-lhe participar mas n\u00e3o tem direito de voto.<\/p>\n<p>Sealand<\/p>\n<p>Localizada a <strong>12 quil\u00f3metros da costa leste brit\u00e2nica<\/strong>, no Mar do Norte, encontra-se Sealand, uma <strong>microna\u00e7\u00e3o fundada em 1967<\/strong>.<\/p>\n<p>A na\u00e7\u00e3o foi criada pelo antigo major do ex\u00e9rcito brit\u00e2nico Roy Bates, que come\u00e7ou por\u00a0ocupar o HM Fort Roughs \u2013 um dos v\u00e1rios fortes mar\u00edtimos constru\u00eddos pelos brit\u00e2nicos para se defenderem dos ataques a\u00e9reos durante a Segunda Guerra Mundial \u2013 para escapar \u00e0s restri\u00e7\u00f5es brit\u00e2nicas em mat\u00e9ria de radiodifus\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois de Bates ter consultado um consultor jur\u00eddico, concluiu que o forte estava em <strong>terra nullius \u2013 terra n\u00e3o reclamada por nenhum Estado<\/strong> \u2013 e, como tal, proclamou-o uma na\u00e7\u00e3o independente, dando-lhe o nome de <strong>Principado de Sealand<\/strong>.<\/p>\n<p>Em 1987, o Reino Unido alargou as suas \u00e1guas territoriais para incluir Sealand, mas nunca afirmou formalmente o controlo sobre a microna\u00e7\u00e3o. Em resposta, Sealand declarou a sua pr\u00f3pria zona de 20 quil\u00f3metros, sublinhando o seu desejo de permanecer aut\u00f3noma.<\/p>\n<p>Somalil\u00e2ndia<\/p>\n<p>A <strong>Somalil\u00e2ndia<\/strong> \u2013 situada na costa do Golfo de \u00c1den \u2013 declarou independ\u00eancia em <strong>1991 ap\u00f3s a queda do ditador militar da Som\u00e1lia Siad Barre<\/strong>.<\/p>\n<p>Faz <strong>fronteira com a Eti\u00f3pia a sul e oeste, e com o Djibuti a noroeste<\/strong>. Desde a sua declara\u00e7\u00e3o de independ\u00eancia, h\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas, nenhum pa\u00eds reconheceu a sua soberania.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ser reconhecida internacionalmente, a <strong>Somalil\u00e2ndia<\/strong> tem a sua <strong>pr\u00f3pria moeda, institui\u00e7\u00f5es governamentais, for\u00e7a policial<\/strong> e um sistema pol\u00edtico funcional.<\/p>\n<p>Antes de se unir \u00e0 Som\u00e1lia, a Somalil\u00e2ndia fazia parte do Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico at\u00e9 1960. Atualmente tem uma popula\u00e7\u00e3o de <strong>5,7 milh\u00f5es de pessoas<\/strong>.<\/p>\n<p>Transn\u00edstria<\/p>\n<p>Uma faixa estreita entre o rio Dniestre e a fronteira ucraniana, a <strong>Transn\u00edstria<\/strong> \u2013 tamb\u00e9m conhecida como Trans-Dniestre \u2013 <strong>separou-se da Mold\u00e1via em 1990<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Nenhum pa\u00eds reconhece<\/strong> a sua autodeclarada soberania. A regi\u00e3o \u2013 com 3.500 km\u00b2 \u2013 \u00e9 <strong>apoiada econ\u00f3mica, pol\u00edtica e militarmente pela R\u00fassia<\/strong>, que ali mant\u00e9m cerca de 1.500 soldados.<\/p>\n<p>A Transn\u00edstria tem uma popula\u00e7\u00e3o de <strong>367.000 habitantes<\/strong>.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o tem <strong>moeda pr\u00f3pria, constitui\u00e7\u00e3o, bandeira, parlamento e hino<\/strong>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a invas\u00e3o russa da Ucr\u00e2nia em 2022, a Ucr\u00e2nia fechou as suas fronteiras com a Transn\u00edstria, tornando a regi\u00e3o totalmente dependente da Mold\u00e1via para importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A Transn\u00edstria aderiu \u00e0 zona de com\u00e9rcio livre e ao regime de isen\u00e7\u00e3o de visto da UE, o que levou a um aumento significativo no n\u00famero de residentes a pedir passaportes moldavos.<\/p>\n<p>Saara Ocidental<\/p>\n<p>O <strong>Saara Ocidental \u00e9 um territ\u00f3rio limitado pelo Oceano Atl\u00e2ntico<\/strong> a oeste e noroeste, por <strong>Marrocos<\/strong> a norte, pela <strong>Arg\u00e9lia<\/strong> durante alguns quil\u00f3metros a nordeste, e pela <strong>Maurit\u00e2nia<\/strong> a leste e sul.<\/p>\n<p>Em 2024, a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o ronda os <strong>670.000 habitantes<\/strong> \u2013 um n\u00famero reduzido tendo em conta a sua dimens\u00e3o, devido ao deserto \u00e1rido que comp\u00f5e grande parte do territ\u00f3rio. Cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o vive em Laayoune, a maior cidade do Saara Ocidental.<\/p>\n<p>O Saara Ocidental <strong>obteve independ\u00eancia do dom\u00ednio colonial em 1956<\/strong>, mas foi rapidamente <strong>reivindicado por Marrocos<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 um territ\u00f3rio disputado e o <strong>\u00faltimo territ\u00f3rio colonial africano por descolonizar<\/strong>.<\/p>\n<p>Cerca de 20% do territ\u00f3rio \u00e9 controlado pela Rep\u00fablica \u00c1rabe Saaraui Democr\u00e1tica (RASD), enquanto os restantes 80 por cento s\u00e3o controlados e administrados por Marrocos.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754655132_743_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Marta Perez \/ EFE \/ EPA Na tentativa de serem reconhecidos como Estados independentes, muitas na\u00e7\u00f5es e territ\u00f3rios&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":25150,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[27,28,8629,8630,15,16,5541,14,25,26,8631,21,22,62,12,13,19,20,431,23,24,8632,8633,8634,17,18,8635,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-25149","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-catalunha","11":"tag-curdistao","12":"tag-featured-news","13":"tag-featurednews","14":"tag-geografia","15":"tag-headlines","16":"tag-latest-news","17":"tag-latestnews","18":"tag-liberland","19":"tag-main-news","20":"tag-mainnews","21":"tag-mundo","22":"tag-news","23":"tag-noticias","24":"tag-noticias-principais","25":"tag-noticiasprincipais","26":"tag-palestina","27":"tag-principais-noticias","28":"tag-principaisnoticias","29":"tag-saara-ocidental","30":"tag-sealand","31":"tag-somalilandia","32":"tag-top-stories","33":"tag-topstories","34":"tag-transnistria","35":"tag-ultimas","36":"tag-ultimas-noticias","37":"tag-ultimasnoticias","38":"tag-world","39":"tag-world-news","40":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25149","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25149"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25149\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25150"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}