{"id":256531,"date":"2026-02-04T13:30:15","date_gmt":"2026-02-04T13:30:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/256531\/"},"modified":"2026-02-04T13:30:15","modified_gmt":"2026-02-04T13:30:15","slug":"vila-gale-quer-fazer-habitacao-a-precos-controlados-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/256531\/","title":{"rendered":"Vila Gal\u00e9 quer fazer &#8220;habita\u00e7\u00e3o a pre\u00e7os controlados&#8221; \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Alguns vidros partidos, portas e pain\u00e9is solares perdidos. Com v\u00e1rios hot\u00e9is nas zonas mais afetadas pela depress\u00e3o Kristin, como Coimbra, Tomar e Figueira da Foz, o grupo Vila Gal\u00e9 registou apenas \u201calguns danos\u201d, mas nada \u201ccomparado com a desgra\u00e7a que algumas pessoas sofreram\u201d, afirma Jorge Rebelo de Almeida, presidente do grupo hoteleiro. No que toca a cancelamentos \u201cter\u00e1 havido algum impacto, ainda n\u00e3o quantificado\u201d, adianta Gon\u00e7alo Rebelo de Almeida, administrador do grupo hoteleiro ao Observador. Sem desvalorizar \u201ca desgra\u00e7a\u201d que assolou o pa\u00eds, Jorge Rebelo de Almeida afirma que o que aconteceu na semana passada em Portugal \u201c\u00e9 a natureza a funcionar\u201d.<\/p>\n<p>O impacto das tempestades dos \u00faltimos dias n\u00e3o foi maior na hotelaria porque \u201cjaneiro \u00e9 o m\u00eas mais fraco do ano\u201d nos hot\u00e9is. O presidente do Vila Gal\u00e9 n\u00e3o poupa, por\u00e9m, nas cr\u00edticas \u00e0 gest\u00e3o da calamidade, nomeadamente \u00e0 rede el\u00e9trica. \u201cN\u00e3o temos nada a funcionar bem nesta \u00e1rea. A EDP continua com aquele seu estilo\u2026 n\u00e3o \u00e9 uma companhia eficaz\u201d.<\/p>\n<p>Na apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados de 2025 e das perspetivas para 2026 que teve lugar esta ter\u00e7a-feira, a grande novidade do grupo Vila Gal\u00e9, e o foco do principal respons\u00e1vel do grupo, foi o <strong>setor da habita\u00e7\u00e3o<\/strong>, um \u201cproblema grav\u00edssimo que esteve 12 anos esquecido\u201d. Jorge Rebelo de Almeida revelou que o grupo \u201cest\u00e1 dispon\u00edvel, como seguramente todas as empresas deste pa\u00eds que t\u00eam responsabilidade social, para fazer <strong>projetos de habita\u00e7\u00e3o a pre\u00e7os controlados<\/strong>\u201c, tanto para arrendamento como para venda, para pessoas que trabalham nos hot\u00e9is mas n\u00e3o s\u00f3. Para isso, precisa de \u201calgumas facilidades na resolu\u00e7\u00e3o dos problemas de terrenos e acabar sobretudo com aquela hist\u00f3ria de terrenos agr\u00edcolas que n\u00e3o s\u00e3o agr\u00edcolas nem nunca ser\u00e3o e continuam presos por uma reserva agr\u00edcola ficcional\u201d.<\/p>\n<p>O grupo apresentou duas propostas para avan\u00e7ar com a constru\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00f5es, uma \u00e0 c\u00e2mara de Lagoa e outra \u00e0 de Lagos, em terrenos que pertencem ao grupo mas onde n\u00e3o era permitida constru\u00e7\u00e3o \u201cpor raz\u00f5es de planeamento, mas que n\u00e3o existindo nenhum fundamento real para n\u00e3o construir, eu disse \u2018estes terrenos s\u00e3o doados para n\u00f3s construirmos habita\u00e7\u00e3o para as pessoas&#8217;\u201d, explicou Jorge Rebelo de Almeida.<\/p>\n<p>O respons\u00e1vel do grupo hoteleiro fala na necessidade de \u201cpacotes de incentivos\u201d, nomeadamente \u201cdedu\u00e7\u00f5es fiscais\u201d para que as empresas possam avan\u00e7ar para este tipo de projetos. Isso e \u201cas c\u00e2maras n\u00e3o demorarem anos a licenciar\u201d. O presidente do Vila Gal\u00e9 apela a uma \u201cmobiliza\u00e7\u00e3o\u201d em munic\u00edpios como Lisboa, Porto e Sintra \u201cpara limparem os projetos antigos que l\u00e1 est\u00e3o, e j\u00e1 iam dar um grande contributo \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o do problema da habita\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Para Jorge Rebelo de Almeida, o problema da habita\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionado com outros, como o da imigra\u00e7\u00e3o. \u201cSe n\u00e3o tiv\u00e9ssemos imigrantes, o PIB ca\u00eda em flecha, ningu\u00e9m o apanhava. Sem medidas urgentes para resolver este problema, os imigrantes v\u00e3o em frente e v\u00e3o para outros pa\u00edses da Europa\u201d, defende, criticando \u201calgumas vozes disparatadas que temos no pa\u00eds que dizem que a imigra\u00e7\u00e3o \u00e9 um tormento\u2026 a imigra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma necessidade\u201d.<\/p>\n<p>A outra grande preocupa\u00e7\u00e3o do grupo Vila Gal\u00e9 continua a ser o aeroporto de Lisboa. \u201cContinuamos a n\u00e3o ter o privil\u00e9gio de ter um aeroporto em condi\u00e7\u00f5es\u201d, atira Jorge Rebelo de Almeida, que defende uma \u201csolu\u00e7\u00e3o intercalar alternativa\u201d \u00e0 Portela e at\u00e9 que n\u00e3o haja aeroporto em Alcochete, como \u201cAlverca ou Sintra\u201d. E sugere ainda uma \u201cfase priorit\u00e1ria\u201d em Alcochete, que demore menos de 12 anos a completar, \u201cs\u00f3 com um terminal simples e pronto para receber charters e companhias\u00a0low cost\u201c.<\/p>\n<p>Outra das ideias passa por \u201cdeixar arrastar um bocadinho os slots\u201d da Portela. \u201cVemos os aeroportos do Brasil que n\u00e3o perdem neg\u00f3cio, ali\u00e1s, os voos mais baratos s\u00e3o os noturnos, que permitem a muita gente fazer viagens mais econ\u00f3micas. No Cear\u00e1 chamam-lhe o voo da madrugada, parte pelas tr\u00eas da manh\u00e3\u201d, exemplifica, pedindo \u201cmais toler\u00e2ncia\u201d. <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/01\/20\/voos-noturnos-em-lisboa-anac-aplicou-multas-de-121-milhoes-a-companhias-aereas-nos-ultimos-dois-anos\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Em Lisboa<\/a>, os voos est\u00e3o interditos entre a 01h00 e as 05h00.<\/p>\n<p>Gon\u00e7alo Rebelo de Almeida tamb\u00e9m pinta um cen\u00e1rio pouco otimista sobre a evolu\u00e7\u00e3o do turismo nos pr\u00f3ximos anos, atrelada \u00e0s limita\u00e7\u00f5es do aeroporto Humberto Delgado. \u201cN\u00e3o h\u00e1 milagres. O aeroporto de Lisboa n\u00e3o serve s\u00f3 Lisboa, serve toda a \u00e1rea metropolitana e \u00e9 a principal porta de entrada para o Alentejo e o Centro. Durante 12 anos, o n\u00famero de turistas no pa\u00eds n\u00e3o ter\u00e1 muita capacidade de crescer\u201d. Segundo o gestor, o fluxo \u201cestabilizou num n\u00edvel satisfat\u00f3rio\u201d, mas o aeroporto \u201cinibe a procura de novos mercados e o desenvolvimento tur\u00edstico\u201d.<\/p>\n<p>O crescimento da procura \u201cest\u00e1 a vir da \u00c1sia, nomeadamente da China, Vietname, Indon\u00e9sia, Tail\u00e2ndia\u2026 s\u00e3o pa\u00edses que come\u00e7am a viajar com grande volume. Se n\u00e3o temos capacidade para atrair rotas deste pa\u00edses eles v\u00e3o para outros. J\u00e1 est\u00e3o em Paris, em Roma\u2026\u201d. O facto de ter passado a haver um voo direto de Lisboa para a Coreia do Sul atirou este pa\u00eds para o top 15 de emissores de turistas no ano passado. \u201cCorremos o risco de perder este crescimento. Portugal vai perder este comboio, que vai ser apanhado mais por Espanha\u201d, antecipa Gon\u00e7alo Rebelo de Almeida.<\/p>\n<p>\u201cQuando dizem que h\u00e1 duas cidades esgotadas (Lisboa e Porto), estamos longe disso. E temos um interior maravilhoso e gigantesco para encher de turistas. Era bom que n\u00e3o nos coloc\u00e1ssemos na posi\u00e7\u00e3o de recusar fluxos\u201d de turistas, corrobora Jorge Rebelo de Almeida.<\/p>\n<p>Segundo Gon\u00e7alo Rebelo de Almeida, o turismo de <strong>Lisboa<\/strong> come\u00e7ou, no ano passado e pela primeira vez em alguns anos, a sentir uma <strong>retra\u00e7\u00e3o<\/strong>. \u201cAconteceu uma coisa que foi entrarem v\u00e1rios hot\u00e9is a fazer promo\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o. Nas previs\u00f5es do gestor, \u201cLisboa come\u00e7ou a dar sinais de estagna\u00e7\u00e3o e n\u00e3o vai crescer substancialmente\u201d. A c\u00e2mara ainda tem algumas dezenas de projetos \u201cpendurados\u201d e, \u201cse o n\u00famero de turistas n\u00e3o cresce e abrem mais hot\u00e9is, perde-se ocupa\u00e7\u00e3o e haver\u00e1 tend\u00eancia para degradar o pre\u00e7o\u201d, antecipa. Rebelo de Almeida acredita que a capital tem espa\u00e7o para crescer, mas n\u00e3o em todas as zonas. \u201cOs bairro \u2018A\u2019 ou \u2018B\u2019 se calhar n\u00e3o precisam desse crescimento, mas a cidade n\u00e3o est\u00e1 esgotada. Tem \u00e9 de alargar, tamb\u00e9m do ponto de vista dos transportes e da dispers\u00e3o dos pontos de atra\u00e7\u00e3o como concertos, espet\u00e1culos, provas desportivas e eventos\u201d.<\/p>\n<p>O ano de 2025 foi \u201cintenso\u201d e \u201cpositivo\u201d para o grupo Vila Gal\u00e9, que <strong>faturou 321 milh\u00f5es de euros<\/strong>, mais 15% do que no ano anterior. A geografia que mais contribuiu para o crescimento (23%) foi o Brasil, que registou um aumento de 12% de taxa de ocupa\u00e7\u00e3o. Em Portugal e Espanha, que o Vila Gal\u00e9 trata como uma \u00fanica geografia, o crescimento foi de 8%, mas \u00e0 boleia do aumento do pre\u00e7o m\u00e9dio de venda com a mudan\u00e7a de segmentos de alguns hot\u00e9is, j\u00e1 que no n\u00famero de turistas houve uma estabiliza\u00e7\u00e3o. O grupo estima ter fechado o ano com um EBITDA na ordem dos 125 milh\u00f5es de euros, uma subida de 15%.<\/p>\n<p>O grupo conta atualmente com 34 hot\u00e9is em Portugal, 13 no Brasil, um em Espanha e quatro em Cuba. Em Portugal \u201ch\u00e1 poucas perspetivas de crescimento\u201d, ao contr\u00e1rio do que acontece no Brasil, onde h\u00e1 mais margem para ir buscar novos p\u00fablicos. No ano passado foi \u201cbeneficiado pela melhoria da situa\u00e7\u00e3o na Argentina e pelo crescimento disperso de outros mercados, entre eles Portugal\u201d. Cerca de 88% dos clientes s\u00e3o brasileiros, mas chegaram a ser 94% ou 95%.<\/p>\n<p>Em Portugal, 50% dos h\u00f3spedes s\u00e3o nacionais. \u201cS\u00e3o os que t\u00eam respondido melhor \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de patrim\u00f3nio\u201d. Nos \u00faltimos anos, o Vila Gal\u00e9 tem transformado alguns edif\u00edcios hist\u00f3ricos em hot\u00e9is, como o antigo Pa\u00e7o do Curutelo, em Ponte de Lima, uma das unidades inauguradas em 2025.<\/p>\n<p>No \u00faltimo ano consolidou-se o mercado dos Estados Unidos como o terceiro maior emissor de h\u00f3spedes, ultrapassando o Brasil. \u00c0 frente continuam o Reino Unido e a Alemanha. Segundo Gon\u00e7alo Rebelo de Almeida, o Canad\u00e1 \u201ctamb\u00e9m tem estado a dar sinais\u201d de crescimento, o que ajuda a explicar \u201ca maior perturba\u00e7\u00e3o no aeroporto, uma vez que h\u00e1 mais turistas de espa\u00e7os n\u00e3o Schengen e o controlo \u00e9 mais complicado\u201d. S\u00e3o boas not\u00edcias para a hotelaria, porque \u00e9 um \u201ctipo de turismo que traz mais valor, o turista americano fica mais dias e circula mais\u201d.<\/p>\n<p>At\u00e9 2028, o grupo tem em vista a inaugura\u00e7\u00e3o de 12 hot\u00e9is: seis em Portugal e outros seis no Brasil. O investimento total previsto \u00e9 de <strong>210 milh\u00f5es de euros<\/strong>. Para este ano n\u00e3o h\u00e1 aberturas previstas em Portugal, mas para 2027 h\u00e1 quatro: o Pa\u00e7o Real de Caxias, em Oeiras; o Mirandum, em Miranda do Douro; o Vila Gal\u00e9 Tejo na Goleg\u00e3; e o Vila Gal\u00e9 Penacova. Para o ano seguinte fica marcada a abertura de um hotel na ilha Terceira e o Tejo e Fado, no Pal\u00e1cio Almada Carvalhais no Largo do Conde Bar\u00e3o. Um projeto que Jorge Rebelo de Almeida confessa ser \u201cum sonho antigo\u201d.<\/p>\n<p>O im\u00f3vel foi adquirido com o projeto de arquitetura aprovado, segue-se a aprova\u00e7\u00e3o das especialidades, como \u00e1gua, esgotos e eletricidade, que \u201cpor norma \u00e9 mais r\u00e1pida\u201d para a luz verde final. Mas o grupo j\u00e1 est\u00e1 a contratar as equipas de escava\u00e7\u00e3o que v\u00e3o ser necess\u00e1rias, devido \u00e0 prov\u00e1vel presen\u00e7a de achados arqueol\u00f3gicos, e que ser\u00e3o feitas \u00e0 m\u00e3o. Apesar do calend\u00e1rio mais longo, o grupo queria ter j\u00e1 um quarto-modelo pronto nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>No Brasil, o Vila Gal\u00e9 prev\u00ea abrir em 2027 as unidades S\u00e3o Lu\u00eds, Maranh\u00e3o e dois hot\u00e9is em Corupipe. Para 2028 ficam agendadas as inaugura\u00e7\u00f5es em Florian\u00f3polis e Brumadinho (Minas Gerais).<\/p>\n<p>Sobre os quatro hot\u00e9is em Cuba \u201ce a perspetiva de mais um grande\u201d, Jorge Rebelo de Almeida admite que <a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/depois-da-venezuela-cuba-trump-quer-depor-regime-de-havana-ate-ao-final-de-2026-esta-a-ponto-de-cair\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">a \u201csitua\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 f\u00e1cil\u201d<\/a>. Al\u00e9m da tens\u00e3o com os EUA, o destino teve dificuldade em reerguer-se no p\u00f3s-pandemia, porque os mercados que procuravam Cuba \u201corientaram-se para outro lado\u201d como a Costa Rica e \u201coutras ilhas das Cara\u00edbas\u201d. A ilha continua a ter uma \u201cboa procura do mercado canadiano\u201d, garante.<\/p>\n<p>O \u201cmaior constrangimento \u00e9 a falta de eletricidade e a falta de combust\u00edvel\u201d, mas ambos t\u00eam sido superados e n\u00e3o h\u00e1 hot\u00e9is parados. Quanto ao fornecimento de combust\u00edvel da Venezuela, \u201cainda n\u00e3o se notou mas acredito que pode vir a notar-se, mas h\u00e1 outras fontes de abastecimento\u201d. Para j\u00e1, \u201cn\u00e3o h\u00e1 sinais de complica\u00e7\u00e3o, h\u00e1 dificuldades como sempre houve. Cuba tem de resolver os seus problemas internamente, n\u00e3o \u00e9 com Trump\u201d, diz Jorge Rebelo de Almeida.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"9P1ZE03cMx\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/depois-da-venezuela-cuba-trump-quer-depor-regime-de-havana-ate-ao-final-de-2026-esta-a-ponto-de-cair\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Depois da Venezuela, Cuba. Trump quer depor regime de Havana at\u00e9 ao final de 2026: \u201cEst\u00e1 a ponto de cair\u201d<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O grupo abriu em 2024 um hotel em Espanha, em Isla Canela, que no ano passado \u201ccorreu melhor\u201d que no anterior, apesar de n\u00e3o ter sido atingido o objetivo de receita. \u201c\u00c9 mais sazonal que o Algarve\u201d, admite Rebelo de Almeida, que explica que o Estado espanhol assume os encargos com o encerramento do destino \u201cdurante seis meses porque os operadores decidem n\u00e3o trabalhar no inverno, uma ajuda que nunca tivemos em Portugal\u201d.<\/p>\n<p>Sobre outras geografias, o presidente do Vila Gal\u00e9 admite que \u201cadorava ter um hotel em Sevilha\u201d, mas n\u00e3o agora, porque o mercado est\u00e1 muito aquecido. \u201cN\u00e3o vou pagar o dobro do que ele vale. Os pre\u00e7os est\u00e3o acima da realidade do neg\u00f3cio, vamos ter de esperar por uma oportunidade porque gostar\u00edamos de crescer\u201d.<\/p>\n<p>Jorge Rebelo de Almeida revelou ainda que na pr\u00f3xima semana ir\u00e1 a Cabo Verde e Mo\u00e7ambique, tamb\u00e9m com a expans\u00e3o na mira. Ainda que na localiza\u00e7\u00e3o que deseja em Mo\u00e7ambique \u201ch\u00e1 uma guerrilha instalada e n\u00e3o vejo meio de aquilo parar\u201d. Por agora, \u201c12 hot\u00e9is j\u00e1 d\u00e3o agua pela barba\u201d.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"FYlCvanIH5\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/01\/28\/ja-temos-queixas-de-turistas-que-dizem-que-lisboa-passou-a-estar-suja-diz-presidente-do-vila-gale\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">\u201cJ\u00e1 temos queixas de turistas que dizem que Lisboa passou a estar suja\u201d, diz presidente do Vila Gal\u00e9<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>[Dezenas de portuguesas, recrutadas numa escola de yoga e tantra em Lisboa, acabaram em sites de sexo na internet.\u00a0Elas,\u00a0e mulheres de v\u00e1rios outros pa\u00edses, tinham em comum serem seguidoras de uma seita controlada por um guru manipulador. Ou\u00e7a\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-segredos-da-seita-do-yoga\/episodio-2-ha-raparigas-a-desaparecer\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">o segundo epis\u00f3dio de \u201cOs segredos da seita do yoga\u201d<\/a>, o novo Podcast Plus\u00a0do Observador.\u00a0Uma s\u00e9rie em seis epis\u00f3dios, narrada pela atriz Daniela Ruah, com banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-segredos-da-seita-do-yoga\/episodio-2-ha-raparigas-a-desaparecer\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui, no\u00a0site do Observador<\/a>, e tamb\u00e9m na\u00a0<a href=\"https:\/\/podcasts.apple.com\/pt\/podcast\/epis%C3%B3dio-2-h%C3%A1-raparigas-a-desaparecer\/id1870299321?i=1000747766803\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Apple Podcasts<\/a>, no\u00a0<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/1hOhFFwvRS6opFKMhIK5L8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Spotify<\/a>\u00a0e no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wtArXF8RXlE&amp;list=PLyhlfxnJTtZW6rkp-uOjVM9sPqnDMN4KF&amp;index=2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Youtube Music<\/a>. E pode ouvir\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-segredos-da-seita-do-yoga\/episodio-1-e-proibido-fazer-sexo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>\u00a0o primeiro epis\u00f3dio.]<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-segredos-da-seita-do-yoga\/episodio-2-ha-raparigas-a-desaparecer\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><\/p>\n<p>        <img src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/thumbnail-a-seita-do-yoga.jpg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" width=\"770\" height=\"433\"\/>    <\/p>\n<p><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Alguns vidros partidos, portas e pain\u00e9is solares perdidos. 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