{"id":267189,"date":"2026-02-12T16:55:07","date_gmt":"2026-02-12T16:55:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/267189\/"},"modified":"2026-02-12T16:55:07","modified_gmt":"2026-02-12T16:55:07","slug":"barragem-que-podia-ter-evitado-cheias-no-mondego-esta-na-gaveta-ha-20-anos-e-foi-cancelada-por-antonio-costa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/267189\/","title":{"rendered":"Barragem que podia ter evitado cheias no Mondego est\u00e1 na gaveta h\u00e1 20 anos e foi cancelada por Ant\u00f3nio Costa"},"content":{"rendered":"<p>        A barragem de Girabolhos foi lan\u00e7ada por Jos\u00e9 S\u00f3crates e cancelada por Ant\u00f3nio Costa. \u00c9 crucial para evitar cheias no rio Mondego. Concurso vai ser novamente lan\u00e7ado este ano.    <\/p>\n<p>A barragem que podia ter evitado cheias no rio Mondego espera h\u00e1 20 anos para ser constru\u00edda. Tem uma hist\u00f3ria longa. Foi lan\u00e7ada por Jos\u00e9 S\u00f3crates, borregaram durante os anos da troika e foi cancelada pelo executivo de Ant\u00f3nio Costa. Agora, o concurso vai ser lan\u00e7ado pelo Governo de Lu\u00eds Montenegro.<\/p>\n<p>O concurso para a barragem de Girabolhos, no distrito de Viseu e da Guarda, vai ser lan\u00e7ado no final de mar\u00e7o, anunciou o minist\u00e9rio do Ambiente e da Energia na quarta-feira.<\/p>\n<p>Mas o projeto de Girabolhos tem uma longa hist\u00f3ria. O Governo de Jos\u00e9 S\u00f3crates lan\u00e7ou o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroel\u00e9trico (PNBEPH) no final de 2007, e esta barragem ficou entre as 10 selecionadas.\u00a0O projeto original abrange os concelhos de Gouveia, Seia, Mangualde e Nelas.<\/p>\n<p>A Endesa ganhou o concurso para construir esta barragem e chegou a obter luz verde, sujeito ao cumprimento de condi\u00e7\u00f5es, por parte da Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente (APA) em 2010 para avan\u00e7ar com a sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Aproveitamento Hidroel\u00e9ctrico de Girabolhos tinha uma pot\u00eancia instalada de 360 megawatts (MW) e um investimento previsto inicial de mais de 350 milh\u00f5es de euros, mas que foi ajustado mais tarde para 500 milh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"\">O cancelamento foi justificado pelo Governo de Ant\u00f3nio Costa depois da an\u00e1lise de aspetos jur\u00eddicos, contratuais e financeiros, com as \u201cexpectativas dos munic\u00edpios abrangidos\u201d pelas estruturas e com as metas de energias renov\u00e1veis para o pa\u00eds e a estrat\u00e9gia de descarboniza\u00e7\u00e3o da economia portuguesa, era ent\u00e3o ministro do Ambiente, Jo\u00e3o Pedro Matos Fernandes, conforme noticiou o \u201cNeg\u00f3cios\u201d em abril de 2016.<\/p>\n<p>Este projeto previa a constru\u00e7\u00e3o de duas barragens \u2013 Girabolhos e Bogueira \u2013 pois contemplava a tecnologia de bombagem: a \u00e1gua turbinada pela central a montante fica armazenada na albufeira a jusante. Para ser reutilizada, \u00e9 bombada para a primeira central para ser turbinada novamente. Abrangia os concelhos de Gouveia, Seia, Mangualde e Nelas.<\/p>\n<p>O Plano Nacional de Barragens previa a constru\u00e7\u00e3o de 10 barragens \u2013 Almourol, Alvito, Daiv\u00f5es, Foz Tua, Frid\u00e3o, Girabolhos, Gouv\u00e3es, Padroselos, Pinhos\u00e3o e\u00a0 Alto T\u00e2mega (Vidago) -, mas os projetos borregaram durante a interven\u00e7\u00e3o da troika em Portugal.<\/p>\n<p>Mas do plano inicial foram constru\u00eddas apenas quatro barragens: Foz do Tua, pela EDP; e Daiv\u00f5es, Gouv\u00e3es e Alto T\u00e2mega pela Iberdrola.<\/p>\n<p>Em 2016, o acordo que deu origem \u00e0 \u2018geringon\u00e7a\u2019 previa a avalia\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Barragens. Resultado: Alvito e Padroselos (chumbo ambiental) foram exclu\u00eddas; a Endesa recuou no projeto de Girabolhos; projeto do Frid\u00e3o foi adiado por tr\u00eas anos e depois nasceu uma guerra entre o Governo de Ant\u00f3nio Costa e a EDP: o ministro do Ambiente Jo\u00e3o Pedro Matos Fernandes alegou que a el\u00e9trica n\u00e3o estava interessada em construir, defendendo que o Estado n\u00e3o teria de devolver as contrapartidas j\u00e1 pagas. A EDP rejeitou estar interessada e avan\u00e7ou para tribunal para receber o dinheiro de volta. Depois de uma longa batalha judicial, o Estado devolveu 218 milh\u00f5es de euros \u00e0 EDP em 2024.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 \u201cestruturante para o controlo de cheias no Mondego\u201d, assumindo \u201cparticular relev\u00e2ncia perante os acontecimentos na bacia do Mondego\u201d. Al\u00e9m, claro, de servir para refor\u00e7ar o abastecimento de \u00e1gua e a produ\u00e7\u00e3o de energia h\u00eddrica renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>O procedimento concursal para a constru\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o do Empreendimento de Fins M\u00faltiplos de Girabolhos (EFMG) ser\u00e1\u00a0 lan\u00e7ado pela\u00a0Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente (APA).<\/p>\n<p>\u201cO empreendimento de Girabolhos \u00e9 uma infraestrutura estrat\u00e9gica para refor\u00e7ar a seguran\u00e7a h\u00eddrica do Pa\u00eds, proteger as popula\u00e7\u00f5es do vale do Mondego e aumentar a capacidade nacional de produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel. Estamos a dar um passo firme na concretiza\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de gest\u00e3o da \u00e1gua mais integrada, mais resiliente e mais preparada, para lidar com fen\u00f3menos clim\u00e1ticos extremos, tais como os que o pa\u00eds tem enfrentado nas \u00faltimas semanas\u201d, disse a ministra Maria da Gra\u00e7a Carvalho.<\/p>\n<p>Nas cheias de 2019, a Ordem dos Engenheiros defendeu a constru\u00e7\u00e3o desta barragem. \u201cSem Girabolhos, ser\u00e1 muito dif\u00edcil travar a repeti\u00e7\u00e3o destes fen\u00f3menos. Temos que deixar de olhar para as barragens associadas \u00e0 energia, e olhar para as barragens com todas as suas fun\u00e7\u00f5es, de regulariza\u00e7\u00e3o, de armazenamento de \u00e1gua, de controlo de cheias e penso que isso vai ser cada vez mais importante no futuro\u201d, disse em dezembro de 2019 o presidente da sec\u00e7\u00e3o regional da Ordem dos Engenheiros Armando Silva Afonso citado pela \u201cAg\u00eancia Lusa\u201d.<\/p>\n<p>Com Girabolhos, e outras duas barragens no Mondego \u2013 Mid\u00f5es e Asse Dasse \u2013 passaria a haver uma capacidade \u00fatil de 889 hect\u00f3metros c\u00fabicos, duplicando a capacidade atual \u2013 de 365 hect\u00f3metros c\u00fabicos com as barragens de Fronhas, Raiva, Caldeir\u00e3o e Agueira \u2013 segundo contas feitas na altura por Alfeu S\u00e1 Marques, especialista em hidr\u00e1ulica da Ordem dos Engenheiros. \u201cCada vez mais temos que olhar para as barragens como forma de mitigar os efeitos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas\u201d, afirmou este especialista na altura.<\/p>\n<p><strong>Projeto da barragem de Girabolhos previa gigabateria, mais \u00e1gua e estabiliza\u00e7\u00e3o do Mondego<\/strong><\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 2025, o Governo anunciou que iria lan\u00e7ar um estudo para avaliar a viabilidade da constru\u00e7\u00e3o da barragem de Fins M\u00faltiplos de Girabolhos no distrito de Viseu e da Guarda.<\/p>\n<p>Com um or\u00e7amento previsto de 300 milh\u00f5es de euros, tem um prazo de execu\u00e7\u00e3o de 2026-2037, com a fonte do financiamento ainda por determinar.<\/p>\n<p>O projeto faz parte da Estrat\u00e9gia Nacional de Gest\u00e3o da \u00c1gua \u2013 \u201c\u00c1gua que Une\u201d que prev\u00ea cinco mil milh\u00f5es de euros de investimento at\u00e9 2030 para aumentar em 30% a \u00e1gua para o regadio e para aumentar a resili\u00eancia h\u00eddrica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Mas o projeto de Girabolhos tem uma longa hist\u00f3ria. O Governo de Jos\u00e9 S\u00f3crates lan\u00e7ou o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroel\u00e9trico (PNBEPH) no final de 2007, e\u00a0esta barragem ficou entre as 10 selecionadas.<\/p>\n<p>A Endesa ganhou o concurso para construir esta barragem e chegou a obter luz verde, sujeito ao cumprimento de condi\u00e7\u00f5es, por parte da Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente (APA) em 2010 para avan\u00e7ar com a sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Aproveitamento Hidroel\u00e9ctrico de Girabolhos tinha uma pot\u00eancia instalada de 360 megawatts (MW) e um investimento previsto, \u00e0 altura, de mais de 350 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>Este projeto previa a constru\u00e7\u00e3o de duas barragens \u2013 Girabolhos e Bogueira \u2013 pois contemplava a tecnologia de bombagem: a \u00e1gua turbinada pela central a montante fica armazenada na albufeira a jusante. Para ser reutilizada, \u00e9 bombada para a primeira central para ser turbinada novamente.<\/p>\n<p>O Plano Nacional de Barragens previa a constru\u00e7\u00e3o de 10 barragens \u2013 Almourol, Alvito, Daiv\u00f5es, Foz Tua, Frid\u00e3o, Girabolhos, Gouv\u00e3es, Padroselos, Pinhos\u00e3o e\u00a0 Alto T\u00e2mega (Vidago) -, mas os projetos borregaram durante a interven\u00e7\u00e3o da troika em Portugal.<\/p>\n<p>Mas do plano inicial foram constru\u00eddas apenas quatro barragens: Foz do Tua, pela EDP; e Daiv\u00f5es, Gouv\u00e3es e Alto T\u00e2mega pela Iberdrola.<\/p>\n<p>Em 2016, o acordo que deu origem \u00e0 \u2018geringon\u00e7a\u2019 previa a avalia\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Barragens. Resultado: Alvito e Padroselos (chumbo ambiental) foram exclu\u00eddas; a Endesa recuou no projeto de Girabolhos; projeto do Frid\u00e3o foi adiado por tr\u00eas anos e depois nasceu uma guerra entre o Governo de Ant\u00f3nio Costa e a EDP: o ministro do Ambiente Jo\u00e3o Pedro Matos Fernandes alegou que a el\u00e9trica n\u00e3o estava interessada em construir, defendendo que o Estado n\u00e3o teria de devolver as contrapartidas j\u00e1 pagas. A EDP rejeitou estar interessada e avan\u00e7ou para tribunal para receber o dinheiro de volta. Depois de uma longa batalha judicial, o Estado devolveu 218 milh\u00f5es de euros \u00e0 EDP em 2024.<\/p>\n<p>A barragem de Girabolhos \u00e9 um projeto \u201cinteressante\u201d, disse ao JE Nuno Ribeiro da Silva em mar\u00e7o de 2025 que liderava a Endesa durante os processos de atribui\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o e durante o cancelamento.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma barragem de bombagem, permite funcionar como uma bateria, acumulando energia para usar nos per\u00edodos em que n\u00e3o conseguimos suprir necessidades de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade com fontes renov\u00e1veis, como solar ou vento. As barragens de bombagem s\u00e3o preciosas pois funcionam como baterias, s\u00e3o a forma mais barata de acumular energia. \u00c9 extremamente oportuno e interessante\u201d, afirmou o gestor em conversa com o JE na altura.<\/p>\n<p>Mas o projeto inicial de Girabolhos n\u00e3o serviria somente para produzir eletricidade, tendo fins m\u00faltiplos. \u201cIria contribuir para alguma regulariza\u00e7\u00e3o do rio Mondego que s\u00f3 tem a barragem da Agueira. Chamam ao rio o \u201cbaz\u00f3fias\u201d: de vez em quando h\u00e1 cheias no baixo Mondego, e depois tem per\u00edodos com pouco caudal. A regulariza\u00e7\u00e3o do rio \u00e9 uma mais-valia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs concelhos de Seia, Mangualde, Nelas e Gouveia, toda a zona sul do distrito de Viseu sempre teve problemas de abastecimento de \u00e1gua. Poder ter ali uma reserva de \u00e1gua \u00e9 uma ajuda para regularizar o abastecimento de \u00e1gua, mesmo para usos prim\u00e1rios, abastecimento \u00e0s popula\u00e7\u00f5es. Tem muitas virtudes, faz todo o sentido naquele local\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Nuno Ribeiro da Silva \u2013 que liderou a Endesa Portugal durante 17 anos at\u00e9 2023 \u2013 apontou que o projeto est\u00e1 \u201cestudad\u00edssimo\u201d e que at\u00e9 come\u00e7aram a ser feitos \u201calguns trabalhos iniciais\u201d.<\/p>\n<p>Mas com a \u2018geringon\u00e7a\u2019 a \u201crever as condi\u00e7\u00f5es do que foi a concurso ganho pela Endesa\u201d, a empresa \u201cn\u00e3o podia estar pendurada na reabertura do dossier e continuar a gastar dinheiro \u00e0 tripa-forra\u201d, com o projeto ent\u00e3o j\u00e1 or\u00e7amentado em \u201c500\/600 milh\u00f5es\u201d de euros.<\/p>\n<p>Houve irresponsabilidade na gest\u00e3o deste projeto pela geringon\u00e7a? \u201cAbsoluta. Foi discutido e negociado e ficou no contrato os termos de tudo aquilo que se ia processar. Depois, de repente, por causa das negocia\u00e7\u00f5es da geringon\u00e7a, o Governo reabre a negocia\u00e7\u00e3o. J\u00e1 t\u00ednhamos o projeto, j\u00e1 t\u00ednhamos feito as expropria\u00e7\u00f5es todas. O estaleiro montado, acordos com as 4 c\u00e2maras. Afund\u00e1mos uma data de dinheiro\u201d, entre 60-70 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>\u201cFaz todo o sentido\u201d pegar no projeto. \u201cCria uma albufeira valente. E ali n\u00e3o h\u00e1 nada de inunda\u00e7\u00f5es de aldeias ou igrejas. Al\u00e9m do mais, n\u00e3o s\u00e3o terras com qualquer valor especial, s\u00e3o terras abandonadas, mata degradada ou ardida\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1vamos j\u00e1 no terreno. T\u00ednhamos licen\u00e7a ambiental. Foi cicl\u00f3pico. A maior parte das propriedades eram pequenas. T\u00ednhamos j\u00e1 as licen\u00e7as e chegaram e resolveram fazer truques\u201d, considerando que houve \u201coportunismo\u201d na forma como o processo foi gerido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A barragem de Girabolhos foi lan\u00e7ada por Jos\u00e9 S\u00f3crates e cancelada por Ant\u00f3nio Costa. \u00c9 crucial para evitar&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":267190,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[8],"tags":[6953,5455,27,28,29568,15,16,49358,14,16189,25,26,21,22,49359,47203,12,13,19,20,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":["post-267189","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-principais-noticias","tag-antonio-costa","tag-barragens","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-cheias","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-girabolhos","tag-headlines","tag-jose-socrates","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-matos-fernandes","tag-mondego","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-pt","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias"],"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267189","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=267189"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267189\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/267190"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=267189"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=267189"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=267189"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}