{"id":268830,"date":"2026-02-13T22:58:29","date_gmt":"2026-02-13T22:58:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/268830\/"},"modified":"2026-02-13T22:58:29","modified_gmt":"2026-02-13T22:58:29","slug":"f1-alarmes-soam-na-aston-martin-ano-de-sofrimento-a-vista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/268830\/","title":{"rendered":"F1: Alarmes soam na Aston Martin. \u201cAno de sofrimento\u201d \u00e0 vista"},"content":{"rendered":"<p>Dizem que a hist\u00f3ria est\u00e1 condenada a repetir-se. Ora, parece que \u00e9 o caso na Aston Martin. Afinal, j\u00e1 vimos a hist\u00f3ria de uma equipa brit\u00e2nica que apostou num construtor japon\u00eas de unidades motrizes como fornecedor \u00fanico para enfrentar uma das maiores mudan\u00e7as de regulamento na hist\u00f3ria da F1, com Fernando Alonso como piloto.<a rel=\"noreferrer noopener nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Adrian_Newey\"><\/p>\n<p>A McLaren viveu um per\u00edodo negro da sua hist\u00f3ria com o in\u00edcio da parceria com a Honda, quando a equipa caiu para a cauda do pelot\u00e3o, fruto de uma unidade motriz pouco competitiva e de uma estrutura enfraquecida. Doze anos depois, a Aston Martin parece percorrer um caminho similar.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Out for more.<a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/AMR26?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">#AMR26<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/GXBgjBL0a0\" rel=\"nofollow\">pic.twitter.com\/GXBgjBL0a0<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Aston Martin Aramco F1 Team (@AstonMartinF1) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/AstonMartinF1\/status\/2022229659912716720?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">February 13, 2026<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Depois de um arranque repleto de entusiasmo, com Adrian Newey a ser o combust\u00edvel desse fervor, a realidade parece ter-se abatido de forma violenta na Aston. O primeiro teste, em Barcelona, foi efetivamente um shakedown, um teste aos sistemas que ainda pouco ou nada dizia ao n\u00edvel da competitividade. O entusiasmo n\u00e3o esmoreceu e viveu \u00e0 boleia dos elogios ao desenho radical do AMR26. No Bahrein, a realidade parece ter-se abatido de forma violenta sobre a equipa de Silverstone.<a rel=\"noreferrer noopener nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.formula1.com\/en\/latest\/article\/adrian-newey-to-become-aston-martin-team-principal-from-2026-as-andy-cowell.72VRUpQWazORbiImZ4sJKx\"><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.autosport.pt\/formula1\/f1\/f1-lance-stroll-estamos-quatro-segundos-atras-das-equipas-de-topo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Os semblantes s\u00e3o carregados, o discurso \u00e9 francamente pessimista e os rumores\u2026 preocupantes. Lance Stroll foi perent\u00f3rio ao afirmar que a Aston estava a quatro segundos das equipas de topo. Quatro segundos em F1 n\u00e3o \u00e9 muito tempo\u2026 \u00e9 um desastre.<\/a><a href=\"https:\/\/www.elespanol.com\/deportes\/motor\/f1\/20260213\/confirmado-antonio-lobato-fernando-alonso-espera-ano-infierno-aston-martin\/1003744128565_0.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"><\/p>\n<p>Ontem, nas redes sociais, assistimos ao soar dos alarmes do lado da Aston Martin. V\u00e1rios jornalistas espanh\u00f3is ligados a Fernando Alonso pintaram um cen\u00e1rio negro. Antonio Lobato, narrador da F1 na DAZN espanhola, que marca presen\u00e7a no Bahrein, falou \u201ccom algu\u00e9m pr\u00f3ximo a Fernando e o sentimento dessa pessoa, o que ela me disse, foi: \u2018mais um ano no inferno. Mais um ano de sofrimento.\u2019\u201d Fernando Alonso ter\u00e1, inclusive, atirado com as luvas quando saiu do carro, num sinal de desalento.<a rel=\"noreferrer noopener nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.larazon.es\/deportes\/formula-1\/triste-realidad-aston-martin-alonso-tira-guantes-stroll-desvela-que-problema-esta-solo-motor_20260213698ec3252f00a046880a1555.html?outputType=amp\">. <\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Thursday on track. \u2705<a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/F1Testing?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">#F1Testing<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/AMR26?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">#AMR26<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/LFW0vMVVxm\" rel=\"nofollow\">pic.twitter.com\/LFW0vMVVxm<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Aston Martin Aramco F1 Team (@AstonMartinF1) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/AstonMartinF1\/status\/2021996386649354695?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">February 12, 2026<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Outros rumores apontam que o desenho radical de Newey ter\u00e1 sido\u2026 demasiado radical, o que deixa o j\u00e1 fragilizado motor Honda em apuros, com falta de refrigera\u00e7\u00e3o, obrigando a equipa a n\u00e3o chegar \u00e0s velocidades de topo que outras estruturas est\u00e3o a registar. \u00c9 dito que o motor n\u00e3o passa das 11 mil rota\u00e7\u00f5es, pois, acima disso, poderia partir. Fala-se, inclusive, que \u00e9 muito prov\u00e1vel que a Aston Martin veja pelo menos um dos seus carros ficar-se pela Q1 em Melbourne.<a rel=\"noreferrer noopener nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.motorsport.com\/f1\/news\/aston-martin-adrian-newey-f1-2026\/10779948\/\"><\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u00e9 verdadeiramente negro? Ou a Aston Martin est\u00e1 a esconder o jogo e a criar um quadro mais negro do que realmente \u00e9\u2026 ou poderemos ver a Aston ainda a sofrer durante pelo menos as primeiras corridas desta temporada?<\/p>\n<p>Foto: Philippe Nanchino \/MPSA<\/p>\n<p>\t\t\t<script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dizem que a hist\u00f3ria est\u00e1 condenada a repetir-se. Ora, parece que \u00e9 o caso na Aston Martin. 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