{"id":269045,"date":"2026-02-14T02:23:20","date_gmt":"2026-02-14T02:23:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/269045\/"},"modified":"2026-02-14T02:23:20","modified_gmt":"2026-02-14T02:23:20","slug":"temos-duas-paixoes-ao-longo-da-vida-ate-romeu-tinha-outra-julieta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/269045\/","title":{"rendered":"Temos duas paix\u00f5es ao longo da vida. At\u00e9 Romeu tinha &#8220;outra&#8221; Julieta"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Distracted_boyfriend\" rel=\"nofollow noopener\" data-wpel-link=\"external\" class=\"ext-link\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-727349\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/affb5a406bd23880c248b5bdd8c89ec0-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"\/><\/p>\n<p><strong>Estudo indica que a maioria das pessoas se apaixona \u201ca s\u00e9rio\u201d pelo menos duas vezes na vida.<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 o s\u00edmbolo do verdadeiro amor, a origem do queijo com marmelada, Romeu e Julieta, tem um trio amoroso. Foi Rosalina, a prima de Julieta, o o interesse rom\u00e2ntico original de Romeu. Pois a ideia geral de que existe<strong> \u201ca\/o tal\u201d \u00e9 uma fantasia<\/strong>. Ou, pelo menos, \u00e9 essa a conclus\u00e3o de investigadores do Instituto Kinsey.<\/p>\n<p>Num novo estudo, os investigadores sugerem que, para a maioria das pessoas, o amor apaixonado surge poucas vezes ao longo da vida, mas mais do que uma vez \u2014 em m\u00e9dia, cerca de duas vezes.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o baseia-se nas respostas de mais de 10 mil adultos solteiros nos Estados Unidos, que foram questionados de forma direta:<strong> \u201cAo longo da sua vida, quantas vezes esteve apaixonadamente apaixonado(a)?\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>A m\u00e9dia de experi\u00eancias relatadas foi de <strong>2,05<\/strong>. O valor mais frequente (moda estat\u00edstica) foi tamb\u00e9m dois: quase um em cada tr\u00eas participantes afirmou ter vivido este tipo de paix\u00e3o ardente duas vezes.<\/p>\n<p>Os relatos de ter vivido um grande amor apenas uma vez surgem como o segundo cen\u00e1rio mais comum, indicado por cerca de dois em cada sete inquiridos.<\/p>\n<p>Poucos foram os que nunca sentiram amor apaixonado por algu\u00e9m (ou que pelo menos o admitiram) e os que sentiram amor duas vezes foram o dobro dos que sentiram tr\u00eas. Uma minoria \u2014 cerca de um em cada nove participantes \u2014 relatou quatro experi\u00eancias.<\/p>\n<p>A autora principal, <strong>Amanda Gesselman<\/strong>, citada em <a href=\"https:\/\/news.iu.edu\/kinseyinstitute\/live\/news\/48909-how-many-times-will-we-fall-passionately-in-love\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"noopener nofollow\" class=\"ext-link\" target=\"_blank\">comunicado<\/a>, explica ainda que os <strong>n\u00fameros variaram pouco entre diferentes caracter\u00edsticas<\/strong> dos participantes. Pessoas heterossexuais relataram, em m\u00e9dia, um n\u00famero semelhante de experi\u00eancias de amor apaixonado quando comparadas com pessoas homossexuais, l\u00e9sbicas e bissexuais. E participantes mais velhos reportaram apenas um ligeiro aumento face aos mais jovens.<\/p>\n<p>No entanto, homens jovens heterossexuais relataram mais epis\u00f3dios de amor apaixonado do que mulheres jovens heterossexuais. Ainda assim, a pr\u00f3pria equipa descreve o efeito como \u201cmuito pequeno\u201d.<\/p>\n<p>Esta discrep\u00e2ncia poder\u00e1 refletir <strong>diferen\u00e7as de socializa\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2014 isto \u00e9, distintas formas como rapazes e raparigas aprendem a sentir, procurar ou iniciar liga\u00e7\u00f5es rom\u00e2nticas \u2014 acreditam os autores. Mas esse padr\u00e3o n\u00e3o se repetiu entre participantes n\u00e3o heterossexuais: entre homens e mulheres homossexuais, l\u00e9sbicas e bissexuais, n\u00e3o foram notadas diferen\u00e7as de g\u00e9nero.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3prios investigadores sublinham, apesar de tudo, que o seu <strong>estudo \u00e9 transversal<\/strong> \u2014 capta um momento no tempo \u2014 e, por isso, n\u00e3o permite inferir causas nem explicar como ou porqu\u00ea o amor apaixonado se desenvolve.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/ojs.interpersonajournal.com\/index.php\/ojs\/article\/view\/733\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"noopener nofollow\" class=\"ext-link\" target=\"_blank\">publicada<\/a> na Interpersona: An International Journal on Personal Relationships baseia-se tamb\u00e9m em <strong>autorrelato<\/strong>, o que pode introduzir imprecis\u00f5es na mem\u00f3ria, na interpreta\u00e7\u00e3o do conceito de \u201camor apaixonado\u201d ou na forma como cada pessoa avalia experi\u00eancias passadas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a amostra inclui <strong>apenas pessoas solteiras<\/strong>, o que reduz a representatividade face \u00e0 popula\u00e7\u00e3o geral. O trabalho tamb\u00e9m n\u00e3o contemplou algumas identidades e modelos relacionais, como pessoas assexuais, arrom\u00e2nticas ou rela\u00e7\u00f5es poliamorosas, sublinha-se.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1770046392_20_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"noopener nofollow\" class=\"ext-link\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"noopener nofollow\" class=\"ext-link\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Wikipedia Estudo indica que a maioria das pessoas se apaixona \u201ca s\u00e9rio\u201d pelo menos duas vezes na vida.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":269046,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[50],"tags":[27,28,1435,3657,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,23,24,15103,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":["post-269045","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-mundo","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-casamento","tag-estatistica","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-mundo","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-sociologia","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-world","tag-world-news","tag-worldnews"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116066609133581146","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/269045","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=269045"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/269045\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/269046"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=269045"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=269045"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=269045"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}