{"id":276217,"date":"2026-02-19T16:42:24","date_gmt":"2026-02-19T16:42:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/276217\/"},"modified":"2026-02-19T16:42:24","modified_gmt":"2026-02-19T16:42:24","slug":"envelhecimento-da-populacao-pressiona-mercado-de-trabalho-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/276217\/","title":{"rendered":"Envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o pressiona mercado de trabalho portugu\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>        De acordo com o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), em 2024, 24,3% da popula\u00e7\u00e3o residente em Portugal tinha 65 ou mais anos, uma realidade que \u201cpressiona de forma direta a organiza\u00e7\u00e3o das empresas\u201d.    <\/p>\n<p>As empresas portuguesas t\u00eam de apostar em abordagens mais estrat\u00e9gicas no planeamento da sua for\u00e7a de trabalho, uma vez que o mercado de trabalho nacional est\u00e1 envelhecido, refere a Eurofirms- People first.<\/p>\n<p>De acordo com o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), em 2024, 24,3% da popula\u00e7\u00e3o residente em Portugal tinha 65 ou mais anos, uma realidade que \u201cpressiona de forma direta a organiza\u00e7\u00e3o das empresas\u201d.<\/p>\n<p>Os dados do Eurofound revelam um aumento consistente no \u00edndice de envelhecimento, o que evidencia um desequil\u00edbrio geracional. Cerca de 21% dos trabalhadores em Portugal t\u00eam entre 55 e 64 anos, o que se traduz em grandes sa\u00eddas do mercado de trabalho nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>Para a Eurofirms esta sa\u00edda de profissionais \u00e9 um dos principais riscos para as organiza\u00e7\u00f5es, principalmente nos setores de log\u00edstica, produ\u00e7\u00e3o e ind\u00fastria. Estes profissionais desempenham fun\u00e7\u00f5es de chefias interm\u00e9dia e s\u00e3o refer\u00eancias operacionais, concentrando conhecimento profundo dos processos e das din\u00e2micas internas, o que torna a sua substitui\u00e7\u00e3o particularmente mais complexa.<\/p>\n<p>Filipe Ramos, national leader outsourcing da Eurofirms Portugal, afirma que \u201ca nossa experi\u00eancia junto das empresas mostra que a sa\u00edda progressiva destes profissionais est\u00e1 a tornar-se cada vez mais vis\u00edvel, sobretudo em contextos operacionais, mas o mercado de trabalho ainda n\u00e3o est\u00e1 suficientemente preparado para esta transi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAntecipar esta realidade \u00e9 essencial num contexto em que a escassez de talento dispon\u00edvel e a press\u00e3o sobre as opera\u00e7\u00f5es j\u00e1 s\u00e3o desafios concretos para muitas organiza\u00e7\u00f5es\u201d, refere.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de estar pressionado com o envelhecimento dos profissionais, o mercado de trabalho portugu\u00eas tamb\u00e9m enfrenta uma redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel e tem dificuldades crescentes no recrutamento de perfis com as compet\u00eancias procuradas.<\/p>\n<p>A multinacional de gest\u00e3o de talento considera que o planeamento ativo da for\u00e7a de trabalho assume um papel central, sendo importante as empresas anteciparem as sa\u00eddas, identificar as fun\u00e7\u00f5es cr\u00edticas e prepararem a sucess\u00e3o. Para a empresa o outsourcing afirma-se como uma ferramenta estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>\u201cO contexto demogr\u00e1fico obriga as empresas a passar de uma l\u00f3gica reativa para uma abordagem de antecipa\u00e7\u00e3o. O\u00a0outsourcing, quando bem estruturado, permite mitigar a escassez de profissionais, preservar conhecimento cr\u00edtico e adequar fun\u00e7\u00f5es \u00e0s diferentes fases da vida profissional, conciliando efici\u00eancia operacional com uma abordagem centrada nas pessoas\u201d, salienta Filipe Ramos.<\/p>\n<p>Outra estrat\u00e9gia apontada para fazer face a esta sa\u00edda \u00e9 a aposta em programas de upskilling\u00a0e\u00a0reskilling\u00a0, que permite um profissional conciliar efici\u00eancia operacional com sustentabilidade social.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De acordo com o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), em 2024, 24,3% da popula\u00e7\u00e3o residente em Portugal tinha&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":276218,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[88,476,89,2384,90,11196,32,18607,33,1006],"class_list":["post-276217","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-business","tag-economia","tag-economy","tag-empresa","tag-empresas","tag-mercado-de-trabalho","tag-portugal","tag-profissionais","tag-pt","tag-seniores"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116098298386192371","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/276217","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=276217"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/276217\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/276218"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=276217"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=276217"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=276217"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}