{"id":280906,"date":"2026-02-23T14:01:11","date_gmt":"2026-02-23T14:01:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/280906\/"},"modified":"2026-02-23T14:01:11","modified_gmt":"2026-02-23T14:01:11","slug":"os-horrores-do-conflito-continuam-a-assombrar-o-maior-cemiterio-americano-da-segunda-guerra-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/280906\/","title":{"rendered":"Os horrores do conflito continuam a assombrar o maior cemit\u00e9rio americano da Segunda Guerra Mundial"},"content":{"rendered":"<p>\t                Entre arranha-c\u00e9us e ruas congestionadas de Manila, dois locais de mem\u00f3ria &#8211; o maior cemit\u00e9rio americano da Segunda Guerra Mundial e as masmorras do Forte Santiago &#8211; continuam a lembrar como a viol\u00eancia do conflito deixou marcas profundas que ainda hoje assombram a cidade<\/p>\n<p>Dois locais de sepultamento, separados por menos de 16 quil\u00f3metros numa metr\u00f3pole asi\u00e1tica congestionada e ruidosa, com 14 milh\u00f5es de habitantes, testemunham o horror, o sacrif\u00edcio e a hist\u00f3ria da Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Num deles, \u00e9 poss\u00edvel ver os nomes e ler as hist\u00f3rias dos que ali est\u00e3o enterrados &#8211; mais de 17 mil militares, quase todos mortos em combate no teatro do Pac\u00edfico entre 1941 e 1945.<\/p>\n<p>As suas l\u00e1pides &#8211; 16.938 cruzes latinas e 175 estrelas de david &#8211; est\u00e3o dispostas em filas perfeitas, sobre relva meticulosamente cuidada, ao longo de 152 hectares no Cemit\u00e9rio Americano de Manila.<\/p>\n<p>No outro, encontra-se apenas uma \u00fanica cruz branca, a poucos passos de um buraco no ch\u00e3o que conduz \u00e0s masmorras de um antigo forte espanhol em pedra.<\/p>\n<p>Na base da cruz l\u00ea-se a inscri\u00e7\u00e3o: \u201cEsta cruz assinala o local de descanso final de aproximadamente 600 filipinos e americanos que foram v\u00edtimas de atrocidades durante os \u00faltimos dias de fevereiro de 1945.\u201d<\/p>\n<p>Aqui n\u00e3o h\u00e1 hist\u00f3rias individuais, mas a tradi\u00e7\u00e3o local diz que os esp\u00edritos dos que morreram nas masmorras do Forte Santiago permanecem no local e, por vezes, manifestam-se aos visitantes.<\/p>\n<p>Assombrado e sagrado. S\u00e3o estes os \u00faltimos vest\u00edgios de um conflito global em Manila.<\/p>\n<p>A poucos passos dos reluzentes arranha-c\u00e9us do bairro de Bonifacio Global City, na capital filipina, o Cemit\u00e9rio Americano de Manila \u00e9 um o\u00e1sis de tranquilidade numa das cidades mais densamente povoadas do mundo.<\/p>\n<p>O ru\u00eddo not\u00f3rio do tr\u00e2nsito de Manila desaparece assim que atravesso os port\u00f5es do cemit\u00e9rio. N\u00e3o h\u00e1 zumbido de scooters, nem o rugir dos motores dos \u201cjeepneys\u201d, nem o buzinar incessante dos autom\u00f3veis. A calma reconfortante \u00e9 interrompida apenas, ocasionalmente, por um avi\u00e3o a levantar voo do Aeroporto Internacional de Manila, a cerca de cinco quil\u00f3metros a oeste, ou pelo carrinho de golfe de um jardineiro.<\/p>\n<p>Fila ap\u00f3s fila de l\u00e1pides &#8211; 17.111 no total &#8211; estendem-se pelas encostas suaves de uma colina, formando o maior local \u00fanico de sepultamento de v\u00edtimas americanas da Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>No topo da colina ergue-se um memorial circular dedicado aos desaparecidos cujos restos mortais nunca foram encontrados ap\u00f3s a guerra, com 36.286 nomes gravados em enormes placas de calc\u00e1rio.<\/p>\n<p> <video autoplay=\"\" disablepictureinpicture=\"\" loop=\"\" muted=\"\" playsinline=\"\"> <\/p>\n<p> <\/video> <\/p>\n<p>   Existem mais de 17.000 sepulturas no terreno do Cemit\u00e9rio Americano de Manila. (Imagem: Brad Lendon\/CNN) <\/p>\n<p>Cerca de 3 mil l\u00e1pides pertencem a \u201csoldados desconhecidos\u201d &#8211; \u201cUm camarada de armas conhecido apenas por Deus\u201d, l\u00ea-se.<\/p>\n<p>As restantes identificam aqueles que ali jazem, algumas com pequenas biografias dos mortos.<\/p>\n<p>O soldado de primeira classe Alfred Davenport \u00e9 um dos primeiros que encontro. Sepultado n\u00e3o muito longe da entrada, Davenport era um soldado negro da infantaria, natural de Plymouth, na Carolina do Norte, que morreu devido a ferimentos sofridos em Bougainville, nas Ilhas Salom\u00e3o, em junho de 1944. Tinha apenas 20 anos, segundo a sua biografia.<\/p>\n<p>Embora tivesse servido numa unidade segregada de soldados negros, \u201cele e os seus camaradas est\u00e3o enterrados lado a lado, independentemente da patente, ra\u00e7a, religi\u00e3o, g\u00e9nero ou nacionalidade\u201d, refere o texto.<\/p>\n<p> <video autoplay=\"\" disablepictureinpicture=\"\" loop=\"\" muted=\"\" playsinline=\"\"> <\/p>\n<p> <\/video> <\/p>\n<p>   Mais de 36.000 nomes de soldados que continuam desaparecidos desde a Segunda Guerra Mundial est\u00e3o gravados em enormes placas de pedra no memorial. (Imagem: Brad Lendon\/CNN) <\/p>\n<p>Subindo a estrada em dire\u00e7\u00e3o ao topo da colina, chego ao monumento aos desaparecidos. Na sec\u00e7\u00e3o da Marinha dos EUA, encontro cinco irm\u00e3os do Iowa &#8211; George, Francis, Joseph, Madison e Albert Sullivan &#8211; que morreram depois de o cruzador ligeiro onde serviam, o USS Juneau, ter sido afundado por um torpedo japon\u00eas durante a Batalha de Guadalcanal, em 1942, tamb\u00e9m nas Ilhas Salom\u00e3o. As suas mortes representam a maior perda de uma \u00fanica fam\u00edlia na hist\u00f3ria militar dos Estados Unidos, segundo a Naval Museum Development Foundation.<\/p>\n<p>Os Sullivan n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos irm\u00e3os homenageados no cemit\u00e9rio. Sob o solo encontram-se os restos mortais de 21 pares de irm\u00e3os, todos sepultados lado a lado.<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/2007-05-27t120000z-134690698-gm1dvisvmiaa-rtrmadp-3-philippines.JPG?c=original&amp;q=w_860,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    Um homem observa um mapa em mosaico de bet\u00e3o na parede do Cemit\u00e9rio Americano de Manila. (Imagem: Cheryl Ravelo\/Reuters) <\/p>\n<p>O Cemit\u00e9rio Americano de Manila n\u00e3o \u00e9 apenas um local de mem\u00f3ria. Pode ser tamb\u00e9m uma verdadeira aula de hist\u00f3ria imersiva.<\/p>\n<p>Nas paredes do memorial circular h\u00e1 mapas em mosaico da guerra no Pac\u00edfico, desde batalhas espec\u00edficas, como a decisiva Batalha de Midway, at\u00e9 opera\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios anos, como as campanhas dos submarinos americanos na regi\u00e3o, incluindo uma lista dos 49 submarinos que nunca regressaram.<\/p>\n<p>Os mosaicos s\u00e3o coloridos e repletos de gr\u00e1ficos e diagramas de movimentos militares. Para entusiastas de hist\u00f3ria militar como eu, justificam facilmente horas de aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Do outro lado de uma estrada em rela\u00e7\u00e3o ao memorial fica um centro de visitantes moderno, com exposi\u00e7\u00f5es, hist\u00f3rias pessoais, recorda\u00e7\u00f5es e mais detalhes sobre a Guerra do Pac\u00edfico.<\/p>\n<p>O centro oferece visitas guiadas gratuitas ao recinto para quem estiver interessado.<\/p>\n<p>Masmorras e um her\u00f3i filipino <\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/image013-20251219205515094.jpg?c=original&amp;q=w_1316,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    Um museu nas instala\u00e7\u00f5es do Forte Santiago, em Manila, mostra os \u00faltimos dias do her\u00f3i nacional filipino Jos\u00e9 Rizal antes da sua execu\u00e7\u00e3o pelos colonialistas espanh\u00f3is em 1896. (Imagem: Brad Lendon) <\/p>\n<p>A cerca de 14 quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia (aviso: em Manila, isso pode facilmente significar uma hora ou mais de viagem) do cemit\u00e9rio encontra-se o Forte Santiago, uma fortifica\u00e7\u00e3o em pedra constru\u00edda por colonizadores espanh\u00f3is no final do s\u00e9culo XVI e posteriormente ampliada e remodelada durante os per\u00edodos de dom\u00ednio espanhol, brit\u00e2nico, americano e japon\u00eas nas Filipinas.<\/p>\n<p>Situado no limite norte do bairro muralhado de Intramuros, \u00e9 uma paragem obrigat\u00f3ria para turistas estrangeiros e filipinos, sobretudo porque foi ali que Jos\u00e9 Rizal, patriota considerado um dos pais do autogoverno filipino, passou os seus \u00faltimos dias antes de ser executado por um pelot\u00e3o de fuzilamento espanhol em 1896.<\/p>\n<p>Um pequeno museu documenta o tempo de Rizal no local, incluindo excertos das suas emocionantes cartas finais a amigos e familiares.<\/p>\n<p>Mas, numa manh\u00e3 de dia \u00fatil, a cela de Rizal n\u00e3o parece ser a principal atra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa fica a poucas dezenas de metros, onde a grande cruz branca que assinala uma vala comum se ergue junto \u00e0 entrada das masmorras sob o Baluarte de Santa B\u00e1rbara, a muralha do Forte Santiago junto ao rio Pasig.<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/gettyimages-2162056459.jpg?c=original&amp;q=w_860,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    A cruz branca em no Forte Santiago, Manila. (Imagem: tang90246\/iStock Editorial\/Getty Images) <\/p>\n<p>Grupos de estudantes em visitas de estudo rodeiam a cruz e depois avan\u00e7am, em fila indiana, para as masmorras. N\u00e3o est\u00e3o silenciosos, mas mostram respeito enquanto se curvam para atravessar a entrada e entram no espa\u00e7o onde centenas morreram \u00e0s m\u00e3os dos ocupantes japoneses, perto do fim da Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Sigo um desses grupos, agachando-me para passar pela entrada baixa, que me bateria ao peito se n\u00e3o o fizesse.<\/p>\n<p>\u201cAp\u00f3s a Batalha de Manila, em 1945, camadas sobre camadas de corpos, num total de cerca de 600 prisioneiros, foram encontradas trancadas dentro das masmorras, deixadas pelos japoneses para morrer de fome e asfixia\u201d, l\u00ea-se num painel no interior.<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/gettyimages-450092734.jpg?c=original&amp;q=w_834,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    Turistas observam um busto no parque do Forte Santiago. (Imagem: Thierry Falise\/LightRocket\/Getty Images) <\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/gettyimages-185553725-v2.jpg?c=original&amp;q=w_834,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    Turistas visitam o Forte Santiago, em Manila. (Imagem: Noel Celis\/AFP\/Getty Images) <\/p>\n<p>H\u00e1 fotografias reais do que as tropas americanas encontraram quando libertaram o forte, bem como est\u00e1tuas que reproduzem algumas das condi\u00e7\u00f5es da \u00e9poca. Mesmo num contexto tur\u00edstico, o espa\u00e7o \u00e9 h\u00famido, apertado e desconfort\u00e1vel. Bastam alguns minutos para querer sair para o ar livre. Eu quis.<\/p>\n<p>Existem in\u00fameros relatos de atividade paranormal em torno do forte, especialmente nas masmorras. Visitantes falam de mudan\u00e7as s\u00fabitas de temperatura, correntes de ar estranhas, vozes sussurradas &#8211; e at\u00e9 da sensa\u00e7\u00e3o de toque.<\/p>\n<p>Alguns dizem mesmo que o esp\u00edrito de Rizal ainda percorre o local.<\/p>\n<p>Ao sair do forte e caminhar para sul, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade muralhada de Intramuros, encontra-se outro monumento onde, segundo alguns, tamb\u00e9m permanecem esp\u00edritos: o Memorare Manila 1945.<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/gettyimages-639795364.jpg?c=original&amp;q=w_1316,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    Vista das muralhas de Intramuros, em Manila. (Imagem: Ershov_Maks\/iStock Editorial\/Getty Images) <\/p>\n<p>A est\u00e1tua, erguida em 1995, homenageia as 100 mil v\u00edtimas civis da Batalha de Manila, travada ao longo de um m\u00eas no in\u00edcio de 1945.<\/p>\n<p>\u201cForam sobretudo v\u00edtimas de atos hediondos perpetrados pelas for\u00e7as imperiais japonesas e de bombardeamentos de artilharia pesada das for\u00e7as americanas\u201d, refere a Comiss\u00e3o Hist\u00f3rica Nacional das Filipinas no seu site.<\/p>\n<p>Tal como nas masmorras do Forte Santiago, h\u00e1 quem diga que os esp\u00edritos dos mortos aqui se re\u00fanem.<\/p>\n<p>Uma placa pr\u00f3xima lista 36 locais de massacres japoneses em Manila.<\/p>\n<p>Uma experi\u00eancia pessoal e m\u00edstica <\/p>\n<p>N\u00e3o vi fantasmas no Forte Santiago nem em Intramuros, mas, ao recordar o cemit\u00e9rio americano, houve um momento que me fez parar e refletir.<\/p>\n<p>Caminhava sozinho entre as filas de cruzes quando o sol da tarde me batia de frente. Mas, ao olhar para o ch\u00e3o, vi a minha sombra claramente projetada \u00e0 minha frente. Fiquei surpreendido.<\/p>\n<p>Virei-me para encontrar a origem da luz e percebi que o sol se refletia na superf\u00edcie envidra\u00e7ada de um edif\u00edcio de escrit\u00f3rios de grande altura em Bonifacio Global City, projetando a luz para dentro do cemit\u00e9rio.<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/media.cnn.com\/api\/v1\/images\/stellar\/prod\/image003-20251219202130661.jpg?c=original&amp;q=w_1316,c_fill\/f_webp\"\/> <\/p>\n<p>    A luz do sol reflete no vidro de um arranha-c\u00e9u da Bonifacio Global City sobre o terreno do Cemit\u00e9rio Americano de Manila. (Imagem: Brad Lendon\/CNN) <\/p>\n<p>Talvez n\u00e3o tenha sido um sinal, mas foi certamente uma coincid\u00eancia not\u00e1vel.<\/p>\n<p>A sombra durou menos de um minuto. Quais eram as probabilidades de eu estar exatamente naquele ponto, num dia sem nuvens, com o sol na posi\u00e7\u00e3o certa para se refletir naquele edif\u00edcio e projetar a minha sombra em plena luz?<\/p>\n<p>Assombrado? N\u00e3o. Sagrado? Claro que n\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas espiritual? M\u00edstico? Hmmmm.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Entre arranha-c\u00e9us e ruas congestionadas de Manila, dois locais de mem\u00f3ria &#8211; o maior cemit\u00e9rio americano da Segunda&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":280907,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[50],"tags":[609,836,611,27,28,51158,607,608,333,832,604,135,610,476,15,16,6310,51159,301,830,14,736,603,25,26,570,21,22,831,36588,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,3840,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":["post-280906","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-mundo","tag-alerta","tag-analise","tag-ao-minuto","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-cemiterio-americano-de-manila","tag-cnn","tag-cnn-portugal","tag-comentadores","tag-costa","tag-crime","tag-desporto","tag-direto","tag-economia","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-filipinas","tag-forte-de-santiago","tag-governo","tag-guerra","tag-headlines","tag-historia","tag-justica","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-live","tag-main-news","tag-mainnews","tag-mais-vistas","tag-manila","tag-marcelo","tag-mundo","tag-negocios","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-opiniao","tag-pais","tag-politica","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-segunda-guerra-mundial","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-world","tag-world-news","tag-worldnews"],"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/280906","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=280906"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/280906\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/280907"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=280906"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=280906"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=280906"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}