{"id":281850,"date":"2026-02-24T08:16:16","date_gmt":"2026-02-24T08:16:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/281850\/"},"modified":"2026-02-24T08:16:16","modified_gmt":"2026-02-24T08:16:16","slug":"medicamento-alivia-efeito-colateral-de-tratamento-oncologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/281850\/","title":{"rendered":"Medicamento alivia efeito colateral de tratamento oncol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Ondas s\u00fabitas de calor, acompanhadas de suor intenso, rubor e mal-estar, s\u00e3o frequentemente associadas \u00e0 menopausa feminina. Mas esse sintoma tamb\u00e9m afeta milhares de homens em tratamento contra o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, comprometendo a qualidade de vida, o sono e o humor. Agora, um estudo demonstrou que um medicamento originalmente desenvolvido para tratar bexiga hiperativa pode reduzir o chamado fogacho em pacientes submetidos \u00e0 chamada terapia de priva\u00e7\u00e3o androg\u00eanica (TPA), que reduz drasticamente os n\u00edveis de testosterona para conter o avan\u00e7o do tumor.<\/p>\n<p class=\"texto\">O artigo, publicado no Journal of Clinical Oncology, demonstra que a subst\u00e2ncia oxibutinina, usada para reduzir contra\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias na bexiga, interfere nos mesmos circuitos cerebrais respons\u00e1veis pela regula\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, diminuindo os epis\u00f3dios e a intensidade dos fogachos. O medicamento j\u00e1 havia sido testado, com sucesso, em mulheres, mas essa \u00e9 a primeira vez que se investiga em pacientes do sexo masculino para combater os calores excessivos.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">   <strong>       <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">           Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias do dia no seu celular       <\/a>   <\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Embora existam medicamentos para combater esse efeito colateral da TPA, como antidepressivos, anticonvulsivantes e terapias hormonais, os resultados s\u00e3o variados, e a prescri\u00e7\u00e3o pode ser limitada por rea\u00e7\u00f5es adversas. Os pesquisadores, da Cl\u00ednica Mayo, nos Estados Unidos, destacam que isso justifica a busca por alternativas mais eficazes e bem toleradas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Fadiga<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Estima-se que entre 60% e 80% dos homens em TPA \u2014 um dos pilares no tratamento de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata avan\u00e7ado ou de alto risco \u2014 desenvolvam fogachos. Em alguns casos, os epis\u00f3dios ocorrem v\u00e1rias vezes ao dia e tamb\u00e9m \u00e0 noite, prejudicando o descanso. A priva\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de sono pode levar a fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o e sintomas depressivos. Para parte dos pacientes, o desconforto \u00e9 t\u00e3o intenso que chega a comprometer a ades\u00e3o ao tratamento oncol\u00f3gico.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Os fogachos s\u00e3o frequentemente subestimados nos homens, mas podem ter um impacto real e duradouro na qualidade de vida durante o tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata&#8221;, afirma Bradley Stish, radio-oncologista da Cl\u00ednica Mayo e primeiro autor do estudo. &#8220;Esse ensaio cl\u00ednico demonstra que a oxibutinina pode proporcionar al\u00edvio significativo com um perfil de seguran\u00e7a favor\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">O estudo incluiu 88 homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em uso de terapia hormonal que apresentavam pelo menos 28 epis\u00f3dios de fogachos por semana. Os participantes foram distribu\u00eddos aleatoriamente em tr\u00eas grupos: um recebeu placebo; outro, oxibutinina na dose de 2,5mg duas vezes ao dia; e o terceiro, 5mg, tamb\u00e9m em dose dupla.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Durante seis semanas, os homens registraram diariamente a frequ\u00eancia e a intensidade dos epis\u00f3dios. Al\u00e9m disso, responderam question\u00e1rios sobre o impacto dos sintomas na rotina, incluindo sono, atividades sociais e bem-estar geral. Os dados mostraram que a dose mais alta de oxibutinina foi associada a uma redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de quase sete ocorr\u00eancias de fogachos por dia. No grupo placebo, a diminui\u00e7\u00e3o foi pouco superior a dois.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Gravidade<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m da frequ\u00eancia, a gravidade dos sintomas tamb\u00e9m caiu de forma mais acentuada nos grupos que receberam o medicamento. Quase 80% dos pacientes que usaram a dose mais alta alcan\u00e7aram redu\u00e7\u00e3o de pelo menos 50% nos epis\u00f3dios. Os question\u00e1rios de qualidade de vida apontaram melhora significativa em aspectos como sono, bem-estar emocional e desempenho nas atividades cotidianas. Para muitos participantes, a redu\u00e7\u00e3o dos fogachos significou voltar a dormir melhor e recuperar parte da disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os efeitos colaterais mais comuns foram boca seca e leve altera\u00e7\u00e3o visual, conhecidos do perfil do medicamento. N\u00e3o foram registrados eventos adversos graves relacionados \u00e0 droga, e a maioria dos participantes conseguiu completar o tratamento.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que o acompanhamento foi de apenas seis semanas. Ainda s\u00e3o necess\u00e1rios estudos de maior dura\u00e7\u00e3o para avaliar a seguran\u00e7a em uso prolongado, especialmente em pacientes idosos, que podem ser mais sens\u00edveis a medicamentos com a\u00e7\u00e3o anticolin\u00e9rgica. Para o urologista Rafael Buta, especialista em doen\u00e7as da pr\u00f3stata da Cl\u00ednica Veridium, em Bras\u00edlia, o estudo, por\u00e9m, \u00e9 promissor.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Na minha experi\u00eancia, j\u00e1 vi pacientes questionarem se vale a pena continuar o tratamento por conta desses efeitos colaterais \u2014 e o fogacho \u00e9 uma das queixas mais frequentes. Ter uma op\u00e7\u00e3o como a oxibutinina, que mostrou boa efic\u00e1cia e seguran\u00e7a neste estudo, nos permite manter o paciente em tratamento oncol\u00f3gico adequado e, ao mesmo tempo, cuidar do seu bem-estar. Isso \u00e9, na ess\u00eancia, tratar a pessoa, e n\u00e3o apenas a doen\u00e7a&#8221;, disse Buta.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Aumento de casos<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">O c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 um dos tumores mais frequentes entre homens em todo o mundo. No in\u00edcio deste m\u00eas, o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (Inca) divulgou estimativas atualizadas da incid\u00eancia dos diversos tipos de doen\u00e7as oncol\u00f3gicas no Brasil. A previs\u00e3o \u00e9 de que, em 2026, sejam diagnosticados 77.920 novos casos da neoplasia prost\u00e1tica, um aumento de mais de 8% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo Denis Jardim, especialista em tumores urol\u00f3gicos da Oncocl\u00ednicas, o tratamento varia de acordo com o est\u00e1gio e a agressividade e pode incluir bloqueio hormonal, quimioterapia, medicamentos para controle da testosterona e radiois\u00f3topos. &#8220;Em est\u00e1gio inicial e de baixa agressividade, devemos manter um acompanhamento cont\u00ednuo de consultas e exames, al\u00e9m do tratamento. Quanto aos pacientes que apresentam met\u00e1stases, temos uma s\u00e9rie de abordagens que podem ser realizadas, incluindo os radiois\u00f3topos, que s\u00e3o uma nova classe de medicamentos com part\u00edculas que se ligam ao osso e passam a emitir doses de radioterapia local.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Tr\u00eas perguntas para<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Rafael Buta, mestre em Ci\u00eancias M\u00e9dicas, urologista especialista em doen\u00e7as da pr\u00f3stata na Cl\u00ednica Veridium<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Como os fogachos impactam a qualidade de vida dos pacientes que fazem uso da terapia de priva\u00e7\u00e3o androg\u00eanica (TPA)?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os fogachos \u2014 aquelas ondas s\u00fabitas de calor intenso \u2014 s\u00e3o um dos efeitos colaterais mais comuns do tratamento hormonal para o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. E o problema vai muito al\u00e9m do desconforto do momento. Estamos falando de homens que passam a dormir mal, sentem cansa\u00e7o durante o dia, t\u00eam dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o e muitas vezes se afastam de atividades sociais e do trabalho. O estudo publicado no Journal of Clinical Oncology \u2014 um dos peri\u00f3dicos mais respeitados da oncologia mundial \u2014 mediu esse impacto de forma sistem\u00e1tica e mostrou que os fogachos prejudicam praticamente todas as \u00e1reas do cotidiano: sono, humor, relacionamentos, vida sexual e aproveitamento da vida como um todo. Na minha pr\u00e1tica, vejo que muitos homens sentem constrangimento em relatar esse sintoma, porque os fogachos costumam ser associados \u00e0 menopausa feminina. Esse tabu acaba criando uma barreira para que eles recebam o tratamento adequado.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>O reposicionamento da oxibutinina pode ser uma op\u00e7\u00e3o cl\u00ednica?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">A oxibutinina \u00e9 um medicamento que n\u00f3s urologistas j\u00e1 usamos h\u00e1 d\u00e9cadas para tratar a chamada bexiga hiperativa \u2014 aquela condi\u00e7\u00e3o em que a pessoa sente vontade urgente e frequente de urinar. O perfil de seguran\u00e7a dessa medica\u00e7\u00e3o \u00e9 muito bem estabelecido. O que este estudo mostrou \u00e9 que ela tamb\u00e9m funciona para reduzir os fogachos em homens que fazem tratamento hormonal para o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Um dado que me chamou bastante aten\u00e7\u00e3o: 87% dos pacientes que usaram a dose mais alta disseram que gostariam de continuar com a medica\u00e7\u00e3o, e 76% dos que estavam no grupo sem tratamento ativo pediram para receber a oxibutinina no fim do estudo. Isso mostra que o al\u00edvio percebido pelo paciente \u00e9 real e significativo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Existe risco de a oxibutinina piorar a reten\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria ou outros sintomas urin\u00e1rios?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Essa \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o muito pertinente. Pacientes com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata frequentemente j\u00e1 t\u00eam dificuldade para urinar \u2014 seja pela pr\u00f3pria doen\u00e7a, seja por tratamentos anteriores. O estudo teve esse cuidado: n\u00e3o incluiu pacientes que j\u00e1 apresentavam sintomas urin\u00e1rios graves ou que tinham precisado de sonda nos seis meses anteriores. Com essa precau\u00e7\u00e3o, os resultados foram bastante tranquilizadores. Os sintomas urin\u00e1rios n\u00e3o pioraram em nenhum dos grupos durante o tratamento. Na verdade, os pacientes que usaram a dose mais alta da oxibutinina relataram melhora na perda involunt\u00e1ria de urina, o que faz sentido, j\u00e1 que esse \u00e9 justamente o efeito original do medicamento. Na pr\u00e1tica, o fundamental \u00e9 que o m\u00e9dico avalie bem os sintomas urin\u00e1rios do paciente antes de prescrever.<strong>\u00a0(PO)<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Medicamento+alivia+efeito+colateral+de+tratamento+oncol%C3%B3gico%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2026\/02\/7360768-medicamento-alivia-efeito-colateral-de-tratamento-oncologico.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F02%2F7360768-medicamento-alivia-efeito-colateral-de-tratamento-oncologico.html&amp;text=Medicamento+alivia+efeito+colateral+de+tratamento+oncol%C3%B3gico\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F02%2F7360768-medicamento-alivia-efeito-colateral-de-tratamento-oncologico.html&amp;text=Medicamento+alivia+efeito+colateral+de+tratamento+oncol%C3%B3gico\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1771257826_575_google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ondas s\u00fabitas de calor, acompanhadas de suor intenso, rubor e mal-estar, s\u00e3o frequentemente associadas \u00e0 menopausa feminina. Mas&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":281851,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[9457,2137,51259,116,11528,11529,32,33,10506,117],"class_list":["post-281850","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-bexiga","tag-cancer-de-prostata","tag-fogacho","tag-health","tag-noticias-do-dia","tag-noticias-perto-de-mim","tag-portugal","tag-pt","tag-remedio","tag-saude"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116124620224342960","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281850","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=281850"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281850\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/281851"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=281850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=281850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=281850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}