{"id":286198,"date":"2026-02-27T18:54:11","date_gmt":"2026-02-27T18:54:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/286198\/"},"modified":"2026-02-27T18:54:11","modified_gmt":"2026-02-27T18:54:11","slug":"associacao-deco-alerta-sobre-estrategia-de-reduzir-servicos-digitais-apos-fidelizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/286198\/","title":{"rendered":"Associa\u00e7\u00e3o Deco alerta sobre estrat\u00e9gia de reduzir servi\u00e7os digitais ap\u00f3s fideliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"inread\">Em comunicado, a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa para a Defesa do Consumidor diz que a degrada\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, especialmente os digitais, se tornou &#8220;uma estrat\u00e9gia de neg\u00f3cio&#8221;, com as empresas a conquistarem o consumidor com um servi\u00e7o inicialmente inovador, que vai perdendo qualidade e funcionalidades, para depois aumentar o pre\u00e7o.<\/p>\n<blockquote class=\"ngx-blockquote\">\n<p>&#8220;No fim, s\u00f3 pagando \u00e9 que o consumidor consegue voltar a ter acesso \u00e0 qualidade m\u00ednima com que aderiu inicialmente&#8221;, afirma.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"inread2\">A associa\u00e7\u00e3o considera esta estrat\u00e9gia inaceit\u00e1vel e diz ser fundamental que o Estado pro\u00edba as empresas, independentemente da sua natureza, volume de fatura\u00e7\u00e3o ou dimens\u00e3o, de deteriorar a qualidade dos seus servi\u00e7os, impedindo redu\u00e7\u00f5es de funcionalidades injustificadas.<\/p>\n<p>Pede ainda que as empresas sejam proibidas de retirar funcionalidades ap\u00f3s o per\u00edodo de fideliza\u00e7\u00e3o, garantindo a durabilidade e estabilidade dos servi\u00e7os, assim como impedir a portabilidade ou tornar os servi\u00e7os contratados mais caros caso o consumidor d\u00ea consentimento para o tratamento dos seus dados pessoais.<\/p>\n<p>Segundo a Deco, muitas das pr\u00e1ticas usadas pelas empresas criam o que apelida de &#8220;depend\u00eancia artificial&#8221;, numa situa\u00e7\u00e3o que &#8220;n\u00e3o \u00e9 acidental&#8221;, mas sim estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro1\">Como exemplos, a Deco aponta o facto de o &#8220;feed&#8221; das redes sociais Instagram e Facebook ter deixado de priorizar os conte\u00fados de amigos para favorecer publicidade ou conte\u00fados pagos, assim como o facto de as pesquisas no motor de busca Google se terem tornado, segundo a associa\u00e7\u00e3o, &#8220;pouco transparentes&#8221; e &#8220;mais densas em resultados patrocinados&#8221;.<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o exemplifica ainda com os servi\u00e7os de mobilidade que come\u00e7am com &#8220;solu\u00e7\u00f5es &#8220;premium&#8221;&#8221; face \u00e0 oferta do mercado tradicional e, depois, se tornam em sin\u00f3nimo de &#8220;degrada\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o&#8221; e com o facto de as plataformas de &#8220;streaming&#8221; transformarem as assinaturas em &#8220;vitrinas de &#8220;upselling&#8221;&#8221;, com &#8220;cat\u00e1logos fragmentados e ofertas adicionais pagas&#8221;.<\/p>\n<p>Face a estas situa\u00e7\u00f5es, a DECO refere que apresentou ao Governo um conjunto de preocupa\u00e7\u00f5es sobre o impacto da diminui\u00e7\u00e3o da qualidade dos servi\u00e7os digitais, para que se consiga travar este &#8220;ciclo de degrada\u00e7\u00e3o&#8221;, e apela aos consumidores para n\u00e3o aceitarem estas situa\u00e7\u00f5es e denunciarem os casos.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o se conformem. Se as empresas pioram o servi\u00e7o, reduzem funcionalidades, imp\u00f5em an\u00fancios intrusivos ou dificultam a sua sa\u00edda &#8211; n\u00e3o aceitem&#8221;, apela a Deco, acrescentando: &#8220;O direito \u00e0 qualidade n\u00e3o \u00e9 negoci\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em comunicado, a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa para a Defesa do Consumidor diz que a degrada\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, especialmente os&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":286199,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[88,5798,89,90,51911,619,32,33,940,218],"class_list":["post-286198","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-business","tag-deco","tag-economy","tag-empresas","tag-fidelizacao","tag-nacional","tag-portugal","tag-pt","tag-streaming","tag-televisao"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116144115770225952","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/286198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=286198"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/286198\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/286199"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=286198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=286198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=286198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}