{"id":286437,"date":"2026-02-27T23:09:24","date_gmt":"2026-02-27T23:09:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/286437\/"},"modified":"2026-02-27T23:09:24","modified_gmt":"2026-02-27T23:09:24","slug":"mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/286437\/","title":{"rendered":"Mesmo em frente a Lisboa, uma planta que s\u00f3 cresce em Almada foi descoberta nas arribas do Tejo"},"content":{"rendered":"<p> <img decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Jo\u00e3o Farminh\u00e3o descobriu a lin\u00e1ria alamdensis no Gargalo do Tejo, em Almada, uma planta \u00fanica \u00e0 face da Terra. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On\" title=\"Lin\u00e1ria alamdensis\" data-image=\"3kwujj8phzxe\"\/>Jo\u00e3o Farminh\u00e3o descobriu a lin\u00e1ria alamdensis no Gargalo do Tejo, em Almada, uma planta \u00fanica \u00e0 face da Terra. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On   <img decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/katia-catulo.jpg\" alt=\"Katia Catulo\" width=\"40\" height=\"40\"\/>    <a class=\"nombre text-hv\" href=\"https:\/\/www.tempo.pt\/autor\/katia-catulo\/\" title=\"Katia Catulo\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Katia Catulo<\/a>       26\/02\/2026 15:02   8 min   <\/p>\n<p>Quando ouvimos que uma <strong>nova esp\u00e9cie de planta<\/strong> foi descoberta numa <strong>floresta tropical<\/strong>, quase nem estranhamos. \u00c9 sobretudo nestes hotspots de biodiversidade que a maioria das descobertas s\u00e3o feitas. <\/p>\n<p>Estas raridades, no entanto, podem surgir mesmo debaixo do nosso nariz. Foi o caso da linaria almadensis, esp\u00e9cie end\u00e9mica de Almada, que o cientista e bot\u00e2nico portugu\u00eas Jo\u00e3o Farminh\u00e3o encontrou nas arribas do Gargalo do Tejo, o tro\u00e7o mais estreito do rio. <\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo da est\u00e1tua do <strong>Cristo Rei<\/strong>, frente \u00e0 cidade de Lisboa, o investigador da Universidade de Coimbra encontrou uma esp\u00e9cie que s\u00f3 existe nesta parte do munic\u00edpio e em mais nenhum lugar do planeta. Batizou-a de <strong>linaria almadensis<\/strong>, em homenagem ao concelho de Almada, num artigo cient\u00edfico publicado na Botany Letters.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1772233762_163_mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Embora exemplares da linaria almadensis tivessem sido recolhidos no s\u00e9culo XIX, s\u00f3 agora se confirmou a sua exist\u00eancia. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On\" title=\"Linaria almadensis\" data-image=\"t57619vump7b\"\/>Embora exemplares da linaria almadensis tivessem sido recolhidos no s\u00e9culo XIX, s\u00f3 agora se confirmou a sua exist\u00eancia. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On<\/p>\n<p>A descoberta \u00e9 resultado de um <strong>exaustivo trabalho de investiga\u00e7\u00e3o<\/strong>, mas tamb\u00e9m de algumas <strong>felizes coincid\u00eancias<\/strong>. Se n\u00e3o fossem conversas e encontros casuais entre amigos, dificilmente teria conseguido juntar as pistas que o ajudaram a desvendar o mist\u00e9rio. Mas deixemos suspense de lado e iniciemos esta hist\u00f3ria pelo princ\u00edpio, que \u00e9 assim que deve ser.<\/p>\n<p>Juntando as pistas do puzzle<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou h\u00e1 cerca de dois anos quando, encafuado no <strong>Herb\u00e1rio da Universidade de Coimbra<\/strong> &#8211; a maior cole\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica do pa\u00eds -, Jo\u00e3o Farminh\u00e3o se deparou com uma lin\u00e1ria diferente de tudo o que tinha visto at\u00e9 ent\u00e3o em publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1772233762_489_mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Jo\u00e3o Farminh\u00e3o batizou a nova esp\u00e9cie de linaria almadensis em homenagem \u00e0 cidade de Almada. Fotos: reprodu\u00e7\u00e3o do Facebook e Flora-On\" title=\"O investigador Jo\u00e3o Farminh\u00e3o ao lado da linaria almadensis\" data-image=\"6nezzuy1uf4w\"\/>Jo\u00e3o Farminh\u00e3o batizou a nova esp\u00e9cie de linaria almadensis em homenagem \u00e0 cidade de Almada. Fotos: reprodu\u00e7\u00e3o do Facebook e Flora-On<\/p>\n<p>Nos documentos mais recentes, a planta estava catalogada como linaria supina, colhida em 2019, em <strong>Porto Brand\u00e3o<\/strong>, freguesia ribeirinha de Almada. Algo n\u00e3o batia certo, mas a sua curiosidade ficou em banho-maria. Alguns meses mais tarde, cruzou-se com um colega durante um encontro da Sociedade Portuguesa de Bot\u00e2nica.<\/p>\n<p><a class=\"imagen \" href=\"https:\/\/www.tempo.pt\/noticias\/ciencia\/o-fossil-vivo-da-amazonia-descoberta-planta-que-sobreviveu-a-era-dos-dinossauros.html\" title=\"O f\u00f3ssil vivo da Amaz\u00f3nia: descoberta planta que sobreviveu \u00e0 era dos dinossauros\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy img-body non-editable\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/o-fossil-vivo-da-amazonia-descoberta-planta-que-sobreviveu-a-era-dos-dinossauros-1771631982950_320.p.png\"  width=\"320\" height=\"225\"\/><\/a><\/p>\n<p>Conversa puxa conversa, o investigador ficou a saber que uma amiga em comum encontrara algumas lin\u00e1rias ao p\u00e9 do Cristo Rei. As plantas tinham uma apar\u00eancia distinta, mas, na aus\u00eancia de registos documentais, foram identificadas como Linaria supina.<\/p>\n<p>Seria a mesma que vira no herb\u00e1rio? \u2013 perguntou a si pr\u00f3prio. S\u00f3 com uma ida ao lugar dos factos a d\u00favida se dissiparia. Partiu, por isso, em dire\u00e7\u00e3o a Almada e foi pr\u00f3ximo do <strong>pedestal do Cristo-Rei<\/strong>, que avistou um grupo de lin\u00e1rias. Foi preciso ainda voltar ao local no dia seguinte para, <strong>com a ajuda do av\u00f4<\/strong>, subir as arribas e recolher finalmente um esp\u00e9cime.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1772233764_637_mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"O habitat da linaria almadensis, com poucas dezenas de esp\u00e9cimes identificadas, encontra-se amea\u00e7ado pela constru\u00e7\u00e3o de infraestruturas portu\u00e1rias e plantas invasoras. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On\" title=\"O habitat da linaria almadensis\" data-image=\"3xvwh038yuld\"\/>O habitat da linaria almadensis, com poucas dezenas de esp\u00e9cimes identificadas, encontra-se amea\u00e7ado pela constru\u00e7\u00e3o de infraestruturas portu\u00e1rias e plantas invasoras. Foto: Jo\u00e3o Farminh\u00e3o\/Flora-On<\/p>\n<p>Chegara agora o momento de consultar as publica\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre lin\u00e1rias do mesmo grupo existentes n\u00e3o s\u00f3 em <strong>Portugal<\/strong>, como em <strong>Espanha<\/strong> e no <strong>Norte de \u00c1frica<\/strong>. Um trabalho de formiguinha para conseguir comparar cerca de meia centena de esp\u00e9cies e subesp\u00e9cies agrupadas na sec\u00e7\u00e3o Supinae, uma entre v\u00e1rias fam\u00edlias taxon\u00f3micas do g\u00e9nero Linaria. Nenhuma delas igual \u00e0s que encontrou no Gargalo do Tejo.<\/p>\n<p><a class=\"imagen \" href=\"https:\/\/www.tempo.pt\/noticias\/plantas\/a-historia-do-morango-e-um-romance-policial-e-so-a-paciencia-de-um-chines-conseguiu-desvenda-la.html\" title=\"A hist\u00f3ria do morango \u00e9 um romance policial e s\u00f3 a paci\u00eancia de um chin\u00eas conseguiu desvend\u00e1-la\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy img-body non-editable\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/a-historia-do-morango-e-um-romance-policial-e-so-a-paciencia-de-um-chines-se-conseguiu-desvenda-la-1.jpeg\"  width=\"320\" height=\"225\"\/><\/a><\/p>\n<p>Cruzando informa\u00e7\u00f5es recolhidas em exemplares mal catalogados da nova esp\u00e9cie em herb\u00e1rios, imagens de sat\u00e9lite e mapas geol\u00f3gicos, Jo\u00e3o Farminh\u00e3o identificou outros locais, como <strong>Porto Brand\u00e3o<\/strong>, a <strong>Boca do Vento<\/strong>, <strong>Palen\u00e7a<\/strong> ou <strong>Arr\u00e1bida,<\/strong> onde procurou sem sucesso por mais exemplares da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Concluiu, portanto, que o <strong>habitat<\/strong> da esp\u00e9cie rec\u00e9m-descoberta est\u00e1 circunscrito aos <strong>pared\u00f5es e terra\u00e7os arenosos das arribas da margem sul do Tejo<\/strong>. Poder\u00e3o existir ainda mais alguns n\u00facleos entre Cacilhas e a Trafaria, mas, por estarem em arribas inacess\u00edveis, n\u00e3o ser\u00e3o detet\u00e1veis a olho nu.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1772233764_321_mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Foi pr\u00f3ximo do pedestal do Cristo-Rei, que Jo\u00e3o Farminh\u00e3o recolheu o primeiro exemplar da linaria almadensis. Foto: Cristo-Rei Foto: Mylo Keye via Pexels\" title=\"Cristo-Rei\" data-image=\"n1po9yi97de5\"\/>Foi pr\u00f3ximo do pedestal do Cristo-Rei, que Jo\u00e3o Farminh\u00e3o recolheu o primeiro exemplar da linaria almadensis. Foto: Cristo-Rei Foto: Mylo Keye via Pexels<\/p>\n<p>Os <strong>prados rup\u00edcolas calc\u00e1rios<\/strong> s\u00e3o o seu local natural pelo que se deveria criar \u00e1reas protegidas para preservar o seu habitat, defende o investigador, relembrando que arribas junto ao Tejo conservam tamb\u00e9m um valios\u00edssimo patrim\u00f3nio geol\u00f3gico e paleontol\u00f3gico, onde foram <strong>identificados f\u00f3sseis de crocodilos do Mioc\u00e9nico, elefantes do Plistoc\u00e9nico ou invertebrados marinhos<\/strong>.<\/p>\n<p>Uma raridade em perigo<\/p>\n<p>Proteger a nova planta \u00e9 um passo fundamental &#8211; embora s\u00f3 agora tenha sido revelada ao mundo, a Linaria almadense entrou diretamente para a categoria das esp\u00e9cies <strong>Criticamente em Perigo<\/strong>, estando a um passo da extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 urgente, como tal, preservar uma \u00e1rea j\u00e1 de si amea\u00e7ada pela densa urbaniza\u00e7\u00e3o, principalmente pela cimenta\u00e7\u00e3o das arribas que permitiu instalar v\u00e1rios tipos de infraestruturas portu\u00e1rias. <\/p>\n<p>N\u00e3o menos importantes s\u00e3o as <strong>plantas invasoras<\/strong>, como as capuchinhas (Tropaeolum majus), as canas (Arundo donax) ou as azedas (Oxalis pes-caprae) que competem por solo e nutrientes com a Linaria almadense, esp\u00e9cie que agora entrou para o grupo de pouco mais de <strong>90<\/strong> <strong>esp\u00e9cies de plantas end\u00e9micas de Portugal<\/strong>.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1772233764_40_mesmo-em-frente-a-lisboa-uma-planta-que-so-cresce-em-almada-foi-descoberta-nas-arribas-do-tejo-17721.jpeg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Embora localizado \u00e0s portas de Lisboa, o Gargalo do Tejo n\u00e3o foi ainda alvo de qualquer levantamento sobre a sua flora. Foto: WWF Portugal\" title=\"Estu\u00e1rio do Tejo\" data-image=\"9wr7i253v1sh\"\/>Embora localizado \u00e0s portas de Lisboa, o Gargalo do Tejo n\u00e3o foi ainda alvo de qualquer levantamento sobre a sua flora. Foto: WWF Portugal<\/p>\n<p>Pode ser at\u00e9 que existam outras esp\u00e9cies igualmente raras junto \u00e0 foz do rio. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a <strong>n\u00e3o h\u00e1 nenhuma investiga\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica<\/strong> ou levantamentos publicados sobre a flora do Gargalo do Tejo.<\/p>\n<p>T\u00e3o perto de Lisboa e \u00e0 vista de todos, as <strong>arribas ribeirinhas de Almada<\/strong> s\u00e3o ainda um <strong>territ\u00f3rio desconhecido<\/strong>. A investiga\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Farminh\u00e3o \u00e9 um lembrete sobre o tanto que ainda h\u00e1 para descobrir sobre a biodiversidade portuguesa.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias do artigo<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Farminh\u00e3o. <a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/eprint\/QJ3KNWSCBGBC9KQWZYQE\/full?target=10.1080\/23818107.2025.2608732\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Linaria almadensis (Plantaginaceae, Antirrhineae): a highly threatened new toadflax endemic to the Tagus mouth cliffs, opposite Lisbon (Portugal)<\/a>. Botany Letters<\/p>\n<p>Sara Machado. <a href=\"https:\/\/noticias.uc.pt\/artigos\/descoberta-nova-especie-de-planta-endemica-das-arribas-do-gargalo-do-tejo\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Descoberta nova esp\u00e9cie de planta end\u00e9mica das arribas do Gargalo do Tejo<\/a>. Universidade de Coimbra. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Jo\u00e3o Farminh\u00e3o descobriu a lin\u00e1ria alamdensis no Gargalo do Tejo, em Almada, uma planta \u00fanica \u00e0 face da&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":286438,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,16914,9421,14,25,26,21,22,12,13,19,20,9560,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":["post-286437","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-portugal","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-flora","tag-fosseis","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-plantas","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-pt","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116145118790183064","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/286437","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=286437"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/286437\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/286438"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=286437"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=286437"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=286437"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}