{"id":292266,"date":"2026-03-05T01:02:31","date_gmt":"2026-03-05T01:02:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/292266\/"},"modified":"2026-03-05T01:02:31","modified_gmt":"2026-03-05T01:02:31","slug":"um-ano-depois-nao-ha-conclusoes-sobre-mortes-infantis-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/292266\/","title":{"rendered":"Um ano depois, n\u00e3o h\u00e1 conclus\u00f5es sobre mortes infantis \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Com <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/05\/12\/mortalidade-infantil-no-valor-mais-alto-desde-2018-gravidezes-mal-vigiadas-urgencias-fechadas-e-desinvestimento-podem-ser-explicacao\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">a mortalidade infantil a atingir m\u00e1ximos de seis anos<\/a> \u2014 uma realidade que fez soar os alarmes junto da comunidade m\u00e9dica \u2014, a Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade (DGS) anunciou, em janeiro de 2025, a cria\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o de acompanhamento para estudar os casos de mortes abaixo dos 18 anos, identificar tend\u00eancias e propor medidas de corre\u00e7\u00e3o. Isto num momento em que a pr\u00f3pria DGS admitia que os ganhos conseguidos por Portugal nesta \u00e1rea estavam a estagnar ou mesmo a caminhar numa trajet\u00f3ria de revers\u00e3o. Contudo, mais de um ano depois da cria\u00e7\u00e3o da comiss\u00e3o para estudar a mortalidade infantil, ainda n\u00e3o foram publicadas quaisquer conclus\u00f5es ou feito qualquer balan\u00e7o do trabalho realizado. Ao Observador, os baston\u00e1rios dos M\u00e9dicos e dos Enfermeiros criticam o atraso nos trabalhos da comiss\u00e3o e pedem celeridade nas conclus\u00f5es, de forma a que o pa\u00eds possa conhecer as causas do aumento da mortalidade infantil e, consequentemente, atuar sobre elas.<\/p>\n<p>Foi a 31 de janeiro do ano passado que a diretora-geral da Sa\u00fade, Rita S\u00e1 Machado, fez publicar um <a href=\"http:\/\/dgs.pt\/a-direccao-geral-da-saude\/comunicados-e-despachos-do-director-geral\/despacho-n-0072025-de-31012025-criacao-da-comissao-de-acompanhamento-da-mortalidade-fetal-infantil-e-abaixo-dos-18-anos-pdf.aspx\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">despacho<\/a> no site da DGS a dar conta da cria\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de Acompanhamento da Mortalidade Fetal, Infantil e abaixo dos 18 anos. Os objetivos?<strong> Caracterizar os \u00f3bitos<\/strong> fetais, infantis e abaixo dos 18 anos em Portugal; <strong>identificar tend\u00eancias<\/strong> nacionais e regionais; <strong>propor medidas corretivas<\/strong> e elaborar um relat\u00f3rio de acompanhamento. Segundo o despacho, o objetivo da comiss\u00e3o \u00e9 fazer uma an\u00e1lise detalhada das mortes, nomeadamente consoante a a \u201c\u00e1rea geogr\u00e1fica, fatores demogr\u00e1ficos e socioecon\u00f3micos do agregado familiar, cuidados de sa\u00fade acedidos e prestados, e enquadrando no ambiente envolvente, entre outros\u201d. Esta an\u00e1lise, refere o despacho, iria permitir \u201ctra\u00e7ar uma imagem detalhada das circunst\u00e2ncias espec\u00edficas que conduzem ao \u00f3bito e identificar melhorias a implementar, desigualdades regionais e grupos vulner\u00e1veis\u201d.<\/p>\n<p>A comiss\u00e3o de acompanhamento surgiu numa altura em que o tema do aumento da mortalidade infantil estava na ordem do dia, depois de terem sido divulgados, no in\u00edcio do ano passado, os dados do n\u00famero bruto de mortes (at\u00e9 ao primeiro ano de vida) referentes ao ano de 2023, e que mostravam um aumento acentuado das mortes em rela\u00e7\u00e3o a 2022. No despacho, a DGS alerta mesmo para a deteriora\u00e7\u00e3o do desempenho de Portugal neste indicador ao longo dos \u00faltimos anos. \u201cAp\u00f3s ganhos expressivos ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas na diminui\u00e7\u00e3o da mortalidade fetal, infantil e juvenil na Europa e em Portugal, <strong>tem-se verificado nos \u00faltimos anos uma estagna\u00e7\u00e3o ou invers\u00e3o nesta tend\u00eancia<\/strong>\u201c, refere o despacho.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Krqkb8DZGg\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/05\/12\/mortalidade-infantil-no-valor-mais-alto-desde-2018-gravidezes-mal-vigiadas-urgencias-fechadas-e-desinvestimento-podem-ser-explicacao\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Mortalidade infantil no valor mais alto desde 2018. Gravidezes mal vigiadas, urg\u00eancias fechadas e desinvestimento podem ser explica\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A taxa de mortalidade infantil registada em Portugal aumentou 20% em 2024, segundo os dados do Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE). Nesse ano, morreram tr\u00eas beb\u00e9s com menos de um ano por cada mil nascimentos, o que se traduziu em 252 \u00f3bitos nesta faixa et\u00e1ria. <strong>As tr\u00eas mortes por cada mil nascimentos representam um agravamento face \u00e0s 2,5 por mil nascimentos registadas em 2023<\/strong> (ano em que morreram 210 beb\u00e9s). \u00c9 preciso recuar at\u00e9 ao ano de 2018 para encontrar uma taxa de mortalidade infantil mais elevada do que a de 2024: nesse ano, foram registadas 3,3 mortes por cada mil nascimentos, num total de 287 \u00f3bitos de beb\u00e9s. Nos \u00faltimos doze anos, o valor apurado em 2024 \u00e9 ali\u00e1s o terceiro pior registo de mortalidade infantil em Portugal (s\u00f3 superado por 2018 e por 2016, ano em que morreram 282 beb\u00e9s). Em 2025, os <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/01\/16\/portugal-regista-mais-3-124-mortes-em-2025-mas-obitos-de-bebes-com-menos-de-um-ano-caem-para-241\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">dados<\/a> provis\u00f3rios do INE apontam para uma diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de mortes, para as 241 (menos 11 do que em 2024).<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2025, tanto a Ordem dos M\u00e9dicos como a Ordem dos Enfermeiros mostraram preocupa\u00e7\u00e3o com o aumento da mortalidade infantil e pediram a\u00e7\u00e3o, nomeadamente a \u201cconstitui\u00e7\u00e3o de um grupo de trabalho multidisciplinar para investigar as causas espec\u00edficas da mortalidade fetal e neonatal\u201d, como defendeu, numa audi\u00e7\u00e3o na Assembleia da Rep\u00fablica, o baston\u00e1rio da Ordem dos Enfermeiros, Lu\u00eds Barreira. Tamb\u00e9m o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, Carlos Cortes, defendia, em janeiro de 2025, a \u201cabsoluta necessidade de de uma comiss\u00e3o permanente junto da DGS\u201d para analisar o tema.<\/p>\n<p>Poucos dias depois, a DGS respondeu ao apelo criando uma <strong>comiss\u00e3o, nomeada por um per\u00edodo de tr\u00eas anos<\/strong>, com representantes da Dire\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os de Informa\u00e7\u00e3o e An\u00e1lise da DGS, Comiss\u00e3o Nacional da Sa\u00fade Materna, da Crian\u00e7a e do Adolescente, Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Nacional do Diagn\u00f3stico Pr\u00e9-natal, Ordem dos M\u00e9dicos, Ordem dos Enfermeiros, Dire\u00e7\u00e3o Executiva do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e Instituto Nacional de Sa\u00fade Doutor Ricardo Jorge e ainda com v\u00e1rias sociedades m\u00e9dicas, como a de\u00a0Pediatria, Neonatologia, Obstetr\u00edcia e Medicina Materno Fetal e tamb\u00e9m com a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Diagn\u00f3stico Pr\u00e9-Natal, Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Medicina Geral e Familiar e Associa\u00e7\u00e3o Nacional de M\u00e9dicos de Sa\u00fade P\u00fablica, al\u00e9m de dois especialistas em epidemiologia e estat\u00edstica.<\/p>\n<p>No entanto, passado mais de um ano, n\u00e3o se conhecem ainda quaisquer resultados concretos da comiss\u00e3o de acompanhamento da DGS sobre mortalidade infantil. O Observador questionou a entidade liderada por Rita S\u00e1 Machado, por mais do que uma vez, de forma a perceber a que conclus\u00f5es chegaram os peritos, mas n\u00e3o obteve resposta. Ainda assim, o Observador sabe que a comiss\u00e3o j\u00e1 reuniu, embora s\u00f3 ainda tenham sido produzidos documentos preliminares de trabalho.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"8HX66qrRPC\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/mortalidade-infantil-mais-gravidas-com-patologias-bebes-prematuros-partos-em-casa-e-uma-maior-pressao-sobre-os-servicos-de-saude\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Mortalidade infantil. Mais gr\u00e1vidas com patologias, beb\u00e9s prematuros, partos em casa e uma maior press\u00e3o sobre os servi\u00e7os de sa\u00fade<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os baston\u00e1rios dos M\u00e9dicos e dos Enfermeiros refor\u00e7am a necessidade de a comiss\u00e3o apresentar resultados o mais rapidamente poss\u00edvel, de forma a que se apurem as causas do aumento da mortalidade infantil e sejam tomadas medidas, e criticam a demora na apresenta\u00e7\u00e3o de resultados. \u201cEra preciso n\u00e3o termos uma comiss\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o a posteriori, mas sim de acompanhamento no dia a dia\u201d, diz Carlos Cortes, considerando que \u201co trabalho n\u00e3o pode ser feito desta forma\u201d. <strong>\u201cEsta comiss\u00e3o est\u00e1 h\u00e1 um ano a tentar perceber as causas e j\u00e1 vamos atrasados<\/strong>\u201c, refere o baston\u00e1rio dos M\u00e9dicos. Lembrando que \u201ccada morte \u00e9 importante\u201d, o baston\u00e1rio defende que \u00e9 preciso perceber as causas que levaram a essas mortes e \u201cpropor medidas de corre\u00e7\u00e3o\u201d, de forma a, se poss\u00edvel, o pa\u00eds poder \u201cprevenir\u201d esses \u00f3bitos. \u201cN\u00e3o serve de nada a comiss\u00e3o apresentar o relat\u00f3rio ao fim de tr\u00eas anos\u201d, critica Carlos Cortes.<\/p>\n<p>J\u00e1 o baston\u00e1rio dos Enfermeiros, Lu\u00eds Barreira, considera \u201cpreocupante\u201d Portugal continuar sem conhecer as causas da evolu\u00e7\u00e3o desfavor\u00e1vel dos dados relativos \u00e0 mortalidade infantil e pede celeridade \u00e0 DGS. \u201cN\u00e3o podemos atuar no que poder\u00e1 levar a esse aumento se n\u00e3o conhecermos as causas. Por isso,<strong> era importante que a comiss\u00e3o pudesse divulgar rapidamente as conclus\u00f5es<\/strong>\u201c, sublinha o respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>J\u00e1 em 2019, quando foram conhecidos os dados de 2018 (que apontavam para um aumento acentuado da mortalidade), a DGS determinou a constitui\u00e7\u00e3o de um grupo de trabalho, tamb\u00e9m constitu\u00eddo por especialistas, para analisar as causas da mortalidade infantil desse ano. O esbo\u00e7o de um relat\u00f3rio foi entregue \u00e0 DGS pelos peritos, mas <a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/mortalidade-infantil-mais-gravidas-com-patologias-bebes-prematuros-partos-em-casa-e-uma-maior-pressao-sobre-os-servicos-de-saude\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">n\u00e3o teve resultados pr\u00e1ticos<\/a>: a DGS n\u00e3o emitiu quaisquer conclus\u00f5es ou recomenda\u00e7\u00f5es nem publicou o relat\u00f3rio que lhe foi entregue. Ao Observador, alguns dos autores do relat\u00f3rio avan\u00e7aram que o trabalho apontava para uma mudan\u00e7a do \u201cperfil da gr\u00e1vida e da gravidez\u201d, com gesta\u00e7\u00f5es em idade mais avan\u00e7ada, associada a um maior n\u00famero de patologias, o que faz aumentar tamb\u00e9m a prematuridade dos beb\u00e9s. Os especialistas tamb\u00e9m apontavam para o aumento de partos feitos em casa.<\/p>\n<p>Embora ainda n\u00e3o existam certezas quando \u00e0s causas que explicam o aumento da mortalidade infantil em Portugal, o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos e a ent\u00e3o presidente da Sociedade Portuguesa de Neonatologia <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/05\/12\/mortalidade-infantil-no-valor-mais-alto-desde-2018-gravidezes-mal-vigiadas-urgencias-fechadas-e-desinvestimento-podem-ser-explicacao\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">associavam<\/a>, h\u00e1 poucos meses, o fen\u00f3meno a um conjunto de fatores, nomeadamente \u00e0 falta de vigil\u00e2ncia das gravidezes (nomeadamente em zonas com maior car\u00eancia de m\u00e9dicos de fam\u00edlia), \u00e0 falta de capacidade de muitos hospitais na realiza\u00e7\u00e3o de ecografias de 2\u00ba trimestre ou os constrangimentos nas urg\u00eancias de Ginecologia\/Obstetr\u00edcia, que diminuem o acesso das gr\u00e1vidas aos cuidados urgentes e emergentes. No ano passado, a pr\u00f3pria ministra da Sa\u00fade, Ana Paula Martins, admitia que \u201cningu\u00e9m pode dizer que [o aumento da mortalidade infantil] n\u00e3o est\u00e1 relacionado, mais do que com as urg\u00eancias [encerradas], com a diminui\u00e7\u00e3o, nos \u00faltimos anos, daquilo que tem sido o investimento na \u00e1rea materno-infantil\u201d.<\/p>\n<p>Ana Paula Martins, ministra da Sa\u00fade garantiu, quando foi conhecida a cria\u00e7\u00e3o da comiss\u00e3o de acompanhamento nesta \u00e1rea, que o Governo iria seguir as recomenda\u00e7\u00f5es da DGS, que tardam em chegar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Com a mortalidade infantil a atingir m\u00e1ximos de seis anos \u2014 uma realidade que fez soar os alarmes&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":292267,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[10],"tags":[32766,27,28,3708,15,16,14,25,26,21,22,12262,1982,12,13,19,20,57,32,23,24,33,58,17,18,29,30,31],"class_list":["post-292266","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-portugal","tag-bebu00e9s","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-dgs","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-mortalidade","tag-natalidade","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-pau00eds","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-pt","tag-sociedade","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116173874312607582","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/292266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=292266"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/292266\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/292267"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=292266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=292266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=292266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}