{"id":29555,"date":"2025-08-14T20:38:16","date_gmt":"2025-08-14T20:38:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/29555\/"},"modified":"2025-08-14T20:38:16","modified_gmt":"2025-08-14T20:38:16","slug":"designing-experience-primeiro-livro-do-setor-e-lancado-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/29555\/","title":{"rendered":"Designing Experience, primeiro livro do setor, \u00e9 lan\u00e7ado no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O livro \u201c<strong><a href=\"https:\/\/conteudo.agencianuts.com.br\/lancamento-pt-designing-experiences-2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Designing Experiences<\/a><\/strong>\u201d, de J. Robert Rossman e Mathew D. Duerden chega ao Brasil por meio de uma parceria entre a Summus Editorial e a <a href=\"https:\/\/agencianuts.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">ag\u00eancia Nuts<\/a>. O material \u00e9 o primeiro conte\u00fado sobre design de experi\u00eancias a ser lan\u00e7ado em territ\u00f3rio nacional e apresenta um panorama amplo e introdut\u00f3rio do setor. <\/p>\n<p>Em entrevista para Leandro Duarte, s\u00f3cio da <a href=\"https:\/\/www.promoview.com.br\/agencias-de-eventos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">ag\u00eancia<\/a>, os autores falaram sobre os bastidores da escrita, evolu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, pr\u00e1ticas de mercado e tend\u00eancias que podem mudar o futuro das a\u00e7\u00f5es offline. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1366\" height=\"768\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"Designing Experience, primeiro livro do setor, \u00e9 lan\u00e7ado no Brasil\" class=\"wp-image-412412\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Nuts-lanca-primeiro-report-brasileiro-de-Design-de-Experiencias-1366x768.png\"\/>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Voc\u00eas s\u00e3o pesquisadores seniores e professores na \u00e1rea de design de experi\u00eancia h\u00e1 d\u00e9cadas. Como e por que voc\u00eas decidiram que agora era a hora de escrever um livro sobre design de experi\u00eancias?<\/p>\n<p><strong>Bob Rossman: <\/strong>Bom, eu tinha esse livro em mente h\u00e1 uma d\u00e9cada e precisava do parceiro certo. Foi quando encontrei o Mat e pensei: chegou a hora de fazer isso acontecer. O Mat havia produzido muito material desde o seu doutorado e estava muito atualizado com as tend\u00eancias, ent\u00e3o foi o momento em que nos juntamos como autores e pudemos trabalhar neste projeto em conjunto.<\/p>\n<p><strong>Mat Duerden:<\/strong> Exatamente. Nas duas d\u00e9cadas anteriores \u00e0 publica\u00e7\u00e3o do nosso livro, houve muitos trabalhos bons sobre a import\u00e2ncia das experi\u00eancias, como o livro do Joe Pine e Jim Gilmore, The experience economy, lan\u00e7ado no final dos anos 90, e depois v\u00e1rios outros livros que estavam destacando como as empresas ofereciam \u00f3timas experi\u00eancias aos clientes ou aos funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Mas <strong>o que sent\u00edamos que estava faltando era uma descri\u00e7\u00e3o realmente clara de como projetar experi\u00eancias<\/strong>. Uma coisa \u00e9 dizer que o Ritz Carlton, a Disney ou a Apple oferecem \u00f3timas experi\u00eancias. Mas voc\u00ea sabe como eles fazem isso? Se eu n\u00e3o tenho um or\u00e7amento como o da Apple, como eu posso ainda projetar experi\u00eancias intencionais? Ent\u00e3o essa era nossa esperan\u00e7a, ajudar as pessoas a conseguirem projetar experi\u00eancias intencionais, n\u00e3o apenas meramente observar o que os outros estavam fazendo.<\/p>\n<p>Na sua vis\u00e3o, como a \u00e1rea de design de experi\u00eancias evoluiu nos \u00faltimos anos e que tend\u00eancias voc\u00eas veem moldando o futuro?<\/p>\n<p><strong><strong>Bob Rossman:<\/strong><\/strong> Eu acho que a partir do nosso livro, as pessoas aprenderam que pode haver uma metodologia, como o Mat j\u00e1 mencionou. Todo mundo meio que tinha um caminho diferente para adentrar na \u00e1rea e, quando voc\u00ea entra, acaba acreditando que aquele \u00e9 o \u00fanico caminho. Ent\u00e3o, acho que as pessoas est\u00e3o come\u00e7ando a perceber que h\u00e1 in\u00fameros caminhos a seguir e eles ajudam a melhorar o seu resultado. Resumindo, eu acho que os designers de experi\u00eancias est\u00e3o aprendendo que h\u00e1 outras maneiras de se fazer as coisas al\u00e9m das que eles aprenderam sozinhos. Ent\u00e3o, eu acho que est\u00e1 se tornando uma \u00e1rea mais rica, mais abrangente e mais ampla do que era, digamos, cinco anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>Mat Duerden:<\/strong> Se olharmos para a funda\u00e7\u00e3o e o crescimento da WXO (World Experience Organization), que \u00e9 um espa\u00e7o de encontro principalmente de profissionais das experi\u00eancias, e para a Expresso (Experience Research Society), que \u00e9 um espa\u00e7o de encontro para acad\u00eamicos, temos uma pista. Como eu disse antes, o design de experi\u00eancias tem sido observado a partir de diferentes disciplinas e mercados por muito tempo e eu realmente acho que, nos \u00faltimos 10 anos, todos esses diferentes espa\u00e7os est\u00e3o convergindo e isso est\u00e1 permitindo uma maior fertiliza\u00e7\u00e3o cruzada de aprendizados em vez de todos apenas ficarem isolados. Isso \u00e9 essencial para que possamos nos unir como designers de experi\u00eancias, independentemente do contexto no qual estamos projetando experi\u00eancias, para aprender e colaborar uns com os outros. E isso pra mim \u00e9 especialmente empolgante.<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o os erros mais comuns que as pessoas cometem ao conceber e implementar projetos de design de experi\u00eancia? E como esses erros podem ser evitados?<\/p>\n<p><strong>Mat Duerden:<\/strong> As pessoas veem que algo funcionou e ent\u00e3o continuam fazendo a mesma coisa. Acho que esse \u00e9 um dos problemas. Outro erro \u00e9 quando o designer de experi\u00eancias projeta olhando para o pr\u00f3prio umbigo. N\u00f3s tendemos a pensar que se essa \u00e9 a maneira como gostamos de projetar uma experi\u00eancia e de participar de uma experi\u00eancia, ent\u00e3o vamos desenhar apenas levando em conta a minha perspectiva. \u00c9 por isso que o design centrado no humano \u00e9 t\u00e3o importante, porque voc\u00ea realmente precisa saber quais s\u00e3o as necessidades das pessoas para quem voc\u00ea est\u00e1 projetando, como elas v\u00e3o experienciar aquilo, e ent\u00e3o projetar da perspectiva delas em vez de assumir que, como voc\u00ea \u00e9 o especialista, todo mundo vai gostar do que voc\u00ea elaborou.<\/p>\n<p><strong><strong>Bob Rossman:<\/strong><\/strong> Eu acho que um dos primeiros erros \u00e9 quando eu ou\u00e7o algu\u00e9m dizer que vai proporcionar a uma pessoa uma \u00f3tima experi\u00eancia. Da\u00ed eu j\u00e1 sei que ele est\u00e1 no caminho errado, porque as pessoas vivenciam as experi\u00eancias atrav\u00e9s de intera\u00e7\u00e3o engajada. <strong>Voc\u00ea n\u00e3o vai entregar para os seus convidados uma experi\u00eancia, voc\u00ea vai dar a eles a oportunidade de se engajarem e experienciarem aqueles momentos por eles mesmos. <\/strong>Ent\u00e3o eu acho que essa \u00e9 uma maneira simpl\u00f3ria de se pensar em design de experi\u00eancias, pois se voc\u00ea acha que vai dar experi\u00eancias \u00e0s pessoas, voc\u00ea n\u00e3o vai. Voc\u00ea tem que descobrir uma maneira para que as pessoas interajam e fa\u00e7am o que estamos come\u00e7ando a chamar de participa\u00e7\u00e3o compartilhada. Tem que haver elementos l\u00e1 para estimular o participante, porque ele vive a experi\u00eancia internamente.<\/p>\n<p>Como voc\u00eas medem o sucesso e o ROI dentro do design de experi\u00eancias?<\/p>\n<p><strong>Mat Duerden:<\/strong> Pois \u00e9, as empresas querem que uma \u00fanica metodologia, como o NPS, responda a todas as perguntas. Mas isso \u00e9 muito complexo e cada experi\u00eancia \u00e9 diferente. Ent\u00e3o, sobre isso, eu penso em duas coisas:<\/p>\n<p>Primeiro, voc\u00ea tem que ter um objetivo claro para a experi\u00eancia, pois se voc\u00ea n\u00e3o sabe qual \u00e9 o resultado pretendido, voc\u00ea n\u00e3o tem como mensurar.<\/p>\n<p>Depois, voc\u00ea tem que conectar esse resultado pretendido a outros indicadores que importam para os seus stakeholders, seja vendas de ingressos, receita anual, presen\u00e7a recorrente ou seja l\u00e1 o que for. Ent\u00e3o, conectando essas coisas, voc\u00ea tem que ser capaz de dizer que pretendia fazer X e mensurou esse mesmo X, e que isso importa porque se conecta a Y de maneira estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p><strong><strong>Bob Rossman:<\/strong><\/strong> A quest\u00e3o sobre avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 que geralmente temos m\u00faltiplos stakeholders e cada um se importa com coisas diferentes. Para alguns o interesse vai ser financeiro, para outros, de aprendizado, varia muito. H\u00e1 pouco mais de 30 anos, surgiu um conceito chamado balanced scorecard, um m\u00e9todo de avalia\u00e7\u00e3o que arbitrariamente escolhe dois, tr\u00eas, quatro, talvez cinco indicadores dessas v\u00e1rias esferas de interesse: financeiro, aprendizagem, mudan\u00e7a nas pessoas. E esses indicadores precisam ser acordados no projeto, como o Mat acabou de dizer. Se vamos medir nosso sucesso usando essas cinco vari\u00e1veis, todos precisamos concordar que esses s\u00e3o efetivamente nossos indicadores ideais.<\/p>\n<p>Eu j\u00e1 vi tentativas de desenvolver instrumentos de avalia\u00e7\u00e3o com question\u00e1rios de 30 p\u00e1ginas ou mesmo de 30 itens que queriam que as pessoas preenchessem. As pessoas n\u00e3o v\u00e3o \u00e0 sua experi\u00eancia para gastar tempo preenchendo formul\u00e1rios. Ent\u00e3o voc\u00ea precisa de uma lista pequena de coisas importantes. Voc\u00ea tem que reduzir ao que realmente importa e entrar em acordo com os envolvidos sobre os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como os princ\u00edpios do design de experi\u00eancias podem ser aplicados ao mundo h\u00edbrido e digital first em que vivemos hoje?<\/p>\n<p><strong>Mat Duerden:<\/strong> Eu acho que, independentemente do contexto, voc\u00ea usa os mesmos princ\u00edpios para projetar uma experi\u00eancia.<strong> Experi\u00eancias acontecem quando algu\u00e9m presta aten\u00e7\u00e3o a alguma coisa.<\/strong> Ent\u00e3o, seja prestando aten\u00e7\u00e3o fisicamente ou numa tela, s\u00e3o os mesmos tipos de processos psicol\u00f3gicos e cognitivos que est\u00e3o em jogo.<\/p>\n<p>Eu acho que o modelo h\u00edbrido \u00e9 o mais dif\u00edcil, porque se voc\u00ea tem algumas pessoas presenciais e outras entrando por Zoom, voc\u00ea est\u00e1 fornecendo duas experi\u00eancias diferentes para dois p\u00fablicos diferentes. A menos que voc\u00ea consiga dar peso e aten\u00e7\u00e3o exatamente iguais \u00e0s duas plateias, uma delas vai acabar tendo uma experi\u00eancia inferior. Por isso eu diria que o h\u00edbrido \u00e9 realmente o mais dif\u00edcil.<\/p>\n<p>Como voc\u00eas percebem a intera\u00e7\u00e3o entre a pesquisa acad\u00eamica, o ensino e as pr\u00e1ticas de mercado na \u00e1rea de design de experi\u00eancia? Existe um gap entre o que se estuda na universidade e o que se faz no mercado?<\/p>\n<p><strong><strong>Mat Duerden:<\/strong><\/strong> Eu acho essa uma \u00f3tima pergunta. O design de experi\u00eancias \u00e9 um espa\u00e7o acad\u00eamico de conhecimento aplicado e as pessoas t\u00eam estudado experi\u00eancias na universidade h\u00e1 muito tempo em v\u00e1rias disciplinas. Eu acho que, desde que o livro saiu, em 2019, houve um aumento da colabora\u00e7\u00e3o entre pesquisadores e profissionais de design de experi\u00eancias, em parte porque muitos profissionais acabaram encontrando um caminho para o que estavam fazendo.<\/p>\n<p>At\u00e9 pouco tempo n\u00e3o havia uma gradua\u00e7\u00e3o em design de experi\u00eancias e, agora que existe. Como o nosso programa na BYU, al\u00e9m de outros cursos ensinando design de experi\u00eancias, eu acho que isso serve para validar e empoderar os profissionais, que dizem \u201chey, esses estudantes t\u00eam um diploma disso que eu fa\u00e7o, mas eu tive que aprender na pr\u00e1tica\u201d. Ent\u00e3o, eu acho que ambos os lados aprendem um com o outro. H\u00e1 coisas que os profissionais est\u00e3o fazendo e que os pesquisadores est\u00e3o tentando acompanhar, entender por que isso funciona assim ou como isso deveria funcionar. E ent\u00e3o estamos tentando tornar nossa pesquisa acess\u00edvel para quem atua na pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong><strong>Bob Rossman:<\/strong><\/strong> Bom, eu entendo o gap sobre o qual o Leandro est\u00e1 falando. Note que n\u00e3o usamos \u201cPhD\u201d depois dos nossos nomes no livro porque h\u00e1 essa vis\u00e3o de \u201cah, esses caras s\u00e3o acad\u00eamicos\u201d. E, de fato, um dos revisores do livro meio que disse \u201colha, at\u00e9 que para dois acad\u00eamicos esses caras fizeram um bom trabalho\u201d. (risos)<\/p>\n<p>Eu acho que o importante de se perceber \u00e9 que o design de experi\u00eancias \u00e9 o que eu chamo de pr\u00e1tica baseada em conhecimento. Ent\u00e3o, quanto mais conhecimento voc\u00ea tem sobre as teorias e a ci\u00eancia social por tr\u00e1s disso, melhor ser\u00e1 o seu trabalho. Muito frequentemente nos vemos pegando esse background acad\u00eamico e fazendo-o ganhar vida na pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Algumas pessoas pensam que estamos numa torre de marfim, mas eu comecei como recreador, e eu sempre tive que administrar as coisas, gerenciar eventos sempre foi um dos meus trabalhos principais na vida. Mas quando eu estava na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, eu me deparei com a teoria do interacionismo simb\u00f3lico, que olha para a intera\u00e7\u00e3o de pessoas em pequenos grupos, e pensei: \u201cvoil\u00e0, aqui \u00e9 onde tudo acontece\u201d. Ent\u00e3o, o que eu quero dizer \u00e9 que quanto mais pudermos conhecer sobre as teorias, melhor ser\u00e1 o trabalho que entregamos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O livro \u201cDesigning Experiences\u201d, de J. Robert Rossman e Mathew D. 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