{"id":301141,"date":"2026-03-12T00:24:07","date_gmt":"2026-03-12T00:24:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/301141\/"},"modified":"2026-03-12T00:24:07","modified_gmt":"2026-03-12T00:24:07","slug":"mota-engil-quer-ter-mais-tres-incineradoras-ate-2030-e-comercializar-gas-construcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/301141\/","title":{"rendered":"Mota-Engil quer ter mais tr\u00eas incineradoras at\u00e9 2030 e comercializar g\u00e1s &#8211; Constru\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Portugal tem de fazer um investimento de 1,9 mil milh\u00f5es de euros na gest\u00e3o de res\u00edduos, simplesmente porque &#8220;<b>a deposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos em aterros vai deixar de acontecer<\/b>&#8220;, acredita o CEO da Mota-Engil, Carlos Mota dos Santos. Por isso, a subsidi\u00e1ria da construtora, a SUMA, pretende ter <b>tr\u00eas novas incineradoras at\u00e9 2030 em Portugal<\/b>.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Na apresenta\u00e7\u00e3o do plano estrat\u00e9gico da Mota-Engil 2026-2030, o CEO revelou que pretende ver os projetos conclu\u00eddos nos pr\u00f3ximos anos. &#8220;Uma no <b>Algarve, outra perto da Figueira da Foz e a outra no norte do Pa\u00eds<\/b>&#8220;, revelou. O investimento da Mota ser\u00e1 sempre em parceria com outras empresas. Assim, acredita o respons\u00e1vel, a empresa pode &#8220;<b>proteger a flexibilidade do balan\u00e7o at\u00e9 2030<\/b>&#8220;.\u00a0&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        &#8220;Para sermos sustent\u00e1veis neste setor temos de <b>executar este investimento massivo no tratamento de res\u00edduos<\/b>. Precisamos de posicionar a SUMA para poder ter um crescimento incremental da atividade, mas tamb\u00e9m introduzir sinergias atrav\u00e9s de parcerias estrat\u00e9gicas&#8221;, explicou\u00a0Carlos Mota dos Santos. &#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        \u00c9 aqui que a entra a capacidade geradora de energia, para que a Mota possa tornar-se tamb\u00e9m uma comercializadora. &#8220;\u00c9 crucial para cumprirmos o plano termos <b>maior capacidade de incinera\u00e7\u00e3o com capacidade de gerar energia<\/b> e conseguirmos que essa eletricidade seja <b>vendida ou que haja um &#8216;match&#8217; com outros projetos<\/b>, nomeadamente centros de dados e projetos de dessaniliza\u00e7\u00e3o&#8221;, explicou. Ali\u00e1s, o respons\u00e1vel acredita que a construtora, atrav\u00e9s da sua subsidi\u00e1ria, j\u00e1 \u00e9 &#8220;um &#8216;player&#8217; de energia: estamos a produzir, a distribuir e somos comercializadores&#8221;, mas pretende &#8220;<b>alavancar a atividade nos tr\u00eas continentes e construir uma plataforma de energia mais resiliente<\/b>&#8220;.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        &#8220;Ainda n\u00e3o estamos a produzir, mas somos o maior potencial produtor [de energia]. O nosso objetivo n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ter biog\u00e1s que sai do tratamento de res\u00edduos org\u00e2nicos, vamos injetar esse biog\u00e1s nas nossas f\u00e1bricas para podermos converter para <b>biometano<\/b>&#8220;, antecipou.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        No novo plano estrat\u00e9gico em que a Mota-Engil se compromete a investir de forma &#8220;<b>mais seletiva, com maior suporte contratual e menos capital intensivo<\/b>&#8220;, como explicou o CFO, Jos\u00e9 Carlos Nogueira, a <b>atualiza\u00e7\u00e3o da infraestrutura de gest\u00e3o de res\u00edduos<\/b> \u00e9 uma das cinco ar\u00e9as elencados para investimento, que se fixa nos 500 milh\u00f5es de euros, l\u00edquido de impostos.&#13;\n    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; Portugal tem de fazer um investimento de 1,9 mil milh\u00f5es de euros na gest\u00e3o de res\u00edduos, simplesmente&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":301142,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[2569,88,47865,89,90,11535,16648,7268,32,33,6267],"class_list":{"0":"post-301141","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-algarve","9":"tag-business","10":"tag-carlos-mota","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-figueira-da-foz","14":"tag-milhoes","15":"tag-mota-engil","16":"tag-portugal","17":"tag-pt","18":"tag-residuos"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116213361041160555","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=301141"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301141\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/301142"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=301141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=301141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=301141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}