{"id":3057,"date":"2025-07-26T21:51:28","date_gmt":"2025-07-26T21:51:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3057\/"},"modified":"2025-07-26T21:51:28","modified_gmt":"2025-07-26T21:51:28","slug":"estes-dois-meteoritos-encontrados-no-sara-podem-ter-vindo-do-planeta-menos-estudado-do-sistema-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3057\/","title":{"rendered":"Estes dois meteoritos encontrados no Sara podem ter vindo do planeta menos estudado do sistema solar"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin-bottom:11px\">Os investigadores acreditam que dois meteoritos encontrados no deserto do Sara em 2023 podem ter vindo originalmente de Merc\u00fario, o que faria deles os primeiros fragmentos identificados do planeta mais interior do sistema solar.<\/p>\n<p>O menos estudado e mais misterioso dos planetas rochosos do sistema solar, Merc\u00fario est\u00e1 t\u00e3o pr\u00f3ximo do Sol que a sua explora\u00e7\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil at\u00e9 para as sondas. At\u00e9 \u00e0 data, apenas duas naves espaciais sem tripula\u00e7\u00e3o o visitaram &#8211; a <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/mariner-10\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Mariner 10<\/a>, lan\u00e7ada em 1973, e a <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/messenger\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">MESSENGER<\/a>, lan\u00e7ada em 2004. Uma terceira, a <a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/BepiColombo\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">BepiColombo<\/a>, est\u00e1 a caminho e dever\u00e1 entrar em \u00f3rbita \u00e0 volta do planeta no <a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/BepiColombo\/BepiColombo_to_swing_by_Mercury_for_the_sixth_time\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">final de 2026<\/a>.<\/p>\n<p>Os cientistas sabem pouco sobre a geologia e a composi\u00e7\u00e3o de Merc\u00fario, e nunca conseguiram estudar um fragmento do planeta que tenha aterrado na Terra como meteorito. Em contraste, h\u00e1 mais de 1.100 amostras conhecidas da Lua e de Marte na base de <a href=\"https:\/\/www.lpi.usra.edu\/meteor\/metbull.php\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">dados<\/a> da Meteoritical Society, uma organiza\u00e7\u00e3o que cataloga todos os meteoritos conhecidos.<\/p>\n<p>Estes 1.100 meteoritos tiveram origem em fragmentos lan\u00e7ados das superf\u00edcies da Lua e de Marte durante impactos de aster\u00f3ides, antes de chegarem \u00e0 Terra ap\u00f3s uma viagem pelo espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Nem todos os planetas s\u00e3o suscet\u00edveis de ejetar fragmentos de si pr\u00f3prios na dire\u00e7\u00e3o da Terra durante as colis\u00f5es. Embora V\u00e9nus esteja mais pr\u00f3ximo de n\u00f3s do que Marte, a sua maior for\u00e7a gravitacional e a sua espessa atmosfera podem <a href=\"https:\/\/www.lpi.usra.edu\/meteor\/metbull.php\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">impedir<\/a> o lan\u00e7amento de fragmentos de impacto. Mas,\u00a0<a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/j.1945-5100.2009.tb00734.x\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">alguns astr\u00f3nomos<\/a> acreditam que Merc\u00fario deve ser capaz de gerar meteoros.<\/p>\n<p>\u201cCom base na quantidade de meteoritos lunares e marcianos, dever\u00edamos ter cerca de 10 meteoritos de Merc\u00fario, de acordo com a modela\u00e7\u00e3o din\u00e2mica\u201d, come\u00e7a por explicar Ben Rider-Stokes, investigador de <a href=\"https:\/\/www.ebsco.com\/research-starters\/geology\/achondrites\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">p\u00f3s-doutoramento em meteoritos<\/a> acondritos na Open University do Reino Unido e autor principal de um estudo sobre os meteoritos do Sara, <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0019103525002611?via=ihub\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">publicado<\/a> em junho na revista Icarus.<\/p>\n<p>&#8220;No entanto, Merc\u00fario est\u00e1 muito mais pr\u00f3ximo do Sol, pelo que tudo o que \u00e9 ejetado de Merc\u00fario tamb\u00e9m tem de escapar \u00e0 gravidade do Sol para chegar at\u00e9 n\u00f3s. \u00c9 dinamicamente poss\u00edvel, mas muito mais dif\u00edcil. Ainda ningu\u00e9m identificou com seguran\u00e7a um meteorito de Merc\u00fario&#8221;, diz, acrescentando que nenhuma miss\u00e3o at\u00e9 agora foi capaz de trazer amostras f\u00edsicas do planeta.<\/p>\n<p>Se os dois meteoritos encontrados em 2023 &#8211; designados por Northwest Africa 15915 (NWA 15915) e Ksar Ghilane 022 (KG 022) &#8211; forem confirmados como sendo de Merc\u00fario, far\u00e3o avan\u00e7ar muito a compreens\u00e3o dos cientistas sobre o planeta, segundo Rider-Stokes. Mas o especialista e os seus coautores s\u00e3o os primeiros a alertar para algumas inconsist\u00eancias na correspond\u00eancia entre essas rochas espaciais e o que os cientistas sabem sobre Merc\u00fario.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"338\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/68821defd34e3f0baea0df83.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Um fragmento do Northwest Africa 15915, um meteorito encontrado em 2023 que os autores do estudo tamb\u00e9m acreditam poder ter tido origem em Merc\u00fario. Jared Collins <\/p>\n<p>A maior das inconsist\u00eancias \u00e9 que os fragmentos parecem ter-se formado cerca de 500 milh\u00f5es de anos antes da superf\u00edcie do pr\u00f3prio Merc\u00fario. No entanto, de acordo com Rider-Stokes, esta conclus\u00e3o pode ser baseada em estimativas incorretas, tornando improv\u00e1vel uma avalia\u00e7\u00e3o conclusiva. \u201cAt\u00e9 devolvermos material de Merc\u00fario ou visitarmos a superf\u00edcie\u201d, afirma, \u201cser\u00e1 muito dif\u00edcil provar ou refutar com confian\u00e7a uma origem mercuriana para estas amostras\u201d.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 algumas pistas de composi\u00e7\u00e3o que sugerem que os meteoritos podem ter uma liga\u00e7\u00e3o com o planeta mais pr\u00f3ximo do Sol.<\/p>\n<p>Ind\u00edcios de origens mercurianas <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 a primeira vez que meteoritos conhecidos s\u00e3o associados a Merc\u00fario. O anterior melhor candidato, com base no n\u00edvel de interesse que despertou nos astr\u00f3nomos, foi um fragmento chamado Northwest Africa (NWA) 7325, que ter\u00e1 sido encontrado no sul de Marrocos no in\u00edcio de 2012.<\/p>\n<p>Rider-Stokes disse que esse foi o primeiro meteorito a ser potencialmente associado a Merc\u00fario: &#8220;Chamou muita aten\u00e7\u00e3o. Muitas pessoas ficaram muito entusiasmadas com ele&#8221;. No entanto, an\u00e1lises posteriores mostraram uma riqueza em cr\u00f3mio que n\u00e3o corresponde \u00e0 composi\u00e7\u00e3o prevista para a superf\u00edcie de Merc\u00fario.<\/p>\n<p>Mais recentemente, os astr\u00f3nomos sugeriram que uma classe de meteoritos chamada aubrites &#8211; de um pequeno meteorito que aterrou em 1836 em Aubres, Fran\u00e7a &#8211; poderia vir do manto de Merc\u00fario, a camada abaixo da superf\u00edcie. No entanto, estes meteoritos n\u00e3o t\u00eam compatibilidade qu\u00edmica com o que os astr\u00f3nomos sabem sobre a superf\u00edcie do planeta, disse Rider-Stokes. \u201c\u00c9 isso que \u00e9 t\u00e3o excitante nas amostras que estud\u00e1mos &#8211; elas t\u00eam a qu\u00edmica perfeita para serem representativas de Merc\u00fario\u201d, considera.<\/p>\n<p>A maior parte do que se sabe sobre a superf\u00edcie e composi\u00e7\u00e3o de Merc\u00fario vem da sonda MESSENGER da NASA, que avaliou a composi\u00e7\u00e3o da crosta do planeta a partir da \u00f3rbita. Ambos os meteoritos do estudo, que Rider-Stokes analisou com v\u00e1rios instrumentos, incluindo um microsc\u00f3pio eletr\u00f3nico, cont\u00eam olivina e pirox\u00e9nio, dois minerais pobres em ferro confirmados pela MESSENGER como estando presentes em Merc\u00fario.<\/p>\n<p>A nova an\u00e1lise tamb\u00e9m revelou uma completa aus\u00eancia de ferro nas amostras de rocha espacial, o que \u00e9 consistente com as suposi\u00e7\u00f5es dos cientistas sobre a superf\u00edcie do planeta. No entanto, os meteoritos continham apenas vest\u00edgios de plagioclase, um mineral que se pensa dominar a superf\u00edcie de Merc\u00fario.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"338\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/68821e11d34ef72ee448aed7.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Uma vista de Merc\u00fario produzida com imagens da miss\u00e3o principal da MESSENGER. NASA\/Laborat\u00f3rio de F\u00edsica Aplicada da Universidade Johns Hopkins\/Instituto Carnegie de Washington <\/p>\n<p>O maior ponto de incerteza, no entanto, continua a ser a idade dos meteoritos. \u201cT\u00eam cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos\u201d, refere Rider-Stokes, \u201ce a maior parte da superf\u00edcie de Merc\u00fario tem apenas cerca de 4 mil milh\u00f5es de anos, por isso h\u00e1 uma diferen\u00e7a de 500 milh\u00f5es de anos\u201d.<\/p>\n<p>No entanto, disse pensar que esta discrep\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 suficiente para excluir uma origem mercuriana, devido \u00e0 fiabilidade limitada dos dados da MESSENGER, que tamb\u00e9m foram usados para estimar a idade da camada superficial de Merc\u00fario.<\/p>\n<p>\u201cEstas estimativas baseiam-se em modelos de crateras de impacto e n\u00e3o na data\u00e7\u00e3o absoluta da idade, pelo que podem n\u00e3o ser totalmente exactas\u201d, aponta Rider-Stokes. \u201cIsso n\u00e3o significa que estas amostras n\u00e3o sejam bons an\u00e1logos para \u00e1reas regionais na superf\u00edcie de Merc\u00fario, ou para a crosta mercuriana primitiva que n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel na superf\u00edcie moderna de Merc\u00fario\u201d.<\/p>\n<p>Com instrumentos mais modernos agora dispon\u00edveis, a BepiColombo, a sonda da Ag\u00eancia Espacial Europeia que come\u00e7ar\u00e1 a estudar Merc\u00fario no in\u00edcio de 2027, poder\u00e1 ser capaz de responder a quest\u00f5es de longa data sobre o planeta, tais como onde se formou e se tem \u00e1gua.<\/p>\n<p>A confirma\u00e7\u00e3o de que o material prov\u00e9m de outros corpos planet\u00e1rios ajuda os astr\u00f3nomos a compreender a natureza dos blocos de constru\u00e7\u00e3o do sistema solar primitivo, disse Rider-Stokes, e a identifica\u00e7\u00e3o de fragmentos de Merc\u00fario seria especialmente crucial, uma vez que uma miss\u00e3o para recolher amostras do planeta mais pr\u00f3ximo do Sol e traz\u00ea-las de volta seria extremamente dif\u00edcil e dispendiosa.<\/p>\n<p>Pistas para a forma\u00e7\u00e3o de planetas <\/p>\n<p>Sean Solomon, investigador principal da miss\u00e3o MESSENGER da NASA a Merc\u00fario, explica num e-mail que acredita que os dois meteoritos descritos no recente artigo provavelmente n\u00e3o s\u00e3o origin\u00e1rios de Merc\u00fario. Solomon, um investigador s\u00e9nior adjunto da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, n\u00e3o esteve envolvido no estudo.<\/p>\n<p>A principal raz\u00e3o citada por Solomon para as suas d\u00favidas \u00e9 o facto de os meteoritos se terem formado muito antes das melhores estimativas para as idades das rochas atualmente existentes na superf\u00edcie de Merc\u00fario. Mas ele disse que acha que as amostras ainda t\u00eam valor para a investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cNo entanto, os dois meteoritos partilham muitas carater\u00edsticas geoqu\u00edmicas com os materiais da superf\u00edcie de Merc\u00fario, incluindo pouco ou nenhum ferro &#8230; e a presen\u00e7a de minerais ricos em enxofre\u201d, acrescenta. &#8220;Estas carater\u00edsticas qu\u00edmicas t\u00eam sido interpretadas como indicando que Merc\u00fario se formou a partir de materiais precursores muito mais reduzidos quimicamente do que aqueles que formaram a Terra e os outros planetas interiores. Pode ser que restos de materiais precursores de Merc\u00fario ainda permane\u00e7am entre os corpos progenitores de meteoritos algures no sistema solar interior, pelo que a possibilidade de estes dois meteoritos terem amostras desses materiais justifica um estudo adicional&#8221;.<\/p>\n<p>Solomon tamb\u00e9m referiu que foi dif\u00edcil persuadir a comunidade cient\u00edfica planet\u00e1ria de que existiam amostras de Marte em cole\u00e7\u00f5es de meteoritos, e que foi necess\u00e1ria uma correspond\u00eancia precisa da sua qu\u00edmica com dados sobre a superf\u00edcie de Marte obtidos pelas sondas Viking para convencer os investigadores a olharem mais de perto. Os meteoritos lunares tamb\u00e9m s\u00f3 foram amplamente reconhecidos como estando em cole\u00e7\u00f5es de meteoritos depois de a exist\u00eancia de meteoritos marcianos ter sido demonstrada nos anos 80, acrescentou, apesar de as miss\u00f5es Apollo e Luna terem devolvido abundantes amostras de materiais lunares mais de uma d\u00e9cada antes.<\/p>\n<p>Uma vez confirmada a proveni\u00eancia de amostras de um corpo planet\u00e1rio, disse Solomon, estas podem fornecer informa\u00e7\u00f5es cruciais, n\u00e3o dispon\u00edveis atrav\u00e9s de dete\u00e7\u00e3o remota por uma nave espacial em \u00f3rbita, sobre o tempo de processos geol\u00f3gicos fundamentais, a hist\u00f3ria da fus\u00e3o interna do corpo e pistas sobre a forma\u00e7\u00e3o do planeta e os primeiros processos do sistema solar.<\/p>\n<p>Rider-Stokes planeia continuar a discuss\u00e3o em torno destes meteoritos na reuni\u00e3o anual da Meteoritical Society, que se realiza em Perth esta semana. \u201cVou discutir as minhas descobertas com outros acad\u00e9micos de todo o mundo\u201d, disse. \u201cDe momento, n\u00e3o podemos provar definitivamente que estes meteoritos n\u00e3o s\u00e3o de Merc\u00fario, por isso, at\u00e9 que isso seja poss\u00edvel, penso que estas amostras continuar\u00e3o a ser um t\u00f3pico importante de debate na comunidade cient\u00edfica planet\u00e1ria\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os investigadores acreditam que dois meteoritos encontrados no deserto do Sara em 2023 podem ter vindo originalmente de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3058,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[609,836,611,27,109,107,108,607,608,333,832,604,135,610,476,1008,301,830,603,570,831,833,1990,1989,62,1149,834,13,835,602,52,32,33,105,103,104,106,110,29],"class_list":{"0":"post-3057","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-ciencia","13":"tag-ciencia-e-tecnologia","14":"tag-cienciaetecnologia","15":"tag-cnn","16":"tag-cnn-portugal","17":"tag-comentadores","18":"tag-costa","19":"tag-crime","20":"tag-desporto","21":"tag-direto","22":"tag-economia","23":"tag-espaco","24":"tag-governo","25":"tag-guerra","26":"tag-justica","27":"tag-live","28":"tag-mais-vistas","29":"tag-marcelo","30":"tag-mercurio","31":"tag-meteoritos","32":"tag-mundo","33":"tag-nasa","34":"tag-negocios","35":"tag-noticias","36":"tag-opiniao","37":"tag-pais","38":"tag-politica","39":"tag-portugal","40":"tag-pt","41":"tag-science","42":"tag-science-and-technology","43":"tag-scienceandtechnology","44":"tag-technology","45":"tag-tecnologia","46":"tag-ultimas"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3057","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3057"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3057\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3058"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3057"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3057"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3057"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}