{"id":306741,"date":"2026-03-16T11:34:14","date_gmt":"2026-03-16T11:34:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/306741\/"},"modified":"2026-03-16T11:34:14","modified_gmt":"2026-03-16T11:34:14","slug":"este-casal-tentou-comprar-um-iate-de-luxo-e-acabaram-com-um-barco-cheio-de-mofo-agora-e-a-sua-casa-flutuante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/306741\/","title":{"rendered":"Este casal tentou comprar um iate de luxo e acabaram com um barco cheio de mofo. Agora, \u00e9 a sua casa flutuante"},"content":{"rendered":"<p>\t                Apesar da apar\u00eancia da embarca\u00e7\u00e3o, o casal sentiu uma atra\u00e7\u00e3o imediata &#8211; sabiam que eram \u201cas pessoas certas\u201d para assumi-la<\/p>\n<p>Janis e Blaine Carmena n\u00e3o pretendiam voltar \u00e0 vida no mar quando encontraram um iate de 23 metros a motor abandonado, que se tornaria a sua nova casa enquanto navegavam por an\u00fancios classificados.<\/p>\n<p>O casal canadiano &#8211; que se conheceu enquanto trabalhava num iate de luxo h\u00e1 cerca de duas d\u00e9cadas &#8211; h\u00e1 muito que tinha trocado as travessias oce\u00e2nicas pela vida em terra.<\/p>\n<p>Casaram-se em 2002, criaram dois filhos e constru\u00edram novas carreiras, com Janis a trabalhar como agente da pol\u00edcia e Blaine a gerir uma empresa de constru\u00e7\u00e3o e personaliza\u00e7\u00e3o de carros de alta performance.<\/p>\n<p>\u201cFoi uma mudan\u00e7a bastante extrema para n\u00f3s\u201d, admite Blaine.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7a extrema <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1773660853_522_f_webp.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Janis e Blaine, que anteriormente trabalhava como engenheiro, realizaram grande parte do trabalho de renova\u00e7\u00e3o por conta pr\u00f3pria. A bordo do Tangaroa <\/p>\n<p>Tudo mudou em 2019, quando Blaine encontrou a embarca\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o chamada Wind Barker &#8211; um iate de alum\u00ednio de 1969 constru\u00eddo pelo estaleiro Stephens Bros. em Stockton, Calif\u00f3rnia &#8211; enquanto procurava no YachtWorld, um mercado mar\u00edtimo para compra e venda de barcos e iates.<\/p>\n<p>Intrigados com o que descrevem como um \u201cbarco bonito\u201d com \u201clinhas cl\u00e1ssicas\u201d, os dois voaram de desde casa em Victoria, na Col\u00fambia Brit\u00e2nica, para Wragnell, no Alasca, para v\u00ea-lo pessoalmente.<\/p>\n<p>O que encontraram estava longe da descri\u00e7\u00e3o impec\u00e1vel do an\u00fancio online.<\/p>\n<p>\u201cEu pensei: \u201cEste n\u00e3o \u00e9 o mesmo barco que aparece nas fotos. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel\u201d, lembra Janis. A embarca\u00e7\u00e3o estava \u201ccoberta por uma lona\u201d e estava \u201cdestru\u00edda\u201d, diz &#8211; \u201ccoberta de mofo preto\u201d, sem \u201cluzes funcionando\u201d nem aquecedores.<\/p>\n<p>\u201cEstava literalmente presa ao fundo do mar com algas e mexilh\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Apesar da apar\u00eancia da embarca\u00e7\u00e3o, o casal sentiu uma atra\u00e7\u00e3o imediata &#8211; sabiam que eram \u201cas pessoas certas\u201d para assumi-la.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o tivessem inten\u00e7\u00e3o de voltar a \u201cviver na \u00e1gua\u201d, Janis, que foi diagnosticada com TEPT (Transtorno de stress p\u00f3s-traum\u00e1tico) h\u00e1 alguns anos, explica que sentiu que voltar a morar num barco seria melhor para o seu bem-estar.<\/p>\n<p>\u201cDepois de 20 anos em terra firme e com carreiras, era como se &#8216;isso j\u00e1 n\u00e3o fosse mais divertido&#8217;\u201d, acrescenta, admitindo que a vida tinha sido \u201csolit\u00e1ria\u201d e que sentia falta da \u201csensa\u00e7\u00e3o de paz\u201d que vinha de estar no oceano.<\/p>\n<p>\u201cAcho que foi uma esp\u00e9cie de destino\u201d, acrescenta. \u201cAcho que \u00e9ramos loucos, mas a embarca\u00e7\u00e3o precisava de pessoas como n\u00f3s, que sabiam o que fazer com ela e podiam consert\u00e1-la.\u201d<\/p>\n<p>Um projeto enorme <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1773660854_176_f_webp.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   A embarca\u00e7\u00e3o estava \u201ccoberta por uma lona\u201d e estava \u201cdestru\u00edda\u201d quando a recolheram no Alasca em 2019, diz Janis. A bordo do Tangaroa <\/p>\n<p>Ofereceram 200 mil d\u00f3lares canadianos, cerca de 127 mil euros na \u00e9poca &#8211; significativamente abaixo do pre\u00e7o pedido. A oferta foi inicialmente rejeitada, mas o vendedor acabou por aceitar.<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o pens\u00e1mos: \u201cMeu Deus, em que \u00e9 que nos metemos?&#8230;\u201d\u201c, diz Janis. \u201cEste barco \u00e9 enorme e n\u00f3s n\u00e3o somos milion\u00e1rios. Mas sab\u00edamos que poder\u00edamos consert\u00e1-lo e que poder\u00edamos fazer tudo sozinhos.\u201d<\/p>\n<p>Assim que a venda foi finalizada, Blaine voltou ao Alasca para preparar a embarca\u00e7\u00e3o para um teste no mar. Em dezembro de 2019, o casal voltou para buscar o seu novo barco, agora rebatizado de Tangaroa, em homenagem ao deus maori do mar.<\/p>\n<p>\u201cDepois de tr\u00eas dias a bordo, sem saber muito sobre o barco, trouxemo-lo de volta\u201d, explica Janis, observando que algumas pessoas acharam que eles \u201cforam um pouco tolos\u201d ao tentar a viagem, dado que \u201cos motores n\u00e3o funcionavam h\u00e1 muito tempo\u201d.<\/p>\n<p>A confiar nas suas experi\u00eancias &#8211; Blaine como engenheiro e Janis como imediata (fun\u00e7\u00e3o abaixo do comandante) -, completaram a viagem at\u00e9 ao Canad\u00e1 em dez dias e come\u00e7aram a transformar o iate numa casa para eles e os filhos, Josh e Izzie.<\/p>\n<p>A sua primeira prioridade era tornar o barco habit\u00e1vel. Enquanto instalavam aquecedores, continuavam a viver em casa, em Victoria, durante a semana, e dormiam num colch\u00e3o no sal\u00e3o principal do iate aos fins de semana, \u201cporque era o \u00fanico lugar que tinha aquecimento\u201d.<\/p>\n<p>Quando as condi\u00e7\u00f5es melhoraram e os filhos terminaram o ano letivo, a fam\u00edlia mudou-se definitivamente para o barco.<\/p>\n<p>Nos anos seguintes, Janis e Blaine enfrentaram uma longa lista de projetos &#8211; instalar sistemas solares e de baterias, reparar o casco, reformar o interior e lidar com a corros\u00e3o inesperada na \u00e1rea superior do conv\u00e9s traseiro.<\/p>\n<p>\u201cViver na \u00e1gua\u201d <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1773660854_767_f_webp.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   O filho do casal, Josh, \u00e9 visto a ajudar a desmontar a cozinha. A bordo do Tangaroa <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m removeram a tinta do casco, um trabalho t\u00e3o grande que acabaram por contratar ajuda externa.<\/p>\n<p>Entretanto, lan\u00e7aram um canal no YouTube, The Never-Ending Sea Trial, sobre o seu projeto. Publicaram o primeiro v\u00eddeo em outubro de 2020 e rapidamente conquistaram seguidores dedicados.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s apenas fazemos o que fazemos normalmente, mas colocamos no YouTube e transformamos numa hist\u00f3ria\u201d, conta Blaine. \u201cE muitas pessoas dizem que gostam disso, porque somos genu\u00ednos.\u201d<\/p>\n<p>Quando as primeiras viagens revelaram que os motores a diesel consumiam cerca de 10 gal\u00f5es de combust\u00edvel por hora (cerca de 38 litros), realizaram uma grande revis\u00e3o do sistema de energia, reduzindo o consumo para 4,5 gal\u00f5es por hora (cerca de 17 litros) com a instala\u00e7\u00e3o de novos motores.<\/p>\n<p>\u201cQuando fizemos a repotencia\u00e7\u00e3o, foi um grande impulso para o canal\u201d, explica Blaine. \u201cIsso proporcionou um enorme aumento na audi\u00eancia.<\/p>\n<p>As pessoas realmente gostam de coisas relacionadas com remodela\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, fic\u00e1mos no estaleiro por quatro, cinco meses a trabalhar nos motores e ganh\u00e1mos muitos assinantes.\u201d<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1773660854_587_f_webp.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   O casal afirma que est\u00e1 muito mais feliz \u201cvivendo na \u00e1gua\u201d e sente-se em paz. A bordo do Tangaroa <\/p>\n<p>O sucesso online proporcionou rendimentos suficientes para Blaine deixar os empregos em julho. Embora tenham garantido patroc\u00ednios, dizem que s\u00e3o cautelosos quanto \u00e0s parcerias que fazem, porque \u201c\u00e9 muito dif\u00edcil n\u00e3o parecer que estamos a vender-nos\u201d.<\/p>\n<p>Hoje, o Tangaroa continua visivelmente desgastado &#8211; algo que o casal aceita. Apesar de terem gasto cerca de 200 mil d\u00f3lares canadianos em renova\u00e7\u00f5es, Blaine diz que o barco ainda se destaca dos iates reluzentes em que trabalhavam antes.<\/p>\n<p>\u201cSe atrac\u00e1ssemos numa marina em Fort Lauderdale, na Fl\u00f3rida, ser\u00edamos os estranhos no ninho\u201d, afirma Blaine, especulando sobre as rea\u00e7\u00f5es do tipo \u201co que est\u00e3o a fazer aqui?\u201d que provavelmente receberiam dos espectadores. \u201cE eu adoro isso.\u201d<\/p>\n<p>Houve algumas melhorias. Depois de fazerem a sua primeira grande viagem para Princess Louisa, um fiorde na Sunshine Coast da Col\u00fambia Brit\u00e2nica, em 2020, e mais tarde navegarem de volta para o Alasca, Janis e Blaine come\u00e7aram a discutir maneiras de tornar a sua embarca\u00e7\u00e3o menos impactante &#8211; reduzindo o ru\u00eddo para causar menos impacto na vida marinha, como as baleias.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, come\u00e7aram o processo de transformar o Tangaroa num barco el\u00e9trico h\u00edbrido &#8211; instalaram um banco de baterias que lhes permitir\u00e1 mudar de diesel para el\u00e9trico e navegar silenciosamente por v\u00e1rias horas seguidas. Tamb\u00e9m est\u00e3o a fazer melhorias cosm\u00e9ticas no interior, com novos trabalhos em madeira. A sala de m\u00e1quinas agora est\u00e1 \u201cimaculada\u201d.<\/p>\n<p>Atualiza\u00e7\u00e3o h\u00edbrida <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1773660854_280_f_webp.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Rebatizaram o navio de Tangaroa, em homenagem ao deus maori do mar. A bordo do Tangaroa <\/p>\n<p>\u201cQuando terminarmos esta repotencia\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 como um iate novinho em folha\u201d, aponta Blaine.<\/p>\n<p>No entanto, o exterior \u201c\u00e1spero\u201d do Tangaroa permanecer\u00e1 como est\u00e1 no futuro pr\u00f3ximo. O casal tem pouco interesse em pintar o exterior, apontando que \u201cmanter a pintura \u00e9 um saco\u201d e que prefere concentrar as suas energias em viagens de explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cTalvez o polamos um pouco mais, mas nunca ser\u00e1 um barco do tipo \u2018vamos ao Miami Boat Show para ver barcos bonitos\u2019\u201d, refere Blaine. &#8220;N\u00e3o ter que se preocupar com tinta arranhada ou qualquer risca d\u00e1-lhes \u201cmuita liberdade\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>O casal diz que muitas vezes \u00e9 reconhecido nos portos por pessoas que acompanham a sua hist\u00f3ria nas redes sociais, com algumas at\u00e9 visitando-os a bordo para tomar uma cerveja.<\/p>\n<p>\u201cOnde quer que viajemos, somos reconhecidos, o que \u00e9 muito estranho, porque somos apenas duas pessoas normais\u201d, recorda Janis.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s v\u00e1rios anos a viver novamente num barco, ambos dizem que est\u00e3o muito mais felizes e n\u00e3o conseguem imaginar voltar \u00e0 \u201cvida normal\u201d.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 algo especial em viver na \u00e1gua\u201d, acrescenta Janis. \u201cOs sons e a vida selvagem ao redor do mar&#8230;<\/p>\n<p>\u201cAtracar nos portos e ir a uma praia onde as pessoas caminham h\u00e1 s\u00e9culos, e ent\u00e3o poder lan\u00e7ar uma vara de pesca ao mar&#8230; \u00c9 uma vida libertadora. \u00c9 uma vida simples.\u201d<\/p>\n<p>A filha ainda mora a bordo com o casal, juntamente com a cadela Maggie, enquanto o filho voltou para a \u201cterra firme\u201d.<\/p>\n<p>Refletindo sobre a decis\u00e3o de comprar o barco h\u00e1 pouco mais de seis anos, o casal diz que n\u00e3o tem absolutamente \u201cnenhum arrependimento\u201d.<\/p>\n<p>\u201cTem sido uma grande curva de aprendizado\u201d, diz Janis. \u201cTem sido divertido.\u201d<\/p>\n<p>Atualmente, est\u00e3o a planear a sua pr\u00f3xima grande viagem e pretendem partir ao p\u00f4r do sol \u201cassim que a embarca\u00e7\u00e3o estiver h\u00edbrida el\u00e9trica\u201d, regressando a Wrangell antes de seguirem para as Ilhas Aleutas, atravessando para o Jap\u00e3o e, mais tarde, rumando \u00e0s Filipinas, Indon\u00e9sia e, depois, Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Janis e Blaine esperam viver cada vez mais aventuras a bordo do Tangaroa no futuro, enfatizando que est\u00e3o determinados a aproveitar o dia em vez de esperar pelo momento perfeito.<\/p>\n<p>\u201cSe esperares at\u00e9 que a tua vida esteja perfeita, ou o teu barco esteja perfeito, nunca sair\u00e1s do cais&#8230;\u201d, aconselha Janis. \u201cOu nunca far\u00e1s o que queres fazer, porque pode n\u00e3o haver um amanh\u00e3&#8230; A vida n\u00e3o \u00e9 garantida.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Apesar da apar\u00eancia da embarca\u00e7\u00e3o, o casal sentiu uma atra\u00e7\u00e3o imediata &#8211; sabiam que eram \u201cas pessoas certas\u201d&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":306742,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[50],"tags":[609,836,611,13407,27,28,2965,2019,607,608,24016,333,832,604,135,610,476,15,16,301,830,14,18145,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,54754,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":["post-306741","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-mundo","tag-alerta","tag-analise","tag-ao-minuto","tag-barco","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-canada","tag-casa","tag-cnn","tag-cnn-portugal","tag-columbia-britanica","tag-comentadores","tag-costa","tag-crime","tag-desporto","tag-direto","tag-economia","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-governo","tag-guerra","tag-headlines","tag-iate","tag-justica","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-live","tag-main-news","tag-mainnews","tag-mais-vistas","tag-marcelo","tag-mundo","tag-negocios","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-opiniao","tag-pais","tag-politica","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-tangaroa","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-world","tag-world-news","tag-worldnews"],"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/306741","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=306741"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/306741\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/306742"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=306741"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=306741"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=306741"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}