{"id":30882,"date":"2025-08-15T18:44:14","date_gmt":"2025-08-15T18:44:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/30882\/"},"modified":"2025-08-15T18:44:14","modified_gmt":"2025-08-15T18:44:14","slug":"primeira-xicara-de-cafe-do-dia-deixa-as-pessoas-mais-felizes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/30882\/","title":{"rendered":"Primeira x\u00edcara de caf\u00e9 do dia deixa as pessoas mais felizes"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Um novo estudo realizado por pesquisadores das universidades de Bielefeld, na Alemanha, e Warwick, no Reino Unido, confirma o que muitos j\u00e1 sentem na pr\u00e1tica: a primeira x\u00edcara de caf\u00e9 do dia tem o poder de transformar o humor. Segundo a pesquisa, publicada na <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-025-14317-0\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">revista Scientific Reports<\/a>, pessoas que consomem cafe\u00edna regularmente relataram estar mais felizes e entusiasmadas logo ap\u00f3s o consumo, especialmente nas primeiras horas da manh\u00e3.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias do dia no seu celular<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Para chegar a essa conclus\u00e3o, os cientistas acompanharam 236 jovens adultos na Alemanha durante um per\u00edodo de at\u00e9 quatro semanas. Sete vezes ao dia, os participantes respondiam a question\u00e1rios pelo celular, informando como se sentiam no momento e se haviam tomado alguma bebida com cafe\u00edna nos \u00faltimos 90 minutos. Ao analisar as respostas, os pesquisadores perceberam que, nas manh\u00e3s com caf\u00e9, o \u00e2nimo era visivelmente melhor do que em dias sem cafe\u00edna no mesmo hor\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"texto\">Embora o aumento das emo\u00e7\u00f5es positivas tenha sido o destaque, o estudo tamb\u00e9m observou um leve efeito na redu\u00e7\u00e3o de sentimentos negativos, como tristeza e aborrecimento, independentemente da hora do dia. No entanto, esse impacto foi bem menos intenso do que a melhora no bom humor.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">O trabalho surpreendeu os cientistas por n\u00e3o encontrar diferen\u00e7as significativas entre pessoas com h\u00e1bitos diferentes de consumo ou com sintomas de ansiedade, depress\u00e3o ou problemas de sono. Uma das explica\u00e7\u00f5es, segundo o pesquisador Justin Hachenberger, \u00e9 que quem sente efeitos ruins da cafe\u00edna provavelmente evita consumi-la, n\u00e3o aparecendo nos dados.<\/p>\n<p class=\"texto\">A professora Anu Realo, coautora do estudo, explica que a cafe\u00edna age bloqueando receptores de adenosina, subst\u00e2ncia que induz o sono, e pode aumentar a atividade da dopamina, ligada \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de prazer e alerta. Isso ajudaria a entender por que a bebida \u00e9 t\u00e3o eficaz para dar aquele &#8220;up&#8221; matinal, embora ainda n\u00e3o esteja claro quanto desse efeito vem de aliviar sintomas de abstin\u00eancia ap\u00f3s uma noite sem cafe\u00edna.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Apesar dos benef\u00edcios do humor, os especialistas refor\u00e7am que o consumo exagerado pode causar depend\u00eancia, prejudicar o sono e trazer outros riscos \u00e0 sa\u00fade. Ainda assim, o estudo refor\u00e7a o papel do caf\u00e9 como aliado na disposi\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, e sugere que, para muitos, o dia s\u00f3 come\u00e7a mesmo depois do primeiro gole.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>                            <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/giovanna-sfalsin\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/img_3136__1_-40115725.jpeg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/giovanna-sfalsin\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/img_3136__1_-40115725.jpeg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Giovanna Sfalsin  <strong class=\"entryStrongAuthor\"\/><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Graduanda de Jornalismo no Centro Universit\u00e1rio IESB, com experi\u00eancia na editoria de Cidades do Correio Braziliense e em assessoria de imprensa. Atualmente, rep\u00f3rter do CB-Online<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um novo estudo realizado por pesquisadores das universidades de Bielefeld, na Alemanha, e Warwick, no Reino Unido, confirma&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30883,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[9092,2373,10158,116,32,33,117,536],"class_list":{"0":"post-30882","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alegria","9":"tag-cafe","10":"tag-disposicao","11":"tag-health","12":"tag-portugal","13":"tag-pt","14":"tag-saude","15":"tag-sono"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30882","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30882"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30882\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30883"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30882"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30882"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30882"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}