{"id":315421,"date":"2026-03-23T09:52:19","date_gmt":"2026-03-23T09:52:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/315421\/"},"modified":"2026-03-23T09:52:19","modified_gmt":"2026-03-23T09:52:19","slug":"china-utiliza-maquinas-inteligentes-para-produzir-90-dos-seus-graos-ate-2032","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/315421\/","title":{"rendered":"China utiliza m\u00e1quinas inteligentes para produzir 90% dos seus gr\u00e3os at\u00e9 2032"},"content":{"rendered":"<p>        A China possui uma explora\u00e7\u00e3o de arroz, que usa m\u00e1quinas inteligentes e n\u00e3o tripuladas, que produz rendimento 50% superior face \u00e0 anterior solu\u00e7\u00e3o, assinala o South China Morning Post.    <\/p>\n<p>A China desenvolveu uma nova t\u00e9cnica rumo ao objetivo de produzir 90% dos seus pr\u00f3prios gr\u00e3os at\u00e9 2032, relata este domingo o <a href=\"https:\/\/www.scmp.com\/news\/china\/science\/article\/3347232\/can-china-massively-reduce-food-imports-super-efficient-unmanned-rice-farms\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">South China Morning Post<\/a>. Trata-se de uma explora\u00e7\u00e3o de arroz automatizada que, atrav\u00e9s de m\u00e1quinas inteligentes e n\u00e3o tripuladas, que produz rendimento 50% superior face \u00e0 anterior solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esta nova t\u00e9cnica (que utiliza novos m\u00e9todos para a planta\u00e7\u00e3o, cultivo e colheita) pertence a uma empresa chinesa de biotecnologia que reuniu cientistas de v\u00e1rios institutos levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da primeira quinta inteligente do mundo para arroz regenerado. A quinta est\u00e1 localizada no distrito do Lago Datong, na prov\u00edncia de Hunan, no centro da China.<\/p>\n<p>Citado pelo South China Morning Post, o fundador da Hunan Hongshuo Biotechnology, Xiong Jiaojun, referiu que as \u201cm\u00e1quinas agr\u00edcolas v\u00e3o para os campos, mas eu n\u00e3o vou\u201d.<\/p>\n<p>A quinta, que foi constru\u00edda em 2023, possui quase 33 hectares de campos experimentais. Este ano, de acordo com a mesma publica\u00e7\u00e3o, a empresa consegui ter 20 conjuntos de m\u00e1quinas n\u00e3o tripuladas, capazes de cobrir 666 hectares de arrozais. Nos \u00faltimos anos a produtividade desta explora\u00e7\u00e3o atingiu mais de 18 toneladas por hectare, um aumento de seis toneladas por hectare face \u00e0 anterior t\u00e9cnica, salienta o South China Morning Post.<\/p>\n<p><strong>Nova t\u00e9cnica permite reutilizar restos da colheita<\/strong><\/p>\n<p>A mesma publica\u00e7\u00e3o refere que o\u00a0cultivo de arroz em duas culturas \u00e9 um sistema que permite produzir duas culturas de arroz no mesmo campo num ano, sendo necess\u00e1ria a replanta\u00e7\u00e3o ap\u00f3s cada colheita. O South China Morning Post adianta que o chamado\u00a0arroz de rebrota \u00e9 uma cultura de segunda vida, que \u00e9 cultivada a partir dos restos da primeira colheita de arroz. Isto permite ter uma colheita sustent\u00e1vel, porque n\u00e3o necessita de uma replanta\u00e7\u00e3o, permitindo tamb\u00e9m uma maior produtividade num \u00fanico ciclo de planta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a publica\u00e7\u00e3o chinesa esta t\u00e9cnica n\u00e3o \u00e9 nova. Contudo acabava por n\u00e3o ser utilizada porque as m\u00e1quinas que eram utilizadas esmagavam os restos de arroz e compactavam o solo durante a primeira colheita. Com a aquisi\u00e7\u00e3o destes equipamentos mais inteligentes e n\u00e3o tripulados a taxa de esmagamento dos restos de arroz foi reduzida para 18% face aos anteriores 45% atingidos pelas m\u00e1quinas mais tradicionais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A China possui uma explora\u00e7\u00e3o de arroz, que usa m\u00e1quinas inteligentes e n\u00e3o tripuladas, que produz rendimento 50%&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":315422,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[562,30514,55828,88,358,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-315421","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-agricultura","9":"tag-arroz","10":"tag-automacao","11":"tag-business","12":"tag-china","13":"tag-economy","14":"tag-empresas","15":"tag-portugal","16":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116277880090992600","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/315421","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=315421"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/315421\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/315422"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=315421"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=315421"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=315421"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}