{"id":31870,"date":"2025-08-16T13:36:12","date_gmt":"2025-08-16T13:36:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/31870\/"},"modified":"2025-08-16T13:36:12","modified_gmt":"2025-08-16T13:36:12","slug":"um-dos-paises-mais-isolados-do-mundo-da-sinais-de-que-esta-pronto-para-receber-mais-turistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/31870\/","title":{"rendered":"Um dos pa\u00edses mais isolados do mundo d\u00e1 sinais de que est\u00e1 pronto para receber mais turistas"},"content":{"rendered":"<p>\t                Um dos pa\u00edses mais fechados do mundo pode estar prestes a abrir a porta ao turismo. O Turquemenist\u00e3o anunciou novas regras de vistos, mas ningu\u00e9m sabe quando (ou se) v\u00e3o entrar em vigor<\/p>\n<p>Quando o governo do Turquemenist\u00e3o anunciou novas regras simplificadas para vistos em abril, as pessoas familiarizadas com viagens a esta na\u00e7\u00e3o da \u00c1sia Central n\u00e3o sabiam bem o que pensar.\u00a0<\/p>\n<p>N\u00e3o que existam muitos desses especialistas \u2014 juntamente com a Coreia do Norte e a Eritreia, o Turquemenist\u00e3o tem sido, h\u00e1 muito, considerado um dos pa\u00edses mais isolados do mundo, um legado que remonta aos anos 90, quando a na\u00e7\u00e3o se separou da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica em desintegra\u00e7\u00e3o e se voltou para dentro, instalando um autoritarismo independente e fechado.\u00a0<\/p>\n<p>Para certos viajantes, no entanto \u2014 especialmente os que s\u00e3o atra\u00eddos por zonas de conflito e curiosidades geopol\u00edticas \u2014 a impenetrabilidade do Turquemenist\u00e3o conferiu-lhe um misticismo sedutor. H\u00e1 apenas um problema: entrar no pa\u00eds.\u00a0<\/p>\n<p>Conseguir um visto tur\u00edstico \u00e9 um processo longo e complicado que exige a obten\u00e7\u00e3o de uma Carta de Inten\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros ap\u00f3s a reserva da viagem com um operador tur\u00edstico aprovado pelo governo. A triagem \u2014 o governo decide se deve permitir a entrada \u2014 pode, por vezes, levar meses.\u00a0<\/p>\n<p>A not\u00edcia de que o regime pretendia tornar as coisas mais amig\u00e1veis para os viajantes foi, por isso, surpreendente, diz \u00e0 CNN internacional Dylan Lupine, cuja ag\u00eancia brit\u00e2nica Lupine Travel oferece visitas ao Turquemenist\u00e3o em pequenos grupos.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cContinuamos \u00e0s escuras quanto a isso, tal como os nossos parceiros locais no Turquemenist\u00e3o, uma vez que n\u00e3o houve quaisquer atualiza\u00e7\u00f5es desde ent\u00e3o\u201d, acrescenta. \u201cAs novas regras de visto ainda n\u00e3o entraram em vigor e n\u00e3o h\u00e1 not\u00edcias sobre quando isso vai acontecer\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Se e quando o novo processo arrancar, os visitantes v\u00e3o poder candidatar-se online, com as autoridades a prometerem que ser\u00e1 muito mais r\u00e1pido e que resultar\u00e1 em menos recusas. A exig\u00eancia da Carta de Inten\u00e7\u00e3o dever\u00e1 desaparecer, mas os visitantes v\u00e3o continuar a necessitar de um \u201cpatrocinador\u201d no Turquemenist\u00e3o, o que, na maioria dos casos, significa inscrever-se numa visita guiada.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQuando for implementado, acredito que vai aumentar fortemente o n\u00famero de visitantes\u201d, diz Dylan Lupine.\u00a0<\/p>\n<p>A CNN internacional contactou o Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros do Turquemenist\u00e3o para obter coment\u00e1rios.\u00a0<\/p>\n<p>Para l\u00e1 das \u2018Portas do Inferno\u2019\u00a0 <\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1755351371_120_f_webp.webp\"\/> <\/p>\n<p>    A Cratera de Darvaza, no Turquemenist\u00e3o, arde h\u00e1 mais de 50 anos. (Imagem: Giles Clarke via Getty) <\/p>\n<p>Durante d\u00e9cadas \u2014 mesmo antes da independ\u00eancia da URSS \u2014 a principal atra\u00e7\u00e3o do Turquemenist\u00e3o tem sido a Cratera de Darvaza, ou &#8216;Porta do Inferno&#8217;. Localizada no deserto de Karakum, a cerca de quatro horas de carro da capital, Ashgabat, esta enorme cratera em chamas \u00e9 um fen\u00f3meno criado pelo homem, originado durante a era sovi\u00e9tica quando uma plataforma de explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural colapsou num al\u00e7ap\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Ap\u00f3s atravessar o deserto em caravanas de ve\u00edculos 4&#215;4, os visitantes instalam-se em acampamentos de yurtes e dirigem-se \u00e0 borda da cratera depois do anoitecer, para sentir o calor e ouvir o crepitar das chamas que sobem do fundo.\u00a0<\/p>\n<p>Contudo, Darvaza est\u00e1, literalmente, a perder g\u00e1s. Nos \u00faltimos anos, as chamas diminu\u00edram visivelmente e h\u00e1 previs\u00f5es de que a cratera possa extinguir-se completamente nos pr\u00f3ximos anos.\u00a0<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o significa que n\u00e3o existam outros motivos para visitar. Cidades antigas da Rota da Seda, com as suas mesquitas e minaretes hist\u00f3ricos, oferecem um contraste dram\u00e1tico com Ashgabat, com a sua arquitetura moderna exagerada e monumentos grandiosos que incluem desde l\u00edderes p\u00f3s-comunistas e poetas medievais a cavalos dourados, o c\u00e3o nacional e um touro gigantesco a equilibrar o mundo na cabe\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p>Dado que recebem muito poucos visitantes estrangeiros, o povo turquemeno \u00e9 caloroso e acolhedor. Se paisagens \u00e1ridas s\u00e3o do seu agrado, cerca de 80% do Turquemenist\u00e3o \u00e9 deserto. E existe o fasc\u00ednio de explorar um local que poucos visitaram nos tempos modernos.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO Turquemenist\u00e3o \u00e9 diferente de qualquer pa\u00eds que j\u00e1 visitei\u201d, diz a escritora e antrop\u00f3loga norueguesa Erika Fatland, autora de \u201cSovietist\u00e3o\u201d e de outros livros sobre a \u00c1sia Central e a ex-Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.\u00a0<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1755351371_328_f_webp.webp\"\/> <\/p>\n<p>    Carros circulam pela capital turquemena, Ashgabat, a 10 de mar\u00e7o de 2025. (Imagem: Stringer\/AFP via Getty) <\/p>\n<p>\u201cA brilhante capital de m\u00e1rmore branco, Ashgabat, com as suas ruas vazias, \u00e9 uma das capitais mais estranhas que j\u00e1 visitei.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Pintada de est\u00e1tuas douradas e m\u00e1rmore branco, Ashgabat \u00e9 simultaneamente uma maravilha arquitet\u00f3nica e um \u00edcone do Instagram. Muitas das estruturas t\u00eam a forma das fun\u00e7\u00f5es governamentais que representam \u2014 como o edif\u00edcio do Minist\u00e9rio do Petr\u00f3leo e G\u00e1s, que se assemelha a um isqueiro gigante. Outras foram criadas para alcan\u00e7ar recordes do Guinness \u2014 incluindo a maior roda-gigante coberta do mundo e uma cabe\u00e7a de cavalo colossal que paira sobre o est\u00e1dio nacional.\u00a0<\/p>\n<p>No Bazar Russo coberto da cidade, os vendedores oferecem amostras de caviar extra\u00eddo da parte do mar C\u00e1spio pertencente ao Turquemenist\u00e3o, como a escritora descobriu numa visita recente. Uma mistura de influ\u00eancias persas e da \u00c1sia Central, a gastronomia surpreende pela qualidade. A vida noturna \u00e9 algo limitada, mas \u00e9 poss\u00edvel beber uma cerveja fresca no Clever\u2019s Irish Pub ou no Florida British Pub.\u00a0<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1755351372_229_f_webp.webp\"\/> <\/p>\n<p>    Kunya-Urgench, classificada pela UNESCO, est\u00e1 localizada no extremo norte do Turquemenist\u00e3o. (Imagem: AlexelA \/ Alamy Stock Photo) <\/p>\n<p>Em tempos situada numa posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica ao longo da Rota da Seda, que ligava a \u00c1sia \u00e0 Europa, o pa\u00eds conta com v\u00e1rios locais classificados como Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO, incluindo as Fortalezas Partas de Nisa, perto de Ashgabat, e as vastas ru\u00ednas de Merv, no leste do Turquemenist\u00e3o. Ainda mais impressionantes s\u00e3o a grandiosa mesquita abundantemente decorada, os t\u00famulos e o minarete imponente de Kunya-Urgench, no extremo norte.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAs experi\u00eancias mais bonitas que tive no Turquemenist\u00e3o foram no interior, no deserto, onde conheci as pessoas mais simp\u00e1ticas e hospitaleiras que alguma vez encontrei\u201d, diz Erika Fatland. \u201cA \u00fanica desvantagem foi o leite fermentado de camelo, chal, a bebida nacional &#8216;de facto&#8217;, que me serviram em generosas quantidades. Digamos apenas que \u00e9 um gosto adquirido.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Porque \u00e9 que esta mudan\u00e7a repentina?\u00a0 <\/p>\n<p>Ironicamente, era mais f\u00e1cil visitar o Turquemenist\u00e3o durante os tempos sovi\u00e9ticos, quando a Intourist facilitava as viagens na URSS. Criada em 1929 pelo l\u00edder autorit\u00e1rio Josef Estaline, a ag\u00eancia estatal de viagens tinha como miss\u00e3o gerar divisas atrav\u00e9s do turismo e garantir que os visitantes (quase todos em visitas guiadas rigidamente supervisionadas) apenas vissem o melhor lado da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.\u00a0<\/p>\n<p>Com escrit\u00f3rios em Londres, Nova Iorque e outras cidades estrangeiras, a Intourist atra\u00eda viajantes com cartazes vistosos e an\u00fancios de jornal. Entre os circuitos que ofereciam nos anos 30 estava uma viagem de 16 dias pelas Cidades Imemoriais do Turquest\u00e3o, que inclu\u00eda uma paragem na \u201cpr\u00f3spera Ashkhabad\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1755351372_812_f_webp.webp\"\/> <\/p>\n<p>    Um cartaz da Intourist criado em 1934 promove uma viagem pela \u00c1sia Central. (Imagem: Fine Art Images\/Heritage Images via Getty) <\/p>\n<p>O turismo cresceu lentamente no in\u00edcio. Mas com o degelo da Guerra Fria nos anos 80, a URSS atra\u00eda cerca de quatro milh\u00f5es de turistas por ano. O colapso da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica ap\u00f3s a queda do Muro de Berlim abriu caminho para um aumento ainda maior de visitantes. Contudo, o Turquemenist\u00e3o n\u00e3o aproveitou essa oportunidade.\u00a0<\/p>\n<p>Quando Moscovo ofereceu independ\u00eancia \u00e0s suas 14 rep\u00fablicas socialistas, em 1991, o l\u00edder turquemeno Saparmurat Niyazov resistiu inicialmente \u00e0 ideia.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTudo se resume a Niyazov\u201d, diz Dylan Lupine. \u201cAntes do colapso da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, as suas a\u00e7\u00f5es demonstravam resist\u00eancia \u00e0 perestroika e \u00e0 glasnost. Ap\u00f3s a independ\u00eancia, adotou os seus pr\u00f3prios m\u00e9todos, mas fortemente influenciados pelo modelo sovi\u00e9tico.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Ou melhor: pelo antigo modelo sovi\u00e9tico, que limitava o n\u00famero total de turistas e os mantinha sob apertado controlo, em visitas guiadas que apenas mostravam os aspetos do Turquemenist\u00e3o que Niyazov queria dar a conhecer ao mundo exterior.\u00a0<\/p>\n<p>Entretanto, as enormes reservas de g\u00e1s do pa\u00eds permitiram ao Turquemenist\u00e3o manter-se autossuficiente e neutro na era p\u00f3s-sovi\u00e9tica, eliminando a necessidade de qualquer influ\u00eancia internacional. Mesmo ap\u00f3s a morte de Niyazov, em 2006, a nova lideran\u00e7a continuou a manter um controlo apertado sobre a entrada de estrangeiros.\u00a0<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 sinais de que a mudan\u00e7a pode estar mesmo ao virar da esquina.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com o mais recente relat\u00f3rio do \u00cdndice de Transforma\u00e7\u00e3o Bertelsmann (BTI) sobre o Turquemenist\u00e3o, o pa\u00eds tem sido assolado por problemas econ\u00f3micos h\u00e1 quase uma d\u00e9cada. Na esperan\u00e7a de atrair mais investimento estrangeiro e aumentar o emprego, o governo tem procurado coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica com outros pa\u00edses, como o recente acordo de partilha de g\u00e1s natural com a Turquia e o Ir\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Alguns observadores acreditam que a iniciativa de simplificar o processo de vistos e aumentar o turismo faz parte dessa estrat\u00e9gia mais ampla \u2014 uma forma de refor\u00e7ar as reservas de divisas. O turismo est\u00e1 a florescer no Uzbequist\u00e3o e no Cazaquist\u00e3o, dois dos seus vizinhos da \u00c1sia Central.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQuando o Uzbequist\u00e3o simplificou os seus procedimentos de vistos ap\u00f3s a morte do presidente Islam Karimov, o turismo aumentou exponencialmente, e talvez estejam a esperar por efeitos semelhantes no Turquemenist\u00e3o\u201d, diz Erika Fatland.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cOs outros \u2018-st\u00f5es\u2019 j\u00e1 abriram as suas fronteiras com entrada sem visto para muitas nacionalidades, por isso talvez os turquemenos tenham sentido necessidade de aliviar um pouco as restri\u00e7\u00f5es.\u201d\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um dos pa\u00edses mais fechados do mundo pode estar prestes a abrir a porta ao turismo. 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