{"id":32161,"date":"2025-08-16T18:22:10","date_gmt":"2025-08-16T18:22:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/32161\/"},"modified":"2025-08-16T18:22:10","modified_gmt":"2025-08-16T18:22:10","slug":"o-melhor-guitarrista-do-ozzy-osbourne-de-todos-os-tempos-segundo-regis-tadeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/32161\/","title":{"rendered":"O melhor guitarrista do Ozzy Osbourne de todos os tempos, segundo Regis Tadeu"},"content":{"rendered":"<p>Por mais que a carreira solo de <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/o\/ozzyosbourne.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Ozzy Osbourne<\/a> tenha sido marcada por altos e baixos, h\u00e1 um ponto que quase nenhum f\u00e3 ousa contestar: o ex-vocalista do <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/b\/blacksabbath.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Black Sabbath<\/a> sempre soube escolher grandes guitarristas para acompanh\u00e1-lo. E essa caracter\u00edstica virou marca registrada desde que ele deu os primeiros passos fora da banda que o consagrou.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/o\/ozzyosbourne.html\" class=\"linkBotao\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Ozzy Osbourne &#8211; Mais Novidades<\/a><br \/><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ozzyosbourne_shot_in_the_dark.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ozzyosbourne_shot_in_the_dark.jpg\" class=\"widthConstrained\" width=\"700\" height=\"413\" alt=\"Foto: Clipe Shot In The Dark\"\/><\/a>Foto: Clipe Shot In The Dark<\/p>\n<p>CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE &#8211; CLI<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" class=\"widthConstrained\" style=\"background-color:#000000;display:block;\" alt=\"Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal\"\/><\/a>&#13;<\/p>\n<p>Quem afirma isso com todas as letras \u00e9 o cr\u00edtico musical Regis Tadeu, em um extenso e apaixonado v\u00eddeo publicado em seu <a href=\"https:\/\/youtu.be\/AS8vqzJaO7I\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">canal no YouTube<\/a>. A publica\u00e7\u00e3o, que analisa todos os guitarristas que passaram pela carreira solo do Madman, serve como uma verdadeira aula de hist\u00f3ria do rock \u2014 e tamb\u00e9m como um tributo ao guitarrista que Regis considera o maior de todos os tempos ao lado de Ozzy: Randy Rhoads.<\/p>\n<p>O melhor guitarrista de Ozzy<\/p>\n<p>Regis n\u00e3o mede palavras ao cravar sua escolha. Para ele, <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/news_721\/340026-randyrhoads.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Randy Rhoads<\/a> foi mais do que um guitarrista t\u00e9cnico \u2014 foi um revolucion\u00e1rio da guitarra no heavy metal. &#8220;Sem sombra de d\u00favida, o Randy Rhoads foi o maior guitarrista que j\u00e1 passou pelas bandas do Ozzy. Ponto final. Se voc\u00ea discorda, provavelmente nunca ouviu nenhum desses discos com a devida aten\u00e7\u00e3o&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE &#8211; GOO<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" alt=\"Anunciar no Whiplash.Net\"\/><\/a>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" class=\"widthConstrained\" style=\"background-color:#000000;display:block;\" alt=\"Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal\"\/><\/a>&#13;<\/p>\n<p>O cr\u00edtico lembra que Rhoads esteve presente nos \u00e1lbuns &#8220;Blizzard of Ozz&#8221; (1980) e &#8220;Diary of a Madman&#8221; (1981), al\u00e9m do p\u00f3stumo &#8220;Tribute&#8221; (1987), gravado ao vivo. Para Regis, esses registros s\u00e3o prova de que o californiano franzino mudou a forma como a <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/temas\/i\/instrumentos.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">guitarra<\/a> passou a ser compreendida no metal.<\/p>\n<p>&#8220;Ele misturava a f\u00faria do hard rock com a eleg\u00e2ncia da m\u00fasica erudita, criando um estilo neocl\u00e1ssico que mudou a concep\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/temas\/i\/instrumentos.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">guitarra<\/a>. T\u00e9cnica impec\u00e1vel, palhetadas precisas, arpejos que pareciam sa\u00eddos de um concerto do Vivaldi, vibratos criativos, harm\u00f4nicos de outra dimens\u00e3o&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da t\u00e9cnica, Regis destaca a composi\u00e7\u00e3o e o senso mel\u00f3dico de Rhoads, que elevavam emocionalmente as m\u00fasicas. Solos como o de &#8220;Mr. Crowley&#8221; e riffs como o de &#8220;Crazy Train&#8221; s\u00e3o citados como exemplos de genialidade.<\/p>\n<p>CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE &#8211; CLI<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" class=\"widthConstrained\" style=\"background-color:#000000;display:block;\" alt=\"Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal\"\/><\/a>&#13;<\/p>\n<p>Brad Gillis: o substituto \u00e0 altura\u2026 temporariamente<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a tr\u00e1gica morte de Rhoads em um acidente a\u00e9reo em 1982, Ozzy chamou Brad Gillis, do Night Ranger, para segurar a turn\u00ea. Regis relembra que o guitarrista teve que aprender o repert\u00f3rio em apenas tr\u00eas dias \u2014 e se saiu muito bem: &#8220;Ele segurou essa bronca com firmeza, com um estilo mais direto, menos neocl\u00e1ssico, enraizado no hard rock americano. N\u00e3o tentou imitar o Rhoads, e isso foi s\u00e1bio.&#8221;<\/p>\n<p>Jake E. Lee: peso, atitude e identidade oitentista<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, Regis destaca o subestimado Jake E. Lee, respons\u00e1vel pelos \u00e1lbuns &#8220;Bark at the Moon&#8221; (1983) e &#8220;The Ultimate Sin&#8221; (1986): &#8220;Contra todas as expectativas, ele conseguiu deixar sua marca. Tinha um estilo mais cru, mais moderno e oitentista. Criava texturas sonoras perfeitas para o som mais acess\u00edvel que o Ozzy buscava.&#8221; Mesmo com cr\u00edticas ao disco &#8220;The Ultimate Sin&#8221;, Regis reconhece que Jake foi essencial para manter Ozzy relevante durante os anos 1980.<\/p>\n<p>CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE &#8211; GOO<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" alt=\"Anunciar no Whiplash.Net\"\/><\/a>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" class=\"widthConstrained\" style=\"background-color:#000000;display:block;\" alt=\"Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal\"\/><\/a>&#13;<\/p>\n<p>Ozzy Osbourne e Zakk Wylde<\/p>\n<p>Com a sa\u00edda de Jake, quem entrou foi <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/z\/zakkwylde.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Zakk Wylde<\/a> \u2014 para Regis, o mais longevo e mais associado ao som de Ozzy, depois de <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/r\/randyrhoads.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Randy Rhoads<\/a>. &#8220;Quer voc\u00ea queira admitir ou n\u00e3o, o Zakk foi um monstro. Ele se tornou quase um sin\u00f4nimo do som do Ozzy.&#8221;<\/p>\n<p>Regis elogia o estilo do guitarrista, que misturava brutalidade com groove e toques de blues. Seus vibratos exagerados, harm\u00f4nicos artificiais e riffs pesados definiram uma nova identidade para Ozzy na virada dos anos 1980 para os 1990. &#8220;Nos palcos, Zakk era uma m\u00e1quina. Solos intermin\u00e1veis, energia explosiva, qu\u00edmica com o Ozzy&#8230; ele tinha a alma perfeita para ser o verdadeiro parceiro do Madman.&#8221;<\/p>\n<p>Joe Holmes, Gus G. e Andrew Watt: as fases mais apagadas<\/p>\n<p>Em seguida, Regis analisa as passagens de Joe Holmes e Gus G., duas fases que, segundo ele, n\u00e3o deixaram grandes marcas. Holmes, apesar de ser ex-aluno de <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/r\/randyrhoads.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Randy Rhoads<\/a>, foi um guitarrista discreto, sem carisma e pouco expressivo ao vivo. Gus, por outro lado, abusava da velocidade e do virtuosismo incompat\u00edvel com o estilo de Ozzy: &#8220;Foi como colocar o <a href=\"https:\/\/whiplash.net\/bandas\/y\/yngwiemalmsteen.html\" class=\"hotwords\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Yngwie Malmsteen<\/a> pra acompanhar o Tony Bennett. Nada a ver.&#8221;<\/p>\n<p>CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE &#8211; CLI<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n<a href=\"https:\/\/whiplash.net\/materias\/whiplash\/027002.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1754704269_488_anunciar_diabo_336x280.gif\" loading=\"lazy\" width=\"336\" height=\"280\" class=\"widthConstrained\" style=\"background-color:#000000;display:block;\" alt=\"Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal\"\/><\/a>&#13;<\/p>\n<p>J\u00e1 sobre Andrew Watt, respons\u00e1vel pelos \u00e1lbuns &#8220;Ordinary Man&#8221; (2020) e &#8220;Patient Number 9&#8221; (2022), Regis \u00e9 direto: &#8220;Estragou a discografia do Ozzy com \u00e1lbuns fraqu\u00edssimos. Tentou misturar classic rock com pop e, pra mim, resultou num desastre total.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por mais que a carreira solo de Ozzy Osbourne tenha sido marcada por altos e baixos, h\u00e1 um&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":32162,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[141],"tags":[114,115,149,150,32,33],"class_list":{"0":"post-32161","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-musica","8":"tag-entertainment","9":"tag-entretenimento","10":"tag-music","11":"tag-musica","12":"tag-portugal","13":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32161"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32161\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32162"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}