{"id":33248,"date":"2025-08-17T15:14:12","date_gmt":"2025-08-17T15:14:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/33248\/"},"modified":"2025-08-17T15:14:12","modified_gmt":"2025-08-17T15:14:12","slug":"ha-quem-pague-para-fazer-batota-nos-jogos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/33248\/","title":{"rendered":"H\u00e1 quem pague para fazer batota nos jogos!"},"content":{"rendered":"<p>Ainda se lembra das revistas em que vinham c\u00f3digos para usar nos mais mundanos jogos como GTA? Pois bem, enganar no jogo pode sair caro, mas h\u00e1 quem <strong>pague<\/strong>.<\/p>\n<p>Um estudo das Universidades de Birmingham e Warwick revelou que existe um verdadeiro mercado negro \u00e0 volta dos <strong>cheats para videojogos online<\/strong>, que gera entre <strong>12 e 73 milh\u00f5es de d\u00f3lares por ano<\/strong>.<\/p>\n<p>Um valor que tem tend\u00eancia para aumentar. At\u00e9 porque\u2026<\/p>\n<p><strong>Cheats ao pre\u00e7o de subscri\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-295091\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"call of duty mw 3\" width=\"2000\" height=\"890\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/cod-3.jpg\"\/><\/p>\n<p>O funcionamento \u00e9 simples: dezenas de sites vendem software que d\u00e1 vantagem injusta em jogos como <strong>Fortnite, Call of Duty, Rainbow Six Siege, Counter-Strike 2, Team Fortress 2 ou Escape From Tarkov<\/strong>.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os variam entre <strong>10 e 240 d\u00f3lares por m\u00eas<\/strong>, e estima-se que entre <strong>30 mil e 174 mil jogadores<\/strong> mantenham estas subscri\u00e7\u00f5es ativas.<\/p>\n<p>&#8211; Advertisement &#8211;<\/p>\n<p>Um dos exemplos mais conhecidos \u00e9 a <strong>Engine Owning<\/strong>, que recebe meio milh\u00e3o de visitas por m\u00eas, muito gra\u00e7as aos pre\u00e7os mais baixos, entre 10 e 20 d\u00f3lares. Curiosamente, o que dita o pre\u00e7o de um cheat n\u00e3o \u00e9 tanto a popularidade do jogo, mas sim a dificuldade em contornar os sistemas anti-cheat.<\/p>\n<p><strong>Anti-cheat cada vez mais agressivo!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 precisamente aqui que entram medidas como o <strong>Windows Secure Boot<\/strong> e o <strong>TPM 2.0<\/strong>, j\u00e1 exigidos por jogos como <strong>Battlefield 6<\/strong> e o futuro <strong>Call of Duty: Black Ops 7<\/strong>. Estas ferramentas atuam ao n\u00edvel do kernel, ou seja, na camada mais profunda do sistema operativo, tornando mais dif\u00edcil (e caro) criar cheats funcionais.<\/p>\n<p>Claro que esta abordagem n\u00e3o \u00e9 consensual. Muitos jogadores consideram perigoso dar acesso t\u00e3o profundo ao sistema, at\u00e9 porque basta um erro ou falha de seguran\u00e7a para transformar o PC num alvo vulner\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Vale a pena?<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo n\u00e3o sendo uma solu\u00e7\u00e3o definitiva, as editoras defendem que vale a pena. A EA, por exemplo, j\u00e1 apanhou <strong>330 mil batoteiros<\/strong> s\u00f3 durante a beta aberta do Battlefield 6, com dezenas de milhares de contas detetadas todos os dias.<\/p>\n<p>No fim, como sempre, \u00e9 um jogo do gato e do rato! Os developers refor\u00e7am barreiras, os cheat sellers encontram brechas e os jogadores dispostos a pagar continuam a existir. A diferen\u00e7a \u00e9 que, agora, o neg\u00f3cio deixou de ser underground para se tornar numa <strong>ind\u00fastria paralela que fatura milh\u00f5es todos os anos<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ainda se lembra das revistas em que vinham c\u00f3digos para usar nos mais mundanos jogos como GTA? 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