{"id":33338,"date":"2025-08-17T16:45:26","date_gmt":"2025-08-17T16:45:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/33338\/"},"modified":"2025-08-17T16:45:26","modified_gmt":"2025-08-17T16:45:26","slug":"der-retter-in-der-not-ou-o-salvador-na-hora-da-necessidade-autoentusiastas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/33338\/","title":{"rendered":"DER RETTER IN DER NOT, OU O SALVADOR NA HORA DA NECESSIDADE \u2013 Autoentusiastas"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t\t<a class=\"gofollow\" data-track=\"MTM2LDgxLDEsNjA=\" href=\"https:\/\/www.autoentusiastas.com.br\/revistacurva3\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Curva-3-anigif-1.gif\"\/><\/a><\/p>\n<p data-start=\"62\" data-end=\"324\">Esta mat\u00e9ria foi escrita originalmente para a minha newsletter Substance no LinkedIn. No entanto, entendo que o tema se encaixa muito bem aqui no AUTOentusiastas. Por isso, resolvi public\u00e1-la tamb\u00e9m na minha coluna dominical aqui no AE, antes mesmo de sair no LinkedIn.<\/p>\n<p data-start=\"326\" data-end=\"414\">No texto h\u00e1 uma men\u00e7\u00e3o \u00e0 <a href=\"https:\/\/88quatro8.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">88quatro8<\/a>. Explico: trata-se da minha empresa de consultoria.<\/p>\n<p data-start=\"416\" data-end=\"449\">Boa leitura e um \u00f3timo domingo.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns dias, exatamente quando eu estava numa reuni\u00e3o com meus s\u00f3cios sobre um projeto para uma empresa de luxo do setor automobil\u00edstico, olhei para uma prateleira acima e bati o olho num livro que comprei h\u00e1 28 anos; Creating the Customer-Driven Car Company (Criando a Empresa Automobil\u00edstica Orientada pelo Cliente) do \u00edcone Karl Ludvigsen. N\u00e3o deve ter sido coincid\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Finda a reuni\u00e3o, comecei a folhe\u00e1-lo e encontrei uma das poucas partes que grifei h\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas:<\/p>\n<blockquote class=\"article-editor-blockquote\"><p>\n\u201cNosso objetivo neste livro \u00e9 apresentar a pessoa que ser\u00e1 o que os alem\u00e3es chamam de der Retter in der Not, o salvador na hora da necessidade. Na verdade, esse salvador n\u00e3o ser\u00e1 uma \u00fanica pessoa. Em vez disso, ser\u00e1 a pessoa mais importante em suas organiza\u00e7\u00f5es: o cliente.\n<\/p><\/blockquote>\n<blockquote class=\"article-editor-blockquote\"><p>\nOs clientes nos salvar\u00e3o. Eles conduzir\u00e3o as empresas automobil\u00edsticas para fora da crise e em dire\u00e7\u00e3o a um grande sucesso futuro. Isto \u00e9, far\u00e3o isso se n\u00f3s permitirmos! Para algumas empresas, e particularmente para certas pessoas dentro delas, entregar os controles de seus neg\u00f3cios ao cliente representar\u00e1 um dos maiores desafios que j\u00e1 enfrentaram.\u201d\n<\/p><\/blockquote>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-245278 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Creating-the-customer-driven-car-company-Customer.webp.webp\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"775\"  \/><\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Da\u00ed lhe fa\u00e7o uma pergunta para reflex\u00e3o: <strong>quando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea escutou a palavra cliente na sua empresa de uma maneira genu\u00edna e com a devida import\u00e2ncia?<\/strong><\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Apesar das tr\u00eas d\u00e9cadas desde o lan\u00e7amento desse livro e de um cen\u00e1rio atual bem diferente, ele continua incrivelmente atual e prop\u00f5e um olhar que eu diria ser atemporal. Ter o cliente como a raz\u00e3o da exist\u00eancia de uma empresa n\u00e3o me parece algo que as companhias sejam capazes de compreender de verdade.<\/p>\n<blockquote class=\"article-editor-blockquote\">\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Na curta exist\u00eancia da <a class=\"article-editor-mention\" contenteditable=\"false\" href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/88quatro8\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" data-type=\"mention\" data-entity-urn=\"urn:li:fsd_company:105433470\">88quatro8<\/a>\u00a0, n\u00f3s aprendemos que a principal pergunta a ser feita, por n\u00f3s aos nossos clientes, e por eles aos clientes deles, \u00e9 simples e poderosa: \u201cQuais s\u00e3o as suas dores?\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Interessante notar que outro dia eu mesmo ca\u00ed na armadilha de me colocar como mais importante do que o meu potencial cliente. Apresentei a minha empresa com os olhos apenas no que eu queria vender e n\u00e3o no que ele poderia precisar. Achei que eu tinha as solu\u00e7\u00f5es antes de perguntar quais eram as suas dores. Tomei uma bronca do executivo ao fim da reuni\u00e3o. Foi duro, fiquei chateado comigo, mas agradecido pela li\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Em grandes multinacionais (j\u00e1 trabalhei em v\u00e1rias), essa pergunta e as respostas a ela se perdem em processos e hierarquias. O foco fica 100% nos resultados (principalemte de curt\u00edssimo prazo). Trabalhei em duas empresas que eram diferentes, Cummins e Toyota\/Lexus. Todas as outras se enganam. Houve uma ocasi\u00e3o recente em que mencionei a palavra cliente em uma reuni\u00e3o e fui fuzilado com olhares e um sil\u00eancio aterrorizante.<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">As empresas parecem acreditar que basta ter um departamento chamado customer service, ou, de forma ainda mais distorcida, p\u00f3s-venda. Ledo engano. Todos os departamentos s\u00e3o customer service. Todas as pessoas da empresa s\u00e3o customer service, come\u00e7ando pelo RH com suas pol\u00edticas, que deveriam existir para que os funcion\u00e1rios se sintam bem e atendam os clientes com vontade e orgulho de estarem fazendo a coisa certa.<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">\u00c9 exatamente isso que Karl Ludvigsen aborda em Creating the Customer-Driven Car Company. Mais conhecido por sua obra monumental sobre a Porsche, Ludvigsen foi al\u00e9m da engenharia e da hist\u00f3ria dos produtos para analisar a ess\u00eancia de uma empresa automobil\u00edstica. O livro mostra que ser orientado ao cliente n\u00e3o \u00e9 um slogan, mas uma transforma\u00e7\u00e3o cultural. Ele oferece exemplos de erros e acertos, revela como as decis\u00f5es internas moldam a competitividade e ensina que, em \u00faltima inst\u00e2ncia, o verdadeiro salvador das empresas \u00e9 o cliente.<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">Revisitar esse livro hoje \u00e9 perceber que, apesar da revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica que o setor viveu nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a resposta para a sobreviv\u00eancia e o sucesso continua a mesma: ouvir, entender e servir o cliente de forma genu\u00edna.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-245279 size-medium\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Creating-the-customer-driven-car-company-360x450.webp.webp\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"450\"  \/>Meu livro Creating the Customer-Driven Car Company<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">E a\u00ed, quer refletir um pouco?<\/p>\n<p>Quando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea escutou a palavra \u2018cliente\u2019 na empresa onde trabalha de uma maneira genu\u00edna e com a devida import\u00e2ncia?<br \/>\nVoc\u00ea, que \u00e9 cliente de diversas empresas, faz o melhor que pode para atender os clientes do seu trabalho?<br \/>\nVoc\u00ea, como cliente, o que espera de uma empresa?<\/p>\n<p class=\"article-editor-paragraph\">PM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Esta mat\u00e9ria foi escrita originalmente para a minha newsletter Substance no LinkedIn. 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