{"id":339587,"date":"2026-04-11T18:37:17","date_gmt":"2026-04-11T18:37:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/339587\/"},"modified":"2026-04-11T18:37:17","modified_gmt":"2026-04-11T18:37:17","slug":"o-modigliani-de-us-30-milhoes-saqueado-pelos-nazistas-que-desafiou-um-imperio-bilionario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/339587\/","title":{"rendered":"O Modigliani de US$ 30 milh\u00f5es saqueado pelos nazistas que desafiou um imp\u00e9rio bilion\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p class=\"resumo_title\">\n                        <b>Ler o resumo da mat\u00e9ria<\/b>\n                    <\/p>\n<p>Philippe Maestracci, um fazendeiro de 79 anos da vila de La Force, na Fran\u00e7a, venceu uma longa disputa judicial pela pintura &#8220;Homme assis appuy\u00e9 sur une canne&#8221; de Amedeo Modigliani, que pertenceu a seu av\u00f4, Oscar Stettiner.<\/p>\n<p>A Suprema Corte de Nova York decidiu que a obra, avaliada em pelo menos US$ 25 milh\u00f5es, \u00e9 de Maestracci, n\u00e3o do marchand David Nahmad.<\/p>\n<p>O quadro foi confiscado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. At\u00e9 sua morte em 1948, Stettiner buscou incansavelmente pela obra.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s d\u00e9cadas, a obra reapareceu em um leil\u00e3o em 1996, vendida por uma offshore ligada a Nahmad. A conex\u00e3o entre a empresa e Nahmad foi revelada pelos Panama Papers.<\/p>\n<p>Atualmente, a pintura est\u00e1 armazenada na Su\u00ed\u00e7a, enquanto Nahmad, dono da maior cole\u00e7\u00e3o de arte privada do mundo, afirma n\u00e3o ter conhecimento do saque. A decis\u00e3o judicial encerra a busca de Maestracci por justi\u00e7a em nome de seu av\u00f4.<\/p>\n<p class=\"small-text\">\n                        * Resumo gerado por intelig\u00eancia artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed\n                    <\/p>\n<p>Da pequena La Force, uma vila na regi\u00e3o de Dordogne, no sudoeste franc\u00eas, um fazendeiro de 79 anos fez valer a luta do av\u00f4. No in\u00edcio de abril, a Suprema Corte de <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/quando-a-falta-do-coracao-vira-um-apelo-pela-vida-em-nova-york\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Nova York<\/a> bateu o martelo: a tela Homme assis appuy\u00e9 sur une canne (\u201cHomem sentado apoiado sobre uma bengala\u201d) pertence a Philippe Maestracci e n\u00e3o ao marchand e bilion\u00e1rio David Nahmad.<\/p>\n<p>Como \u00fanico herdeiro de Oscar Stettiner, o agricultor \u00e9, portanto, o dono do retrato a \u00f3leo pintado em 1918 pelo italiano Amedeo Modigliani (1884-1920). A decis\u00e3o do juiz Joel Cohen coloca fim a uma das maiores (e mais longas) disputas do <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/na-sp-arte-uma-mostra-literal-da-relevancia-da-arte-brasileira-no-cenario-global\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mercado contempor\u00e2neo de arte<\/a>. E exp\u00f5e o intricado labirinto percorrido para que obras pilhadas pelos nazistas retornem a seus leg\u00edtimos propriet\u00e1rios.<\/p>\n<p>Avaliado em US$ 30 milh\u00f5es, o quadro havia sido confiscado pelo Terceiro Reich nos primeiros meses da <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/celso-furtado-o-intelectual-que-foi-a-guerra\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Segunda Guerra Mundial<\/a>.<\/p>\n<p>Em 1\u00ba de setembro de 1939, quando a Alemanha invadiu a Pol\u00f4nia, o galerista brit\u00e2nico Stettiner era dono de uma galeria no 8\u00ba arrondissement de <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/o-roubo-do-seculo-no-louvre-escancara-a-fragilidade-dos-museus-franceses\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Paris<\/a>. Fundada por seu pai quinze anos antes, a Stettiner et Cie. era refer\u00eancia no mercado de arte internacional.<\/p>\n<p>Oitenta dias ap\u00f3s o in\u00edcio do conflito, para escapar da persegui\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/a-incrivel-historia-de-uma-tela-de-lasar-segall-roubada-pelos-nazistas-e-encontrada-80-anos-depois\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Adolf Hitler<\/a>, ele abandonou tudo e fugiu com a fam\u00edlia para a Dordogne.<\/p>\n<p>Preso pela Gestapo, Stettiner sobreviveu \u00e0 guerra e, at\u00e9 sua morte, em 1948, foi incans\u00e1vel na busca pela tela de Modigliani.<\/p>\n<p>Em 1946, um tribunal parisiense chegou a reconhec\u00ea-lo como dono do quadro. \u00c0quela altura, no entanto, a pintura j\u00e1 havia desaparecido.<\/p>\n<p>O \u00faltimo rastro de Homme assis datava de 1944, quando o comerciante americano John Van der Klip teria vendido o retrato a um oficial do Ex\u00e9rcito dos <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/economia\/um-economista-republicano-e-outro-democrata-concordam-inflacao-nao-vai-a-2-nos-eua\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Estados Unidos<\/a> por irris\u00f3rios 16 mil francos, o equivalente hoje a algo entre US$ 2,2 mil e US$ 4,4 mil \u2014 um nada pela obra de um dos mestres do modernismo ocidental, que, naquele momento, j\u00e1 era um artista de reputa\u00e7\u00e3o consolidada.<\/p>\n<p>O nome do comprador? Van der Klip dizia n\u00e3o se lembrar. Mais tarde, segundo a plataforma\u00a0The Art Newspaper, descobriu-se que o americano mentiu.<\/p>\n<p>A primeira pista<\/p>\n<p>S\u00f3 se voltaria a ter not\u00edcias da obra mais de 50 anos depois. Em junho de 1996, ela reapareceu em um <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/negocios\/85-milhoes-de-euros-em-uma-bolsa-mas-nao-uma-qualquer-e-a-birkin\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">leil\u00e3o<\/a> da <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/el-pibe-de-oro-agita-o-bilionario-mercado-de-memorabilia\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Christie&#8217;s<\/a> em <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/startups\/o-fundo-de-londres-que-transformou-milhoes-em-bilhoes-com-aposta-na-revolut\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Londres<\/a>, para onde foi levada pelos herdeiros de Van der Klip. A offshore panamenha International Art Center (IAC) arrematou a tela por US$ 3,2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Com o ressurgimento da pintura, Philippe Maestracci tinha agora um caminho concreto a seguir. Para tanto, o fazendeiro contratou a empresa canadense Mondex, especializada na recupera\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/de-olho-em-um-mercado-bilionario-a-hurst-amplia-a-operacao-de-investimentos-em-obras-de-arte\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">obras de arte<\/a> perdidas.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio, as investiga\u00e7\u00f5es indicavam que o verdadeiro dono da IAC era David Nahmad. Durante anos, por\u00e9m, esta foi apenas uma suspeita. O marchand negava qualquer v\u00ednculo direto com a empresa \u2014 e a estrutura jur\u00eddica da companhia dificultava a identifica\u00e7\u00e3o de seus propriet\u00e1rios.<\/p>\n<p>Somente em 2016, com o estouro do esc\u00e2ndalo Panama Papers, os la\u00e7os entre a IAC e Nahmad foram finalmente comprovados. O vazamento de 11,5 milh\u00f5es de documentos secretos do escrit\u00f3rio de advocacia panamenho Mossack Fonseca destrinchou os mecanismos de funcionamento de um sistema global de finan\u00e7as offshore.<\/p>\n<p>Essas estruturas n\u00e3o s\u00e3o ilegais por defini\u00e7\u00e3o, a menos que sejam usadas para pr\u00e1ticas il\u00edcitas, como\u00a0 evas\u00e3o fiscal, lavagem de dinheiro ou oculta\u00e7\u00e3o de bens \u2014 o que n\u00e3o foi constatado no caso da IAC.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, como diz James Palmer, fundador da Mondex, em entrevista ao <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/neofeedbrasil\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>NeoFeed<\/strong><\/a>, o uso de empresas offshore \u00e9 muito comum no universo da arte.<\/p>\n<p>                            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/amedeo-mondigliani-arte.jpeg\"\/><\/p>\n<p>\n                                Modigliani morreu dois anos depois de pintar o quadro &#8220;Homme assis appuy\u00e9 sur une canne&#8221;\n                            <\/p>\n<p>                            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/amadeo-mondigliani-bienal-de-veneza-de-1930.jpeg\"\/><\/p>\n<p>\n                                Entre os documentos anexados ao processo est\u00e1 o comprovante de que Stettiner emprestou o quadro para exibi\u00e7\u00e3o na Bienal de Veneza de 1930\n                            <\/p>\n<p>                            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/james-palmer-cacador-de-obras-de-arte.jpeg\"\/><\/p>\n<p>\n                                \u201cOs casos envolvendo empresas offshore s\u00e3o sempre mais complexos e as solu\u00e7\u00f5es exigem muito trabalho, perspic\u00e1cia e criatividade\u201d, diz Palmer, fundador da Mondex\n                            <\/p>\n<p>                            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/amedeo-mondigliani-nu-couche.jpeg\"\/><\/p>\n<p>\n                                De 1917, a obra mais cara de Modigliani \u00e9 &#8220;Nu couch\u00e9&#8221; (Nu deitado), vendida por US$ 170,4 milh\u00f5es em um leil\u00e3o na Christie&#8217;s em Nova York, em 2015\n                            <\/p>\n<p>Ao registrar uma obra em nome de companhias sediadas em <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/wealth-management\/as-barreiras-que-os-donos-de-grandes-fortunas-encontram-para-sair-do-brasil\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">para\u00edsos fiscais<\/a>, al\u00e9m de reduzir custos fiscais, \u00e9 poss\u00edvel manter a identidade dos propriet\u00e1rios sob sigilo \u2014 garantindo discri\u00e7\u00e3o em um mercado em que o anonimato pode proteger estrat\u00e9gias de investimento e\/ou evitar disputas legais.<\/p>\n<p>Se, para marchands, colecionadores e investidores, o offshore ajuda, para investigadores e herdeiros de obras pilhadas, pode se transformar em um grande entrave. A falta de transpar\u00eancia dificulta o rastreamento da cadeia de propriedade.<\/p>\n<p>&#8220;Sem a informa\u00e7\u00e3o sobre o benefici\u00e1rio final dessas organiza\u00e7\u00f5es, \u00e9 praticamente imposs\u00edvel fazer a restitui\u00e7\u00e3o da obra de arte&#8221;, conta Palmer.\u00a0\u201cOs casos envolvendo empresas offshore s\u00e3o sempre mais complexos e as solu\u00e7\u00f5es exigem muito trabalho, perspic\u00e1cia e criatividade: \u00e9 preciso desvendar as conex\u00f5es entre diversas pessoas e entidades.&#8221;<\/p>\n<p>Compra de boa-f\u00e9<\/p>\n<p>Atualmente, Homme assis est\u00e1 em um galp\u00e3o de quase 1,4 mil metros quadrados no Port Francs et Entrep\u00f4ts de Gen\u00e8ve. L\u00edder global no armazenamento de obras de arte, <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/o-que-faz-de-espirito-santo-do-pinhal-a-sucursal-da-faria-lima-na-serra-da-mantiqueira\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">vinhos<\/a> finos, ouro e colecion\u00e1veis de alto padr\u00e3o, o complexo de armaz\u00e9ns na Su\u00ed\u00e7a funciona como um \u201ccofre\u201d isento de impostos.<\/p>\n<p>De propriedade da fam\u00edlia Nahmad, o pr\u00e9dio guarda, aproximadamente, 5 mil pe\u00e7as de artistas como Modigliani, <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/esqueceram-o-picasso-na-portaria-de-um-predio-em-madri\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Picasso<\/a>, Renoir, Monet, Matisse\u2026 que fazem de David Nahmad, aos 79 anos, um dos maiores e mais influentes negociantes de arte.<\/p>\n<p>Em algumas an\u00e1lises de mercado, seu acervo \u00e9 apontado como a maior cole\u00e7\u00e3o privada do mundo, avaliada, nas estimativas mais conservadoras, em US$ 4 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Nascido em Beirute e radicado entre M\u00f4naco e Nova York, o marchand garante: quando comprou o Modigliani em 1996, desconhecia o fato de o retrato ter sido sequestrado pelos nazistas. \u201cSe imaginasse que uma obra de arte tivesse sido saqueada, eu a emprestaria a um museu?\u201d, provocou, em entrevista ao jornal The New York Times, em 2016.<\/p>\n<p>Pouco tempo antes, ele cedeu a tela para uma <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/os-quadros-de-la-de-uma-brasileira-simples-e-autodidata-ganham-exposicao-nos-eua\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">exposi\u00e7\u00e3o<\/a> no Museu Judaico de Nova York.<\/p>\n<p>A compra de boa-f\u00e9 \u00e9 um argumento recorrente \u2014 assim como a alega\u00e7\u00e3o dos herdeiros de que compradores experientes deveriam desconfiar das lacunas na trajet\u00f3ria das obras, sobretudo durante a Segunda Guerra.<\/p>\n<p>Afinal, sempre foi not\u00f3rio que para Hitler, artista frustrado, confiscar Picassos, <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/a-disputa-pela-ultima-e-a-mais-misteriosa-inspiracao-de-van-gogh\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Van Goghs<\/a>, Matisses, Klees\u2026 era quase t\u00e3o importante quanto as vit\u00f3rias militares. De 1933 at\u00e9 o fim do conflito, estima-se que 700 mil pe\u00e7as foram roubadas na <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/economia\/o-plano-draghi-de-e-800-bilhoes-para-reconstruir-a-europa\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Europa<\/a> ocupada.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da disputa judicial pela tela Homme assis, Nahmad chegou a argumentar que a obra comprada em 1996 era outro quadro do pintor italiano.<\/p>\n<p>Mas, em 2020, os investigadores da Mondex encontraram em Paris, no Instituto Wildenstein Plattner, de pesquisa da hist\u00f3ria da arte, uma fotoc\u00f3pia da pintura com a inscri\u00e7\u00e3o, em franc\u00eas: &#8220;Modigliani. Fam\u00edlia Stettiner. Roubado&#8221;. O documento havia sido arquivado em 1950.<\/p>\n<p>Outra comprova\u00e7\u00e3o da proced\u00eancia do quadro \u00e9 o recibo atestando que o marchand do 8\u00b0 arrondissement emprestara a tela para a <a href=\"https:\/\/neofeed.com.br\/finde\/a-critica-monumental-de-guerreiro-do-divino-amor-sobre-supremacia-e-identidade\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Bienal de Veneza<\/a> de 1930.<\/p>\n<p>Como escreveu o juiz Cohen na senten\u00e7a, a defesa de Nahmad \u201cn\u00e3o apresentou nenhuma prova que identificasse algu\u00e9m al\u00e9m do Sr. Stettiner como propriet\u00e1rio da pintura&#8221;. Tampouco que &#8220;o Sr. Stettiner\u00a0 tenha se desfeito da obra voluntariamente&#8221;.<\/p>\n<p>Em 2016, o marchand liban\u00eas garantiu: \u201cSe for comprovado que esta pintura foi saqueada pelos nazistas, eu a devolverei.\u201d Palmer, agora, espera que Nahmad cumpra logo sua promessa.<\/p>\n<p>Enquanto isso, de La Force, Maestracci comemora. Como o neto de Stettiner disse \u00e0 plataforma francesa de not\u00edcias Sud Ouest: \u201cA hist\u00f3ria do meu av\u00f4 ainda estava em aberto e era preciso encerr\u00e1-la\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ler o resumo da mat\u00e9ria Philippe Maestracci, um fazendeiro de 79 anos da vila de La Force, na&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":339588,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[144],"tags":[58578,207,205,206,203,201,202,204,114,115,57780,58579,32,33,3840],"class_list":["post-339587","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-arte-e-design","tag-amedeo-mondigliani","tag-arte","tag-arte-e-design","tag-artedesign","tag-arts","tag-arts-and-design","tag-artsanddesign","tag-design","tag-entertainment","tag-entretenimento","tag-mondex","tag-pilhagem-nazista","tag-portugal","tag-pt","tag-segunda-guerra-mundial"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116387528677069549","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/339587","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=339587"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/339587\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/339588"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=339587"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=339587"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=339587"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}