{"id":350439,"date":"2026-04-20T14:31:10","date_gmt":"2026-04-20T14:31:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/350439\/"},"modified":"2026-04-20T14:31:10","modified_gmt":"2026-04-20T14:31:10","slug":"imf-estreito-de-ormuz-reaberto-analise-tecnica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/350439\/","title":{"rendered":"IMF \u2013 Estreito de Ormuz reaberto &#8211; An\u00e1lise T\u00e9cnica"},"content":{"rendered":"<p>| Estreito de Ormuz reaberto<\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        O Estreito de Ormuz foi reaberto \u00e0 navega\u00e7\u00e3o comercial, na sequ\u00eancia do cessar-fogo entre Israel e o L\u00edbano, anunciou o ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros do Ir\u00e3o, Abbas Araghchi. A medida aplica-se durante o per\u00edodo da tr\u00e9gua e prev\u00ea a circula\u00e7\u00e3o de navios atrav\u00e9s de rotas previamente definidas pelas autoridades mar\u00edtimas iranianas. O acordo de cessar-fogo foi bem recebido a n\u00edvel internacional, com o primeiro-ministro do Paquist\u00e3o, Shehbaz Sharif, a destacar a sua import\u00e2ncia para a estabilidade regional. Tamb\u00e9m o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou confian\u00e7a num desfecho pr\u00f3ximo para o conflito com o Ir\u00e3o, refor\u00e7ando expectativas de redu\u00e7\u00e3o das tens\u00f5es no M\u00e9dio Oriente.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        O Eur\/Usd deu continuidade ao sentimento positivo da \u00faltima semana, com o par inicialmente a fixar-se acima do seu suporte dos $1,17. Posteriormente, o Eur\/Usd expandiu estes ganhos, tendo renovado m\u00e1ximos pr\u00e9-guerra na quinta-feira pelos $1,1823. Na sexta-feira, o par reagiu positivamente ao an\u00fancio da reabertura do Estreito de Ormuz, tendo se renovado novos m\u00e1ximos de 18 de fevereiro pelos $1,1848. O indicador MACD permanece com o seu sinal de compra aberto para o par.&#13;\n    <\/p>\n<p>| Economia chinesa cresceu 5% no 1\u00ba trimestre<\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A economia da China arrancou 2026 com um crescimento hom\u00f3logo de 5,0% no primeiro trimestre, situando-se no topo da meta anual definida por Governo da China entre 4,5% e 5,0%. Este crescimento beneficiou principalmente do forte desempenho das exporta\u00e7\u00f5es. Ainda assim, o agravamento dos custos energ\u00e9ticos na sequ\u00eancia do conflito no M\u00e9dio Oriente levanta riscos para a procura global, essencial ao modelo econ\u00f3mico chin\u00eas. Sendo o maior importador mundial de energia, o aumento dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo amea\u00e7a pressionar os custos de produ\u00e7\u00e3o e reduzir margens j\u00e1 estreitas na ind\u00fastria. Os dados mais recentes mostram tamb\u00e9m sinais de abrandamento, com as exporta\u00e7\u00f5es a crescerem apenas 2,5% em mar\u00e7o e o consumo interno a manter-se fr\u00e1gil.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Em abril de 2025, o Usd\/Cny atingiu os m\u00e1ximos de 2007, ao tocar nos 7,35 yuan. Entre abril e dezembro desse ano, o par quebrou sucessivos n\u00edveis de suporte, nomeadamente os patamares de 7,22 e 7,1570. O Usd\/Cny iniciou 2026 com o mesmo sentimento, rompendo rapidamente o suporte dos 7 yuan. Na \u00faltima semana, o par renovou os m\u00ednimos de fevereiro de 2023, fixando-se nos 6,81 yuan.&#13;\n    <\/p>\n<p>| Crude em queda ap\u00f3s reabertura do estreito de Ormuz<\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A semana iniciou com forte tens\u00e3o devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz pelos EUA, que paralisou o com\u00e9rcio mar\u00edtimo iraniano. Como consequ\u00eancia, as refinarias procuraram alternativas, pagando pr\u00e9mios elevados. A meio da semana, a OPEP e a Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE) cortaram as previs\u00f5es de procura. No entanto, a Administra\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00e3o de Energia (EIA) reportou quedas inesperadas nos invent\u00e1rios de crude e gasolina nos EUA, contrariando as expectativas dos analistas. Na sexta-feira, o pre\u00e7o do petr\u00f3leo esteve em forte queda ap\u00f3s o an\u00fancio da reabertura do Estreito de Ormuz pelo Ir\u00e3o e o an\u00fancio de um cessar-fogo entre Israel e L\u00edbano. &#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        O pre\u00e7o do petr\u00f3leo iniciou com ganhos, tendo na ter\u00e7a-feira invertido este sentimento e recuar para perto do n\u00edvel dos $90\/barril. Durante quarta e quinta-feira, o pre\u00e7o da mat\u00e9ria-prima lateralizou, entre os $90 e os $95 por barril. Na sexta-feira, a not\u00edcia da reabertura do Estreito de Ormuz por parte do Ir\u00e3o fez o petr\u00f3leo cair mais de 10% e renovar m\u00ednimos de 11 de mar\u00e7o pelos $82,98\/barril pr\u00f3ximo do seu suporte nos $80\/barril. &#13;\n    <\/p>\n<p>| Ouro renova m\u00e1ximos de 1 m\u00eas<\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A semana para o ouro arrancou com uma queda, pressionada pelo colapso inicial das negocia\u00e7\u00f5es entre os EUA e o Ir\u00e3o. Contudo, o metal recuperou rapidamente na ter\u00e7a-feira, com os investidores a interpretarem o bloqueio do Estreito de Ormuz como uma via estrat\u00e9gica para uma resolu\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida do conflito. O ouro beneficiou ainda de um d\u00f3lar enfraquecido. Na sexta-feira, o metal precioso reagiu em alta \u00e0 reabertura do Estreito de Ormuz, que fez o pre\u00e7o do ouro encerrar a semana com uma varia\u00e7\u00e3o positiva.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A semana foi positiva para o pre\u00e7o do ouro. Apesar do metal precioso ter encerrado com perdas, o sentimento inverteu-se \u00e0 medida que melhoravas as expectativas de um acordo no Ir\u00e3o. Na sexta-feira, a reabertura do Estreito fez o ouro ter uma forte valoriza\u00e7\u00e3o e atingiu m\u00e1ximos de 1 m\u00eas acima dos $4888\/on\u00e7a.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        As an\u00e1lises t\u00e9cnicas aqui publicadas n\u00e3o pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomenda\u00e7\u00e3o de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Neg\u00f3cios n\u00e3o podem ser respons\u00e1veis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informa\u00e7\u00f5es. Caso pretenda ver esclarecida alguma d\u00favida acerca da An\u00e1lise T\u00e9cnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Neg\u00f3cios.&#13;\n    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"| Estreito de Ormuz reaberto &#13; O Estreito de Ormuz foi reaberto \u00e0 navega\u00e7\u00e3o comercial, na sequ\u00eancia do&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":350440,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[50],"tags":[50156,37335,43706,27,28,92,235,52306,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,6153,17769,1503,23,24,51853,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":["post-350439","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-mundo","tag-abbas-araghchi","tag-agencia-internacional-de-energia","tag-bom-preco","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-donald-trump","tag-estados-unidos","tag-estreito-de-ormuz","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-mundo","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-petroleo","tag-prec","tag-precos","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-shehbaz-sharif","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-world","tag-world-news","tag-worldnews"],"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/350439","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=350439"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/350439\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/350440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=350439"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=350439"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=350439"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}