{"id":351965,"date":"2026-04-21T16:59:22","date_gmt":"2026-04-21T16:59:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/351965\/"},"modified":"2026-04-21T16:59:22","modified_gmt":"2026-04-21T16:59:22","slug":"portugueses-vao-menos-ao-supermercado-online-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/351965\/","title":{"rendered":"Portugueses v\u00e3o menos ao supermercado online \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>As vendas de bens alimentares em Portugal cresceram mais em Portugal em 2025 do que a m\u00e9dia europeia. O mercado alimentar em Portugal cresceu 5,2% no ano passado, acima dos 3,1% registados na Europa. Um estudo publicado esta ter\u00e7a-feira revela ainda que os consumidores portugueses compram mais produtos de marca pr\u00f3pria do que os restantes europeus e que, tamb\u00e9m em sentido contr\u00e1rio \u00e0 Europa, est\u00e3o a afastar-se da compra de mercearias online.<\/p>\n<p>Segundo o estudo The State of Grocery Retail 2026: Europe, feito pela McKinsey e a EuroCommerce sobre o retalho em 2025 e divulgado esta ter\u00e7a-feira, houve um crescimento em termos reais (+2,3%) \u201co que indica uma recupera\u00e7\u00e3o efetiva do consumo, para al\u00e9m do efeito inflacionista\u201d. Ainda assim, notou-se que em termos de volume houve uma contra\u00e7\u00e3o, de -0,5%, quando no resto da Europa houve crescimento (+0,6%).<\/p>\n<p>No ano passado, o tamanho do cabaz de compras dos portugueses aumentou 1,5%, o que contrasta com a quebra europeia (-1,8%), ao passo que a frequ\u00eancia das compras diminuiu -2,1%, tendo aumentado 2,4% nos pa\u00edses europeus inclu\u00eddos no estudo.<\/p>\n<p>Um dos elementos mais distintivos do mercado portugu\u00eas \u00e9 o peso das marcas pr\u00f3prias, que representam 47,7% das vendas, acima da m\u00e9dia europeia de 40%. \u201cEste posicionamento confirma Portugal como um dos mercados mais avan\u00e7ados da Europa nesta dimens\u00e3o\u201d, conclui o estudo. S\u00f3 o Reino Unido, com 51,8%, ultrapassa Portugal.<\/p>\n<p>A McKinsey e a EuroCommerce concluem ainda, sobre Portugal, que o canal de compras online \u201cregista uma quebra significativa, de -13,9%, o que contrasta com o crescimento observado na Europa\u201d de +6,8%. Portugal foi o pa\u00eds onde o online mais encolheu em 2025, seguido pela Su\u00e9cia (11,1%). Em Espanha houve uma quebra ligeira (-1,7%) mas em todos os outros pa\u00edses inclu\u00eddos no estudo a op\u00e7\u00e3o pelo online aumentou. Na Rep\u00fablica Checa, por exemplo, cresceu 24,4%. Perto de metade dos europeus n\u00e3o opta, em nenhuma situa\u00e7\u00e3o, por este canal de compra na hora de ir ao supermercado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se conclui que as lojas onde os europeus fazem compras online n\u00e3o s\u00e3o as mesmas que frequentam presencialmente.<\/p>\n<p>Ainda sobre Portugal, o estudo refere uma \u201ccontra\u00e7\u00e3o acentuada\u201d, de -4,3%, do segmento de discounters, os retalhistas que vendem mais marcas pr\u00f3prias a pre\u00e7os mais baixos, e que na Europa est\u00e3o a crescer (+5%).<\/p>\n<p>Por outro lado, est\u00e1 a crescer o chamado food service (+2,8%), ou seja, a compra de refei\u00e7\u00f5es prontas, ainda que menos do que a m\u00e9dia europeia (+4,3%). De acordo com os autores do estudo, este crescimento est\u00e1 a ser impulsionado pela gera\u00e7\u00e3o Z (pessoas nascidas aproximadamente entre 1997 e 2012), em que 82% dos consumidores optam pelo menos uma vez por m\u00eas por estas refei\u00e7\u00f5es prontas e 47% fazem-no uma vez por semana. Entre os millennials, a gera\u00e7\u00e3o anterior, 40% compram estas refei\u00e7\u00f5es pelo menos uma vez por semana e 32% entre uma e tr\u00eas vezes por m\u00eas.<\/p>\n<p>A n\u00edvel europeu, as vendas de bens alimentares cresceram 3,4%, um valor que compara com os 2,4% do ano anterior. Foram \u201cimpulsionadas por uma infla\u00e7\u00e3o de 2,9% nos pre\u00e7os e por um aumento de volume de 0,6%, registando assim crescimento em termos reais \u2013 ajustado \u00e0 infla\u00e7\u00e3o \u2013 pelo segundo ano consecutivo\u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"As vendas de bens alimentares em Portugal cresceram mais em Portugal em 2025 do que a m\u00e9dia europeia.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":351966,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[88,7233,4212,476,89,90,32,33],"class_list":["post-351965","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-business","tag-comu00e9rcio","tag-consumo","tag-economia","tag-economy","tag-empresas","tag-portugal","tag-pt"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116443766310920360","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/351965","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=351965"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/351965\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/351966"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=351965"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=351965"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=351965"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}