{"id":3545,"date":"2025-07-27T07:37:08","date_gmt":"2025-07-27T07:37:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3545\/"},"modified":"2025-07-27T07:37:08","modified_gmt":"2025-07-27T07:37:08","slug":"descubra-a-atividade-que-mantem-o-cerebro-jovem-mesmo-com-o-passar-dos-anos-segundo-a-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3545\/","title":{"rendered":"Descubra a atividade que mant\u00e9m o c\u00e9rebro jovem, mesmo com o passar dos anos, segundo a ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Por mais que o tempo passe, o c\u00e9rebro de quem faz m\u00fasica parece n\u00e3o envelhecer como os demais. Essa \u00e9 a conclus\u00e3o de um novo estudo publicado na revista cient\u00edfica PLOS Biology, que aponta a pr\u00e1tica musical como uma aliada na preserva\u00e7\u00e3o das habilidades cognitivas, especialmente entre os mais velhos. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>Leia tamb\u00e9m: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/mundo\/epoca\/noticia\/2025\/07\/26\/joia-com-ametista-perdida-ha-600-anos-e-achada-em-castelo-medieval-na-polonia.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>Joia com ametista perdida h\u00e1 600 anos \u00e9 achada em castelo medieval na Pol\u00f4nia<\/strong><\/a><\/li>\n<li><strong>Hype nas redes sociais: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/mundo\/epoca\/noticia\/2025\/07\/26\/hype-nas-redes-sociais-demanda-global-por-matcha-pressiona-produtores-japoneses-e-provoca-escassez.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>demanda global por matcha pressiona produtores japoneses e provoca escassez<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Pesquisadores analisaram, por meio de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica funcional, a atividade cerebral de 74 volunt\u00e1rios durante tarefas auditivas em ambientes ruidosos, algo que exige esfor\u00e7o cognitivo elevado. O grupo inclu\u00eda m\u00fasicos experientes com mais idade, adultos da mesma faixa et\u00e1ria sem forma\u00e7\u00e3o musical e jovens sem experi\u00eancia com instrumentos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O resultado surpreendeu: os m\u00fasicos mais velhos tiveram desempenho equivalente ao dos jovens, superando com folga os idosos n\u00e3o m\u00fasicos. Mais que isso, seus c\u00e9rebros reagiram de forma semelhante \u00e0 dos jovens ao processar est\u00edmulos auditivos, mesmo sob distra\u00e7\u00f5es, algo que costuma se deteriorar com a idade. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Segundo os cientistas, essa vantagem se deve \u00e0 chamada reserva cognitiva, a capacidade do c\u00e9rebro de criar novas conex\u00f5es e compensar perdas naturais do envelhecimento. E a m\u00fasica, ao que tudo indica, \u00e9 um dos caminhos mais eficazes para estimular essa plasticidade neural. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cAo estudar m\u00fasica, o c\u00e9rebro fortalece as conex\u00f5es entre suas diversas regi\u00f5es. Isso promove resili\u00eancia ao longo da vida\u201d, explicou o neurologista Amit Sachdev, da Universidade Estadual de Michigan, em entrevista \u00e0 Science Focus. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Para o neurologista Clifford Segil, do Providence Saint John&#8217;s Health Center, tocar um instrumento exige o trabalho simult\u00e2neo de \u00e1reas cerebrais ligadas \u00e0 vis\u00e3o, audi\u00e7\u00e3o, coordena\u00e7\u00e3o e linguagem, algo compar\u00e1vel ao aprendizado de um novo idioma. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Um dos pontos altos da pesquisa \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que os benef\u00edcios n\u00e3o se limitam \u00e0 inf\u00e2ncia ou juventude. Come\u00e7ar na vida adulta, ou at\u00e9 na terceira idade, tamb\u00e9m traz vantagens. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o precisa ser afinado nem tocar perfeitamente para colher os frutos. O importante \u00e9 praticar com prazer\u201d, destaca Segil. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Mais do que estimular o c\u00e9rebro, a m\u00fasica tamb\u00e9m favorece a sa\u00fade emocional e a socializa\u00e7\u00e3o, dois fatores reconhecidos por especialistas como fundamentais para o bem-estar ao longo da vida. Participar de um coral, tocar com amigos ou simplesmente aprender por hobby pode potencializar ainda mais os ganhos mentais. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Al\u00e9m de prevenir o decl\u00ednio cognitivo, a pr\u00e1tica musical melhora a coordena\u00e7\u00e3o motora, a aten\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria auditiva. Tamb\u00e9m exige racioc\u00ednio r\u00e1pido, interpreta\u00e7\u00e3o e improvisa\u00e7\u00e3o, habilidades essenciais para manter o c\u00e9rebro \u201cem forma\u201d. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O estudo, portanto, refor\u00e7a o que muitos j\u00e1 intu\u00edram: a m\u00fasica \u00e9 uma aliada poderosa do envelhecimento saud\u00e1vel. Cada nota, cada acorde e at\u00e9 cada erro musical contribuem para manter o c\u00e9rebro afiado, como uma esp\u00e9cie de gin\u00e1stica mental que desafia, diverte e conecta. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por mais que o tempo passe, o c\u00e9rebro de quem faz m\u00fasica parece n\u00e3o envelhecer como os demais.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3546,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[319,116,32,33,318,117],"class_list":{"0":"post-3545","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-hard-news","9":"tag-health","10":"tag-portugal","11":"tag-pt","12":"tag-radar","13":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3545"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3545\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}