{"id":354765,"date":"2026-04-23T18:45:43","date_gmt":"2026-04-23T18:45:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/354765\/"},"modified":"2026-04-23T18:45:43","modified_gmt":"2026-04-23T18:45:43","slug":"franca-e-alemanha-saem-do-top-10-dos-paises-mais-ricos-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/354765\/","title":{"rendered":"Fran\u00e7a e Alemanha saem do top 10 dos pa\u00edses mais ricos em 2026"},"content":{"rendered":"<p>A Europa domina as classifica\u00e7\u00f5es mundiais de riqueza, mas o que significa realmente ser um \u00abpa\u00eds rico\u00bb depende muito da forma como a prosperidade \u00e9 medida e de quem beneficia com ela.<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" class=\"c-ad__placeholder__logo\" src=\"https:\/\/static.euronews.com\/website\/images\/logos\/logo-euronews-stacked-outlined-72x72-grey-9.svg\" width=\"72\" height=\"72\" alt=\"\" loading=\"lazy\"\/><br \/>\n          PUBLICIDADE<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" class=\"c-ad__placeholder__logo\" src=\"https:\/\/static.euronews.com\/website\/images\/logos\/logo-euronews-stacked-outlined-72x72-grey-9.svg\" width=\"72\" height=\"72\" alt=\"\" loading=\"lazy\"\/><br \/>\n          PUBLICIDADE<\/p>\n<p>\u00abSer o pa\u00eds mais rico do mundo n\u00e3o passa apenas por produzir muito\u00bb, l\u00ea-se na an\u00e1lise da plataforma de compara\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os financeiros HelloSafe. <\/p>\n<p>\u00abMede-se pela forma como essa riqueza se traduz, de forma concreta, na vida quotidiana do cidad\u00e3o comum. Em 2026, a resposta \u00e9 a Noruega.\u00bb<\/p>\n<p>O grupo defende que o PIB per capita, por si s\u00f3, pode distorcer as compara\u00e7\u00f5es, por partir do princ\u00edpio de que a riqueza gerada \u00e9 repartida de forma uniforme pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Irlanda ilustra o problema. O PIB per capita ronda os 150 mil d\u00f3lares em paridade de poder de compra, mas grande parte deste valor resulta da atividade de multinacionais como a Apple, a Google ou a Pfizer. <\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre a riqueza produzida e o rendimento das fam\u00edlias \u00e9 estimada em cerca de 70 mil d\u00f3lares por pessoa.<\/p>\n<p>Para contornar estas limita\u00e7\u00f5es, o \u00ab\u00cdndice de Prosperidade\u00bb da HelloSafe classifica mais de 50 pa\u00edses com base numa pontua\u00e7\u00e3o composta de 0 a 100. <\/p>\n<p>Recorre a dados do FMI, Banco Mundial, PNUD, Eurostat e OCDE, reunindo rendimento, desigualdade e diversos indicadores sociais numa \u00fanica medida de prosperidade.<\/p>\n<p>Nestas condi\u00e7\u00f5es, a Europa domina o topo da classifica\u00e7\u00e3o, com os cinco pa\u00edses mais ricos todos localizados na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pa\u00edses pequenos sobem na classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Noruega lidera a tabela, sustentada pelo Rendimento Nacional Bruto (RNB) mais elevado do mundo (o total do rendimento auferido pela popula\u00e7\u00e3o e pelas empresas de um pa\u00eds, incluindo o obtido no estrangeiro) e por um modelo social muito equilibrado. <\/p>\n<p>A Irlanda surge em segundo lugar, com rendimentos reais elevados apesar de um valor de PIB inflacionado. Luxemburgo \u00e9 terceiro, caindo da primeira posi\u00e7\u00e3o pela primeira vez desde o in\u00edcio do \u00edndice.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, estes pa\u00edses conjugam um desempenho econ\u00f3mico robusto com alguns dos melhores indicadores sociais a n\u00edvel mundial. <\/p>\n<p>Entre os outros pa\u00edses melhor classificados est\u00e1 a Isl\u00e2ndia, em quinto lugar, apoiada por fortes indicadores de desenvolvimento humano e baixos n\u00edveis de pobreza relativa. <\/p>\n<p>Singapura, pelo contr\u00e1rio, apresenta valores elevados de rendimento, mas \u00e9 penalizada por uma maior desigualdade.<\/p>\n<p>Fora da Europa, os Estados Unidos ocupam o 17.\u00ba lugar, refletindo uma economia forte, mas tamb\u00e9m n\u00edveis elevados de desigualdade e de pobreza relativa. <\/p>\n<p>A Fran\u00e7a est\u00e1 na 20.\u00aa posi\u00e7\u00e3o, logo atr\u00e1s da Ch\u00e9quia, que beneficia de uma das distribui\u00e7\u00f5es de rendimento mais igualit\u00e1rias da Europa e de uma baixa taxa de pobreza relativa.<\/p>\n<p>Na parte inferior da tabela europeia, pa\u00edses como It\u00e1lia, Espanha e Est\u00f3nia obt\u00eam pontua\u00e7\u00f5es mais modestas, refletindo n\u00edveis de rendimento mais baixos e, no caso de Espanha, uma maior pobreza relativa.<\/p>\n<p>Fora da Europa, as Seicheles lideram em \u00c1frica, impulsionadas pelo PIB per capita mais elevado do continente, por bons indicadores de desenvolvimento humano e por uma desigualdade relativamente contida. Seguem-se Maur\u00edcia e Arg\u00e9lia.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, o Uruguai lidera a classifica\u00e7\u00e3o pela primeira vez, com o RNB mais elevado da regi\u00e3o, a menor pobreza e a distribui\u00e7\u00e3o de rendimento mais igualit\u00e1ria. Seguem-se o Chile e o Panam\u00e1.<\/p>\n<p>Na \u00c1sia, Singapura lidera, seguida do Qatar e dos Emirados \u00c1rabes Unidos.<\/p>\n<p>Os resultados sugerem que, apesar de a Europa continuar a dominar os indicadores de prosperidade global, o retrato muda significativamente quando se incluem a desigualdade e os resultados sociais. Ser \u00abrico\u00bb, indicam os dados, deixou de ser definido apenas pela riqueza gerada, passando a depender de qu\u00e3o amplamente essa riqueza \u00e9 partilhada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A Europa domina as classifica\u00e7\u00f5es mundiais de riqueza, mas o que significa realmente ser um \u00abpa\u00eds rico\u00bb depende&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":354766,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[27,28,1254,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,23,24,30337,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-354765","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-economia-europeia","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-headlines","14":"tag-latest-news","15":"tag-latestnews","16":"tag-main-news","17":"tag-mainnews","18":"tag-mundo","19":"tag-news","20":"tag-noticias","21":"tag-noticias-principais","22":"tag-noticiasprincipais","23":"tag-principais-noticias","24":"tag-principaisnoticias","25":"tag-riqueza","26":"tag-top-stories","27":"tag-topstories","28":"tag-ultimas","29":"tag-ultimas-noticias","30":"tag-ultimasnoticias","31":"tag-world","32":"tag-world-news","33":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116455507525714466","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/354765","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=354765"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/354765\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/354766"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=354765"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=354765"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=354765"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}