{"id":359211,"date":"2026-04-27T11:10:16","date_gmt":"2026-04-27T11:10:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/359211\/"},"modified":"2026-04-27T11:10:16","modified_gmt":"2026-04-27T11:10:16","slug":"por-que-tantas-mulheres-so-descobrem-tdah-depois-de-adultas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/359211\/","title":{"rendered":"Por que tantas mulheres s\u00f3 descobrem TDAH depois de adultas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/autor\/jared-lindzon\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Jared Lindzon<\/a><\/p>\n<p>7 minutos de leitura\t<\/p>\n<p>Durante muito tempo, acreditou-se que os meninos eram mais propensos a ter transtorno de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o\/ hiperatividade (TDAH). Mas pesquisas recentes sugerem que as meninas t\u00eam sido amplamente subdiagnosticadas, com consequ\u00eancias \u00e0s vezes devastadoras.<\/p>\n<p>Atualmente, muitas <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/news\/conheca-mulheres-que-estao-fazendo-a-diferenca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">mulheres<\/a> que sofrem h\u00e1 muito tempo com problemas de sa\u00fade mental e desafios cotidianos est\u00e3o identificando o TDAH como a causa subjacente.<\/p>\n<p>\u201cAs mulheres t\u00eam muito mais probabilidade de apresentar o que chamamos de \u2018<a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/news\/nova-pesquisa-revela-que-as-redes-sociais-estao-destruindo-o-cerebro-das-criancas-entenda-como\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">TDAH <\/a>desatento\u2019 do que o \u2018TDAH hiperativo\u2019\u201d, afirma Sarah Greenberg, psicoterapeuta licenciada e vice-presidente de expertise e design estrat\u00e9gico da organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos Understood.org, voltada para a neurodiversidade.<\/p>\n<p>\u201cA hiperatividade \u00e9 muito vis\u00edvel para as pessoas ao redor, enquanto no TDAH desatento essa hiperatividade \u00e9 interna. Pode parecer devaneio ou olhar para o nada. Mas posso garantir que muita coisa est\u00e1 acontecendo no <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/worklife\/pesquisa-revela-como-o-cerebro-decide-esperar-antes-de-agir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">c\u00e9rebro<\/a>.\u201d<\/p>\n<p>Greenberg afirma que o TDAH n\u00e3o diagnosticado pode criar desafios na inf\u00e2ncia, tanto sociais quanto acad\u00eamicos, levando a muita inseguran\u00e7a. Aliado \u00e0 tend\u00eancia de pensar demais, comum em pessoas com <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/worklife\/hiperfoco-e-criatividade-reconhecer-habilidades-do-tdah-melhora-a-saude-mental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">TDAH<\/a> do tipo desatento, muitos recebem, em vez disso, diagn\u00f3sticos de ansiedade ou depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse diagn\u00f3stico incorreto pode ter consequ\u00eancias graves, j\u00e1 que o TDAH n\u00e3o tratado tem sido associado a diversos problemas, desde maiores taxas de abuso de subst\u00e2ncias at\u00e9 div\u00f3rcio, acidentes de carro e at\u00e9 mesmo tentativas de suic\u00eddio.<\/p>\n<p><strong>DIAGN\u00d3STICO INCORRETO \u00c9 FREQUENTE<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/worklife\/bem-estar\/mulheres-bancam-cirurgia-estetica-mas-homens-seguem-no-poder\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Mulheres <\/a>com TDAH s\u00e3o frequentemente diagnosticadas de forma errada. De acordo com um estudo realizado pela Understood.org, 72% das mulheres com TDAH apresentam pelo menos duas outras condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade mental (como ansiedade ou depress\u00e3o) e 44% receberam o diagn\u00f3stico de ansiedade, depress\u00e3o ou outra condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade mental como primeira condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 89% afirmam que inicialmente atribu\u00edram os sintomas do <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/news\/nao-e-impressao-nossa-capacidade-de-prestar-atencao-esta-mesmo-diminuindo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">TDAH <\/a>\u2013 como desorganiza\u00e7\u00e3o, excesso de reflex\u00e3o e atrasos cr\u00f4nicos \u2013 a falhas de car\u00e1ter pessoais.<\/p>\n<p>\u201c\u2019Histeria\u2019 era um r\u00f3tulo dado \u00e0s mulheres para uma s\u00e9rie de problemas, desde ins\u00f4nia at\u00e9 ansiedade. A teoria se baseava em um desequil\u00edbrio uterino\u201d, explica Greenberg.<\/p>\n<p> \u201cN\u00e3o usamos mais esse r\u00f3tulo, mas o que persiste \u00e9 que as mulheres t\u00eam maior probabilidade de serem diagnosticadas com um transtorno emocional do que com TDAH, que \u00e9 uma diferen\u00e7a cerebral.\u201d<\/p>\n<p>De acordo com um estudo de 2022 conduzido pelos Centros de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as dos Estados Unidos (CDC), meninos t\u00eam o dobro da probabilidade de serem diagnosticados com TDAH.<\/p>\n<p>No entanto, um estudo de 2022 realizado pela empresa de pesquisa m\u00e9dica Epic Research constatou que mulheres entre 23 e 49 anos foram diagnosticadas com <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/news\/estudo-aponta-que-pessoas-com-deficit-de-atencao-tendem-a-ser-mais-criativas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">TDAH <\/a>duas vezes mais frequentemente do que homens naquele ano, em compara\u00e7\u00e3o com 2020.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"313\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/cabeca_cerebro_motor.jpg\" alt=\"imagem estilizada de engrenagens no lugar do c\u00e9rebro\" class=\"wp-image-238138\"  \/><\/p>\n<p>Os homens tamb\u00e9m foram diagnosticados com TDAH em uma taxa 28% maior do que as mulheres em 2022, uma queda em rela\u00e7\u00e3o aos 133% registrados em 2010.<\/p>\n<p>Na prov\u00edncia canadense de Ont\u00e1rio, as prescri\u00e7\u00f5es de medicamentos estimulantes, muito usados para tratar o TDAH, foram mais prevalentes entre mulheres adultas de 18 a 64 anos do que entre homens em 2023.<\/p>\n<p>\u201cEstamos nos aproximando da paridade de g\u00eanero na idade adulta, o que \u00e9 um ponto muito positivo\u201d, diz Greenberg. \u201cTamb\u00e9m estamos nos aproximando da paridade de g\u00eanero na inf\u00e2ncia. Enquanto antes v\u00edamos tr\u00eas meninos diagnosticados para cada menina, agora vemos dois, ent\u00e3o essa propor\u00e7\u00e3o est\u00e1 melhorando.\u201d<\/p>\n<p><strong>TRATANDO A CONDI\u00c7\u00c3O ERRADA<\/strong><\/p>\n<p>Mulheres com TDAH frequentemente est\u00e3o tratando a condi\u00e7\u00e3o errada.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico incorreto \u00e9 comum entre mulheres com TDAH, tanto por causa de concep\u00e7\u00f5es err\u00f4neas antigas quanto porque muitas das ferramentas de diagn\u00f3stico que testam essa condi\u00e7\u00e3o s\u00e3o baseadas na apresenta\u00e7\u00e3o hiperativa mais comum em meninos.<\/p>\n<p>Como resultado, as mulheres tendem a sofrer com o TDAH at\u00e9 a idade adulta, antes de compreenderem a causa de algumas de suas diferen\u00e7as neurol\u00f3gicas e o prov\u00e1vel culpado por tr\u00e1s de outros desafios ao longo da vida.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito importante acertar o diagn\u00f3stico de TDAH, porque, enquanto a ansiedade e a depress\u00e3o s\u00e3o trat\u00e1veis e podem ser de curto prazo, o TDAH \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o para a vida toda\u201d, diz Greenberg. \u201c\u00c0s vezes, a depress\u00e3o ou a ansiedade se referem mais aos sintomas que a pessoa experimentou, mas \u00e9 muito mais eficaz tratar o TDAH como a condi\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o existe um estudo formal sobre a efic\u00e1cia relativa do tratamento da ansiedade e da depress\u00e3o em pessoas com TDAH n\u00e3o diagnosticado. No entanto, um estudo de 2024 com base em registros de sa\u00fade no Pa\u00eds de Gales constatou que as <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/worklife\/carreira-renda-e-inseguranca-fazem-mulheres-adiarem-a-maternidade\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mulheres <\/a>t\u00eam maior probabilidade de receber prescri\u00e7\u00e3o de antidepressivos antes do diagn\u00f3stico de TDAH e tamb\u00e9m de interromper o uso da medica\u00e7\u00e3o posteriormente.<\/p>\n<p>\u201cAnedoticamente, \u00e9 o que ouvimos dos pacientes o tempo todo\u201d, diz a Dra. Julia Schechter, psic\u00f3loga cl\u00ednica da Escola de Medicina da Universidade Duke e codiretora do Centro Duke para Meninas e Mulheres com TDAH. \u201cOuvimos essa hist\u00f3ria com muita frequ\u00eancia.\u201d<\/p>\n<p>\u201cDurante anos, me disseram que eu era ansiosa. Durante anos, tomei medicamentos que n\u00e3o faziam efeito. Ent\u00e3o descobri que tinha TDAH, e come\u00e7ar a tomar a medica\u00e7\u00e3o para TDAH realmente reduziu os sintomas.\u201d<\/p>\n<p><strong>PERIGOS DO TDAH N\u00c3O TRATADO<\/strong><\/p>\n<p>Pesquisas mostram que pessoas com TDAH n\u00e3o tratado t\u00eam maior probabilidade de apresentar dificuldades na escola e na manuten\u00e7\u00e3o do emprego, enfrentar desafios financeiros, divorciar-se, sofrer acidentes de carro e ter problemas com abuso de subst\u00e2ncias em taxas mais elevadas.<\/p>\n<p>Em mulheres, o TDAH n\u00e3o tratado tamb\u00e9m tem sido associado a taxas mais elevadas de gravidez n\u00e3o planejada, dist\u00farbios alimentares e tentativas de suic\u00eddio.<\/p>\n<p>De acordo com um estudo da Understood.org, 23,5% das <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/tech\/tornozeleira-eletronica-e-vicaricidio-governo-publica-leis-que-reforcam-protecao-as-mulheres\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mulheres <\/a>diagnosticadas com TDAH relatam hist\u00f3rico de tentativas de suic\u00eddio, em compara\u00e7\u00e3o com 8,5% dos homens com TDAH.<\/p>\n<p>\u201cSabemos que o TDAH n\u00e3o tratado est\u00e1 ligado a muitos resultados negativos para todos\u201d, diz a Dra. Schechter. \u201cMas, para mulheres e meninas em particular, n\u00e3o tratar essa condi\u00e7\u00e3o pode realmente ser uma quest\u00e3o de vida ou morte.\u201d<\/p>\n<p><strong>CONSCIENTIZA\u00c7\u00c3O CRESCEU AP\u00d3S A COVID-19<\/strong><\/p>\n<p>A conscientiza\u00e7\u00e3o e os diagn\u00f3sticos aumentaram drasticamente desde a Covid-19. Suposi\u00e7\u00f5es antigas sobre o TDAH afetar principalmente meninos jovens come\u00e7aram a mudar durante a pandemia, por v\u00e1rios motivos.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, pessoas com TDAH n\u00e3o diagnosticado geralmente aprendem a lidar com o transtorno ao longo do tempo, por exemplo, usando cron\u00f4metros, listas de tarefas e lembretes, mantendo rotinas e otimizando seu espa\u00e7o de trabalho \u2014 muitos dos quais foram afetados pela pandemia. Como resultado, adultos com TDAH n\u00e3o diagnosticado sentiram os sintomas de forma mais aguda.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m estava se tornando parte da conversa, e uma grande parte disso se devia \u00e0s redes sociais\u201d, diz a Dra. Schechter. \u201cAs pessoas estavam recorrendo \u00e0s redes sociais para tirar d\u00favidas m\u00e9dicas e havia muita informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel sobre TDAH, especialmente TDAH em mulheres.\u201d<\/p>\n<p><strong>M\u00c3ES IDENTIFICARAM SINTOMAS EM CASA<\/strong><\/p>\n<p>As m\u00e3es frequentemente identificam sintomas em seus filhos.<\/p>\n<p>Muitos pais tamb\u00e9m estavam supervisionando a educa\u00e7\u00e3o remota de seus filhos, expondo alguns a sinais e sintomas que poderiam ter passado despercebidos.<\/p>\n<p>\u201cEles perceberam melhor os desafios que enfrentavam e come\u00e7aram a buscar raz\u00f5es para isso\u201d, diz a Emma Climie, professora associada da Escola de Psicologia Aplicada e diretora do Laborat\u00f3rio de For\u00e7as no TDAH da Universidade de Calgary. \u201cOs pais diziam: \u2018Eu passei por desafios semelhantes, que tipo de apoio existe para meus filhos e isso tamb\u00e9m me ajudaria como adulto?\u2019\u201d<\/p>\n<p>Ela explica que o TDAH tem \u201cum forte componente heredit\u00e1rio\u201d e, durante a pandemia, os pais ficaram mais atentos \u00e0s dificuldades de aprendizagem dos filhos, o que levou mais pessoas a procurarem um diagn\u00f3stico para eles.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que aprendiam mais sobre o transtorno, muitos pais \u2014 e especialmente as m\u00e3es \u2014 identificaram sintomas semelhantes em si mesmos. \u201cTalvez quem tenha TDAH tenha TDAH\u201d, diz ela.<\/p>\n<p>Como resultado, a pandemia pode ser considerada um ponto de virada em nossa percep\u00e7\u00e3o cultural do TDAH em <a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/tech\/boticario-cria-bot-para-alertar-mulheres-sobre-fotos-manipuladas-pelo-grok\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mulheres <\/a>e meninas, aumentando a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre alguns dos sintomas comuns e ajudando aquelas que sofrem h\u00e1 muito tempo por causa do transtorno sem entender o porqu\u00ea.<\/p>\n<p>\u201cSempre houve um grupo menor, por\u00e9m vocal, que questionava: \u2018E as mulheres e meninas com TDAH?\u2019. \u201cMas n\u00e3o acho que eles tivessem realmente encontrado sua voz\u201d, diz a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p>\u201cNos \u00faltimos anos, mais pessoas t\u00eam se juntado a essa conversa. Estamos come\u00e7ando a desenvolver novas ferramentas e avalia\u00e7\u00f5es. E estamos come\u00e7ando a identificar que o <strong>TDAH <\/strong>se manifesta de forma um pouco diferente em meninas e mulheres.\u201d<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"\" alt=\"\"\/><\/p>\n<p>SOBRE O AUTOR<\/p>\n<p>\t\t<a href=\"https:\/\/fastcompanybrasil.com\/autor\/jared-lindzon\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><\/p>\n<p class=\"description\">Jared Lindzon \u00e9 jornalista especializado em temas como futuro do trabalho e profiss\u00f5es ligadas a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.\tsaiba mais<\/p>\n<p><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Jared Lindzon 7 minutos de leitura Durante muito tempo, acreditou-se que os meninos eram mais propensos a ter&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":359212,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[538,1661,116,61202,2623,32,33,318,117,3985],"class_list":["post-359211","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-bem-estar","tag-destaque","tag-health","tag-jared-lindzon","tag-mulheres","tag-portugal","tag-pt","tag-radar","tag-saude","tag-tdah"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116476367934649677","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/359211","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=359211"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/359211\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/359212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=359211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=359211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=359211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}