{"id":364960,"date":"2026-05-01T14:34:29","date_gmt":"2026-05-01T14:34:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/364960\/"},"modified":"2026-05-01T14:34:29","modified_gmt":"2026-05-01T14:34:29","slug":"medicamentos-glp-1-dao-golpe-duplo-contra-obesidade-e-alcoolismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/364960\/","title":{"rendered":"Medicamentos GLP-1 d\u00e3o golpe duplo contra obesidade e alcoolismo"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">A combina\u00e7\u00e3o entre dois importantes problemas de sa\u00fade p\u00fablica global \u2014 o consumo excessivo de \u00e1lcool e a obesidade \u2014 est\u00e1 em crescimento, com implica\u00e7\u00f5es significativas na preval\u00eancia de doen\u00e7as graves e na mortalidade. Agora, um estudo publicado na revista The Lancet sugere que os medicamentos GLP-1, originalmente desenvolvidos para combater diabetes 2, s\u00e3o eficazes no enfrentamento a esse duplo desafio.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">A pesquisa, com 108 adultos acima do peso saud\u00e1vel que tamb\u00e9m buscavam tratamento para alcoolismo, demonstrou que uma inje\u00e7\u00e3o semanal da subst\u00e2ncia semaglutida reduziu em 50% os dias de ingest\u00e3o pesada de bebidas em um m\u00eas, comparado ao grupo placebo. Ao mesmo tempo, a perda de peso foi cinco vezes maior entre os que utilizaram o inibidor de GLP-1 (-11,2 kg contra -2,2 kg em 26 semanas).<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os autores do estudo, do Hospital Universit\u00e1rio Bispebjergand Frederiksberg, em Copenhague, na Dinamarca, o transtorno por uso de \u00e1lcool \u00e9 respons\u00e1vel por 5% das mortes no mundo anualmente, e h\u00e1 uma necessidade urgente de novos tratamentos. A pesquisa, conduzida no Centro de Sa\u00fade Mental da institui\u00e7\u00e3o, \u00e9 a primeira com grupo controle a investigar se os inibidores de GLP-1 ajudam pacientes com obesidade a reduzir o consumo de bebidas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Todos os participantes fizeram terapia cognitivo-comportamental e foram divididos para receber uma dose semanal de semaglutida ou um placebo. No in\u00edcio, os pacientes apresentavam, em m\u00e9dia, 17 dias de consumo excessivo de \u00e1lcool no \u00faltimo m\u00eas. Ap\u00f3s seis meses, os volunt\u00e1rios do grupo GLP-1 ingeriram bebidas alco\u00f3licas exageradamente por cinco dias (12 a menos), em compara\u00e7\u00e3o a nove no controle (oito a menos).<\/p>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m disso, no come\u00e7o da investiga\u00e7\u00e3o, os participantes haviam consumido aproximadamente 2,2kg de \u00e1lcool nos 30 dias anteriores, n\u00famero que diminuiu para 650 g\/30 dias com semaglutida e 1175 g\/30 dias com placebo ap\u00f3s seis meses. Os cientistas usam gramas, em vez de mililitros, para medir o consumo de \u00e1lcool como forma de garantir a padroniza\u00e7\u00e3o internacional, pois a massa do etanol puro n\u00e3o se altera, independentemente do tipo de bebida ingerida.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Embora reconhe\u00e7am o n\u00famero pequeno de pacientes inclu\u00eddos, os autores destacaram, no artigo, que &#8220;o efeito do tratamento foi suficientemente grande para ser detectado&#8221;. &#8220;Essa descoberta contribui para o crescente corpo de evid\u00eancias para o uso de agonistas do receptor de GLP-1 no transtorno por uso de \u00e1lcool, apoiando uma indica\u00e7\u00e3o expandida para a semaglutida, que pode afetar milh\u00f5es de pessoas, dada a carga global do transtorno por uso de \u00e1lcool e da obesidade com\u00f3rbida&#8221;, escreveram.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">No Brasil, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o tem excesso de peso, e cerca de uma em cada cinco pessoas acima dos 18 anos relata consumo abusivo de bebidas alco\u00f3licas. N\u00e3o existem dados mundiais sobre a comorbidade, mas a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) considera tanto o alcoolismo quanto a obesidade como problemas graves de sa\u00fade p\u00fablica.\u00a0<\/p>\n<p>Metabolismo\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Separadamente, tanto o \u00e1lcool quanto a obesidade j\u00e1 s\u00e3o fatores conhecidos de risco para doen\u00e7as cr\u00f4nicas, incluindo diabetes 2, problemas cardiovasculares e, especialmente, condi\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas. Juntos, os efeitos s\u00e3o multiplicadores. Como \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por metabolizar o \u00e1lcool e regular o metabolismo energ\u00e9tico, o f\u00edgado torna-se o principal alvo dessa associa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;A obesidade aumenta o fluxo de \u00e1cidos graxos livres ao f\u00edgado; leva a resist\u00eancia insul\u00ednica, inflama\u00e7\u00e3o e estresse oxidativo do nosso organismo&#8221;, diz Camila Viecceli, endocrinologista do Hospital da Bahia. &#8220;Quando o \u00e1lcool entra em um corpo j\u00e1 com inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de baixo grau, amplia a les\u00e3o, al\u00e9m de ativar c\u00e9lulas que favorecem esteatose (gordura no f\u00edgado), esteatose-hepatite (inflama\u00e7\u00e3o da gordura no f\u00edgado), fibrose e at\u00e9 cirrose&#8221;, enumera.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Guilherme Rodrigues, nutricionista do Hospital Mantevida, em Bras\u00edlia, explica que, al\u00e9m das graves doen\u00e7as cr\u00f4nicas, o \u00e1lcool compromete estrat\u00e9gias de emagrecimento, o que pode ser particularmente problem\u00e1tico no caso de pessoas que j\u00e1 sofrem com obesidade. &#8220;O \u00e1lcool atrapalha o emagrecimento porque o corpo prioriza metaboliz\u00e1-lo, reduzindo a queima de gordura. Al\u00e9m disso, fornece calorias vazias e aumenta o consumo alimentar por diminuir o controle e favorecer escolhas mais cal\u00f3ricas&#8221;, diz. O especialista destaca que existem abordagens diet\u00e9ticas que ajudam a reduzir tanto o peso como o desejo por \u00e1lcool: &#8220;Dietas ricas em prote\u00ednas, fibras e alimentos naturais ajudam a controlar a fome e reduzir o desejo por \u00e1lcool&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Para especialistas, os medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1 podem ser uma arma dupla no arsenal terap\u00eautico. Outros estudos al\u00e9m do publicado ontem na The Lancet indicam que drogas como a semaglutida, al\u00e9m de promover perda de peso, t\u00eam potencial para reduzir o consumo de \u00e1lcool. &#8220;Muitos usu\u00e1rios do GLP-1, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do tempo de esvaziamento g\u00e1strico, acabam tendo menor consumo de \u00e1lcool&#8221;, concorda a m\u00e9dica nutr\u00f3loga Andrea Pereira, presidente do Instituto Obesidade Brasil. &#8220;Al\u00e9m disso, como a bebida alco\u00f3lica \u00e9 cal\u00f3rica, podendo levar ao ganho de peso, a redu\u00e7\u00e3o do consumo auxilia tamb\u00e9m no emagrecimento.&#8221;<\/p>\n<p>Terapia<\/p>\n<p class=\"texto\">Os estudos que investigam a associa\u00e7\u00e3o entre drogas GLP-1 e o combate \u00e0 comorbidade alcoolismo\/obesidade destacam que apenas interven\u00e7\u00f5es medicamentosas s\u00e3o insuficientes. No artigo publicado na revista The Lancet, por exemplo, os participantes foram submetidos a sess\u00f5es de terapia cognitivo-comportamental (TCC). &#8220;Em situa\u00e7\u00f5es de sobrecarga emocional, o c\u00e9rebro tende a priorizar comportamentos que geram prazer imediato, mesmo que tragam preju\u00edzos no m\u00e9dio e longo prazo. Isso aumenta a frequ\u00eancia de consumo de \u00e1lcool e de alimentos cal\u00f3ricos&#8221;, destaca o psic\u00f3logo cl\u00ednico Miguel Bunge, de S\u00e3o Paulo, especialista em TCC e sa\u00fade mental.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo o psic\u00f3logo, h\u00e1 um claro padr\u00e3o de compensa\u00e7\u00e3o emocional, no qual comida e \u00e1lcool desempenham fun\u00e7\u00f5es semelhantes. &#8220;Ambos podem ser usados para aliviar emo\u00e7\u00f5es negativas, preencher sensa\u00e7\u00e3o de vazio ou at\u00e9 como forma de recompensa ap\u00f3s um dia dif\u00edcil&#8221;, diz. &#8220;A terapia cognitivo-comportamental tem bons resultados porque ajuda o paciente a identificar gatilhos emocionais, padr\u00f5es de pensamento e situa\u00e7\u00f5es que levam ao consumo de \u00e1lcool e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o desregulada&#8221;, explica Bunge. &#8220;Entre as estrat\u00e9gias mais importantes est\u00e3o o desenvolvimento de habilidades de regula\u00e7\u00e3o emocional, o aumento da consci\u00eancia sobre padr\u00f5es autom\u00e1ticos e a constru\u00e7\u00e3o de alternativas mais saud\u00e1veis para lidar com desconfortos.&#8221;<\/p>\n<p>Duas perguntas para Elaine Dias JK, m\u00e9dica PhD em endocrinologia e metabologia <\/p>\n<p class=\"texto\">Elaine Dias JK, m\u00e9dica PhD em endocrinologia e metabologia<\/p>\n<p class=\"texto\">Como a combina\u00e7\u00e3o de obesidade e consumo excessivo de \u00e1lcool impacta o metabolismo?<\/p>\n<p class=\"texto\">A obesidade e o consumo excessivo de \u00e1lcool formam uma combina\u00e7\u00e3o extremamente agressiva para o metabolismo e, principalmente, para o f\u00edgado, porque ambos atuam sobre os mesmos mecanismos inflamat\u00f3rios. O \u00e1lcool gera sobrecarga hep\u00e1tica direta. Quando ele \u00e9 metabolizado, produz subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, como o acetalde\u00eddo, que aumentam o estresse oxidativo, a inflama\u00e7\u00e3o celular e a les\u00e3o hep\u00e1tica. J\u00e1 a obesidade, especialmente quando existe gordura abdominal e resist\u00eancia \u00e0 insulina, favorece o ac\u00famulo de gordura no f\u00edgado e mant\u00e9m um estado inflamat\u00f3rio cr\u00f4nico que chamamos de MASLD (Doen\u00e7a Hep\u00e1tica Esteat\u00f3tica Associada \u00e0 Disfun\u00e7\u00e3o Metab\u00f3lica). Quando esses dois fatores se encontram, o dano n\u00e3o \u00e9 apenas somado, ele \u00e9 potencializado. O f\u00edgado passa a lidar simultaneamente com toxicidade e excesso de gordura, o que acelera a evolu\u00e7\u00e3o da esteatose hep\u00e1tica para quadros mais graves, como esteatohepatite, fibrose, cirrose e at\u00e9 c\u00e2ncer hep\u00e1tico.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os agonistas de GLP-1 podem atuar como uma estrat\u00e9gia dupla para perda de peso e redu\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1lcool?<\/p>\n<p class=\"texto\">Essas medica\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m parecem atuar sobre o chamado &#8220;food noise&#8221;, que \u00e9 aquele ru\u00eddo mental constante ligado \u00e0 compuls\u00e3o, \u00e0 recompensa e ao desejo repetitivo por comida ou prazer imediato. Muitos pacientes descrevem isso como um pensamento que n\u00e3o desliga, aquela necessidade constante de beliscar, comer por ansiedade ou buscar recompensa emocional na alimenta\u00e7\u00e3o. O ponto interessante \u00e9 que esse mesmo circuito cerebral est\u00e1 relacionado ao \u00e1lcool, porque ele ativa mecanismos de recompensa, dopamina e compuls\u00e3o muito semelhantes aos da alimenta\u00e7\u00e3o. Por isso, muitos pacientes relatam espontaneamente que, al\u00e9m de comer menos, tamb\u00e9m passam a sentir menos vontade de beber. (PO)<\/p>\n<p>Ciclos de culpa<\/p>\n<p class=\"texto\">A associa\u00e7\u00e3o entre consumo excessivo de \u00e1lcool e obesidade vai muito al\u00e9m de fatores metab\u00f3licos. Ela est\u00e1 profundamente ligada \u00e0 forma como lidamos com emo\u00e7\u00f5es. Tanto o \u00e1lcool quanto alimentos altamente cal\u00f3ricos ativam o sistema de recompensa do c\u00e9rebro, promovendo al\u00edvio imediato de desconfortos, como ansiedade, estresse e frustra\u00e7\u00e3o. H\u00e1 tamb\u00e9m um efeito importante de desinibi\u00e7\u00e3o: o \u00e1lcool reduz o autocontrole, favorecendo escolhas alimentares impulsivas e o aumento da ingest\u00e3o cal\u00f3rica. Al\u00e9m disso, muitos indiv\u00edduos entram em ciclos de culpa e compensa\u00e7\u00e3o, consomem para aliviar emo\u00e7\u00f5es dif\u00edceis e, depois, lidam com sentimentos de vergonha ou arrependimento, o que pode refor\u00e7ar novamente o padr\u00e3o de consumo. As abordagens mais eficazes para lidar com consumo excessivo de \u00e1lcool e obesidade s\u00e3o aquelas que tratam essas condi\u00e7\u00f5es de forma integrada, reconhecendo que muitas vezes elas compartilham os mesmos mecanismos emocionais. Um\u00a0ponto fundamental \u00e9 ajudar o indiv\u00edduo a compreender a fun\u00e7\u00e3o emocional do comportamento, ou seja, o que o \u00e1lcool e a comida est\u00e3o tentando resolver.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Izabelle Santos, psic\u00f3loga Hospital Anchieta, em Bras\u00edlia\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Medicamentos+GLP-1+d%C3%A3o+golpe+duplo+contra+obesidade+e+alcoolismo%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2026\/05\/7408929-medicamentos-glp-1-dao-golpe-duplo-contra-obesidade-e-alcoolismo.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F05%2F7408929-medicamentos-glp-1-dao-golpe-duplo-contra-obesidade-e-alcoolismo.html&amp;text=Medicamentos+GLP-1+d%C3%A3o+golpe+duplo+contra+obesidade+e+alcoolismo\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F05%2F7408929-medicamentos-glp-1-dao-golpe-duplo-contra-obesidade-e-alcoolismo.html&amp;text=Medicamentos+GLP-1+d%C3%A3o+golpe+duplo+contra+obesidade+e+alcoolismo\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/1777338792_273_google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A combina\u00e7\u00e3o entre dois importantes problemas de sa\u00fade p\u00fablica global \u2014 o consumo excessivo de \u00e1lcool e a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":364961,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,3083,1022,2778,32,33,117,896],"class_list":{"0":"post-364960","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-medicamentos","10":"tag-obesidade","11":"tag-oms","12":"tag-portugal","13":"tag-pt","14":"tag-saude","15":"tag-saude-publica"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116499819618859737","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/364960","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=364960"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/364960\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/364961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=364960"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=364960"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=364960"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}