{"id":365984,"date":"2026-05-02T13:29:13","date_gmt":"2026-05-02T13:29:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/365984\/"},"modified":"2026-05-02T13:29:13","modified_gmt":"2026-05-02T13:29:13","slug":"super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/365984\/","title":{"rendered":"Super El Ni\u00f1o pode estar mais pr\u00f3ximo do que se pensava"},"content":{"rendered":"<p> <img decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava-1777573196190_1024.jpg\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"A r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o do aquecimento no Pac\u00edfico equatorial reacende o alerta para um poss\u00edvel El Ni\u00f1o intenso nos pr\u00f3ximos meses.\" title=\"Super El Ni\u00f1o\" data-image=\"xg3qdchhbk6x\"\/>A r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o do aquecimento no Pac\u00edfico equatorial reacende o alerta para um poss\u00edvel El Ni\u00f1o intenso nos pr\u00f3ximos meses.   <img decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ana-maria-pereira-nunes.jpg\" alt=\"Ana Maria Pereira Nunes\" width=\"40\" height=\"40\"\/>    <a class=\"nombre text-hv\" href=\"https:\/\/www.tempo.pt\/autor\/ana-maria-pereira-nunes\/\" title=\"Ana Maria Pereira Nunes\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Ana Maria Pereira Nunes<\/a> Meteored Brasil      02\/05\/2026 09:43   7 min   <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses, a <strong>previs\u00e3o de El Ni\u00f1o<\/strong> voltou ao centro das discuss\u00f5es entre especialistas e nos media, principalmente diante da possibilidade de um evento muito intenso, chamado por alguns de<strong> \u201cSuper El Ni\u00f1o\u201d<\/strong> ou at\u00e9 <strong>\u201cEl Ni\u00f1o Godzilla\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>Se antes era precipitado afirmar este cen\u00e1rio, a evolu\u00e7\u00e3o da temperatura do Oceano Pac\u00edfico equatorial indica que o <strong>fen\u00f3meno est\u00e1 cada vez mais pr\u00f3ximo<\/strong> de se consolidar, e pode alcan\u00e7ar<strong> intensidade compar\u00e1vel a epis\u00f3dios hist\u00f3ricos<\/strong>.<strong> <\/strong>A seguir, entenda como o m\u00eas de abril poderia marcar o in\u00edcio do El Ni\u00f1o e como as condi\u00e7\u00f5es do Pac\u00edfico t\u00eam vindo a evoluir para um evento intenso.<\/p>\n<p>Evolu\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es e diferen\u00e7as metodol\u00f3gicas: El Ni\u00f1o em abril?<\/p>\n<p><strong>Desde fevereiro de 2026<\/strong>, a NOAA passou a adotar uma<strong> nova forma de monitorizar<\/strong> o <strong>ENSO<\/strong> (El Ni\u00f1o-Oscila\u00e7\u00e3o Sul, composto por El Ni\u00f1o, La Ni\u00f1a e neutralidade). A principal mudan\u00e7a \u00e9 que os <strong>c\u00e1lculos<\/strong> agora <strong>consideram<\/strong> o <strong>aquecimento global<\/strong>, ajustando as anomalias da temperatura da superf\u00edcie do mar (TSM) em rela\u00e7\u00e3o ao aquecimento m\u00e9dio dos oceanos tropicais, e n\u00e3o apenas \u00e0 climatologia hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, esta abordagem tende a reduzir anomalias quentes e intensificar as frias, tornando eventos de El Ni\u00f1o menos intensos e epis\u00f3dios de La Ni\u00f1a mais evidentes.<\/p>\n<p>Apesar disto, os<strong> sinais de aquecimento <\/strong>no Pac\u00edfico s\u00e3o <strong>claros<\/strong>. Segundo o boletim mais recente da NOAA, os setores leste e oeste do Pac\u00edfico equatorial j\u00e1 apresentam anomalias de pelo menos +0,5 \u00b0C. A <strong>regi\u00e3o central <\/strong>(Ni\u00f1o 3.4) usada para monitorizar o fen\u00f3meno ainda est\u00e1 em <strong>neutralidade<\/strong> (+0,2 \u00b0C),<strong> mas aquece <\/strong>de forma consistente <strong>desde meados de mar\u00e7o<\/strong>, quando deixou o padr\u00e3o de La Ni\u00f1a.<\/p>\n<p>Quando analisamos os dados pela<strong> metodologia tradicional <\/strong>(anomalias absolutas), o <strong>aquecimento<\/strong> \u00e9 ainda <strong>mais expressivo<\/strong> e, neste cen\u00e1rio, <strong>abril poderia tornar-se <\/strong>o <strong>primeiro m\u00eas<\/strong> com caracter\u00edsticas de<strong> El Ni\u00f1o <\/strong>no ciclo 2026\/2027. O <strong>gr\u00e1fico <\/strong>abaixo mostra a evolu\u00e7\u00e3o recente das <strong>anomalias de TSM<\/strong> na regi\u00e3o Ni\u00f1o 3.4. Em <strong>vermelho<\/strong> est\u00e1 a anomalia absoluta (<strong>m\u00e9todo antigo<\/strong>) e, em <strong>amarelo<\/strong>, a anomalia relativa (<strong>m\u00e9todo novo<\/strong>).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava-1777557251029_1024.png\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Evolu\u00e7\u00e3o recente (abril\/2026) das anomalias de TSM na regi\u00e3o do Ni\u00f1o 3.4 considerando as anomalias absolutas (vermelho) e relativas (amarelo) utilizando dados do CPC\/NOAA.\" title=\"Evolu\u00e7\u00e3o recente (abril\/2026) das anomalias de TSM na regi\u00e3o do Ni\u00f1o 3.4 considerando as anomalias absolutas (vermelho) e relativas (amarelo) utilizando dados do CPC\/NOAA.\" data-image=\"kryqzf1aseqa\"\/>Evolu\u00e7\u00e3o recente (abril\/2026) das anomalias de TSM na regi\u00e3o do Ni\u00f1o 3.4 considerando as anomalias absolutas (vermelho) e relativas (amarelo) utilizando dados do CPC\/NOAA.<\/p>\n<p>Em ambos os casos h\u00e1 aquecimento, mas com diferen\u00e7as importantes: enquanto a<strong> anomalia relativa<\/strong> ainda indica <strong>neutralidade<\/strong>, a <strong>absoluta <\/strong>j\u00e1 atingiu o <strong>limiar de El Ni\u00f1o<\/strong> (+0,5 \u00b0C) na semana de<strong> 15 de abril<\/strong>, chegando a +0,7 \u00b0C na semana mais recente.<\/p>\n<p>Um evento El Ni\u00f1o \u00e9 declarado pela NOAA quando as condi\u00e7\u00f5es de um m\u00eas alcan\u00e7am +0,5 \u00b0C e h\u00e1 confian\u00e7a de persist\u00eancia do aquecimento nos pr\u00f3ximos meses.<strong> De acordo com a metodologia antiga<\/strong>, portanto,<strong> se a semana centrada em 29 de abril <\/strong>alcan\u00e7ar uma anomalia de<strong> +1,0 \u00b0C<\/strong>, o m\u00eas de <strong>abril alcan\u00e7aria anomalia <\/strong>de <strong>+0,5 \u00b0C<\/strong>, ou seja, o <strong>primeiro m\u00eas com condi\u00e7\u00f5es de El Ni\u00f1o<\/strong>. Considerando que as anomalias t\u00eam vindo a aumentar cerca de 0,2 \u00b0C por semana, n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel que evolua de +0,7 \u00b0C para +1,0 \u00b0C nos pr\u00f3ximos dias.<\/p>\n<p>No entanto,<strong> esta metodologia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais utilizada oficialmente <\/strong>e s\u00f3 \u00e9 exposta aqui para fins de compara\u00e7\u00e3o. Hoje, centros meteorol\u00f3gicos em redor do mundo seguem abordagens semelhantes \u00e0 da NOAA, que consideram o aquecimento global, o que tende a adiar a consolida\u00e7\u00e3o formal do fen\u00f3meno.<\/p>\n<p>Bolha de \u00e1gua quente e compara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica<\/p>\n<p>O<strong> El Ni\u00f1o<\/strong> faz parte de um<strong> ciclo natural <\/strong>do Oceano Pac\u00edfico equatorial, no qual per\u00edodos de<strong> arrefecimento<\/strong> e <strong>aquecimento<\/strong> se <strong>alternam<\/strong> ao longo dos anos. Este processo est\u00e1 diretamente <strong>ligado<\/strong> <strong>\u00e0 din\u00e2mica das \u00e1guas abaixo da superf\u00edcie<\/strong>: grandes volumes de \u00e1gua mais quente ou mais fria deslocam-se na camada subsuperficial e, quando atingem a superf\u00edcie, d\u00e3o origem aos fen\u00f3menos La Ni\u00f1a ou El Ni\u00f1o.<\/p>\n<p><a class=\"imagen \" href=\"https:\/\/www.tempo.pt\/noticias\/actualidade\/como-se-desenvolve-o-fenomeno-el-nino-um-meteorologista-italiano-analisa-o-papel-fundamental-das-ondas-equatoriais.html\" title=\"Como se desenvolve o fen\u00f3meno El Ni\u00f1o? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy img-body non-editable\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/como-se-produce-el-fenomeno-de-el-nino-un-meteorologo-italiano-revela-el-papel-fundamental-de-las-on.png\"  width=\"320\" height=\"225\"\/><\/a><\/p>\n<p>Atualmente, uma<strong> intensa bolha de \u00e1gua quente<\/strong> na <strong>camada subsuperficial<\/strong> (a 300 metros de profundidade) est\u00e1 a subir em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie. As anomalias nessa regi\u00e3o chegam a<strong> 6 \u00b0C a 8 \u00b0C acima da m\u00e9dia<\/strong>, um sinal claro de forte ac\u00famulo de calor no oceano. <\/p>\n<p>Quando esta massa de \u00e1gua emergir no Pac\u00edfico central, o El Ni\u00f1o ir\u00e1 consolidar-se. Como <strong>antecipado pela Meteored <\/strong>em v\u00e1rias oportunidades, isso <strong>dever\u00e1 ocorrer<\/strong> entre o<strong> final da primavera e o in\u00edcio do ver\u00e3o boreal<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"low\" class=\"lazy \" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava-1777557308597_1024.png\"  width=\"768\" height=\"432\" alt=\"Evolu\u00e7\u00e3o da anomalia de TSM nas regi\u00f5es do Ni\u00f1o (esquerda) e das anomalias da temperatura das \u00e1guas subsuperficiais (direita). Cr\u00e9ditos: Elaborado por Meteored\/Fonte: CPC\/NOAA.\" title=\"Evolu\u00e7\u00e3o da anomalia de TSM nas regi\u00f5es do Ni\u00f1o (esquerda) e das anomalias da temperatura das \u00e1guas subsuperficiais (direita). Cr\u00e9ditos: Elaborado por Meteored\/Fonte: CPC\/NOAA.\" data-image=\"hnv6qpk9bdh7\"\/>Evolu\u00e7\u00e3o da anomalia de TSM nas regi\u00f5es do Ni\u00f1o (esquerda) e das anomalias da temperatura das \u00e1guas subsuperficiais (direita). Cr\u00e9ditos: Elaborado por Meteored\/Fonte: CPC\/NOAA.<\/p>\n<p>Esta <strong>estrutura<\/strong> n\u00e3o apenas indica a forma\u00e7\u00e3o do fen\u00f3meno, mas tamb\u00e9m <strong>sugere<\/strong> a sua poss\u00edvel <strong>intensidade<\/strong>. A evolu\u00e7\u00e3o das<strong> temperaturas subsuperficiais <\/strong>no Pac\u00edfico central (entre 180\u00b0W e 100\u00b0W) j\u00e1 coloca o oceano em <strong>n\u00edveis compar\u00e1veis <\/strong>aos observados durante o <strong>El Ni\u00f1o de 2023\/2024<\/strong>, que contribuiu para recordes globais in\u00e9ditos de temperatura do ar. Caso o aquecimento continue nesse ritmo, o evento 2026\/2027<strong> pode-se aproximar dos epis\u00f3dios<\/strong> <strong>mais<\/strong> <strong>intensos <\/strong>j\u00e1 registados, como os de <strong>1982\/83, 1997\/98 e 2015\/16<\/strong>.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Inspirado por um coment\u00e1rio do <a href=\"https:\/\/twitter.com\/luisbrudna?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">@luisbrudna<\/a> (e com uma ajudinha da sempre bem informada <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ampereiranunes?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">@ampereiranunes<\/a> ahaha) fiz um gr\u00e1fico das anomalias de temperatura do mar subsuperficiais desde 1979 at\u00e9 hoje, entre as longitudes 180\u00b0W-100\u00b0W, dados da <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NOAA?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">@NOAA<\/a> <br \/>Vamos acompanhando!! <a href=\"https:\/\/t.co\/Eg2UQzl4GR\" rel=\"nofollow\">pic.twitter.com\/Eg2UQzl4GR<\/a><\/p>\n<p> Luiz, o dos ciclones (@wxluizfelippe) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/wxluizfelippe\/status\/2049259116770525212?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">April 28, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>Embora<strong> <\/strong>a <strong>intensidade<\/strong> do aquecimento do oceano <strong>n\u00e3o <\/strong><strong>esteja<\/strong><strong> linearmente relacionada \u00e0 magnitude dos impactos<\/strong>, por si s\u00f3, o El Ni\u00f1o afeta diferentes regi\u00f5es do planeta. No Brasil, o padr\u00e3o t\u00edpico inclui <strong>chuvas acima da m\u00e9dia<\/strong> no <strong>Sul<\/strong>, aumentando o <strong>risco de cheias<\/strong> e <strong>eventos extremos<\/strong>, enquanto a <strong>Amaz\u00f3nia<\/strong> tende a enfrentar <strong>per\u00edodos secos prolongados<\/strong>. <\/p>\n<p>Em<strong> escala global<\/strong>, o El Ni\u00f1o costuma <strong>elevar a temperatura m\u00e9dia do planeta<\/strong> e intensificar<strong> eventos extremo<\/strong><strong>s<\/strong>,<strong> <\/strong>tanto de <strong>calor<\/strong> quanto de <strong>precipita\u00e7\u00e3o<\/strong>, ampliando os desafios relacionados a desastres e variabilidade clim\u00e1tica.<\/p>\n<p> <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o do aquecimento no Pac\u00edfico equatorial reacende o alerta para um poss\u00edvel El Ni\u00f1o intenso nos&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":365985,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[27,28,11580,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,62066,23,24,62067,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-365984","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-el-nino","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-headlines","14":"tag-latest-news","15":"tag-latestnews","16":"tag-main-news","17":"tag-mainnews","18":"tag-mundo","19":"tag-news","20":"tag-noticias","21":"tag-noticias-principais","22":"tag-noticiasprincipais","23":"tag-previsao-climatica","24":"tag-principais-noticias","25":"tag-principaisnoticias","26":"tag-super-el-nino","27":"tag-top-stories","28":"tag-topstories","29":"tag-ultimas","30":"tag-ultimas-noticias","31":"tag-ultimasnoticias","32":"tag-world","33":"tag-world-news","34":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116505226193318211","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/365984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=365984"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/365984\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/365985"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=365984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=365984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=365984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}