{"id":370378,"date":"2026-05-05T23:01:10","date_gmt":"2026-05-05T23:01:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/370378\/"},"modified":"2026-05-05T23:01:10","modified_gmt":"2026-05-05T23:01:10","slug":"arsenal-voltou-a-esmagar-pela-margem-minima-e-vai-a-final-da-champions-futebol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/370378\/","title":{"rendered":"Arsenal voltou a esmagar pela margem m\u00ednima e vai \u00e0 final da Champions | Futebol"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o foi bonito, mas foi eficaz e foi justo. Pela segunda vez na sua hist\u00f3ria, o Arsenal qualificou-se para a final da Liga dos Campe\u00f5es, com um triunfo em Londres por 1-0 sobre o Atl\u00e9tico Madrid. O empate (1-1) em Madrid sugeria que esta seria uma batalha de muito equil\u00edbrio e poucos golos, e foi o que aconteceu, uma eliminat\u00f3ria, tal como acontecera nos &#8220;quartos&#8221; com o Sporting, decidida pela mais pequena das margens. Um golo de Bukayo Saka decidiu para os londrinos, que ter\u00e3o agora pela frente o sobrevivente do duelo entre PSG e Bayern Munique, qualquer um deles uma verdadeira m\u00e1quina de atacar. Os \u201cgunners\u201d n\u00e3o conseguir\u00e3o igualar esta pot\u00eancia ofensiva, mas ningu\u00e9m defende como eles.<\/p>\n<p>Depois de um empate em Madrid, algu\u00e9m precisava de ganhar em Londres, mas ningu\u00e9m queria arriscar demasiado. Nem Arsenal, nem Atl\u00e9tico Madrid se lan\u00e7aram ao ataque desde o primeiro minuto, esperando mais pelo que o outro ia fazer. Mais defensivos os \u201ccolchoneros\u201d, a preencherem bem os espa\u00e7os e a absorverem bem a press\u00e3o dos \u201cgunners\u201d, sabendo que os seus homens da frente poderiam ganhar metros em velocidade desde que conseguissem ultrapassar as linhas adiantadas do advers\u00e1rio.<\/p>\n<p>O Arsenal tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma equipa de arriscar demasiado cedo no jogo, mas at\u00e9 pareceu entrar mais leve e fresco depois do empate do City no dia anterior a recolocar os \u201cgunners\u201d como favoritos ao t\u00edtulo. Sem esse estigma iminente de uma \u00e9poca sem t\u00edtulos, a equipa de Mikel Arteta foi paciente sem jogar a medo, apostando muito na capacidade de constru\u00e7\u00e3o de Declan Rice e nas decis\u00f5es r\u00e1pidas do capit\u00e3o Saka. Gy\u00f6keres, que marcara de pen\u00e1lti no Wanda Metropolitano, estava l\u00e1 para usar o f\u00edsico.<\/p>\n<p>Na primeira troca de ataques, o Atl\u00e9tico pareceu mais perigoso. Aos 11\u2019, Griezmann conseguiu uma entrada com prop\u00f3sito na \u00e1rea londrina, mas a jogada perdeu-se. O veterano avan\u00e7ado franc\u00eas seria o protagonista de mais um par de jogadas intencionais da forma\u00e7\u00e3o orientada por Simeone, mas a sua maior influ\u00eancia acabava por ser no esfor\u00e7o defensivo \u2013 nas equipas de \u201cCholo\u201d, j\u00e1 se sabe, todos defendem.<\/p>\n<p>Com o passar dos minutos, o Arsenal foi intensificando o seu dom\u00ednio, com muitas camisolas vermelhas em situa\u00e7\u00f5es de perigo iminente junto da baliza de Jan Oblak. Sem a inspira\u00e7\u00e3o do artista Eze, era Rice a mandar pelo meio, mais Trossard e Saka a furar pelos flancos. O Atl\u00e9tico defendia como podia e era competente a faz\u00ea-lo. Foi assim durante 44 minutos. Mas o Arsenal tanto insistiu que acabou por chegar ao golo.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou numa abertura para Gy\u00f6keres que deixou o sueco sozinho no flanco direito. Oblak foi ao lance para tentar atrapalhar, o ex-Sporting mandou a bola para a \u00e1rea sem grande nexo, mas um corte defeituoso de Hencko deixou a bola nos p\u00e9s de Trossard. O belga rematou com inten\u00e7\u00e3o, Oblak defendeu e, na recarga, Saka meteu-a na baliza. O avan\u00e7ado dos \u201cgunners\u201d, qual predador de \u00e1rea, meteu-se no meio de dois defesas \u201crojiblancos\u201d e chegou primeiro que Oblak.<\/p>\n<p>Agora, o Atl\u00e9tico estava mesmo obrigado a atacar, algo que sabemos que esta equipa sabe fazer. Praticamente a abrir a segunda parte, aos 51\u2019, Simeone, um dos filhos futebolistas do treinador, quase fez o empate, na sequ\u00eancia de um erro incaracter\u00edstico de Saliba. O central franc\u00eas acabaria por &#8220;emendar a m\u00e3o&#8221; com um corte sobre Simeone quando este se preparava para marcar. E, aos 55\u2019, foi Griezmann a obrigar Raya a uma boa defesa, sofrendo depois uma falta de Calafiori que podia ser pen\u00e1lti, n\u00e3o tivesse havido uma falta anterior a penalizar o Atl\u00e9tico.<\/p>\n<p>Simeone foi refrescando o seu ataque com gente diferente \u2013 num primeiro momento, entraram Sorloth, Cardoso e Molina, depois foram a jogo Baena e Thiago Almada. Arteta tamb\u00e9m mudou a partir do banco, com Odegaard, Madueke e Hincapie \u2013 Saka, o autor do golo, foi um dos sacrificados.<\/p>\n<p>Os \u201cgunners\u201d mantiveram os n\u00edveis de energia bem altos e at\u00e9 estiveram bem perto do 2-0, com Gy\u00f6keres a falhar de forma incr\u00edvel ap\u00f3s cruzamento bem direccionado de Hincapie \u2013 nos seus tempos de Sporting, marcou muitas destas. Simeone bem esbracejou e n\u00e3o se cansou de gritar, a pedir intensidade \u00e0 sua equipa. Mas o colete-de-for\u00e7as imposto pelo Arsenal estava demasiado apertado para o Atl\u00e9tico conseguir escapar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"N\u00e3o foi bonito, mas foi eficaz e foi justo. 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