{"id":370886,"date":"2026-05-06T11:26:30","date_gmt":"2026-05-06T11:26:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/370886\/"},"modified":"2026-05-06T11:26:30","modified_gmt":"2026-05-06T11:26:30","slug":"siresp-vai-ser-sistema-hibrido-uma-semi-revolucao-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/370886\/","title":{"rendered":"SIRESP vai ser sistema h\u00edbrido, &#8220;uma semi-revolu\u00e7\u00e3o&#8221; \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Um novo sistema que substitua o atual SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emerg\u00eancia e Seguran\u00e7a de Portugal) ser\u00e1 uma decis\u00e3o pol\u00edtica a tomar mais para a frente. Para j\u00e1, o Governo ir\u00e1 transformar o sistema de comunica\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia para que se torne uma rede soberana e com mais resist\u00eancia. Lu\u00eds Neves, ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna, n\u00e3o se compromete com um novo sistema e assume que n\u00e3o ser\u00e1 criada uma nova entidade \u2014 mas haver\u00e1 uma nova equipa \u00e0 frente da SIRESP \u2014, tal como prop\u00f4s o grupo de trabalho criado para estudar o SIRESP. Mas o atual sistema de comunica\u00e7\u00f5es n\u00e3o ficar\u00e1 apenas assente na tecnologia Tetra. A evolu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 uma rede h\u00edbrida, com a tecnologia Tetra e 4G\/5G.<\/p>\n<p>Para j\u00e1, \u00e9 assumido um investimento de 36 milh\u00f5es de euros no curto prazo e a transforma\u00e7\u00e3o do SIRESP num sistema h\u00edbrido assenta na atual tecnologia Tetra em incorpora\u00e7\u00e3o com servi\u00e7o m\u00f3vel (5G\/MCX). <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/05\/05\/siresp-vai-ter-investimento-de-cerca-de-36-milhoes-de-euros\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">36 milh\u00f5es em 18 meses, como antecipou a Lusa<\/a> um dia antes de serem apresentadas oficialmente as recomenda\u00e7\u00f5es do grupo de trabalho, liderado por Ant\u00f3nio Pombeiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses 36 milh\u00f5es, n\u00e3o foram revelados outros valores, nem na convers\u00e3o total do atual sistema numa rede h\u00edbrida nem para o novo sistema (enquanto decorria a apresenta\u00e7\u00e3o, o <a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/2026-05-05-novo-siresp-so-estara-plenamente-operacional-dentro-de-10-anos-e-pode-custar-ate-800-milhoes-de-euros-e5fd8546\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Expresso<\/a> avan\u00e7ava que um novo SIRESP custaria 800 milh\u00f5es, valores n\u00e3o confirmados pelo Minist\u00e9rio que, j\u00e1 \u00e0 noite, fez um esclarecimento indicando que o valor de 800 milh\u00f5es \u201cn\u00e3o corresponde a um investimento aprovado ou em execu\u00e7\u00e3o\u201d, mas resulta \u201cde um dos cen\u00e1rios analisados pela equipa de trabalho\u201d, que passava pela cria\u00e7\u00e3o de uma \u201cinfraestrutura pr\u00f3pria, como uma operadora, totalmente dedicada ao Estado para comunica\u00e7\u00f5es cr\u00edticas\u201d, o que n\u00e3o foi o modelo escolhido, indica o Minist\u00e9rio, explicando que a \u201cop\u00e7\u00e3o adotada foi um \u2018modelo h\u00edbrido&#8217;\u201d).<\/p>\n<p>A convers\u00e3o desse sistema numa rede h\u00edbrida demorar\u00e1 10 anos e meio e, para depois disso, ainda n\u00e3o h\u00e1 decis\u00f5es tomadas. Na documenta\u00e7\u00e3o entregue pelo Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Interna estima-se que a desativa\u00e7\u00e3o da rede Tetra possa acontecer entre 2036 e 2028. \u201cA data de desativa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 fixada, devendo ser objeto de decis\u00e3o pol\u00edtica, ponderando crit\u00e9rios de risco, custo, maturidade tecnol\u00f3gica e prontid\u00e3o operacional das entidades utilizadoras\u201d. E, segundo Ant\u00f3nio Pombeiro, ter\u00e1 de ser feita em coordena\u00e7\u00e3o com os outros pa\u00edses europeus e com um sistema interoperacional europeu. O Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Interna real\u00e7a, no esclarecimento feito depois da apresenta\u00e7\u00e3o, que a equipa de trabalho perspetivou \u201ca evolu\u00e7\u00e3o do sistema a m\u00e9dio e longo prazo, tendo como horizonte a pr\u00f3xima d\u00e9cada. Tal n\u00e3o significa que o SIRESP s\u00f3 estar\u00e1 a funcionar daqui a 10 anos, nem que o sistema atual ser\u00e1 desmantelado, pelo contr\u00e1rio. O que est\u00e1 previsto \u00e9 uma transi\u00e7\u00e3o gradual e faseada para um novo modelo tecnol\u00f3gico de comunica\u00e7\u00f5es cr\u00edticas, garantindo sempre a continuidade operacional do sistema existente\u201d.<\/p>\n<p>Mas Lu\u00eds Neves n\u00e3o tem d\u00favidas de que \u201ceste sistema [SIRESP] tem virtualidades. Se tivermos momentos de calamidade e urg\u00eancia, tem de haver uma resposta. Estamos muito mais otimistas do que no passado\u201d, referiu o ministro. E, por isso, pede que n\u00e3o se diabolize o SIRESP. O ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna espera ver, no final das v\u00e1rias fases, \u201cuma rede mais resistente, mais resiliente, aproveitando o que temos, a \u00fanica rede que temos e termos comunica\u00e7\u00f5es operacionais garantidas para todos aqueles que dela necessitam\u201d.<\/p>\n<p>Virtualidades e vulnerabilidades que em alguns dos eventos \u2014 como o apag\u00e3o de 28 de abril ou as tempestades deste ano, em particular a Kristin \u2014 ficaram bem patentes, nomeadamente a que decorre da falta de energia. \u201cEsta \u00e9 uma das quest\u00f5es essenciais. Podemos ter tudo preparado mas se n\u00e3o tivermos energia o sistema n\u00e3o funciona ou funciona em termos que n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel\u201d. Quanto \u00e0 redund\u00e2ncia de sat\u00e9lite n\u00e3o \u00e9 \u201cuma redund\u00e2ncia soberana\u201d, real\u00e7a Lu\u00eds Neves. \u201cEm quest\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o civil, seguran\u00e7a e defesa s\u00e3o fun\u00e7\u00f5es de soberania do Estado. \u00c9 um pilar que n\u00e3o pode estar com vulnerabilidades e \u00e0 merc\u00ea de terceiros. O Estado vai fazer este caminho para termos total soberania\u201d.<\/p>\n<p>Resili\u00eancia na transmiss\u00e3o, falta de energia, capilaridade territorial s\u00e3o tr\u00eas pilares que os investimento no SIRESP quer endere\u00e7ar. Para j\u00e1, avan\u00e7a um investimento de 36 milh\u00f5es em 18 meses para a primeira fase, que compreende a capilaridade territorial, com a aquisi\u00e7\u00e3o de terminais Starlink (da constela\u00e7\u00e3o de Elon Musk) e OneWeb (da europeia Eutelsat) \u2014 5.176 equipamentos ser\u00e3o distribu\u00eddos por todo o territ\u00f3rio \u201cpara que ningu\u00e9m fique isolado\u201d.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o tamb\u00e9m compradas 4 mil licen\u00e7as web, para utilizar os equipamentos smartphones com esta utilidade. V\u00e3o ser adquiridos 4 mil r\u00e1dios Tetra \u2014 que determinam forma\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o queremos que fiquem alocados e depois fiquem esquecidos\u201d, real\u00e7a o ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna, atirando: \u201cAs pessoas v\u00e3o ter que estar preparadas, porque ter o equipamento e n\u00e3o ter prepara\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ter conhecimento \u00e9 o pior inimigo da a\u00e7\u00e3o, \u00e9 estar nas trevas\u201d.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 energia, o Governo est\u00e1 a fazer um inqu\u00e9rito junto das c\u00e2maras e juntas de freguesia para perceber se o melhor sistema \u00e9 terem geradores ou baterias (UPS). \u201cNo apag\u00e3o e nas tempestades muitos dos geradores existentes n\u00e3o estavam operacionais, porque temos uma cultura de pensar que nunca acontecia e aconteceu. A cultura da antecipa\u00e7\u00e3o e da proatividade n\u00e3o est\u00e1 generalizada\u201d. Para o SIRESP v\u00e3o ser adquiridos 150 unidades com 105 kva, para ter autonomia superior a 24 horas. E ser\u00e3o adquiridos 400 controladores solares e pain\u00e9is. \u201cPara n\u00e3o estarmos dependentes apenas da rede el\u00e9trica\u201d.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o ainda compradas seis novas esta\u00e7\u00f5es m\u00f3veis SIRESP transport\u00e1veis, para poderem deslocar-se para onde s\u00e3o necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>Na fase dois, ser\u00e3o adquiridas seis esta\u00e7\u00f5es base m\u00f3veis e 10 torres de campanha, 10 unidades m\u00f3veis de liga\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite (com autonomia energ\u00e9tica) e 100 unidades de contentores t\u00e9cnicos para substituir salas t\u00e9cnicas que ficaram degradadas.<\/p>\n<p>No refor\u00e7o estrutural da rede, em 2027, 50 esta\u00e7\u00f5es de feixes hertzianos e routers.<\/p>\n<p>Na lista de compras e projetos para refor\u00e7ar a rede SIRESP, o Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Interna real\u00e7a a inten\u00e7\u00e3o de criar um hub sat\u00e9lite nacional soberano. Se os 36 milh\u00f5es s\u00e3o para cumprir at\u00e9 2027, o que ser\u00e1 necess\u00e1rio no futuro ter\u00e3o ainda de ser encontradas formas de financiamento, para que esta \u201csemi-revolu\u00e7\u00e3o possa ser finalizada\u201d.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o projeto que o Governo anunciou para refor\u00e7ar a rede atual SIRESP. Mas o grupo de trabalho criado foi mais longe e prop\u00f4s que se caminhe para uma rede h\u00edbrida Tetra\/3GPP MCX, que requer reserva de espectro da Anacom, mas tamb\u00e9m acordos de roaming nacional com os operadores m\u00f3veis e garantir uma rede de acesso r\u00e1dio pr\u00f3pria do Estado. Isto s\u00e3o passos que ser\u00e3o tomados depois, sem que tenha sido quantificados os custos. O grupo de trabalho prop\u00f4s que estes desenvolvimentos sejam feitos por uma entidade p\u00fablica dedicada \u00e0s comunica\u00e7\u00f5es cr\u00edticas do Estado (incluindo a gest\u00e3o do 112), mas Lu\u00eds Neves descartou essa hip\u00f3tese. \u201cDecis\u00e3o [pol\u00edtica] cabe-nos a n\u00f3s tomar. N\u00e3o est\u00e1 em cima da mesa a cria\u00e7\u00e3o de nova unidade\u201d, assumiu, em respostas aos jornalistas ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o das conclus\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es do grupo de trabalho.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 mat\u00e9rias de curto prazo, de m\u00e9dio prazo, para este governo, e h\u00e1 mat\u00e9rias para dois governos. Falamos de mat\u00e9rias de interesse comum. Por isso entendo que os investimentos s\u00e3o absolutamente leg\u00edtimos por parte deste governo, alongados relativamente ao prazo, e que n\u00e3o ser\u00e3o absolutamente question\u00e1veis porque n\u00e3o h\u00e1 outro caminho. O que est\u00e1 em causa \u00e9 a resposta \u00e0s pessoas e o governo tinha de agir e agiu bem\u201d. O relat\u00f3rio pode ter \u00e1reas de reflex\u00e3o. Tem 33 recomenda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O ver\u00e3o est\u00e1 a chegar e o SIRESP ter\u00e1, agora, diz Lu\u00eds Neves, mais condi\u00e7\u00f5es para responder \u00e0s necessidades. \u201cDepressa e bem n\u00e3o h\u00e1 quem. Estamos a dar passos seguros, mas os passos sucessivos dependem da fixa\u00e7\u00e3o dos primeiros. E por isso \u00e9 esse seguimento que vamos ter. Risco zero n\u00e3o existe, mas estamos mais otimistas do que h\u00e1 uns tempos e temos mais capacidade em responder\u201d. Risco zero n\u00e3o existe foi uma frase repetida pelo ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna v\u00e1rias vezes. Os r\u00e1dios n\u00e3o v\u00e3o chegar \u00e0s juntas no in\u00edcio da \u00e9poca de inc\u00eandio, assume o ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna, <a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/ptrr-temos-de-fazer-isto-depressa-mas-tambem-nao-e-fazer-a-pressa-diz-ministro-da-economia\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">tal como j\u00e1 tinha reconhecido Castro Almeida.\u00a0<\/a> E volta a dizer que o ver\u00e3o \u201cpode vir a ser muito dif\u00edcil\u201d.<\/p>\n<p>\u201cRisco zero n\u00e3o h\u00e1, ningu\u00e9m pense [nisso] por estarmos a fazer este caminho, do qual nos orgulhamos. Mas h\u00e1 quest\u00f5es em que n\u00e3o houve resposta e que n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel que daqui a uns meses continue sem ter resposta\u201d, assume Lu\u00eds Neves.<\/p>\n<p>(Not\u00edcia atualizada com comunicado do Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Interna)<\/p>\n<p><strong>[Ao d\u00e9cimo dia em Nova Iorque d\u00e1-se o homic\u00eddio brutal. As \u00faltimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confiss\u00e3o de Renato sobre como matou Carlos Castro.\u00a0O acesso aos ficheiros da investiga\u00e7\u00e3o permite reconstituir toda a investiga\u00e7\u00e3o ao crime. Ou\u00e7a o\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-5-cinquenta-e-duas-chamadas-nao-atendidas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">quinto epis\u00f3dio<\/a>\u00a0de\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">\u201cOs ficheiros do caso Carlos Castro\u201d<\/a>, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de J\u00falio Resende. Pode ouvir\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-5-cinquenta-e-duas-chamadas-nao-atendidas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>, no site do Observador,\u00a0e tamb\u00e9m na\u00a0<a href=\"https:\/\/podcasts.apple.com\/pt\/podcast\/epis%C3%B3dio-5-cinquenta-e-duas-chamadas-n%C3%A3o-atendidas\/id1889212549?i=1000766106610\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Apple Podcasts<\/a>, no\u00a0<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/0OKb8LsJBK3pGtJI3vLyLg\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Spotify<\/a>\u00a0e no\u00a0<a href=\"https:\/\/music.youtube.com\/watch?v=kl54SuGXPjw&amp;list=RDPEVM9JCdgklQvXQ\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Youtube Music<\/a>. E pode ouvir tamb\u00e9m\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-1-onde-esta-o-assassino-do-quarto-3416\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>\u00a0o primeiro epis\u00f3dio,\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-2-o-meu-nome-e-jesus-cristo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>\u00a0o segundo,\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-3-desta-vez-e-amor\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>\u00a0o terceiro epis\u00f3dio e\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-4-alguem-nao-esta-a-cumprir-o-acordo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>\u00a0o quarto epis\u00f3dio]<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/os-ficheiros-do-caso-carlos-castro\/episodio-5-cinquenta-e-duas-chamadas-nao-atendidas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><\/p>\n<p>        <img src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/1776253829_645_ficheiros-ccc-1920x1080-play.jpg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" width=\"1440\" height=\"810\"\/><br \/>\n    Miguel Feraso Cabral<\/p>\n<p><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um novo sistema que substitua o atual SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emerg\u00eancia e Seguran\u00e7a de Portugal)&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":370887,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,14,25,26,21,22,10838,12,13,19,20,302,32,23,24,33,46867,110,3270,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-370886","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-headlines","13":"tag-latest-news","14":"tag-latestnews","15":"tag-main-news","16":"tag-mainnews","17":"tag-ministu00e9rio-administrau00e7u00e3o-interna","18":"tag-news","19":"tag-noticias","20":"tag-noticias-principais","21":"tag-noticiasprincipais","22":"tag-polu00edtica","23":"tag-portugal","24":"tag-principais-noticias","25":"tag-principaisnoticias","26":"tag-pt","27":"tag-siresp","28":"tag-tecnologia","29":"tag-telecomunicau00e7u00f5es","30":"tag-top-stories","31":"tag-topstories","32":"tag-ultimas","33":"tag-ultimas-noticias","34":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116527391541491924","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370886","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=370886"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370886\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/370887"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=370886"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=370886"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=370886"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}