{"id":373163,"date":"2026-05-08T03:49:28","date_gmt":"2026-05-08T03:49:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/373163\/"},"modified":"2026-05-08T03:49:28","modified_gmt":"2026-05-08T03:49:28","slug":"patroes-exigem-do-estado-plano-para-por-o-douro-a-competir-com-o-reno-e-o-danubio-turismo-lazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/373163\/","title":{"rendered":"Patr\u00f5es exigem do Estado plano para p\u00f4r o Douro a competir com o Reno e o Dan\u00fabio &#8211; Turismo &#038; Lazer"},"content":{"rendered":"<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        O turismo fluvial na via naveg\u00e1vel do Douro conta com 113 operadores e 252 embarca\u00e7\u00f5es, tendo no ano passado registado 16.974 eclusagens e mais de 31.500 escalas.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Com 1.388.646 passageiros registados em 2025, o que represente um crescimento cont\u00ednuo pelo oitavo ano consecutivo e um impacto econ\u00f3mico estimado entre 350 e 450 milh\u00f5es de euros, a Associa\u00e7\u00e3o das Atividades Mar\u00edtimo-Tur\u00edsticas do Douro (AAMTD) defende que \u201co Douro j\u00e1 n\u00e3o pode crescer sem estrat\u00e9gia: precisa de um plano nacional\u201d.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Em causa est\u00e1 um setor que, de acordo com a associa\u00e7\u00e3o liderada por M\u00e1rio Ferreira, sustenta diretamente entre seis mil e oito mil postos de trabalho e que atrai anualmente centenas de milhares de turistas oriundos dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canad\u00e1 e da Austr\u00e1lia, ou seja, mercados de alto valor e longa dist\u00e2ncia, com elevado impacto nas economias locais de todo o Vale do Douro.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Defendendo a cria\u00e7\u00e3o de um \u201cPlano Estrat\u00e9gico Nacional para o Turismo Fluvial no Douro, com horizonte 2030, envolvendo o Governo, a Administra\u00e7\u00e3o dos Portos do Douro, Leix\u00f5es e Viana do Castelo (APDL), as autarquias ribeirinhas e os operadores privados\u201d, a AAMTD alerta que \u201cum setor que vale 400 milh\u00f5es de euros por ano e emprega mais de oito mil pessoas de forma direta n\u00e3o pode continuar a crescer sem um enquadramento estrat\u00e9gico que assegure a sua sustentabilidade, competitividade e capacidade de planeamento a longo prazo\u201d.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A associa\u00e7\u00e3o alerta, ainda, para \u201co risco de estrangulamento das infraestruturas cr\u00edticas\u201d da via naveg\u00e1vel do Douro. \u201cCom 16.974 eclusagens realizadas em 2025, mais 9% do que no ano anterior, e epis\u00f3dios de avaria documentados nas eclusas de Crestuma-Lever, Baga\u00faste e Carrapatelo\u201d, a AAMTD \u201cexige ao Estado portugu\u00eas um plano de investimento urgente nas infraestruturas fluviais\u201d. &#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Segundo a mesma entidade, \u201ca capacidade atual das eclusas representa j\u00e1 um limite estrutural ao crescimento do setor\u201d, pelo que, afian\u00e7a, \u201csem interven\u00e7\u00e3o imediata corre-se o risco de comprometer a experi\u00eancia dos turistas e a competitividade dos operadores nacionais face \u00e0 concorr\u00eancia europeia\u201d.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Os dados de origem dos turistas refor\u00e7am a dimens\u00e3o estrat\u00e9gica do setor: os principais mercados emissores s\u00e3o os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canad\u00e1 e a Austr\u00e1lia, todos mercados de longa dist\u00e2ncia, \u201ccom elevada capacidade de gasto e forte propens\u00e3o para o turismo de experi\u00eancia\u201d, com a AAMTD a defender que \u201cPortugal deve usar esta posi\u00e7\u00e3o competitiva \u00fanica para afirmar o Douro como o destino de turismo fluvial de refer\u00eancia da Europa do Sul, em competi\u00e7\u00e3o direta com o Reno e o Dan\u00fabio\u201d.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        A associa\u00e7\u00e3o antecipa um crescimento cont\u00ednuo do setor at\u00e9 2030, com o aumento do n\u00famero de operadores e da frota, e defende que \u201cesse crescimento seja orientado por crit\u00e9rios de sustentabilidade ambiental, planeamento territorial e qualidade da experi\u00eancia tur\u00edstica\u201d, assumindo-se, \u201ca partir de hoje, como voz ativa do setor junto do Governo, do Turismo de Portugal, da APDL e das comunidades intermunicipais do Douro\u201d.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        \u00abO Douro n\u00e3o \u00e9 apenas um rio. \u00c9 uma via naveg\u00e1vel de classe mundial que gera 400 milh\u00f5es de euros por ano e emprega diretamente oito mil pessoas. A AAMTD existe para garantir que este ativo seja gerido com a intelig\u00eancia, a ambi\u00e7\u00e3o e a seriedade que ele merece. E exigimos do Estado portugu\u00eas que esteja \u00e0 altura desta responsabilidade\u201d, afirma M\u00e1rio Ferreira.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Fundada em 2018, a AAMTD representa os principais operadores da via naveg\u00e1vel do Douro, incluindo a Douro Azul, a CroisiEurope, a Tomaz do Douro, a Rota Ouro do Douro e a Viking Cruises, num total de cerca de 33 associados que, em conjunto, s\u00e3o respons\u00e1veis pela esmagadora maioria dos aproximadamente 1,4 milh\u00f5es de passageiros registados no ano passado.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        (Not\u00edcia atualizada \u00e0s 11:21)&#13;\n    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; O turismo fluvial na via naveg\u00e1vel do Douro conta com 113 operadores e 252 embarca\u00e7\u00f5es, tendo no&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":373164,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-373163","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116536918900262771","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/373163","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=373163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/373163\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/373164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=373163"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=373163"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=373163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}