{"id":3732,"date":"2025-07-27T11:16:09","date_gmt":"2025-07-27T11:16:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3732\/"},"modified":"2025-07-27T11:16:09","modified_gmt":"2025-07-27T11:16:09","slug":"esta-casa-de-azulejos-da-cor-do-mar-espreita-das-falesias-da-azoia-fotogaleria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/3732\/","title":{"rendered":"Esta casa de azulejos da cor do mar espreita das fal\u00e9sias da Az\u00f3ia | Fotogaleria"},"content":{"rendered":"<p>A casa nas fal\u00e9sias da Az\u00f3ia, uma localidade\u00a0perto do Cabo da Roca, em Sintra,\u00a0foi comprada h\u00e1 20 anos.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA paisagem \u00e9 t\u00e3o bonita que \u00e9 quase criminoso impor uma arquitectura\u201d, pensou Jo\u00e3o Tiago Aguiar, arquitecto respons\u00e1vel pelo projecto, que decidiu p\u00f4r em pr\u00e1tica uma \u201cn\u00e3o-arquitectura\u201d.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos, a constru\u00e7\u00e3o inicial, um moinho, foi sendo\u00a0aos poucos aumentada com outros edif\u00edcios \u2500 era comum adicionar-se espa\u00e7os, sem pensar no produto final, explica o arquitecto. Durante o confinamento, a fam\u00edlia percebeu a exist\u00eancia de algumas lacunas e, por isso, come\u00e7ou uma remodela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.archdaily.com.br\/br\/1031226\/casa-azoia-aip-azoia-aip-house-joao-tiago-aguiar-arqquitectos?ad_medium=office_landing&amp;ad_name=article\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">A casa<\/a> que \u201cvive muito para dentro\u201d foi remodelada com \u201cv\u00e3os de sacada\u201d. Este processo alterou a vista que os habitantes tinham quando deitados, j\u00e1 que passaram de s\u00f3 ver o c\u00e9u para conseguirem ver a paisagem completa.<\/p>\n<p>\u201cA cozinha estava de costas para as outras zonas, era como se estivesse de castigo, agora estabelece contacto com a zona exterior\u201d, descreve\u00a0o arquitecto do\u00a0atelier\u00a0Jo\u00e3o Tiago Aguiar Arquitectos.<\/p>\n<p>O moinho ficou totalmente equipado, com cozinha, casa de banho e quarto. O piso -1, anteriormente usado como sala de jogos, manteve a sua ess\u00eancia, mas, como o moinho, tornou-se um espa\u00e7o que pode ser usado de forma independente.<\/p>\n<p>O piso superior, anteriormente ocupado por tr\u00eas quartos pequenos, deu lugar a duas su\u00edtes de boas dimens\u00f5es. Uma delas com a melhor vista da casa j\u00e1 que est\u00e1 direccionada para o p\u00f4r-do-sol. O volume central foi demolido e reconstru\u00eddo, pois a sua forma peculiar criava \u00e2ngulos estranhos na liga\u00e7\u00e3o com os outros dois volumes. Assim, foi utilizado o vidro espelhado para reflectir ao m\u00e1ximo o ambiente envolvente.<\/p>\n<p>Na parte exterior do piso t\u00e9rreo foram usados azulejos como revestimento. Criados pela artista e ceramista <a href=\"https:\/\/mavcstudio.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">MAVC<\/a>, os azulejos foram pensados para se assemelharem ao movimento do mar, atrav\u00e9s do formato bidimensional e tridimensional, e ainda a cor, azul-verde \u00e1gua, com a dupla fun\u00e7\u00e3o de estabelecer continuidade com o mar e a vegeta\u00e7\u00e3o. Este mesmo princ\u00edpio foi aplicado na piscina.<\/p>\n<p>Os donos, que moram em Lisboa, s\u00f3 visitam a casa nas f\u00e9rias e aos fins-de-semana. \u201cFoi importante n\u00e3o ter nada que exigisse muita manuten\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma casa muito grande, numa localiza\u00e7\u00e3o remota e as pessoas n\u00e3o querem ter de estar sempre a pensar no que v\u00e3o ter de arranjar a seguir\u201d, explica.<\/p>\n<p>A zona superior e a cobertura foram revestidas com cal pigmentada para se aproximar do aspecto da pedra da fal\u00e9sia. A pintura \u201c\u00e0s manchas\u201d d\u00e1 uma apar\u00eancia de artesanato e ajuda ao envolvimento no meio. \u201cA casa vista de cima parece pedras\u201d, garante o arquitecto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A casa nas fal\u00e9sias da Az\u00f3ia, uma localidade\u00a0perto do Cabo da Roca, em Sintra,\u00a0foi comprada h\u00e1 20 anos.\u00a0&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3733,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[144],"tags":[207,205,206,203,201,202,204,114,115,32,33],"class_list":{"0":"post-3732","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-arte-e-design","8":"tag-arte","9":"tag-arte-e-design","10":"tag-artedesign","11":"tag-arts","12":"tag-arts-and-design","13":"tag-artsanddesign","14":"tag-design","15":"tag-entertainment","16":"tag-entretenimento","17":"tag-portugal","18":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3732"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3732\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3733"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}