{"id":37416,"date":"2025-08-20T14:15:28","date_gmt":"2025-08-20T14:15:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/37416\/"},"modified":"2025-08-20T14:15:28","modified_gmt":"2025-08-20T14:15:28","slug":"grupo-de-rap-indigena-e-destaque-em-livro-sobre-50-anos-do-hip-hop","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/37416\/","title":{"rendered":"grupo de rap ind\u00edgena \u00e9 destaque em livro sobre 50 anos do hip-hop"},"content":{"rendered":"<p>No relan\u00e7amento do Livro Vermelho do Hip-Hop, Spensy Pimentel resgata a trajet\u00f3ria de luta do g\u00eanero<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/cdn6.campograndenews.com.br\/uploads\/noticias\/2025\/08\/20\/5d842db5ace17cb1762b86f446709acf1a05a3d9.png\" data-fslightbox=\"gallery\" data-title=\"Br\u00f4 MC&#039;s s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/4pe1spdjhrub.png\" class=\"img-fluid\" alt=\"Br\u00f4 MC's s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" title=\"Br\u00f4 MC's s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" width=\"1327\" height=\"924\"   loading=\"lazy\"\/><\/a>Br\u00f4 MC\u2019s em visita \u00e0 reda\u00e7\u00e3o do Campo Grande News. (Foto: Osmar Veiga)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O relan\u00e7amento do Livro Vermelho do Hip-Hop, de Spensy Pimentel, resgata a trajet\u00f3ria de mais de 50 anos do movimento e mostra como, apesar de ter conquistado mercados globais, o hip-hop segue fiel \u00e0 sua origem de luta. Nesse contexto de resist\u00eancia, o grupo sul-mato-grossense Br\u00f4 MC\u2019s aparece como refer\u00eancia.<\/p>\n<p>Br\u00f4 MC&#8217;s, pioneiros do rap ind\u00edgena no Brasil, s\u00e3o destaque no relan\u00e7amento do livro &#8220;Vermelho do Hip-Hop&#8221;, de Spensy Pimentel. A obra aborda os 50 anos do movimento hip-hop e sua trajet\u00f3ria de resist\u00eancia, com o grupo sul-mato-grossense representando a conex\u00e3o do g\u00eanero com as lutas sociais. Origin\u00e1rios das aldeias Jaguapiru e Boror\u00f3, os m\u00fasicos usam o rap para expressar a realidade das comunidades ind\u00edgenas, abordando temas como viol\u00eancia, suic\u00eddio e inseguran\u00e7a alimentar. Com letras em portugu\u00eas, guarani e kaiow\u00e1, o Br\u00f4 MC&#8217;s conquistou palcos importantes como o Rock in Rio e, em breve, o The Town. Recentemente, lan\u00e7aram o \u00e1lbum &#8220;Retomada&#8221;, com DJ Alok, refor\u00e7ando a preserva\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas origin\u00e1rias e a luta pela terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pioneiros no rap ind\u00edgena brasileiro, os m\u00fasicos de Mato Grosso do Sul s\u00e3o citados pelo autor como exemplo de como o g\u00eanero se mant\u00e9m conectado \u00e0s lutas sociais. Criado em 2009 por jovens guarani-kaiow\u00e1, o Br\u00f4 MC\u2019s nasceu inspirado nos Racionais MC\u2019s e em grupos de rap de S\u00e3o Paulo, mas logo ganhou voz pr\u00f3pria ao traduzir, em rimas, a realidade das aldeias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNa \u00e9poca em que conversamos, eles falavam sobre como ouviam Racionais [Mcs], ouviam grupos de rap de S\u00e3o Paulo e se identificavam com a situa\u00e7\u00e3o que era vivida nas favelas\u201d, explica o pesquisador, autor de O Livro Vermelho do Hip-Hop.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele cita os problemas que aproximam as duas realidades, que se encontram na express\u00e3o pelas rimas do rap: \u201cAs reservas ind\u00edgenas superlotadas e muito pr\u00f3ximas da cidade, l\u00e1 da regi\u00e3o, padecendo de problemas urbanos, como viol\u00eancia, que afeta muitos jovens, um alto \u00edndice de suic\u00eddios e inseguran\u00e7a alimentar\u201d, pontua.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/cdn6.campograndenews.com.br\/uploads\/noticias\/2025\/08\/20\/dbb352e93976932cb76f0e6d9ec7d72d3cf45f7f.jpeg\" data-fslightbox=\"gallery\" data-title=\"Br\u00f4 MC&#039;s s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1khbw593r6hps.jpeg\" class=\"img-fluid\" alt=\"Br\u00f4 MC's s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" title=\"Br\u00f4 MC's s\u00e3o citados como refer\u00eancia em livro sobre os 50 anos do hip-hop \" width=\"1024\" height=\"683\"   loading=\"lazy\"\/><\/a>Artistas de MS em apresenta\u00e7\u00e3o com o DJ Alok. (Foto: Felipe Miranda)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A for\u00e7a dessa mensagem levou o grupo, formado por Kelvin, Bruno, Charles e Clemerson, das aldeias Jaguapiru e Boror\u00f3, a se tornar s\u00edmbolo de resist\u00eancia cultural. H\u00e1 mais de 15 anos na estrada, os quatro &#8216;irm\u00e3os&#8217; do rap unem portugu\u00eas, guarani e kaiow\u00e1 em m\u00fasicas que conquistaram palcos como o Rock in Rio, festivais internacionais e, em setembro deste ano, chegar\u00e3o tamb\u00e9m ao The Town, um dos maiores festivais do Pa\u00eds, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O reconhecimento ultrapassa os palcos, Br\u00f4 MC\u2019s lan\u00e7ou seu primeiro \u00e1lbum de est\u00fadio, Retomada, em parceria com DJ Alok, dentro da cole\u00e7\u00e3o Som Nativo do Instituto Alok.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanhe o<strong>\u00a0Lado B\u00a0<\/strong>no Instagram <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ladobcgoficial\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" target=\"_blank\">@ladobcgoficial<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ladobcg\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" target=\"_blank\">Facebook<\/a> e<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ladobcg\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" target=\"_blank\">\u00a0Twitter<\/a>. 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