{"id":378370,"date":"2026-05-12T08:59:35","date_gmt":"2026-05-12T08:59:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/378370\/"},"modified":"2026-05-12T08:59:35","modified_gmt":"2026-05-12T08:59:35","slug":"galaxias-distantes-gronelandia-a-derreter-e-amanheceres-sem-fim-as-melhores-imagens-da-terra-e-do-espaco-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/378370\/","title":{"rendered":"Gal\u00e1xias distantes, Gronel\u00e2ndia a derreter e amanheceres sem fim: as melhores imagens da Terra e do espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p class=\"category\"><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/ciencia\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Ci\u00eancia<\/a><\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA) publica todas as semanas as melhores imagens do cosmos ou do nosso planeta captadas a partir do espa\u00e7o ou com os telesc\u00f3pios em Terra. Esta semana inclu\u00edmos um novo instrumento portugu\u00eas para estudar o Sol.<\/p>\n<p> Previous<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/2026-05-11-a_beacon_of_light_in_swirls_of_dust.jpg-ba760d4c-1.webp\" alt=\"O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb captou uma nova imagem da gal\u00e1xia espiral barrada Messier 77, situada a 45 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, na constela\u00e7\u00e3o da Baleia. A fotografia destaca os bra\u00e7os espirais da gal\u00e1xia, o p\u00f3 no disco e o n\u00facleo extremamente brilhante, revelados com detalhe in\u00e9dito pelo instrumento de infravermelhos m\u00e9dios do Webb. No centro da gal\u00e1xia encontra-se um buraco negro supermassivo, com cerca de oito milh\u00f5es de vezes a massa do Sol, rodeado por g\u00e1s quente que emite enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o. As linhas laranja vis\u00edveis na imagem n\u00e3o pertencem \u00e0 gal\u00e1xia: s\u00e3o &quot;picos de difra\u00e7\u00e3o&quot;, um efeito \u00f3tico provocado pela intensa luz do n\u00facleo gal\u00e1ctico e pela estrutura do telesc\u00f3pio.\"\/><\/p>\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb captou uma nova imagem da gal\u00e1xia espiral barrada Messier 77, situada a 45 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, na constela\u00e7\u00e3o da Baleia. A fotografia destaca os bra\u00e7os espirais da gal\u00e1xia, o p\u00f3 no disco e o n\u00facleo extremamente brilhante, revelados com detalhe in\u00e9dito pelo instrumento de infravermelhos m\u00e9dios do Webb. No centro da gal\u00e1xia encontra-se um buraco negro supermassivo, com cerca de oito milh\u00f5es de vezes a massa do Sol, rodeado por g\u00e1s quente que emite enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o. As linhas laranja vis\u00edveis na imagem n\u00e3o pertencem \u00e0 gal\u00e1xia: s\u00e3o &#8220;picos de difra\u00e7\u00e3o&#8221;, um efeito \u00f3tico provocado pela intensa luz do n\u00facleo gal\u00e1ctico e pela estrutura do telesc\u00f3pio.<\/p>\n<p>ESA\/Webb, NASA &amp; CSA, A. Leroy<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/2026-05-11-a_beacon_of_light_in_swirls_of_dust.jpg-ba760d4c-1.webp\" alt=\"O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb captou uma nova imagem da gal\u00e1xia espiral barrada Messier 77, situada a 45 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, na constela\u00e7\u00e3o da Baleia. A fotografia destaca os bra\u00e7os espirais da gal\u00e1xia, o p\u00f3 no disco e o n\u00facleo extremamente brilhante, revelados com detalhe in\u00e9dito pelo instrumento de infravermelhos m\u00e9dios do Webb. No centro da gal\u00e1xia encontra-se um buraco negro supermassivo, com cerca de oito milh\u00f5es de vezes a massa do Sol, rodeado por g\u00e1s quente que emite enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o. As linhas laranja vis\u00edveis na imagem n\u00e3o pertencem \u00e0 gal\u00e1xia: s\u00e3o &quot;picos de difra\u00e7\u00e3o&quot;, um efeito \u00f3tico provocado pela intensa luz do n\u00facleo gal\u00e1ctico e pela estrutura do telesc\u00f3pio.\"\/><\/p>\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb captou uma nova imagem da gal\u00e1xia espiral barrada Messier 77, situada a 45 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, na constela\u00e7\u00e3o da Baleia. A fotografia destaca os bra\u00e7os espirais da gal\u00e1xia, o p\u00f3 no disco e o n\u00facleo extremamente brilhante, revelados com detalhe in\u00e9dito pelo instrumento de infravermelhos m\u00e9dios do Webb. No centro da gal\u00e1xia encontra-se um buraco negro supermassivo, com cerca de oito milh\u00f5es de vezes a massa do Sol, rodeado por g\u00e1s quente que emite enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o. As linhas laranja vis\u00edveis na imagem n\u00e3o pertencem \u00e0 gal\u00e1xia: s\u00e3o &#8220;picos de difra\u00e7\u00e3o&#8221;, um efeito \u00f3tico provocado pela intensa luz do n\u00facleo gal\u00e1ctico e pela estrutura do telesc\u00f3pio.<\/p>\n<p>ESA\/Webb, NASA &amp; CSA, A. Leroy<\/p>\n<p> Next<\/p>\n<p>S\u00e3o imagens captadas pelos v\u00e1rios instrumentos que o Homem tem constru\u00eddo para observar o cosmos, presos \u00e0 Terra ou a vaguear pelo espa\u00e7o e podem ser vistas em alta resolu\u00e7\u00e3o e com as explica\u00e7\u00f5es detalhadas no site da <a href=\"https:\/\/www.esa.int\/About_Us\/Week_in_images\/Week_in_images_06-10_April_2026\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Ag\u00eancia Espacial Europeia<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Sonda Mars Express e programa ExoMars<\/strong><\/p>\n<p>A ESA tem duas miss\u00f5es distintas a Marte:<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Space_in_Member_States\/Portugal\/Mars_Express_a_caminho_do_Planeta_Vermelho\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\"><strong> a sonda orbital Mars Express<\/strong><\/a>, lan\u00e7ada em junho 2003 e em \u00f3rbita de Marte desde dezembro desse ano. Tem como miss\u00e3o estudar a superf\u00edcie, a atmosfera e as caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas do planeta. A bordo tem o instrumento<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Mars_Express\/Mars_Express_orbiter_instruments#msdynttrid=H1krVFWeNFYN_OLS25QQYTIG4izc_pYiC7J1H4RUkds\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> MARSIS<\/a> que est\u00e1 a fazer o mapa da subsuperf\u00edcie marciana \u00e0 procura de \u00e1gua ou de gelo enterrados.<\/p>\n<p>Mas enquanto a Mars Express faz o mapa do gelo a poucos quil\u00f3metros de profundidade, outra sonda orbital, <strong>o<\/strong><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Enabling_Support\/Operations\/ExoMars_TGO_operations\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong> <\/strong><strong>Trace Gas Orbiter (TGO) do programa ExoMars<\/strong><\/a><strong> <\/strong>fornece dados sobre \u00e1gua pr\u00f3xima da superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Esta sonda orbital do<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Human_and_Robotic_Exploration\/Exploration\/ExoMars\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> programa ExoMars (que inclui uma s\u00e9rie de miss\u00f5es)<\/a> transporta o<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Human_and_Robotic_Exploration\/Exploration\/ExoMars\/Trace_Gas_Orbiter_instruments\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> instrumento FREND<\/a>, que procura o hidrog\u00e9nio &#8211; um indicador de gelo &#8211; na superf\u00edcie do solo marciano.<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Human_and_Robotic_Exploration\/Exploration\/ExoMars\/ExoMars_discovers_hidden_water_in_Mars_Grand_Canyon\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> Em 2021, o FREND identificou uma \u00e1rea rica em hidrog\u00e9nio<\/a> do tamanho dos Pa\u00edses Baixos dentro de Valles Marineris e est\u00e1 atualmente a fazer o mapa da distribui\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos de \u00e1gua pelo planeta.<\/p>\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble<\/strong><\/p>\n<p>O telesc\u00f3pio espacial <a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/especiais\/hubble\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Hubble<\/a> da NASA e da ESA, j\u00e1 est\u00e1 h\u00e1 <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/hubble-celebrates-34th-anniversary-with-little-dumbbell-nebula\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">34 anos<\/a> a navegar pelo espa\u00e7o e a deslumbrar-nos com o que &#8220;v\u00ea&#8221;. Com mais de um milh\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es feitas, que incluem algumas das mais long\u00ednquas e antigas gal\u00e1xias, o telesc\u00f3pio da NASA e da ESA ser\u00e1 talvez o aparelho que captou as imagens mais marcantes do Universo.<\/p>\n<p>Em junho de 2024, a <a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-023\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">NASA anunciou<\/a> que <a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/especiais\/hubble\/2024-06-05-o-hubble-esta-a-viver-os-seus-ultimos-momentos-telescopio-espacial-vai-ser-desativado-8ed8dda9\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">\u201cO Hubble est\u00e1 a viver os seus \u00faltimos momentos\u201d<\/a> e vai ser progressivamente desativado.<\/p>\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial James Webb<\/strong><\/p>\n<p>Projeto conjunto da NASA\/ESA\/CSA (ag\u00eancia espacial do Canad\u00e1), o <a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">telesc\u00f3pio espacial James Webb<\/a> \u00e9 o novo grande observat\u00f3rio de ci\u00eancias espaciais para resolver os mist\u00e9rios do Sistema Solar, explorar mundos distantes em redor de outras estrelas e descobrir as origens do Universo.<\/p>\n<p>O seu lan\u00e7amento estava previsto para mar\u00e7o de 2021, mas a pandemia obrigou ao adiamento. Foi lan\u00e7ado em dezembro de 2021 e <a href=\"http:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2022-07-12-Reveladas-novas-imagens-captadas-pelo-telescopio-James-Webb-a692c7a5\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">as primeiras imagens foram divulgadas a 12 de julho de 2022.<\/a> O primeiro anivers\u00e1rio de James Webb no espa\u00e7o foi celebrado com o<a href=\"http:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2023-07-12-NASA-celebra-primeiro-aniversario-do-James-Webb-com-uma-surpresa-b6103c60\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> nascimento de estrelas semelhantes ao Sol<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Programa Copernicus<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Applications\/Observing_the_Earth\/Copernicus\/25_times_Copernicus_made_the_headlines\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">O programa Copernicus da ESA observa a Terra a partir do espa\u00e7o h\u00e1 25 anos.<\/a> Tem atualmente em \u00f3rbita <a href=\"https:\/\/sentinels.copernicus.eu\/web\/sentinel\/missions\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">sete sat\u00e9lites Copernicus Sentinel<\/a> a monitorizar o nosso planeta, recolhendo diariamente 16 terabytes de dados de alta qualidade que s\u00e3o tamb\u00e9m partilhados com outras institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os dados ajudam a enfrentar alguns dos principais desafios da atualidade, como a diminui\u00e7\u00e3o do gelo polar, o aumento do n\u00edvel do mar, os desastres naturais ou as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p><strong>Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional<\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/station\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional<\/a> \u00e9 o maior laborat\u00f3rio cient\u00edfico alguma vez constru\u00eddo fora da Terra. Est\u00e1 em \u00f3rbita a cerca de 400 quil\u00f3metros de altitude e resulta de uma parceria internacional que envolve v\u00e1rias ag\u00eancias espaciais, incluindo Estados Unidos, Europa, R\u00fassia, Jap\u00e3o e Canad\u00e1.<\/p>\n<p>Apesar das <a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2022-07-26-Russia-deixa-de-operar-a-Estacao-Espacial-Internacional-a-partir-de-2024-085e9682\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">tens\u00f5es geopol\u00edticas e de an\u00fancios contradit\u00f3rios<\/a> ao longo dos \u00faltimos anos sobre o futuro da participa\u00e7\u00e3o russa, a ISS continua operacional e a servir de plataforma para investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em microgravidade, observa\u00e7\u00e3o da Terra e testes tecnol\u00f3gicos para futuras miss\u00f5es espaciais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ci\u00eancia A Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA) publica todas as semanas as melhores imagens do cosmos ou do nosso&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":377234,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-378370","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116560787420732932","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=378370"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378370\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/377234"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=378370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=378370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=378370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}