{"id":378401,"date":"2026-05-12T09:30:14","date_gmt":"2026-05-12T09:30:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/378401\/"},"modified":"2026-05-12T09:30:14","modified_gmt":"2026-05-12T09:30:14","slug":"os-estados-unidos-tem-muito-mais-do-que-milhares-de-militares-nas-bases-europeias-tem-a-seguranca-da-europa-nas-suas-maos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/378401\/","title":{"rendered":"Os Estados Unidos t\u00eam muito mais do que milhares de militares nas bases europeias. T\u00eam a seguran\u00e7a da Europa nas suas m\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>\t                Dos radares na Gronel\u00e2ndia aos dep\u00f3sitos nucleares na Turquia, conhe\u00e7a a complexa teia militar que faz da Europa uma fortaleza e por que raz\u00e3o o apoio americano \u00e9 o seu \u00fanico sistema operativo<\/p>\n<p>A recente decis\u00e3o norte-americana de retirar cinco mil soldados das suas bases na Alemanha deixou v\u00e1rias capitais em alerta, intensificando os receios de que a atual arquitetura da NATO possa estar em risco. Apesar de o n\u00famero de efetivos poder come\u00e7ar a descer, a Europa continua a contar com uma for\u00e7a de cerca de 80 mil militares americanos, espalhados por mais de 40 instala\u00e7\u00f5es ativas. Desde a gigantesca base a\u00e9rea de Ramstein ao escudo antim\u00edssil Aegis, passando por dep\u00f3sitos de armamento nuclear t\u00e1tico e &#8220;ex\u00e9rcitos fantasma&#8221; prontos a responder num cen\u00e1rio de guerra, esta \u00e9 a complexa infraestrutura dos Estados Unidos na Europa, uma teia militar e log\u00edstica inigual\u00e1vel que nenhum pa\u00eds europeu consegue, para j\u00e1, substituir.<\/p>\n<p>&#8220;Cinco mil \u00e9 um n\u00famero muito grande. A redu\u00e7\u00e3o em cinco mil tem uma leitura de natureza pol\u00edtica que \u00e9 muito superior \u00e0 leitura de natureza militar. Os europeus conseguem substituir cinco mil tropas americanas? Com muita dificuldade&#8221;, afirma o major-general Arnaut Moreira.<\/p>\n<p>Longe v\u00e3o os tempos em que o confronto com a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica motivava o governo norte-americano a destacar mais de 350 mil soldados no continente europeu. Os n\u00fameros ca\u00edram a pique, atingindo o seu valor mais baixo em 2020, quando o n\u00famero de soldados americanos caiu para aproximadamente 68 mil. Foi preciso Vladimir Putin invadir a Ucr\u00e2nia pela segunda vez, a 24 de fevereiro de 2022, para que o ent\u00e3o presidente americano Joe Biden desse ordem para aumentar o contingente para cerca de 86 mil militares, com a maior parte desta for\u00e7a destacada na Alemanha.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1980, os Estados Unidos operavam uma vasta rede de bases com mais de 800 instala\u00e7\u00f5es militares espalhadas pela Europa, que inclu\u00eda desde min\u00fasculos postos de r\u00e1dio e guarni\u00e7\u00f5es rurais at\u00e9 aos grandes centros de blindados, esmagadoramente concentrados na antiga Alemanha Ocidental. Hoje, essa gigantesca dispers\u00e3o territorial foi condensada na atual rede de pouco mais de 40 bases principais altamente especializadas, trocando a quantidade pela efici\u00eancia de superestruturas centralizadas e por posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas mais pr\u00f3ximas do Flanco Leste.<\/p>\n<p>O &#8220;c\u00e9rebro&#8221; da NATO <\/p>\n<p>\u00c9 precisamente na Alemanha que toda a opera\u00e7\u00e3o das for\u00e7as armadas americanas na Europa \u00e9 coordenada. O planeamento estrat\u00e9gico americano \u00e9 feito na base de Patch Barracks, em Vaihingen, onde opera o Comando Europeu dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUCOM). A poucos quil\u00f3metros, na base de Kelley Barracks, opera o comando americano em \u00c1frica (AFRICOM) e as For\u00e7as de Opera\u00e7\u00f5es Especiais (SOCEUR).\u00a0<\/p>\n<p>A estrutura militar ramifica-se, com o ex\u00e9rcito a ser comandado a partir da base de Lucius D. Clay Kaserne, em Wiesbaden, processando intelig\u00eancia t\u00e1tica e comunica\u00e7\u00f5es seguras para as tropas terrestres, enquanto as infraestruturas de N\u00e1poles, em It\u00e1lia, ditam as movimenta\u00e7\u00f5es da emblem\u00e1tica Sexta Frota e a proje\u00e7\u00e3o de poder naval no Mediterr\u00e2neo.\u00a0<\/p>\n<p>Mas um grande n\u00famero de opera\u00e7\u00f5es militares americanas n\u00e3o seriam poss\u00edveis sem a sua principal base no cora\u00e7\u00e3o da Europa: a Base A\u00e9rea de Ramstein. Esta infraestrutura \u00e9 muito mais do que um simples aeroporto militar. Os locais chamam-lhe a &#8220;Pequena Am\u00e9rica&#8221;. \u00c9 uma pequena metr\u00f3pole autossuficiente em solo alem\u00e3o. Existem dezenas de restaurantes americanos, incluindo alguns dos principais nomes do fast food americano, pistas de bowling, cinemas e o maior hotel das for\u00e7as armadas norte-americanas no mundo, capaz de acomodar o enorme fluxo de militares que passa por aquela base para todos os cantos do mundo.<\/p>\n<p>Apesar de ser o quartel-general da For\u00e7a A\u00e9rea dos EUA na Europa e o cora\u00e7\u00e3o da avia\u00e7\u00e3o da NATO, n\u00e3o tem qualquer ca\u00e7a de combate permanentemente estacionado nas suas pistas, dedicando o seu asfalto em exclusivo ao tr\u00e2nsito de colossais avi\u00f5es de carga e miss\u00f5es de evacua\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.\u00a0<\/p>\n<p>Para garantir que a m\u00e1quina de guerra se mant\u00e9m ligada ao territ\u00f3rio continental americano, a log\u00edstica americana depende de duas &#8220;\u00e2ncoras&#8221; oce\u00e2nicas que garantem a ponte sobre o Atl\u00e2ntico. Nos A\u00e7ores, a Base das Lajes, na ilha Terceira, funciona como a esta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o vital no meio do oceano, permitindo o reabastecimento de ca\u00e7as e avi\u00f5es de carga em tr\u00e2nsito, al\u00e9m de servir de base para a patrulha mar\u00edtima que vigia o corredor central do Atl\u00e2ntico. J\u00e1 no topo do mundo, na Gronel\u00e2ndia, a Base Espacial de Pituffik atua como a primeira linha de vigia espacial, com um radar ultra-potente que monitoriza o \u00c1rtico em busca de m\u00edsseis bal\u00edsticos.<\/p>\n<p>Controlo dos c\u00e9us <\/p>\n<p>Se a base de Rammstein acaba por servir como polo log\u00edstico e de comando para as for\u00e7as americanas, \u00e9 no Reino Unido, It\u00e1lia e Turquia onde a sua for\u00e7a a\u00e9rea concentra o seu poder de fogo. No Reino Unido, a RAF Lakenheath \u00e9 vital por albergar esquadr\u00f5es de ataque modernos, com os ca\u00e7as furtivos F-35 e F15E, que \u00e9 apoiada pela base de Spangdahlem, respons\u00e1vel pela proje\u00e7\u00e3o t\u00e1tica com os seus F-16, e pela base de Mildenhall, que funciona como polo de reabastecimento a\u00e9reo e de opera\u00e7\u00f5es especiais.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;As bases a\u00e9reas e as bases terrestres seguem uma linha diagonal que vai do Reino Unido e acaba na Turquia. \u00c9 nesta linha que se encontram as grandes bases do ex\u00e9rcito e da for\u00e7a a\u00e9rea. Sendo que as da For\u00e7a A\u00e9rea se encontram nos extremos, tanto no Reino Unido como na Turquia&#8221;, explica Arnaut Moreira.<\/p>\n<p>A sul, a Base A\u00e9rea de Aviano, em It\u00e1lia, assegura patrulha e resposta armada no Mediterr\u00e2neo com os seus F-16, e a Base A\u00e9rea de Incirlik, na Turquia, serve como ponte estrat\u00e9gica para o flanco sul da NATO e o M\u00e9dio Oriente. Foi a partir desta base que as for\u00e7as americanas intercetaram v\u00e1rios m\u00edsseis bal\u00edsticos iranianos no in\u00edcio de mar\u00e7o. Esta base \u00e9 tamb\u00e9m respons\u00e1vel pelo armazenamento de &#8220;at\u00e9 50&#8221; bombas nucleares t\u00e1ticas americanas B61.<\/p>\n<p>Para proteger esta vasta rede e as capitais europeias de amea\u00e7as externas, os Estados Unidos montaram uma arquitetura de defesa antim\u00edssil que opera como um escudo integrado, o sistema Aegis. Esta rede \u00e9 composta por duas bases terrestres, as chamadas &#8220;Aegis Ashore&#8221; em Deveselu, na Rom\u00e9nia, e em Redzikowo, na Pol\u00f3nia, que abrigam sistemas de radar e intercetores prontos a anular m\u00edsseis bal\u00edsticos em pleno voo.<\/p>\n<p>No entanto, este sistema de defesa n\u00e3o est\u00e1 limitado a duas infraestruturas est\u00e1ticas. A partir da Base Naval de Rota, em Espanha, os EUA operam uma frota de contratorpedeiros equipados com o sistema Aegis que patrulham o Mediterr\u00e2neo e o Atl\u00e2ntico. Estes navios trabalham em sintonia com os &#8220;olhos&#8221; da NATO na Turquia. Em concreto o radar de banda X de K\u00fcrecik, que deteta lan\u00e7amentos hostis em segundos, at\u00e9 tr\u00eas mil quil\u00f3metros e envia os dados para o comando central na Alemanha. Sem esta rede de sensores e intercetores americanos, a Europa ficaria vulner\u00e1vel a ataques de longo alcance que os seus sistemas de defesa a\u00e9rea atuais ainda n\u00e3o conseguem travar sozinhos.<\/p>\n<p>O &#8220;ex\u00e9rcito fantasma&#8221; e a dissuas\u00e3o nuclear <\/p>\n<p>Talvez esta seja uma das capacidades mais subestimadas da for\u00e7a americana na Europa: o sistema APS-2 (Army Prepositioned Stocks). Os planeadores militares americanos perceberam que transportar tanques de navio atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico durante uma crise seria um processo demasiado lento e potencialmente perigoso. Por isso, criaram o que se assemelha a um &#8220;ex\u00e9rcito fantasma&#8221; com armaz\u00e9ns de grandes dimens\u00f5es climatizados espalhados em v\u00e1rias bases.\u00a0<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o mais moderna da Europa, capaz de albergar sozinha todo o equipamento de uma brigada blindada, est\u00e1 em Powidz, na Pol\u00f3nia. Mas o ex\u00e9rcito americano opera outras instala\u00e7\u00f5es em D\u00fclmen, na Alemanha, Eygelshoven, nos Pa\u00edses Baixos e Zutendaal, na B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>Estas bases n\u00e3o albergam soldados, mas guardam centenas de tanques M1 Abrams, ve\u00edculos de combate Bradley e artilharia pesada, todos com a manuten\u00e7\u00e3o rigorosamente em dia. Num cen\u00e1rio de guerra, milhares de soldados americanos voam dos Estados Unidos em avi\u00f5es civis, aterram nestas bases, e t\u00eam quase todo o equipamento de que necessitam, estando prontos para combater em menos de 48 horas. Esta capacidade log\u00edstica de transformar um armaz\u00e9m numa divis\u00e3o blindada rapidamente \u00e9 algo que nenhuma outra pot\u00eancia mundial consegue igualar em solo europeu.<\/p>\n<p>Igualmente imposs\u00edvel de igualar atualmente \u00e9 a capacidade de dissuas\u00e3o nuclear americana. Apesar de o continente contar com a presen\u00e7a de duas pot\u00eancias nucleares, nem o Reino Unido nem Fran\u00e7a t\u00eam armamento nuclear t\u00e1ctico. Este armamento \u00e9 considerado crucial por parte dos analistas militares para dissuadir qualquer ataque contra o velho continente. Al\u00e9m de Incirlik, estima-se que cerca de 100 bombas nucleares B61 estejam armazenadas em seguran\u00e7a em seis bases de cinco pa\u00edses: Alemanha, B\u00e9lgica, It\u00e1lia, Pa\u00edses Baixos e Turquia.<\/p>\n<p>Estas armas permanecem sob controlo direto dos EUA, mas, em caso de conflito extremo, seriam transportadas e lan\u00e7adas por avi\u00f5es dos pa\u00edses anfitri\u00f5es. Esta &#8220;partilha nuclear&#8221; obriga estas bases a ter fortes protocolos de seguran\u00e7a e infraestruturas t\u00e9cnicas que os europeus n\u00e3o t\u00eam autonomia para gerir sozinhos.\u00a0<\/p>\n<p>A &#8220;ponta da lan\u00e7a&#8221;\u00a0 <\/p>\n<p>Mas toda a vasta infraestrutura norte-americana serve de pouco sem unidades prontas para combater. Em It\u00e1lia, a 173.\u00aa Brigada Aerotransportada (os &#8220;Sky Soldiers&#8221;) mant\u00e9m-se como a for\u00e7a de resposta r\u00e1pida por excel\u00eancia, capaz de projetar paraquedistas para qualquer cen\u00e1rio de crise em apenas 18 horas. Na Alemanha, o 2.\u00ba Regimento de Cavalaria em Vilseck garante uma for\u00e7a de infantaria mecanizada permanente, equipada com blindados Stryker que oferecem o equil\u00edbrio ideal entre velocidade e poder de fogo.\u00a0<\/p>\n<p>Mais a leste, na Pol\u00f3nia, o rec\u00e9m-estabelecido V Corpo do Ex\u00e9rcito em Pozna\u0144 serve como o &#8220;m\u00fasculo&#8221; blindado, coordenando brigadas de tanques Abrams e ve\u00edculos Bradley que rodam continuamente pelas fronteiras da NATO para garantir que o material mais moderno est\u00e1 sempre na linha da frente.<\/p>\n<p>A sul, a arquitetura militar estende-se ao dom\u00ednio mar\u00edtimo atrav\u00e9s da Sexta Frota, comandada a partir de N\u00e1poles, It\u00e1lia. Esta estrutura n\u00e3o depende apenas de navios em tr\u00e2nsito e conta com bases estrat\u00e9gicas como Sigonella, na Sic\u00edlia, que funciona como o grande eixo de patrulha mar\u00edtima e log\u00edstica, e Souda Bay, em Creta, um porto de \u00e1guas profundas vital para o reabastecimento de submarinos e porta-avi\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Cinco mil tropas americanas correspondem a 15 mil ou 20 mil tropas europeias, porque o n\u00edvel de apoio de um soldado americano \u00e9 diferente, h\u00e1 toda uma log\u00edstica e um sistema de armas e de intelligence que n\u00e3o permite compara\u00e7\u00f5es&#8221;, sublinha o major-general.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dos radares na Gronel\u00e2ndia aos dep\u00f3sitos nucleares na Turquia, conhe\u00e7a a complexa teia militar que faz da Europa&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":378402,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[609,836,611,63518,27,28,607,608,333,832,604,135,610,476,63519,15,16,301,830,7535,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,3400,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,839,17,18,29,30,31,7534,63,64,65],"class_list":{"0":"post-378401","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-bases","12":"tag-breaking-news","13":"tag-breakingnews","14":"tag-cnn","15":"tag-cnn-portugal","16":"tag-comentadores","17":"tag-costa","18":"tag-crime","19":"tag-desporto","20":"tag-direto","21":"tag-economia","22":"tag-exercito-fantasma","23":"tag-featured-news","24":"tag-featurednews","25":"tag-governo","26":"tag-guerra","27":"tag-guerra-fria","28":"tag-headlines","29":"tag-justica","30":"tag-latest-news","31":"tag-latestnews","32":"tag-live","33":"tag-main-news","34":"tag-mainnews","35":"tag-mais-vistas","36":"tag-marcelo","37":"tag-mundo","38":"tag-nato","39":"tag-negocios","40":"tag-news","41":"tag-noticias","42":"tag-noticias-principais","43":"tag-noticiasprincipais","44":"tag-opiniao","45":"tag-pais","46":"tag-politica","47":"tag-portugal","48":"tag-principais-noticias","49":"tag-principaisnoticias","50":"tag-russia","51":"tag-top-stories","52":"tag-topstories","53":"tag-ultimas","54":"tag-ultimas-noticias","55":"tag-ultimasnoticias","56":"tag-uniao-sovietica","57":"tag-world","58":"tag-world-news","59":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378401","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=378401"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378401\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/378402"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=378401"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=378401"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=378401"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}