{"id":38109,"date":"2025-08-21T00:55:08","date_gmt":"2025-08-21T00:55:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/38109\/"},"modified":"2025-08-21T00:55:08","modified_gmt":"2025-08-21T00:55:08","slug":"a-historia-de-tyr-o-album-viking-do-black-sabbath","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/38109\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria de \u201cTyr\u201d, o \u00e1lbum viking do Black Sabbath"},"content":{"rendered":"\n<p>\u201cH\u00e1 uma esperan\u00e7a crescente \u2014 e uma vis\u00e3o tamb\u00e9m\u201d, canta <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/tony-martin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Tony Martin<\/a><\/strong> em \u201cAnno Mundi (The Vision)\u201d, faixa que abre o \u00e1lbum <strong>\u201cTyr\u201d<\/strong>. Se <strong>\u201c<a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/2024\/04\/black-sabbath-headless-cross-album-historia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Headless Cross<\/a>\u201d<\/strong> (1989) foi encarado como um novo come\u00e7o para o <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/black-sabbath\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Black Sabbath<\/a><\/strong>, o trabalho seguinte carregava a expectativa de consolidar essa fase renovada e criativa da banda.<\/p>\n<p>\u00ad<\/p>\n<p>&#8211; Advertisement &#8211;<\/p>\n<p>Em fevereiro de 1990, ap\u00f3s sete meses de turn\u00ea, <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/tony-iommi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Tony Iommi<\/a><\/strong> (guitarra), <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/cozy-powell\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Cozy Powell<\/a><\/strong> (bateria), <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/neil-murray\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Neil Murray<\/a><\/strong> (baixo), <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/geoff-nicholls\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Geoff Nicholls<\/a><\/strong> (teclados) e o pr\u00f3prio Martin voltaram ao est\u00fadio. O quinteto se reuniu no Woodcray, em Berkshire, no sudeste da Inglaterra, com uma miss\u00e3o clara: compor e gravar um novo \u00e1lbum totalmente do zero. Quatro meses depois, o grupo entregava \u201cTyr\u201d \u2014 um disco conceitual de tons mitol\u00f3gicos, produ\u00e7\u00e3o afiada e arranjos ambiciosos que levariam o Sabbath de volta \u00e0s paradas do Reino Unido.<\/p>\n<p>\u201cQueremos colocar o Sabbath de volta no mapa\u201d, disse Tony Martin \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a agora os bastidores, o contexto e o legado de um dos \u00e1lbuns mais subestimados \u2014 e ousados \u2014 do Black Sabbath.<\/p>\n<p>  Do satanismo aos deuses n\u00f3rdicos <\/p>\n<p>\u201c\u2018Tyr\u2019 foi meio que uma continua\u00e7\u00e3o de \u2018Headless Cross\u2019\u201d, relembra o baixista Neil Murray em entrevista ao autor Martin Popoff, publicada na biografia \u201cDestrui\u00e7\u00e3o Desencadeada\u201d (DarkSide Books, 2013). \u201cA forma\u00e7\u00e3o que gravou \u2018Tyr\u2019 era a mesma que havia excursionado com \u2018Headless Cross\u2019, ent\u00e3o est\u00e1vamos bastante entrosados.\u201d<\/p>\n<p>Musicalmente, segundo ele, n\u00e3o houve mudan\u00e7as radicais. \u201cMas, no que diz respeito \u00e0s letras, est\u00e1vamos bem decididos a nos afastar daquele clima de adora\u00e7\u00e3o ao diabo.\u201d<\/p>\n<p>A ruptura com o satanismo do disco anterior come\u00e7ou j\u00e1 no t\u00edtulo. A sugest\u00e3o inicial de Tony Martin \u2014 <strong>\u201cThe Satanic Verses\u201d<\/strong> (<strong>\u201cOs Versos Sat\u00e2nicos\u201d<\/strong>), inspirada no pol\u00eamico romance hom\u00f4nimo de Salman Rushdie \u2014 foi prontamente descartada. Em seu lugar, surgiram \u201cTyr\u201d e uma guinada tem\u00e1tica: se \u201cHeadless Cross\u201d mergulhava em refer\u00eancias demon\u00edacas e ocultismo, \u201cTyr\u201d se inspira na mitologia n\u00f3rdica, em especial na figura do deus <strong>T\u00fdr<\/strong>, filho de <strong>Odin<\/strong>, s\u00edmbolo da guerra e da justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Segundo Martin, o disco \u00e9 \u201cbaseado nas cren\u00e7as das pessoas\u201d. E ele explica sua abordagem como letrista:<\/p>\n<p>\u201cGosto de pegar hist\u00f3rias reais e transform\u00e1-las em letras. Curto muito hist\u00f3ria, especialmente a dos vikings. Achei que seria interessante escrever sobre eles, j\u00e1 que foram um povo bastante s\u00f3rdido. Ent\u00e3o fizemos tr\u00eas ou quatro m\u00fasicas em torno desse universo. O resto do \u00e1lbum, no entanto, n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com isso.\u201d<\/p>\n<p>Mesmo com a guinada mitol\u00f3gica, os ecos do clima sombrio de \u201cHeadless Cross\u201d ainda est\u00e3o presentes. A atmosfera de misticismo e julgamento pode ser sentida em faixas como <strong>\u201cThe Law Maker\u201d<\/strong> (\u201cEle \u00e9 mau e misterioso, as pessoas temem o seu nome\u201d) e <strong>\u201cHeaven in Black\u201d<\/strong>, composta ap\u00f3s uma visita de Martin \u00e0 Catedral de S\u00e3o Bas\u00edlio, em Moscou, durante a turn\u00ea do disco anterior.<\/p>\n<p>Mas o centro de gravidade l\u00edrico est\u00e1, de fato, na tr\u00edade composta por <strong>\u201cThe Battle of Tyr\u201d<\/strong>, <strong>\u201cOdin\u2019s Court\u201d<\/strong> e <strong>\u201cValhalla\u201d<\/strong> \u2014 na qual Martin canta que \u201co Reino de Odin \u00e9 o Reino dos Deuses \/ Onde apenas as almas dos bravos guerreiros podem descansar em paz\u201d \u2014, que formam uma esp\u00e9cie de su\u00edte \u00e9pica sobre honra, bravura e transcend\u00eancia espiritual.<\/p>\n<p>Anos depois, na autobiografia <strong>\u201cIron Man\u201d<\/strong> (Planeta, 2014), Tony Iommi admitiria que levou um tempo para se familiarizar com o conceito l\u00edrico do \u00e1lbum. Ao supracitado Popoff, confessou que torceu o nariz para algumas das ideias de Martin.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 resolvi isso com o Tony Martin; tivemos algumas conversas sobre certas letras. Porque ele \u00e0s vezes se deixava levar demais pelo tema, sabe? \u2018Tyr\u2019 era todo sobre deuses n\u00f3rdicos e tudo mais, e ele acabou exagerando um pouco na dose.\u201d<\/p>\n<p>  Os Dez Mandamentos e uma power ballad <\/p>\n<p>Se, no campo l\u00edrico, \u201cTyr\u201d n\u00e3o contou com total aprova\u00e7\u00e3o de Tony Iommi, no aspecto musical o guitarrista aponta momentos que merecem destaque:<\/p>\n<p>\u201cGosto particularmente de \u2018Anno Mundi (The Vision)\u2019. Ela come\u00e7a com um coral cantando em latim. Essa e <strong>\u2018The Sabbath Stones\u2019<\/strong> s\u00e3o m\u00fasicas realmente poderosas \u2014 pesadas e arrastadas. Curto esse tipo de som mais denso, com riffs bem marcantes, e \u2018The Sabbath Stones\u2019 \u00e9 especialmente pesada.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Tony Martin, \u201cAnno Mundi\u201d \u2014 termo em latim que significa \u201cAno do Mundo\u201d \u2014 nasceu de uma inquieta\u00e7\u00e3o coletiva percebida naquele momento:<\/p>\n<p>\u201cNaquela \u00e9poca, todo mundo estava come\u00e7ando a entrar nessa de \u2018salve o planeta\u2019. Parecia que a humanidade estava enlouquecendo com isso. \u2018Precisamos fazer isso, precisamos fazer aquilo\u2019\u2026 ent\u00e3o pensei: \u2018esse \u00e9 o ano em que todo mundo quer salvar o mundo\u2019.\u201d<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cThe Sabbath Stones\u201d, que passou por diferentes t\u00edtulos provis\u00f3rios \u2014 <strong>\u201cLunchbox\u201d<\/strong>, depois <strong>\u201cFire and Water\u201d<\/strong> e, mais tarde, <strong>\u201cFortune the Flame\u201d<\/strong> \u2014 trata de temas b\u00edblicos, em especial dos Dez Mandamentos. A letra faz refer\u00eancia direta a Mois\u00e9s, o portador das t\u00e1buas da lei, e aborda dilemas existenciais e questionamentos sobre a bondade divina.<\/p>\n<p>Na mesma linha espiritual e cr\u00edtica aparece <strong>\u201cJerusalem\u201d<\/strong>, que Martin regravaria em seu \u00e1lbum solo <strong>\u201cBack Where I Belong\u201d<\/strong> (1992). O vocalista explica a g\u00eanese da letra:<\/p>\n<p>\u201cVi na TV inglesa uma reportagem sobre um televangelista americano que pegava dinheiro das pessoas e usava para comprar mans\u00f5es e carros de luxo. Achei aquilo rid\u00edculo e ir\u00f4nico. O cara vivia repetindo \u2018Deus seja louvado, Deus seja louvado\u2019, mas estava simplesmente explorando todo mundo. O refr\u00e3o da m\u00fasica questiona: \u2018Para onde voc\u00ea ir\u00e1 quando tudo der errado? Jerusal\u00e9m?\u2019.\u201d<\/p>\n<p>Apesar dessas faixas robustas e carregadas de significado, a escolhida como single e videoclipe foi justamente a balada <strong>\u201cFeels Good to Me\u201d<\/strong>. \u201cEra uma hist\u00f3ria de amor sobre uma garota de moto e um cara que a trai, briga com ela e esse tipo de coisa\u201d, escreveu Iommi com certo desd\u00e9m. \u201cO clipe ficou meio med\u00edocre, exagerado em compara\u00e7\u00e3o ao que est\u00e1vamos acostumados a fazer.\u201d<\/p>\n<p>Martin refor\u00e7a a cr\u00edtica ao v\u00eddeo, apontando o contraste visual e narrativo como um dos grandes problemas:<\/p>\n<p>\u201cOs diretores que colocavam com a gente sempre tinham ideias meio esquisitas. Se voc\u00ea assistir ao clipe, ele come\u00e7a em um teatro antigo ingl\u00eas, e de repente corta para Los Angeles, com uma garota pilotando uma moto. Eles fizeram coisas estranhas, que n\u00e3o tinham absolutamente nada a ver com a m\u00fasica. E o clipe fica alternando o tempo inteiro: teatro g\u00f3tico ingl\u00eas, Los Angeles ensolarada, teatro g\u00f3tico ingl\u00eas, Los Angeles ensolarada\u2026 Pra qu\u00ea?!\u201d<\/p>\n<p>  Entre o sucesso relativo e as frustra\u00e7\u00f5es <\/p>\n<p>Com uma capa que mescla elementos visuais t\u00edpicos do black metal noruegu\u00eas e refer\u00eancias ao \u00e1lbum <strong>\u201cJohnny the Fox\u201d<\/strong> (1976), do <strong>Thin Lizzy<\/strong>, \u201cTyr\u201d foi lan\u00e7ado em 20 de agosto de 1990. O disco superou em desempenho comercial seus dois antecessores da era Tony Martin, alcan\u00e7ando a 24\u00aa posi\u00e7\u00e3o na parada brit\u00e2nica e obtendo recep\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel em mercados europeus de m\u00e9dio porte.<\/p>\n<p>No competitivo mercado norte-americano, no entanto, o cen\u00e1rio era outro. Enquanto <strong>Iron Maiden<\/strong> e <strong>Judas Priest<\/strong> figuravam confortavelmente entre os 30 discos mais vendidos, o Black Sabbath sequer entrou no Top 200 da Billboard.<\/p>\n<p>O impacto direto da baixa performance comercial foi sentido na turn\u00ea: promovida como \u201cmundial\u201d, ela durou apenas tr\u00eas meses \u2014 de 1\u00ba de setembro a 28 de novembro de 1990 \u2014 e limitou-se ao Velho Continente. As bandas de abertura foram <strong>Circus of Power<\/strong> e <strong>Thunder<\/strong>.<\/p>\n<p>Apesar do giro curto, duas noites entraram para a hist\u00f3ria. No dia 8 de setembro, durante apresenta\u00e7\u00e3o no lend\u00e1rio Hammersmith Odeon, em Londres, o baixista original <strong>Geezer Butler<\/strong> subiu ao palco para tocar <strong>\u201cBlack Sabbath\u201d<\/strong>, enquanto <strong>Brian May<\/strong>, guitarrista do <strong>Queen<\/strong>, fez participa\u00e7\u00f5es especiais em <strong>\u201cHeaven and Hell\u201d<\/strong> e <strong>\u201cParanoid\u201d<\/strong>. Em outro epis\u00f3dio marcante \u2014 e ca\u00f3tico \u2014, no show de Amsterd\u00e3, em 1\u00ba de novembro, o sistema de jatos de ar comprimido utilizado por Cozy Powell em seu solo de bateria apresentou falha e acabou explodindo parte do teto do Jaap Edenhal, causando um susto generalizado.<\/p>\n<p>Tony Iommi responsabilizava principalmente a <strong>IRS Records<\/strong> pelo fracasso do disco nos Estados Unidos. Segundo o ent\u00e3o empres\u00e1rio <strong>Patrick Murray<\/strong>, havia um sentimento de que <strong>Miles Copeland<\/strong>, dono da gravadora, n\u00e3o compreendia o universo do rock pesado \u2014 e que o Sabbath jamais recuperaria, com a IRS, o prest\u00edgio obtido nos tempos de Warner Bros.<\/p>\n<p>Desmotivado com a falta de retorno financeiro e de impacto cultural comparado ao auge dos anos 1970, Iommi acabaria encontrando em outro desiludido \u2014 <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/ronnie-james-dio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ronnie James Dio<\/a><\/strong> \u2014 uma <a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/2022\/06\/black-sabbath-dehumanizer-album-historia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">poss\u00edvel sa\u00edda para seus dilemas<\/a>.<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante o desempenho comercial modesto, \u201cTyr\u201d permanece como o \u00e1lbum favorito de Tony Martin entre os que gravou com o Sabbath:<\/p>\n<p>\u201cFoi um \u00f3timo disco de se trabalhar. Ele foi produzido pelo Cozy e pelo Tony, que acertaram a m\u00e3o naqueles primeiros \u00e1lbuns. Esses discos s\u00e3o brilhantes.\u201d<\/p>\n<p>  Black Sabbath \u2013 \u201cTyr\u201d <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"640\" 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alt=\"\" class=\"wp-image-188464 ai-img lzl\" data-ai-img=\"{&quot;s&quot;:[640,640],&quot;d&quot;:{&quot;480&quot;:&quot;\\\/wp-content\\\/cache\\\/seraphinite-accelerator\\\/s\\\/m\\\/d\\\/img\\\/2d7a59f65c9e226f2b10249b355a99f3.b53f.jpeg&quot;,&quot;360&quot;:&quot;\\\/wp-content\\\/cache\\\/seraphinite-accelerator\\\/s\\\/m\\\/d\\\/img\\\/aeecfe31f66a246b9f292bd83039afc2.6d47.jpeg&quot;,&quot;120&quot;:&quot;\\\/wp-content\\\/cache\\\/seraphinite-accelerator\\\/s\\\/m\\\/d\\\/img\\\/aee99a8511ad0bbeaf172b84446b478e.1028.jpeg&quot;},&quot;O&quot;:&quot;https:\\\/\\\/igormiranda.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2025\\\/08\\\/black-sabbath-tyr-album.jpeg&quot;}\" data-ai-dpr=\"y\" data-lzl-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/black-sabbath-tyr-album.jpeg\"\/> <\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Lan\u00e7ado em 20 de agosto de 1990 pela IRS Records<\/li>\n<li>Produzido por Tony Iommi e Cozy Powell<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Faixas:<\/strong><\/p>\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Anno Mundi (The Vision)<\/li>\n<li>The Law Maker<\/li>\n<li>Jersusalem<\/li>\n<li>The Sabbath Stones<\/li>\n<li>The Battle of Tyr<\/li>\n<li>Odin\u2019s Court<\/li>\n<li>Valhalla<\/li>\n<li>Feels Good to Me<\/li>\n<li>Heaven in Black<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>M\u00fasicos:<\/strong><\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Tony Iommi \u2013 guitarra<\/li>\n<li>Cozy Powell \u2013 bateria<\/li>\n<li>Tony Martin \u2013 vocais<\/li>\n<li>Neil Murray \u2013 baixo<\/li>\n<li>Geoff Nicholls \u2013 teclados<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Clique<\/strong> para seguir IgorMiranda.com.br no: <a href=\"https:\/\/instagram.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Instagram<\/a> | <a href=\"https:\/\/bsky.app\/profile\/igormirandasite.bsky.social\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Bluesky<\/a> | <a href=\"https:\/\/twitter.com\/igormirandasite\" 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