{"id":381842,"date":"2026-05-14T22:49:12","date_gmt":"2026-05-14T22:49:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/381842\/"},"modified":"2026-05-14T22:49:12","modified_gmt":"2026-05-14T22:49:12","slug":"corrida-e-menopausa-combinam-estadao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/381842\/","title":{"rendered":"Corrida e menopausa combinam &#8211; Estad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p data-component-name=\"paragraph\" class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 geGWDE theme-default  \">As corredoras que j\u00e1 passaram dos 50 anos tem um desafio a mais para enfrentar: a menopausa. Principalmente se, por recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, a corredora n\u00e3o puder fazer reposi\u00e7\u00e3o hormonal. O pique diminui, o pace desaba, o massa magra diminui, a ins\u00f4nia vem com tudo, junto com o calor\u00e3o. Mas a h\u00e1 uma boa not\u00edcia, manter a atividade f\u00edsica pode atenuar os efeitos da menopausa, e para correr \u00e9 preciso fortalecer ainda mais. O jeito \u00e9, como canta Emicida: &#8220;Levanta e anda&#8221;. Conversamos com quatro especialistas, que destacam os benef\u00edcios da atividade f\u00edsica nessa fase da vida, e quando \u00e9 preciso fazer a reposi\u00e7\u00e3o hormonal. Confira abaixo<\/p>\n<p><img  loading=\"lazy\" class=\"lazy-load-img\"\/><\/p>\n<p>\nPlataforma Ticket Sport analisa os dados das incri\u00e7\u00f5es h\u00e1 seis anos<br \/>\n\u00a0<\/p>\n<p>A\u00a0menopausa \u00e9 frequentemente temida pelas mulheres. &#8220;Os sintomas incluem ondas de calor, suores noturnos, secura vaginal, altera\u00e7\u00f5es de humor e ins\u00f4nia&#8221;, explica o ginecologista Dr. N\u00e9lio Veiga Junior, Mestre e Doutor em Tocoginecologia pela Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM\/UNICAMP). Ansiedade, depress\u00e3o, perda de libido, dist\u00farbios do sono e da concentra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o alguns dos problemas, segundo a Dra. Patricia Magier, ginecologista formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF).<\/p>\n<p>Dr. N\u00e9lio explica que h\u00e1 diversas evid\u00eancias cient\u00edficas de que mulheres na menopausa fisicamente ativas tendem a apresentar melhor qualidade de vida e menos sintomas, especialmente humor, sono, fadiga. Al\u00e9m disso, sabe-se que durante a menopausa h\u00e1 uma queda hormonal, principalmente do estrog\u00eanio. &#8220;Esse horm\u00f4nio em decl\u00ednio piora perfil lip\u00eddico, piora inflama\u00e7\u00e3o da parede dos vasos, deixando as art\u00e9rias mais r\u00edgidas, o que favorecem o aparecimento de doen\u00e7as cardiovasculares (DVC), como aterosclerose, infarto e AVC. Tamb\u00e9m surgem as altera\u00e7\u00f5es \u00f3ssea, como osteopenia e osteoporose, por perda de massa \u00f3ssea, o que leva a um aumento do risco de fraturas. A corrida por ser um exerc\u00edcio de impacto ajuda tanto na ativa\u00e7\u00e3o dos osteoblastos, as c\u00e9lulas que constroem o osso, prevenindo as altera\u00e7\u00f5es \u00f3sseas, como propicia melhora do perfil lip\u00eddico, reduz press\u00e3o arterial, fortalece m\u00fasculos card\u00edacos&#8221;, explica.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico acrescenta que estudos em ratos e camundongos mostraram que as roedoras que estavam sendo submetidas a pr\u00e1tica de corrida em esteira durante oito semanas, ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o bilateral dos ov\u00e1rios, ou seja, menopausa, houve retardo na perda \u00f3ssea causada pela diminui\u00e7\u00e3o do estrog\u00eanio e melhora da microestrutura \u00f3ssea em diferentes graus. Outro estudo, comparou os efeitos do treinamento de resist\u00eancia, com corrida em esteira versus sedentarismo versus terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal com estrog\u00eanio durante a menopausa. O Estudo mostrou que a fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca de ratas, como os \u00edndices de contratilidade e relaxamento card\u00edacos, melhoraram de forma semelhante nos grupos das ratas que praticaram corrida e no grupo da reposi\u00e7\u00e3o hormonal. Isso pode sugerir que mulheres que apresentam contraindica\u00e7\u00e3o de terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal podem se beneficiar de exerc\u00edcio resistido, como a corrida. &#8220;A menopausa tamb\u00e9m leva a um aumento do peso e ac\u00famulo de gordura abdominal, sendo a corrida um exerc\u00edcio eficiente para a perda de peso&#8221;, destaca.<\/p>\n<p data-component-name=\"paragraph\" class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 geGWDE theme-default  \">Inclusive, dr. N\u00e9lio cita que a atividade f\u00edsica \u00e9 um dos pilares do tratamento da menopausa. &#8220;O melhor exerc\u00edcio \u00e9 o que a mulher consegue manter com prazer e seguran\u00e7a. O Col\u00e9gio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) sugere pelo menos 150 minutos de atividade f\u00edsica moderada por semana, como a corrida\/ caminhada r\u00e1pida, nata\u00e7\u00e3o, ciclismo. A ACOG tamb\u00e9m recomenda adicionar dois ou mais dias de exerc\u00edcios de fortalecimento muscular por semana a fim de combater a perda muscular relacionada \u00e0 idade e aumentar a densidade mineral \u00f3ssea. Al\u00e9m disso, o treinamento de equil\u00edbrio para evitar quedas e consequentes fraturas como yoga, tai chi e pilates oferecem suporte comprovado. Dessa forma, a corrida pode ser excelente escolha, pois melhora a sa\u00fade cardiovascular e na massa \u00f3ssea, j\u00e1 que o exerc\u00edcio aer\u00f3bico ajuda no controle da press\u00e3o arterial, n\u00edveis de colesterol, glicemia e peso, promove a\u00e7\u00e3o dos osteoblastos; humor e ansiedade, j\u00e1 que corrida aumenta endorfinas e melhora sintomas depressivos leves\/moderados. As mulheres ativas costumam dormir melhor, ou seja, h\u00e1 uma melhora do sono.&#8221; No entanto, n\u00e3o \u00e9 para todo mundo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">O m\u00e9dico prossegue dizendo que h\u00e1 um estudo do jornal Plos, de 2025, que determinou a frequ\u00eancia e o impacto negativo percebido dos sintomas da menopausa em atletas de resist\u00eancia do sexo feminino: corredoras, ciclistas, nadadoras e triatletas com idades entre 40 e 60 anos. Desconforto articular e muscular, ganho de peso, problemas de sono e exaust\u00e3o f\u00edsica e mental foram os sintomas percebidos como os que mais afetaram negativamente o treinamento e o desempenho; e as mulheres com sintomas da menopausa mais graves tiveram uma percep\u00e7\u00e3o maior do impacto negativo dos sintomas no treino e no desempenho. Dessa forma, \u00e9 preciso avaliar obesidade, artrose, dores lombares, incontin\u00eancia urin\u00e1ria, osteopenia severa, doen\u00e7a cardiovascular antes.<\/p>\n<p>Para o ginecologista Igor Padovesi, autor do livro &#8216;Menopausa Sem Medo&#8217; (Editora Gente), especialista em menopausa certificado pela North American Menopause Society (NAMS) e membro da International Menopause Society (IMS), \u00e9 idealizador do &#8216;Expert Menopausa&#8217;, maior plataforma de educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em\u00a0menopausa do Brasil; qualquer atividade f\u00edsica \u00e9 ben\u00e9fica, tem benef\u00edcio cardiovascular, tem in\u00fameras outras vantagens e benef\u00edcios comprovados, por\u00e9m o ideal seria associar atividade f\u00edsica aer\u00f3bica com treinos de resist\u00eancia e se tiver que escolher um tipo de atividade f\u00edsica seria treino de resist\u00eancia, a muscula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A ginecologista Ana Paula Fabr\u00edcio, com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Nutrologia pela ABRAN, p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Medicina Est\u00e9tica e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o com Dr. Lair Ribeiro em Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento de Doen\u00e7as Relacionadas com a Idade, explica que se a mulher j\u00e1 pratica corrida h\u00e1 anos, deve continuar. &#8220;Vejo na pr\u00e1tica cl\u00ednica \u00e9 que aquelas que t\u00eam const\u00e2ncia, que j\u00e1 s\u00e3o adeptas a esse tipo de atividade f\u00edsica, h\u00e1 melhora da regula\u00e7\u00e3o da temperatura (ent\u00e3o melhora os fogachos e o sono). Quando a paciente dorme bem, ela acorda mais disposta. A corrida melhora a resist\u00eancia a insulina, o sobrepeso, ajuda a manter o peso. Ent\u00e3o melhora substancialmente a qualidade de vida da mulher. O que eu falo que \u00e9 muito importante \u00e9 manter a const\u00e2ncia. Se ela j\u00e1 fazia a corrida, manter \u00e9 fundamental.&#8221;<\/p>\n<p>Aliada a atividade f\u00edsica, Ana Paula Fabr\u00edcio recomenta sempre a muscula\u00e7\u00e3o. &#8220;O maior risco da mulher na menopausa, junto com as doen\u00e7as cardiovasculares e o c\u00e2ncer, \u00e9 a osteoporose. Ent\u00e3o eu sempre indico iniciar com uma caminhada, com uma muscula\u00e7\u00e3o e gradualmente ir para a corrida, mas n\u00e3o abrir m\u00e3o da muscula\u00e7\u00e3o. Corrida e muscula\u00e7\u00e3o, bike e muscula\u00e7\u00e3o, caminhada e muscula\u00e7\u00e3o, uma atividade f\u00edsica que voc\u00ea tenha prazer e muscula\u00e7\u00e3o. Isso associado d\u00e1 um resultado fant\u00e1stico e serve para a mulher ter mesmo a vida plena, com energia, com vitalidade. Ent\u00e3o n\u00e3o tem como abrir m\u00e3o da atividade f\u00edsica. Eu falo que n\u00e3o existe sa\u00fade sem atividade f\u00edsica&#8221;, destaca.<\/p>\n<p data-component-name=\"paragraph\" class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 geGWDE theme-default  \">A ginecologista Patr\u00edcia Magier, criadora do M\u00e9todo Plena para cuidado da mulher de forma completa, profunda e individualizada, vai na mesma linha, o\u00a0principal exerc\u00edcio da mulher na\u00a0menopausa \u00e9 o resistido, o de for\u00e7a e a muscula\u00e7\u00e3o, mas que cada caso \u00e9 um caso, e as recomenda\u00e7\u00f5es devem ser individualizadas. &#8220;Algumas pessoas gostam da corrida e pode ser maravilhoso para melhorar o condicionamento cardiovascular, o controle do peso, melhorar o humor, diminuir o estresse. Mas para outras, especialmente aquelas que t\u00eam sobrepeso importante, dor articular, perda de massa muscular, que \u00e9 a sarcopenia, perda da for\u00e7a muscular, ou quem \u00e9 sedent\u00e1rio, come\u00e7ar com a corrida talvez n\u00e3o seja o melhor exerc\u00edcio, nem o mais indicado. Mas o mais importante \u00e9 fazer essa pessoa se conscientizar da import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica, sair do sedentarismo, e que ela tenha disciplina e consist\u00eancia. \u00c0s vezes a gente combina uma caminhada com um fortalecimento muscular, uma muscula\u00e7\u00e3o, um pilates com muscula\u00e7\u00e3o, e depois se a pessoa quiser realmente fazer corrida, se faz sentido para ela, tudo bem, pode ser indicado tamb\u00e9m&#8221;, observa.<\/p>\n<p data-component-name=\"paragraph\" class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 geGWDE theme-default  \"><strong>REPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p class=\"ads-placeholder-label\">CONTiNUA AP\u00d3S PUBLICIDADE<\/p>\n<p>Sobre a reposi\u00e7\u00e3o hormonal, cada caso \u00e9 um caso, mas Padovesi afirma que pode ser feita por todas as mulheres, inclusive as com casos de c\u00e2ncer na fam\u00edlia: &#8220;Oficialmente, n\u00e3o existe nenhuma contraindica\u00e7\u00e3o. Importante dizer isso, nenhum guideline de nenhum lugar do mundo coloca alguma quest\u00e3o familiar como contraindica\u00e7\u00e3o para terapia hormonal. \u00d3bvio que deve se ter cuidado que em casos de muitos casos de c\u00e2ncer familiares, isso demanda talvez uma investiga\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, quest\u00f5es gen\u00e9ticas, mas isso independe da terapia hormonal. Cada vez mais os estudos comprovam que a terapia hormonal moderna com horm\u00f4nios bioid\u00eanticos n\u00e3o est\u00e1 associado ao aumento de risco de c\u00e2ncer, ao contr\u00e1rio, pode reduzir a incid\u00eancia do c\u00e2ncer de mama. J\u00e1 tem estudos consistentes que mostram que ela reduz a incid\u00eancia de c\u00e2ncer colorretal. Quando se fala em c\u00e2ncer, cada tipo de c\u00e2ncer \u00e9 um mundo \u00e0 parte e existem n\u00fameros subtipos. C\u00e2ncer de mama, por exemplo, \u00e9 um termo extremamente gen\u00e9rico. Cada c\u00e2ncer de mama, cada subtipo de c\u00e2ncer de mama tem comportamento completamente diferente. E o fato \u00e9 que os benef\u00edcios s\u00e3o gigantes, isso \u00e9 mais do que claro, na literatura n\u00e3o existe nenhuma d\u00favida em rela\u00e7\u00e3o a isso, por\u00e9m a popula\u00e7\u00e3o em geral e a comunidade m\u00e9dica ainda \u00e9 extremamente desatualizada nesse assunto e ainda tem essa ideia de associa\u00e7\u00e3o com o risco de c\u00e2ncer, que tem mais de 20 anos que \u00e9 ultrapassado.&#8221;<\/p>\n<p>J\u00e1 dr. N\u00e9lio a reposi\u00e7\u00e3o hormonal n\u00e3o deve ser tratada como algo &#8220;bom ou ruim&#8221; de forma geral. O risco depende do tipo de horm\u00f4nio, do tempo de uso e do perfil da paciente. Em mulheres bem avaliadas, os benef\u00edcios podem superar os riscos. &#8220;Uma revis\u00e3o publicada em 2026 no peri\u00f3dico &#8216;Maturitas&#8217; analisou as evid\u00eancias mais atuais sobre a rela\u00e7\u00e3o entre terapia hormonal da menopausa (TH) e risco de c\u00e2ncer de mama, tema que historicamente gerou inseguran\u00e7a entre m\u00e9dicos e pacientes.&#8221; Aqui algumas conclus\u00f5es: a TH continua sendo o tratamento mais eficaz para fogachos e sintomas vasomotores, al\u00e9m de ajudar na preven\u00e7\u00e3o de perda \u00f3ssea e fraturas.\u00a0O risco de c\u00e2ncer de mama n\u00e3o \u00e9 igual para todos os esquemas hormonais. A revis\u00e3o refor\u00e7a que o maior aumento de risco est\u00e1 associado \u00e0 terapia combinada estrog\u00eanio + progestag\u00eanio, especialmente com uso prolongado. J\u00e1 a terapia com estrog\u00eanio isolado (para mulheres sem \u00fatero) apresentou nos dados do WHI redu\u00e7\u00e3o de incid\u00eancia e mortalidade por c\u00e2ncer de mama em tratamento de longo prazo. O tipo de progesterona importa: evid\u00eancias observacionais sugerem que a progesterona micronizada pode ter perfil mam\u00e1rio mais favor\u00e1vel do que progestag\u00eanios sint\u00e9ticos (acetato de medroxiprogesterona ou noretisterona). &#8220;A revis\u00e3o conclui que a prescri\u00e7\u00e3o moderna deve ser individualizada, considerando sintomas, idade, tempo de menopausa, hist\u00f3rico familiar, risco cardiovascular e prefer\u00eancia da mulher, sempre com decis\u00e3o compartilhada&#8221;, explica o m\u00e9dico,<\/p>\n<p data-component-name=\"paragraph\" class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 geGWDE theme-default  \">\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"As corredoras que j\u00e1 passaram dos 50 anos tem um desafio a mais para enfrentar: a menopausa. Principalmente&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":381843,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,117],"class_list":{"0":"post-381842","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116575375487074313","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/381842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=381842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/381842\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/381843"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=381842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=381842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=381842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}