{"id":382313,"date":"2026-05-15T10:49:13","date_gmt":"2026-05-15T10:49:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/382313\/"},"modified":"2026-05-15T10:49:13","modified_gmt":"2026-05-15T10:49:13","slug":"imobiliario-nacional-entra-no-radar-das-fortunas-espanholas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/382313\/","title":{"rendered":"Imobili\u00e1rio nacional entra no radar das fortunas espanholas"},"content":{"rendered":"<p><strong>Os <\/strong><strong>family offices<\/strong><strong> (anglicismo para empresas que gerem investimentos e patrim\u00f3nio de fam\u00edlias ricas) de Espanha descobriram o potencial do imobili\u00e1rio comercial portugu\u00eas.<\/strong> O interesse \u00e9 recente. \u201cH\u00e1 cerca de ano e meio que se come\u00e7ou a sentir um apetite muito grande no pa\u00eds e, em particular, na regi\u00e3o Norte\u201d dos gestores de fortunas espanholas, revela Cristina Almeida, diretora do escrit\u00f3rio do Porto da JLL.<\/p>\n<p>Escusando-se no sigilo profissional, Cristina Almeida n\u00e3o revela nomes de entidades, mas sublinha que <strong>os segmentos mais procurados s\u00e3o hotelaria e retalho<\/strong>. Segundo a respons\u00e1vel, estes investidores <strong>veem \u201ccapacidade de valoriza\u00e7\u00e3o e ativos de boa qualidade\u201d no pa\u00eds. Em Espanha, o imobili\u00e1rio \u201cest\u00e1 muito maduro e aquecido\u201d, justifica.<\/strong> <\/p>\n<p><strong>No Norte, os espanh\u00f3is s\u00e3o a segunda nacionalidade que mais investe em imobili\u00e1rio.<\/strong> O top 3 \u00e9 liderado pela Fran\u00e7a e fecha com os EUA. A din\u00e2mica da regi\u00e3o \u00e9 comprovada pelo valor do investimento. <strong>No ano passado, metade dos 2800 milh\u00f5es de euros investidos em imobili\u00e1rio comercial portugu\u00eas (escrit\u00f3rios, hot\u00e9is, lojas, e outros ativos n\u00e3o residenciais) tiveram como destino o Norte.<\/strong> Desse valor, 67% chegou de fora, 29% foi aplicado por nacionais e 4% teve origem desconhecida. Dos cinco principais neg\u00f3cios concretizados em 2025, quatro foram na regi\u00e3o, sublinha.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/c5105865-4016-44ef-aa15-2aa12cf704c0.jpeg\"\/><\/p>\n<p>\u201cOs promotores est\u00e3o desesperados com os custos de constru\u00e7\u00e3o\u201d, diz Cristina Almeida, diretora do escrit\u00f3rio do Porto da JLL.<\/p>\n<p><strong>No primeiro trimestre deste ano<\/strong>, esse movimento no territ\u00f3rio acima do Mondego consolidou-se. Segundo Cristina Almeida, <strong>o pa\u00eds captou 930 milh\u00f5es de euros, um crescimento hom\u00f3logo de 37% e um aumento em cadeia de 11%. Mais uma vez, 50% foram aplicados na regi\u00e3o Norte.<\/strong> Desta vez, os investidores nacionais representaram 71% do capital aplicado nesse per\u00edodo, os internacionais responderam por 25% e os remanescentes 4% chegaram de origem desconhecida.<\/p>\n<p>Para Cristina Almeida, <strong>a regi\u00e3o<\/strong> ainda tem muito espa\u00e7o para crescer. Contudo, <strong>enfrenta desafios que v\u00e3o da falta de oferta nos v\u00e1rios segmentos imobili\u00e1rios aos pre\u00e7os de constru\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o h\u00e1 m\u00e3os a medir na procura de terrenos\u201d, frisa, mas \u201cos promotores est\u00e3o desesperados com os custos de constru\u00e7\u00e3o\u201d.<\/strong> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os family offices (anglicismo para empresas que gerem investimentos e patrim\u00f3nio de fam\u00edlias ricas) de Espanha descobriram o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":382314,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-382313","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116578207222496760","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/382313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=382313"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/382313\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/382314"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=382313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=382313"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=382313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}