{"id":393866,"date":"2026-05-25T06:11:16","date_gmt":"2026-05-25T06:11:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/393866\/"},"modified":"2026-05-25T06:11:16","modified_gmt":"2026-05-25T06:11:16","slug":"as-5-descobertas-arqueologicas-mais-recentes-sobre-pompeia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/393866\/","title":{"rendered":"As 5 descobertas arqueol\u00f3gicas mais recentes sobre Pompeia"},"content":{"rendered":"<p>No ano de 79 d.C., a violenta erup\u00e7\u00e3o do Monte Ves\u00favio sepultou abruptamente a pr\u00f3spera cidade romana de Pompeia sob uma espessa camada de cinzas e rochas vulc\u00e2nicas. No entanto, o que se desenhou como uma das maiores cat\u00e1strofes do mundo antigo acabou por criar o que hoje \u00e9 um dos patrim\u00f4nios hist\u00f3ricos mais valiosos da humanidade.<\/p>\n<p>Isso porque, ao isolar a localidade do oxig\u00eanio e da umidade por s\u00e9culos, os detritos vulc\u00e2nicos preservaram de forma intacta edif\u00edcios, afrescos, objetos cotidianos e at\u00e9 mesmo os contornos dos corpos de v\u00e1rias v\u00edtimas, deixando a cidade praticamente \u201ccongelada\u201d no tempo.<\/p>\n<p>Para historiadores e arque\u00f3logos, <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/tags\/pompeia\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Pompeia<\/a> funciona como uma c\u00e1psula do tempo sem paralelos, oferecendo percep\u00e7\u00f5es detalhadas e realistas sobre a estrutura urbana, a economia, a cultura e a vida cotidiana dos antigos romanos. Caminhar por suas ruas escavadas permite compreender desde a opul\u00eancia das elites at\u00e9 a rotina de trabalhadores comuns, transformando o s\u00edtio arqueol\u00f3gico em uma fonte inesgot\u00e1vel de conhecimento cient\u00edfico.<\/p>\n<p>Mesmo hoje, quase dois mil\u00eanios ap\u00f3s a sua destrui\u00e7\u00e3o, o solo de Pompeia continua a surpreender a ci\u00eancia moderna. Longe de ser um cap\u00edtulo encerrado, o local permanece como um campo de explora\u00e7\u00e3o ativo, impulsionado por novas tecnologias e escava\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas em \u00e1reas anteriormente intocadas. Confira a seguir 5 das descobertas arqueol\u00f3gicas mais recentes feitas em Pompeia:<\/p>\n<p>\t  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-236354 img-fluid lazy\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/pompeia-34.jpg\"  \/>R\u00e9plica em gesso de v\u00edtima do Ves\u00favio identificada como poss\u00edvel m\u00e9dico \/ Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o\/Parque Arqueol\u00f3gico de Pompeia <\/p>\n<p>Uma an\u00e1lise recente de materiais recuperados em 1961 no Jardim dos Fugitivos, em Pompeia, identificou um prov\u00e1vel m\u00e9dico romano entre as v\u00edtimas da erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio em 79 d.C. O homem estava em um grupo de quatorze pessoas localizadas pr\u00f3ximas \u00e0 Porta Nocera, que morreram atingidas por uma nuvem pirocl\u00e1stica durante a tentativa de fuga. A nova conclus\u00e3o foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/historia-hoje\/vitima-do-vesuvio-encontrada-em-pompeia-pode-ter-sido-antigo-medico-romano.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo de um pequeno estojo<\/a> que permaneceu d\u00e9cadas sem aten\u00e7\u00e3o, preservado dentro de um dos moldes de gesso que marcam a posi\u00e7\u00e3o final dos corpos soterrados.<\/p>\n<p>Especialistas do Parque Arqueol\u00f3gico de Pompeia encontraram no estojo de material org\u00e2nico e metal, al\u00e9m de uma bolsa de tecido com moedas, diversos instrumentos met\u00e1licos associados \u00e0 pr\u00e1tica m\u00e9dica. Para examinar o conte\u00fado sem danificar o molde, uma equipe multidisciplinar realizou radiografias e tomografias computadorizadas na Cl\u00ednica Maria Rosaria. Os exames revelaram uma placa de ard\u00f3sia, usada para misturas medicinais ou cosm\u00e9ticas, e ferramentas cir\u00fargicas semelhantes \u00e0s utilizadas por profissionais da \u00e9poca, levando \u00e0 hip\u00f3tese de que a v\u00edtima era um medicus.<\/p>\n<p>A varredura, apoiada por intelig\u00eancia artificial e reconstru\u00e7\u00f5es tridimensionais, tamb\u00e9m detalhou um sofisticado sistema de fechamento por roda dentada no estojo. Segundo <strong>Gabriel Zuchtriegel<\/strong>, diretor do parque, o homem carregava as ferramentas porque pretendia continuar exercendo a profiss\u00e3o e ajudando pessoas ap\u00f3s escapar do desastre. A descoberta \u00e9 considerada rara, pois a maioria dos mortos em Pompeia permanece an\u00f4nima e sem ocupa\u00e7\u00e3o conhecida.<\/p>\n<p>  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-231092 img-fluid lazy\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Design-sem-nome_20260401_170413_0000.jpg\"  \/>Incens\u00e1rio observado em estudo \u2013 Cr\u00e9ditos: Johannes Eber <\/p>\n<p>A primeira an\u00e1lise laboratorial de res\u00edduos cinzentos encontrados em dois incens\u00e1rios de Pompeia, publicada na revista Antiquity, revelou detalhes in\u00e9ditos sobre os rituais dom\u00e9sticos e as redes comerciais da cidade. Coordenado pelo arque\u00f3logo <strong>Johannes Eber<\/strong>, o <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/historia-hoje\/pesquisa-revela-oferendas-de-moradores-de-pompeia-aos-deuses.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo<\/a> identificou que os antigos romanos queimavam subst\u00e2ncias importadas de longas dist\u00e2ncias, al\u00e9m de vegetais locais, como oferendas aos deuses pouco antes da erup\u00e7\u00e3o de 79 d.C.<\/p>\n<p>O primeiro queimador de incenso, em formato de c\u00e1lice e desenterrado em 1954, continha restos de plantas lenhosas, como carvalho e louro, possivelmente usados como combust\u00edvel para sacrif\u00edcios. J\u00e1 o segundo artefato, uma tigela decorada com esculturas de tr\u00eas mulheres, apresentou vest\u00edgios de elemi \u2014 uma resina origin\u00e1ria de florestas tropicais da \u00c1frica subsaariana ou da \u00c1sia. Essa foi a primeira vez que a subst\u00e2ncia, associada \u00e0 mumifica\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia, foi registrada em um contexto romano.<\/p>\n<p>O recipiente com elemi tamb\u00e9m continha biomarcadores de gordura e de uva, indicando a realiza\u00e7\u00e3o do praefatio, um ritual no qual vinho e incenso eram oferecidos simultaneamente para criar fuma\u00e7a arom\u00e1tica e vaporiza\u00e7\u00e3o no altar. Segundo o coautor <strong>Philipp Wolfgang Stockhammer<\/strong>, o achado refor\u00e7a que o <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/reportagem\/qual-foi-a-extensao-total-do-imperio-romano-em-seu-auge.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Imp\u00e9rio Romano<\/a> mantinha um com\u00e9rcio intenso e invis\u00edvel com regi\u00f5es distantes, como a \u00cdndia, voltado \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de especiarias e resinas ex\u00f3ticas.<\/p>\n<p>  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-229366 img-fluid lazy\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Design-sem-nome_20260321_134818_0000.jpg\"  \/>Marcas de poss\u00edvel m\u00e1quina de guerra identificadas em Pompeia \/ Cr\u00e9dito: Van Buren, Silvia Bertacchi\/Heritage <\/p>\n<p>Um estudo publicado na revista cient\u00edfica Heritage revelou que algumas marcas encontradas em muralhas localizadas ao norte de Pompeia n\u00e3o possuem liga\u00e7\u00e3o com a erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio, mas sim com um conflito militar ocorrido cerca de um s\u00e9culo antes do desastre vulc\u00e2nico. Investigadas por pesquisadoras italianas, as crateras de impacto apresentavam caracter\u00edsticas incomuns: eram menores do que as provocadas por pedras de catapultas tradicionais e dispunham-se em formato de leque pelas paredes.<\/p>\n<p>Anteriormente atribu\u00eddas ao desgaste geral de combates, as marcas foram associadas ao uso de uma pol\u00edbole \u2014 uma antiga m\u00e1quina de guerra semelhante a uma besta de grandes dimens\u00f5es, considerada uma precursora da metralhadora por sua capacidade de disparar m\u00faltiplos proj\u00e9teis em alta velocidade. Para chegar a essa conclus\u00e3o, a equipe utilizou escaneamento a laser e fotogrametria para reproduzir os impactos em modelos 3D, analisando propriedades bal\u00edsticas como profundidade, largura e formato dos danos.<\/p>\n<p>Os dados tridimensionais foram comparados com projetos de engenharia gregos do s\u00e9culo 3 a.C., cole\u00e7\u00f5es de museus e proj\u00e9teis de outros s\u00edtios romanos. As dimens\u00f5es coincidiram com catapultas autom\u00e1ticas do estilo escorpi\u00e3o. Segundo o <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/historia-hoje\/marcas-em-parede-na-pompeia-revela-o-uso-de-maquina-de-guerra.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo<\/a>, o ataque radial provavelmente ocorreu durante o cerco comandado pelo general e ditador romano <strong>Lucius Cornelius Sulla<\/strong>; e as pr\u00f3prias cinzas vulc\u00e2nicas que soterram a cidade foram as respons\u00e1veis por preservar esses vest\u00edgios b\u00e9licos intactos por quase dois mil anos.<\/p>\n<p>  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-228861 img-fluid lazy\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/pompeia-31.jpg\"  \/>Sacr\u00e1rio azul, em Pompeia \/ Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o\/Parque Arqueol\u00f3gico de Pompeia <\/p>\n<p>A escava\u00e7\u00e3o de um sacr\u00e1rio \u2014 c\u00f4modo destinado a rituais sagrados \u2014 revelou o uso de um pigmento azul intenso em uma resid\u00eancia de alto padr\u00e3o pr\u00f3xima ao centro de Pompeia. De acordo com um <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/historia-hoje\/pompeia-sala-azul-revela-luxo-extremo-na-roma-antiga.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo publicado na revista Heritage Science<\/a>, a decora\u00e7\u00e3o do pequeno espa\u00e7o privado utilizou o chamado azul eg\u00edpcio, um pigmento sint\u00e9tico cujo valor estimado representava uma soma expressiva para a economia da \u00e9poca, evidenciando o extremo luxo dos propriet\u00e1rios do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Para dimensionar o investimento financeiro, cientistas utilizaram t\u00e9cnicas de microscopia de raios X e calcularam que foram empregadas entre 6 e 11 libras (entre 3 e 5 quilogramas) do material nas paredes. Com base nos registros de pre\u00e7os deixados pelo autor romano <strong>Pl\u00ednio<\/strong>, o Velho, o custo total do mineral variou entre 93 e 168 den\u00e1rios. Considerando que um soldado romano recebia cerca de 187 den\u00e1rios por ano na \u00e9poca da erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio, a estimativa conservadora aponta que o gasto com o pigmento correspondia a um intervalo entre 50% e 90% dessa renda anual.<\/p>\n<p>Vale mencionar que o azul eg\u00edpcio foi desenvolvido h\u00e1 cerca de 5 mil anos como alternativa ao l\u00e1pis-laz\u00fali, e demandava um processo de produ\u00e7\u00e3o altamente sofisticado. Os pesquisadores calcularam que foram necess\u00e1rias entre 31 e 56 horas de trabalho especializado apenas para moer a quantidade de insumo aplicada no aposento. Segundo o coautor <strong>Marco Nicola<\/strong>, da Universidade de Turim, a profus\u00e3o da cor reflete uma tend\u00eancia cultural da elite de Pompeia, na qual o azul funcionava como s\u00edmbolo de riqueza e status social.<\/p>\n<p>  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-227986 img-fluid lazy\" alt=\"Pompeia v\u00edtimas capa\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Pompeia-vitimas.jpg\"  \/>Moldes petrificados de v\u00edtimas de Pompeia \u2013 Getty Images <\/p>\n<p>Os moldes de gesso criados a partir das cavidades deixadas pelos corpos decompostos sob as cinzas de Pompeia tamb\u00e9m continuam a fornecer detalhes sobre os momentos finais da erup\u00e7\u00e3o do Monte Ves\u00favio. Desenvolvida no s\u00e9culo 19 pelo arque\u00f3logo <strong>Giuseppe Fiorelli<\/strong>, a t\u00e9cnica de preenchimento com gesso l\u00edquido revelou o formato exato das v\u00edtimas no momento da morte, preservando express\u00f5es faciais, m\u00e3os erguidas e corpos curvados que sugerem dor, desespero ou tentativa de fuga.<\/p>\n<p>Durante muito tempo, essas posi\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas sustentaram a interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de que os habitantes locais teriam agonizado lentamente por sufocamento. No entanto, <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/historia-hoje\/pompeia-moldes-de-vitimas-revelam-ultimos-instantes-da-tragedia.phtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">investiga\u00e7\u00f5es cient\u00edficas recentes<\/a> sobre os dep\u00f3sitos vulc\u00e2nicos indicam que a morte da popula\u00e7\u00e3o pode ter sido ainda mais abrupta. Estudos sugerem que a cidade foi atingida por fluxos pirocl\u00e1sticos \u2014 ondas de gases extremamente quentes que podiam ultrapassar os 300 \u00b0C \u2014, causando choque t\u00e9rmico quase imediato nas pessoas que permaneciam na localidade.<\/p>\n<p>Apesar da rapidez do evento fatal, as posi\u00e7\u00f5es contorcidas dos corpos ficaram registradas na cinza endurecida antes da decomposi\u00e7\u00e3o dos tecidos org\u00e2nicos. As cavidades resultantes preservaram os contornos das v\u00edtimas por quase dois mil\u00eanios, permitindo a reconstru\u00e7\u00e3o dos instantes finais do desastre. Atualmente, os moldes permanecem expostos no s\u00edtio arqueol\u00f3gico de Pompeia e em museus, consolidados como uma das imagens mais impactantes da arqueologia mundial.<\/p>\n<p>        <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.com.br\/noticias\/author\/eric-moreira\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n          <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\u00c9ric Moreira\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2021-09-24-at-18.30.11-150x150.jpeg\" class=\"avatar avatar-115 photo rounded-circle\" height=\"115\" width=\"115\"\/>        <\/a><\/p>\n<p>\u00c9ric Moreira \u00e9 jornalista, formado pelo Centro Universit\u00e1rio Belas Artes de S\u00e3o Paulo. Passa a maior parte do tempo vendo filmes e s\u00e9ries, interessado em jornalismo cultural e grande amante de Arte e Hist\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"No ano de 79 d.C., a violenta erup\u00e7\u00e3o do Monte Ves\u00favio sepultou abruptamente a pr\u00f3spera cidade romana de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":393867,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[50],"tags":[3504,27,28,3471,16225,15,16,14,736,10383,25,26,21,22,5640,65326,62,12,13,19,20,5730,23,24,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":["post-393866","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-mundo","tag-arqueologia","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-curiosidades","tag-erupcao","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-headlines","tag-historia","tag-imperio-romano","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-main-news","tag-mainnews","tag-materias","tag-monte-vesuvio","tag-mundo","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-pompeia","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias","tag-world","tag-world-news","tag-worldnews"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116633736883017336","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/393866","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=393866"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/393866\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/393867"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=393866"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=393866"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=393866"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}