{"id":403404,"date":"2026-06-02T02:18:18","date_gmt":"2026-06-02T02:18:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/403404\/"},"modified":"2026-06-02T02:18:18","modified_gmt":"2026-06-02T02:18:18","slug":"roland-garros-marta-kostyuk-esta-imparavel-sobre-a-terra-tenis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/403404\/","title":{"rendered":"Roland-Garros: Marta Kostyuk est\u00e1 impar\u00e1vel sobre a terra | T\u00e9nis"},"content":{"rendered":"<p>Pela primeira vez desde 2016, o Torneio de Roland-Garros vai coroar campe\u00f5es in\u00e9ditos nas duas provas. Tal como no quadro masculino, tamb\u00e9m o evento feminino perdeu a \u00faltima jogadora que sabia o que era sair imbat\u00edvel de Paris: Iga Swiatek. A polaca, que ergueu por quatro vezes a Ta\u00e7a Suzanne-Lenglen, foi dominada por Marta Kostyuk, que vai agora defrontar a compatriota Elina Svitolina, o que garante que haja uma semifinalista da Ucr\u00e2nia pela primeira vez no torneio franc\u00eas do Grand Slam.<\/p>\n<p>Na Era Open, o t\u00e9nis ucraniano j\u00e1 tinha chegado t\u00e3o longe em Roland-Garros, mas na prova masculina, atrav\u00e9s de Andrei Medvedev (1993 e 1999). A sua sucessora ser\u00e1 a vencedora do duelo entre as campe\u00e3s dos dois WTA 1000 realizados em terra batida. Kostyuk (15.\u00aa) venceu em Madrid (e antes no WTA 250 de Rouen) e, com a vit\u00f3ria sobre Swiatek (3.\u00aa), por 7-5, 6-1, estendeu para 16 a s\u00e9rie de encontros ganhos.<\/p>\n<p>Nos dois embates anteriores com Swiatek, a ucraniana de 23 anos nunca tinha ganhado mais do que dois jogos por set, mas somou a sexta vit\u00f3ria do ano sobre uma top 10 e qualificou-se pela segunda vez na carreira para os quartos-de-final de um major.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o jogo t\u00e9nis para ganhar, jogo t\u00e9nis porque adoro. Quero ligar-me \u00e0s pessoas, quero fazer as pessoas felizes e uni-las&#8221;, disse Kostyuk que, \u00e0 sa\u00edda do court, trocou um high-five com Svitolina, que ia entrar. \u201cTemos uma \u00f3ptima rela\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 uma lenda do t\u00e9nis ucraniano e ser\u00e1 uma grande honra partilhar o court com ela na ter\u00e7a-feira. Estou entusiasmada com este encontro\u201d.<\/p>\n<p>A consist\u00eancia de Svitolina<\/p>\n<p>No confronto entre m\u00e3es, Svitolina (7.\u00aa), campe\u00e3 em Roma, superou Belinda Bencic (11.\u00aa), por 4-6, 6-4 e 6-0, para elevar para 10 a s\u00e9rie vitoriosa e repetir a presen\u00e7a nesta fase do torneio franc\u00eas pela sexta vez. Aos 31 anos, a mulher de Gael Monfils \u00e9 a mais velha desde Serena Williams, em 2016, e chegar t\u00e3o longe em Roma e Roland-Garros na mesma \u00e9poca.<\/p>\n<p>Maior diferen\u00e7a de idades ir\u00e1 registar-se no outro quarto-de-final, entre Sorana Cirstea, de 36 anos, e Mirra Andreeva, 19 anos \u2013 \u00e9 o maior desn\u00edvel et\u00e1rio desde nos \u201cquartos\u201d de um major desde o duelo entre Martina Navratilova (34 anos) e Jennifer Capriati (19 anos), no torneio de Wimbledon de 1991.<\/p>\n<p>A competir pelo \u00faltimo ano no circuito, Cirstea (18.\u00aa) eliminou Xiyu Wang (34.\u00aa), por 6-3, 7-6 (7\/4), e ao repetir a presen\u00e7a entre as oito \u00faltimas candidatas ao t\u00edtulo em Roland-Garros de 2009, estabeleceu um novo recorde de intervalo entre presen\u00e7as nos \u201cquartos\u201d num Slam: 17 anos.<\/p>\n<p>Enquanto Cirstea \u00e9 a terceira mais velha quarto-finalista em Roland-Garros na Era Open \u2013 s\u00f3 ultrapassada por Helga Masthoff (1978) e Billie Jean King (1980) \u2013, Andreeva (8.\u00aa) \u00e9 a mais nova a chegar aos \u201cquartos\u201d em Paris em tr\u00eas anos consecutivos desde Martina Hingis em 1999, depois de derrotar Jil Teichmann (170.\u00aa), por 6-3, 6-2.<\/p>\n<p>J\u00f3dar, mais um espanhol nos &#8220;quartos&#8221;<\/p>\n<p>Na segunda-feira, completam-se os oitavos-de-final com destaque para o embate entre as \u00fanicas duas campe\u00e3s de Grand Slam que ainda sobrevivem no torneio (masculino e feminino), Aryna Sabalenka e Naomi Osaka, e que, pela primeira vez em tr\u00eas anos, ter\u00e1 honras de sess\u00e3o nocturna.<\/p>\n<p>Para n\u00e3o fugir \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o, o quadro masculino ter\u00e1 um representante espanhol no quarto-de-final, mas ao contr\u00e1rio dos \u00faltimos nove anos n\u00e3o tem o apelido Nadal ou Alcaraz. Rafael J\u00f3dar, de 19 anos, \u00e9 o primeiro teenager nesta fase desde 2002 (Alcaraz e Holger Rune), ap\u00f3s afastar o veterano compatriota Pablo Carre\u00f1o Busta (89.\u00ba), por 4-6, 4-6, 6-1, 6-2 e 6-2.<\/p>\n<p>J\u00f3dar (29.\u00ba), que h\u00e1 12 meses estava fora do top 700, vai defrontar nos \u201cquartos\u201d o principal favorito, Alexander Zverev. O n\u00famero tr\u00eas mundial chega a esta fase em Paris pela oitava vez consecutiva (17 no total de majors), ao bater Jesper de Jong (106.\u00ba), por 7-6 (7\/3), 6-4 e 6-1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Pela primeira vez desde 2016, o Torneio de Roland-Garros vai coroar campe\u00f5es in\u00e9ditos nas duas provas. 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